As vendas de diesel em janeiro tiveram crescimento de 0,5% em relação ao mesmo mês de 2016. O resultado põe fim a 11 meses de contração.
É cedo para pôr a mão no fogo, mas parece que o pior está – finalmente – passando. Em janeiro, as vendas de óleo diesel foram de 3,96 bilhão de litros o que significa um crescimento de 0,5% em relação ao mesmo mês de 2016. Dificilmente isso pode ser chamado de retomada, mas, ao menos, coloca um fim numa série de 11 meses seguidos de contração.
É cedo para pôr a mão no fogo, mas parece que o pior está – finalmente – passando. Em janeiro, as vendas de óleo diesel foram de 3,96 bilhão de litros o que significa um crescimento de 0,5% em relação ao mesmo mês de 2016. Dificilmente isso pode ser chamado de retomada, mas, ao menos, coloca um fim numa série de 11 meses seguidos de contração.
A última variação mensal positiva tinha sido entre fevereiro de 2015 e 2016 quando o crescimento chegou a 5,2%.
Tomando o ano passado como um todo, as vendas de óleo diesel tiveram uma queda de 5,1%. Esse foi o segundo ano de retração depois da demanda ter atingido um pico acima dos 60 bilhões de litros em 2014 – de lá para cá a queda acumulada é de 9,6%. A redução do mercado arrastou, por tabela, o biodiesel fazendo com que a produção tivesse a primeira queda anual na história do PNPB.
A recuperação ainda está longe de ser homogênea. Das 27 unidades da federação, em 16 houve queda nas vendas de diesel na comparação entre janeiro deste ano e do ano passado com uma redução total de 93 milhões de litros. Por outro lado, nos 11 estados onde houve expansão na demanda, o aumento totalizou 111,5 milhões de litros; sendo que o maior crescimento veio de Minas Gerais, com uma alta de praticamente 36 milhões de litros.
Já na divisão por região, o Centro Oeste foi quem se saiu melhor com um avanço de 36,3 milhões de litros nas vendas. Foram 512,1 milhões de litros neste ano contra 475,7 um ano antes – cerca de 7,6%. Feita a contabilidade geral, foi consumido 18,5 milhões de litros de diesel a mais em janeiro de 2017 que no mesmo mês do ano passado.
Melhor que o mercado
Apesar da alta no diesel, o mercado de combustíveis como um todo ainda registrou queda de 0,9%. Em condições normais, não é o que bom resultado. Mas, perto do tombo de 12,7% registrado entre janeiro de 2015 e 2016, é algo que pode ser absorvido pelo mercado sem a menor dificuldade.
Considerados os oito os segmentos contabilizados pela ANP para formular seu indicador, além do óleo diesel tivemos crescimentos nas vendas de gasolina (12%), no querosene (7,9%), no GLP (1,2%).
O restante do mercado apresentou baixa nas vendas encabeçadas pelo óleo combustível (37,9%), etanol hidratado (27,7%), gasolina de aviação (16,7%) e querosene de aviação (7,7%).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
É cedo para pôr a mão no fogo, mas parece que o pior está – finalmente – passando. Em janeiro, as vendas de óleo diesel foram de 3,96 bilhão de litros o que significa um crescimento de 0,5% em relação ao mesmo mês de 2016. Dificilmente isso pode ser chamado de retomada, mas, ao menos, coloca um fim numa série de 11 meses seguidos de contração.
A última variação mensal positiva tinha sido entre fevereiro de 2015 e 2016 quando o crescimento chegou a 5,2%.
Tomando o ano passado como um todo, as vendas de óleo diesel tiveram uma queda de 5,1%. Esse foi o segundo ano de retração depois da demanda ter atingido um pico acima dos 60 bilhões de litros em 2014 – de lá para cá a queda acumulada é de 9,6%. A redução do mercado arrastou, por tabela, o biodiesel fazendo com que a produção tivesse a primeira queda anual na história do PNPB.
A recuperação ainda está longe de ser homogênea. Das 27 unidades da federação, em 16 houve queda nas vendas de diesel na comparação entre janeiro deste ano e do ano passado com uma redução total de 93 milhões de litros. Por outro lado, nos 11 estados onde houve expansão na demanda, o aumento totalizou 111,5 milhões de litros; sendo que o maior crescimento veio de Minas Gerais, com uma alta de praticamente 36 milhões de litros.
Já na divisão por região, o Centro Oeste foi quem se saiu melhor com um avanço de 36,3 milhões de litros nas vendas. Foram 512,1 milhões de litros neste ano contra 475,7 um ano antes – cerca de 7,6%. Feita a contabilidade geral, foi consumido 18,5 milhões de litros de diesel a mais em janeiro de 2017 que no mesmo mês do ano passado.
Melhor que o mercado
Apesar da alta no diesel, o mercado de combustíveis como um todo ainda registrou queda de 0,9%. Em condições normais, não é o que bom resultado. Mas, perto do tombo de 12,7% registrado entre janeiro de 2015 e 2016, é algo que pode ser absorvido pelo mercado sem a menor dificuldade.
Considerados os oito os segmentos contabilizados pela ANP para formular seu indicador, além do óleo diesel tivemos crescimentos nas vendas de gasolina (12%), no querosene (7,9%), no GLP (1,2%).
O restante do mercado apresentou baixa nas vendas encabeçadas pelo óleo combustível (37,9%), etanol hidratado (27,7%), gasolina de aviação (16,7%) e querosene de aviação (7,7%).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com