Pesquisadores dos EUA estão trabalhando para aprimorar a tecnologia da pirólise capaz de converter diversos tipos de biomassa em biocombustível.Cientistas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) estão trabalhando para aprimorar a tecnologia da pirólise rápida.
Com ela seria possível converter diversos tipos de biomassa em bio-óleo que, então, pode ser refinado em biocombustíveis capazes de substituir tanto o diesel quanto a gasolina.

Cientistas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) estão trabalhando para aprimorar a tecnologia da pirólise rápida. Com ela seria possível converter diversos tipos de biomassa em bio-óleo que, então, pode ser refinado em biocombustíveis capazes de substituir tanto o diesel quanto a gasolina.
A pesquisa está sendo liderada por Charles Mullen e Akwasi Boateng do Serviço de Pesquisa Agrícola (ARS) – braço de pesquisa do USDA. “Esse é um dos meios mais promissores de extrair combustíveis líquidos de materiais vegetais”, comentou Mullen. A grande vantagem é que essa tecnologia permite o aproveitamento de resíduos agrícolas que, hoje, não têm qualquer uso comercial. A grande ambição dos pesquisadores é desenvolver uma tecnologia que permita aos agricultores fabricarem biocombustíveis in loco a partir de sua própria biomassa tanto para autoconsumo quanto para abastecer o mercado.
O processo consiste expor a biomassa a altas temperaturas num ambiente sem oxigênio. Isso quebra as cadeias de carbono que formam o material. Biocarvão que pode ser usado como fertilizante de solos, gás de síntese que também pode ser usado como combustível e os bio-óleos.
O problema é que esse último produto tem um teor muito elevado de oxigênio os torna quimicamente instáveis. O que os pesquisadores do USDA estão estudando é como melhorar a estabilidade do bio-óleo usando catalisadores capazes de remover o excesso de oxigênio da biomassa durante o processo de pirólise.
Nova tecnologia
No ano passado, o time da ARS já havia patenteado um novo sistema de pirólise capaz de diminuir a quantidade de oxigênio dos bio-óleos. Nesse novo método, o nitrogênio usado na câmara em que a biomassa é processada é gradualmente substituído pelos gases gerados durante o próprio processo de pirólise o que, segundo os pesquisadores, se mostrou eficaz em melhorar substancialmente a qualidade do bio-óleo produzido.
A densidade energética do bio-óleo fabricado pelo novo método aumentou em 42% – indo de 23,4 para 33,2 megajoules por quilo. Cerca de três quartos do conteúdo energético da gasolina.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com ela seria possível converter diversos tipos de biomassa em bio-óleo que, então, pode ser refinado em biocombustíveis capazes de substituir tanto o diesel quanto a gasolina.

Cientistas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) estão trabalhando para aprimorar a tecnologia da pirólise rápida. Com ela seria possível converter diversos tipos de biomassa em bio-óleo que, então, pode ser refinado em biocombustíveis capazes de substituir tanto o diesel quanto a gasolina.
A pesquisa está sendo liderada por Charles Mullen e Akwasi Boateng do Serviço de Pesquisa Agrícola (ARS) – braço de pesquisa do USDA. “Esse é um dos meios mais promissores de extrair combustíveis líquidos de materiais vegetais”, comentou Mullen. A grande vantagem é que essa tecnologia permite o aproveitamento de resíduos agrícolas que, hoje, não têm qualquer uso comercial. A grande ambição dos pesquisadores é desenvolver uma tecnologia que permita aos agricultores fabricarem biocombustíveis in loco a partir de sua própria biomassa tanto para autoconsumo quanto para abastecer o mercado.
O processo consiste expor a biomassa a altas temperaturas num ambiente sem oxigênio. Isso quebra as cadeias de carbono que formam o material. Biocarvão que pode ser usado como fertilizante de solos, gás de síntese que também pode ser usado como combustível e os bio-óleos.
O problema é que esse último produto tem um teor muito elevado de oxigênio os torna quimicamente instáveis. O que os pesquisadores do USDA estão estudando é como melhorar a estabilidade do bio-óleo usando catalisadores capazes de remover o excesso de oxigênio da biomassa durante o processo de pirólise.
Nova tecnologia
No ano passado, o time da ARS já havia patenteado um novo sistema de pirólise capaz de diminuir a quantidade de oxigênio dos bio-óleos. Nesse novo método, o nitrogênio usado na câmara em que a biomassa é processada é gradualmente substituído pelos gases gerados durante o próprio processo de pirólise o que, segundo os pesquisadores, se mostrou eficaz em melhorar substancialmente a qualidade do bio-óleo produzido.
A densidade energética do bio-óleo fabricado pelo novo método aumentou em 42% – indo de 23,4 para 33,2 megajoules por quilo. Cerca de três quartos do conteúdo energético da gasolina.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com