O volume de óleo diesel importado pelos brasileiros deu um salto em julho. No mês passado, entraram no país cerca de 860,5 milhões de litros do derivado de petróleo, um volume 246,6 milhões de litros maior do que em junho e muito acima da média que vinha entrando no pais ao longo do primeiro semestre do ano. Os dados foram liberados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços na semana passada.
O volume de óleo diesel importado pelos brasileiros deu um salto em julho. No mês passado, entraram no país cerca de 860,5 milhões de litros do derivado de petróleo, um volume 246,6 milhões de litros maior do que em junho e muito acima da média que vinha entrando no pais ao longo do primeiro semestre do ano. Os dados foram liberados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços na semana passada.
Este foi o maior volume importado nos últimos quatro meses – superada apenas pelos 942,5 milhões de litros registrados em março. Na comparação com o resultado de julho de 2015, temos uma contração de 3,7% na demanda por combustível importado.
O salto vem somado a uma repentina paralização nas exportações de volumes comerciais de óleo diesel para julho. Se, em junho, tivemos o melhor resultado desde 2009 atingindo o ápice de um processo que vinha se desenrolando desde março, no mês passado as vendas externas simplesmente estancaram.
Custo
Para manter o mercado interno abastecido, foi preciso despender US$ 309,1 milhões. Cerca de 35,5% mais do que em junho. Uma conta que teria sido ainda mais salgada se o preço do diesel vindo de fora não tivesse ficado mais barato no mês passado.
Em julho, pagamos US$ 359,25 por cada metro cúbico do combustível que entrou no país um alívio de aproximadamente 3,3% sobre a cotação paga um mês antes. Na comparação com o ano passado – quando a cotação do derivado estava em US$ 460,24 o m³ – o alívio chega a quase 22%.
Nos últimos dois meses, os preços internacionais até ensaiaram um princípio de recuperação acompanhando as cotações internacionais do petróleo que vinham numa escalada desde meados de janeiro até o final da primeira semana de junho – quando as cotações do barril superaram a barreira dos US$ 50 –, mas esse movimento perdeu vigor a partir a primeira semana de junho. No final de julho, o barril do óleo tipo Brent estava cotado a US$ 40,75.
Como o preço do dólar também ficou pouco mais barato – a moeda norte-americana foi de R$ 3,42 na média de junho para R$ 3,27 em julho – o litro do diesel vindo de fora chegou aos portos brasileiros por R$ 1,14.
No cômputo geral do ano, até agora já importamos 4,2 bilhões de litros pelos quais desembolsamos um total de US$ 1,4 bilhão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O volume de óleo diesel importado pelos brasileiros deu um salto em julho. No mês passado, entraram no país cerca de 860,5 milhões de litros do derivado de petróleo, um volume 246,6 milhões de litros maior do que em junho e muito acima da média que vinha entrando no pais ao longo do primeiro semestre do ano. Os dados foram liberados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços na semana passada.
Este foi o maior volume importado nos últimos quatro meses – superada apenas pelos 942,5 milhões de litros registrados em março. Na comparação com o resultado de julho de 2015, temos uma contração de 3,7% na demanda por combustível importado.
O salto vem somado a uma repentina paralização nas exportações de volumes comerciais de óleo diesel para julho. Se, em junho, tivemos o melhor resultado desde 2009 atingindo o ápice de um processo que vinha se desenrolando desde março, no mês passado as vendas externas simplesmente estancaram.
Custo
Para manter o mercado interno abastecido, foi preciso despender US$ 309,1 milhões. Cerca de 35,5% mais do que em junho. Uma conta que teria sido ainda mais salgada se o preço do diesel vindo de fora não tivesse ficado mais barato no mês passado.
Em julho, pagamos US$ 359,25 por cada metro cúbico do combustível que entrou no país um alívio de aproximadamente 3,3% sobre a cotação paga um mês antes. Na comparação com o ano passado – quando a cotação do derivado estava em US$ 460,24 o m³ – o alívio chega a quase 22%.
Nos últimos dois meses, os preços internacionais até ensaiaram um princípio de recuperação acompanhando as cotações internacionais do petróleo que vinham numa escalada desde meados de janeiro até o final da primeira semana de junho – quando as cotações do barril superaram a barreira dos US$ 50 –, mas esse movimento perdeu vigor a partir a primeira semana de junho. No final de julho, o barril do óleo tipo Brent estava cotado a US$ 40,75.
Como o preço do dólar também ficou pouco mais barato – a moeda norte-americana foi de R$ 3,42 na média de junho para R$ 3,27 em julho – o litro do diesel vindo de fora chegou aos portos brasileiros por R$ 1,14.
No cômputo geral do ano, até agora já importamos 4,2 bilhões de litros pelos quais desembolsamos um total de US$ 1,4 bilhão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com