Teor de Biodiesel é a 2ª causa de não conformidade do diesel
Edição mais recente do Boletim da ANP mostra melhora na qualidade geral do óleo diesel, contudo, apresenta piora no quesito teor de biodiesel.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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Edição mais recente do Boletim da ANP mostra melhora na qualidade geral do óleo diesel, contudo, apresenta piora no quesito teor de biodiesel.
A mais recente edição do Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis, divulgada nesta quinta-feira (14) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) traz boas notícias: ela reafirma a tendência de melhora na qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros que já dura cinco meses. Contudo houve piora relativa ao índice de teor de biodiesel.
Os dados relativos a outubro mostram uma nova redução no índice de não conformidade das amostras de óleo diesel testadas -- de 2,8% em setembro, para 2,4% no mês passado. Este é o menor índice do ano até o momento. O percentual de outubro aproxima-se do registrado no mesmo período em 2012, com uma diferença de apenas 0,16 pontos percentuais.
Apesar de representar uma boa notícia num contexto geral, chama a atenção o fato do “Teor de Biodiesel” aparecer como o segundo quesito mais problemático, respondendo por 21,5% das 186 amostras reprovadas. O quesito “Aspecto” – líder tradicional – continua sendo o fator mais problemático com 43,5% das reprovações. Já o “Ponto de Fulgor” – normalmente a segunda maior causa de reprovação – foi rebaixado para terceira colocação, correspondendo a 14,5% das amostras com problemas.
Amazonas Não somente o número de amostras inconformes de óleo diesel caiu. O de Estados que apresentaram aumento nos índices de não conformidade em relação ao trimestre anterior também. Foram apenas cinco – quatro a menos que sinalizado no documento de setembro.
Dentre as unidades federativas relacionadas pelo relatório da ANP estão o Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Amazonas, onde o incremento no número de amostras reprovadas foi mais significativo no intervalo entre trimestres – 5,9%.
Nos demais Estados, o aumento girou entre 0,1% e 0,7%.