O tombo foi – ainda mais – feio dessa vez. Na comparação entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016, as vendas óleo diesel no Brasil recuaram 16,7%. Esta é a maior contração do mercado para o derivado mais importante do mercado brasileiro desde 2000 – ano em que se iniciou o histórico de vendas mantido pela ANP.
O tombo foi – ainda mais – feio dessa vez. Na comparação entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016, as vendas óleo diesel no Brasil recuaram 16,7%. Esta é a maior contração do mercado para o derivado mais importante do mercado brasileiro desde 2000 – ano em que se iniciou o histórico de vendas mantido pela ANP.
Pouco mais de 3,9 bilhões de litros foram vendidos em todo o país. Em janeiro de 2014, o volume comercializado havia sido superior a 4,7 bilhões de litros. Com esse resultado, o mercado da mistura obrigatória gerou uma demanda para aproximadamente 276 milhões de litros de biodiesel.
Em termos relativos, a maior queda aconteceu no Tocantins que consumiu 22,5% menos óleo diesel no mês de janeiro. O equivalente a 16,5 milhões de litros. Já em termos absolutos, São Paulo foi a unidade da federação onde houve a maior queda, com 168,5 milhões de litros no consumido a menos – 17,6%.
Apenas o Paraná apresentou variação positiva com um crescimento de 4,7% na demanda – cerca de 18 milhões de litros
Descendente
Essa nova queda mostra que o mercado ainda está longe de encerrar a espiral descendente iniciada no ano passado. Em 2015, o mercado se contraiu 4,7%, com redução no consumo em 9 dos 12 meses do ano na comparação com 2014.
Na comparação entre dezembro e janeiro, o resultado é menos ruim, com uma queda de 12,4%.
A queda também foi generalizada, atingindo absolutamente todos os combustíveis acompanhados pela ANP. Mesmo o mercado de etanol hidratado que salvou o ano para as distribuidoras e postos de combustíveis ao apresentar um crescimento de 37,5% – com 17,8 bilhões de litros vendidos –, está dando sinais de fadiga.
Em janeiro, o combustível renovável teve uma queda de 3,2% nas vendas.
No somatório total do mercado, as vendas foram pouco maiores que 10,5 bilhões de litros. Algo em torno de 12,7% menos que em janeiro de 2014.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O tombo foi – ainda mais – feio dessa vez. Na comparação entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016, as vendas óleo diesel no Brasil recuaram 16,7%. Esta é a maior contração do mercado para o derivado mais importante do mercado brasileiro desde 2000 – ano em que se iniciou o histórico de vendas mantido pela ANP.
Pouco mais de 3,9 bilhões de litros foram vendidos em todo o país. Em janeiro de 2014, o volume comercializado havia sido superior a 4,7 bilhões de litros. Com esse resultado, o mercado da mistura obrigatória gerou uma demanda para aproximadamente 276 milhões de litros de biodiesel.
Em termos relativos, a maior queda aconteceu no Tocantins que consumiu 22,5% menos óleo diesel no mês de janeiro. O equivalente a 16,5 milhões de litros. Já em termos absolutos, São Paulo foi a unidade da federação onde houve a maior queda, com 168,5 milhões de litros no consumido a menos – 17,6%.
Apenas o Paraná apresentou variação positiva com um crescimento de 4,7% na demanda – cerca de 18 milhões de litros
Descendente
Essa nova queda mostra que o mercado ainda está longe de encerrar a espiral descendente iniciada no ano passado. Em 2015, o mercado se contraiu 4,7%, com redução no consumo em 9 dos 12 meses do ano na comparação com 2014.
Na comparação entre dezembro e janeiro, o resultado é menos ruim, com uma queda de 12,4%.
A queda também foi generalizada, atingindo absolutamente todos os combustíveis acompanhados pela ANP. Mesmo o mercado de etanol hidratado que salvou o ano para as distribuidoras e postos de combustíveis ao apresentar um crescimento de 37,5% – com 17,8 bilhões de litros vendidos –, está dando sinais de fadiga.
Em janeiro, o combustível renovável teve uma queda de 3,2% nas vendas.
No somatório total do mercado, as vendas foram pouco maiores que 10,5 bilhões de litros. Algo em torno de 12,7% menos que em janeiro de 2014.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com