
Grupo de entidades da cadeia levou novamente o problema do excesso de peso dos caminhões que transportam biodiesel ao Contran.
Passado mais de um ano, a novela do peso dos caminhões que carregam de biodiesel permanece sem um desfecho. Na quarta-feira passada (11), um grupo de entidades ligados ao segmento participou da reunião do Conselho Nacional de Transito (Contran) onde pôde (re)apresentar seu pleito para que as margens de tolerância sejam ampliadas.
O problema não é nenhuma novidade. Em novembro do ano passado, um grupo que reúne representações dos fabricantes de biodiesel, transportadoras e distribuidoras começou já havia apresentado essa solicitação a Casa Civil.
De forma resumida, o grupo reclama que, por causa da densidade levemente superior do biodiesel, não é incomum que os caminhões-tanque que carregam biodiesel Brasil afora trafeguem acima do limite de peso permitido pela legislação. Um levantamento feito pelo grupo indicou 77 multas emitidas por esse motivo no período do 2º semestre de 2011 – cerca de 3,2% dos 2.390 carregamentos de biodiesel registrados no período.
Para resolver o problema, o grupo quer que o Contran aprove uma margem de tolerância sobre o peso máximo permitido para caminhões carregados de biodiesel. Nas contas do grupo, 9% seria o suficiente para virtualmente erradicar o problema.
Dificuldade
Mas o que pareceria algo relativamente simples, tem se mostrado praticamente impossível de resolver. A ata da reunião do Contran realizada no dia 27 de novembro – publicada no Diário Oficial de hoje (16) – registra que o tema estava na pauta, mas não chegou a ser realmente debatido em profundidade por falta de “informações complementares”.
Segundo o assessor econômico da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Leonardo Zilio, isso ao menos pavimentou o caminho para que o grupo de entidades que vem sustentando esse pleito pudesse fazer uma apresentação sobre o assunto na reunião dessa última quarta-feira. “Apresentamos mais uma vez a proposta setorial, mas não sabemos o que foi discutido, pois não podemos participar do restante da reunião”, disse à BiodieselBR.com informando que, ao menos até o momento, não houve qualquer devolutiva por parte do Contran.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Passado mais de um ano, a novela do peso dos caminhões que carregam de biodiesel permanece sem um desfecho. Na quarta-feira passada (11), um grupo de entidades ligados ao segmento participou da reunião do Conselho Nacional de Transito (Contran) onde pôde (re)apresentar seu pleito para que as margens de tolerância sejam ampliadas.
O problema não é nenhuma novidade. Em novembro do ano passado, um grupo que reúne representações dos fabricantes de biodiesel, transportadoras e distribuidoras começou já havia apresentado essa solicitação a Casa Civil.
De forma resumida, o grupo reclama que, por causa da densidade levemente superior do biodiesel, não é incomum que os caminhões-tanque que carregam biodiesel Brasil afora trafeguem acima do limite de peso permitido pela legislação. Um levantamento feito pelo grupo indicou 77 multas emitidas por esse motivo no período do 2º semestre de 2011 – cerca de 3,2% dos 2.390 carregamentos de biodiesel registrados no período.
Para resolver o problema, o grupo quer que o Contran aprove uma margem de tolerância sobre o peso máximo permitido para caminhões carregados de biodiesel. Nas contas do grupo, 9% seria o suficiente para virtualmente erradicar o problema.
Dificuldade
Mas o que pareceria algo relativamente simples, tem se mostrado praticamente impossível de resolver. A ata da reunião do Contran realizada no dia 27 de novembro – publicada no Diário Oficial de hoje (16) – registra que o tema estava na pauta, mas não chegou a ser realmente debatido em profundidade por falta de “informações complementares”.
Segundo o assessor econômico da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Leonardo Zilio, isso ao menos pavimentou o caminho para que o grupo de entidades que vem sustentando esse pleito pudesse fazer uma apresentação sobre o assunto na reunião dessa última quarta-feira. “Apresentamos mais uma vez a proposta setorial, mas não sabemos o que foi discutido, pois não podemos participar do restante da reunião”, disse à BiodieselBR.com informando que, ao menos até o momento, não houve qualquer devolutiva por parte do Contran.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com