
Um projeto multissetorial na Argentina vai medir os gases do efeito estufa gerados pelas culturas de soja para a produção de biodiesel.
A Argentina está se preparando para medir as emissões de gás carbônico geradas durante o plantio da soja usada pela indústria do biodiesel. Os dados produzidos pela pesquisa vão contribuir para determinar a performance ambiental do biocombustíveis frente ao diesel mineral.
Chamado “Estabelecendo uma cadeia sustentável e certificada de biodiesel na Argentina”, o projeto é um esforço multissetorial e internacional que reúne o Grupo Los Grobo – empresa de origem brasileira que atua no mercado de commodities agrícolas em toda a América Latina –, ONGs e o governo argentino. O financiamento veio do governo da Holanda.
As medidas serão feitas por meio de uma estação de monitoramento que será instalada em plantações de soja nas proximidades da cidade argentina de Carlos Casares. Equipado com um conjunto de sensores especiais, a estação vai medir as emissões de óxido nitroso – gás de efeito estufa (GEE) gerado em zonas agrícolas em função do uso de fertilizantes nitrogenados – durante dois anos.
“Os resultados dessa iniciativa conjunta terão impacto positivo direto sobre a competitividade da Argentina como exportador de biodiesel”, destacou o coordenador de sustentabilidade do Grupo Los Grobo, Alex Ehrenhaus.
A medida está sendo tomada para dar uma resposta às novas demandas estabelecidas pela Diretriz de Energias Renováveis de 2009 (RED 2009) da União Europeia que estabelecem patamares mínimos de redução nos GEEs.
Brasil
Um estudo publicado em fevereiro passado estimou que as emissões do biodiesel brasileiro são entre 65% e 72% menores que as do diesel de petróleo que ele substitui.
As medidas fazem parte de uma pesquisa elaborada pela consultoria DeltaCO2 e financiada pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) e da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja-MT).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações: ComunicaRSE
A Argentina está se preparando para medir as emissões de gás carbônico geradas durante o plantio da soja usada pela indústria do biodiesel. Os dados produzidos pela pesquisa vão contribuir para determinar a performance ambiental do biocombustíveis frente ao diesel mineral.
Chamado “Estabelecendo uma cadeia sustentável e certificada de biodiesel na Argentina”, o projeto é um esforço multissetorial e internacional que reúne o Grupo Los Grobo – empresa de origem brasileira que atua no mercado de commodities agrícolas em toda a América Latina –, ONGs e o governo argentino. O financiamento veio do governo da Holanda.
As medidas serão feitas por meio de uma estação de monitoramento que será instalada em plantações de soja nas proximidades da cidade argentina de Carlos Casares. Equipado com um conjunto de sensores especiais, a estação vai medir as emissões de óxido nitroso – gás de efeito estufa (GEE) gerado em zonas agrícolas em função do uso de fertilizantes nitrogenados – durante dois anos.
“Os resultados dessa iniciativa conjunta terão impacto positivo direto sobre a competitividade da Argentina como exportador de biodiesel”, destacou o coordenador de sustentabilidade do Grupo Los Grobo, Alex Ehrenhaus.
A medida está sendo tomada para dar uma resposta às novas demandas estabelecidas pela Diretriz de Energias Renováveis de 2009 (RED 2009) da União Europeia que estabelecem patamares mínimos de redução nos GEEs.
Brasil
Um estudo publicado em fevereiro passado estimou que as emissões do biodiesel brasileiro são entre 65% e 72% menores que as do diesel de petróleo que ele substitui.
As medidas fazem parte de uma pesquisa elaborada pela consultoria DeltaCO2 e financiada pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) e da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso (Aprosoja-MT).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações: ComunicaRSE