
Os contratos futuros do óleo de palma na Bolsa de Derivativos da Malásia estão em seus níveis mais baixos dos últimos cinco anos.
Os contratos para o mês de outubro fecharam essa quinta-feira (14) em 2.133 ringgit a tonelada (US$ 674). A queda nos preços do óleo de soja – puxada pelas boas expectativas para a safra 2014/15.
Os contratos futuros do óleo de palma na Bolsa de Derivativos da Malásia estão em seus níveis mais baixos dos últimos cinco anos. Os contratos para o mês de outubro fecharam essa quinta-feira (14) em 2.133 ringgit a tonelada (US$ 674). A queda nos preços do óleo de soja – puxada pelas boas expectativas para a safra 2014/15.
Além disso, no começo dessa semana, o governo malaio divulgou que, contrariando as expectativas de queda, os estoques do óleo de palma do país continuam subindo e fecharam o mês de julho com 1,68 milhão de toneladas. Isso ocorreu graças a uma produção mais elevada do que a esperada.
Segundo agentes do mercado ouvidos pela agência de notícias Reuters, a expectativa é que o mercado continue em queda até atingir patamares próximos aos registrados entre julho e outubro de 2009 quando a tonelada do produto variou entre 1.964 e 2.013 ringgiti.
Exportação
As exportações do país asiático – o segundo maior produtor de palma do mundo, atrás apenas da Indonésia – também estão em queda. Durante a primeira quinzena de agosto, o volume de produtos derivados da palma vendido para o exterior foi de 570,7 mil toneladas, 15,2% a menos que as 673,4 mil toneladas na primeira quinzena de julho.
Para tentar conter essa deterioração nas vendas, o governo de Kuala Lumpur reduziu as tarifas de exportação do óleo de palma para 4,5% para o mês de setembro. Em julho, o governo já havia baixado a tarifa de 5,5% para os atuais 5%.
Novo atraso
Outra medida que vem sendo aguardada com ansiedade pelos produtores de palma-de-óleo da Malásia é a implementação nacional do B5, que não deverá acontecer antes de dezembro. A expectativa é que o aumento do consumo de biodiesel poderia desafogar o mercado e absorver o volume excedente de óleo no mercado.
Inicialmente, a nova mistura deveria ter sido implementada na Malásia Oriental – que reúne as províncias localizadas na Ilha de Borneo – no começo de julho, mas o lançamento foi postergado para setembro. Agora o governo anunciou um novo atraso. Isso deverá manter o consumo de biodiesel do país em 20 mil toneladas por mês, metade das 40 mil toneladas que o mercado esperava.
Segundo o governo, o motivo são atrasos na construção da infraestrutura de distribuição do novo combustível.
Fabio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Reuters e The Crop Site
Os contratos para o mês de outubro fecharam essa quinta-feira (14) em 2.133 ringgit a tonelada (US$ 674). A queda nos preços do óleo de soja – puxada pelas boas expectativas para a safra 2014/15.
Os contratos futuros do óleo de palma na Bolsa de Derivativos da Malásia estão em seus níveis mais baixos dos últimos cinco anos. Os contratos para o mês de outubro fecharam essa quinta-feira (14) em 2.133 ringgit a tonelada (US$ 674). A queda nos preços do óleo de soja – puxada pelas boas expectativas para a safra 2014/15.
Além disso, no começo dessa semana, o governo malaio divulgou que, contrariando as expectativas de queda, os estoques do óleo de palma do país continuam subindo e fecharam o mês de julho com 1,68 milhão de toneladas. Isso ocorreu graças a uma produção mais elevada do que a esperada.
Segundo agentes do mercado ouvidos pela agência de notícias Reuters, a expectativa é que o mercado continue em queda até atingir patamares próximos aos registrados entre julho e outubro de 2009 quando a tonelada do produto variou entre 1.964 e 2.013 ringgiti.
Exportação
As exportações do país asiático – o segundo maior produtor de palma do mundo, atrás apenas da Indonésia – também estão em queda. Durante a primeira quinzena de agosto, o volume de produtos derivados da palma vendido para o exterior foi de 570,7 mil toneladas, 15,2% a menos que as 673,4 mil toneladas na primeira quinzena de julho.
Para tentar conter essa deterioração nas vendas, o governo de Kuala Lumpur reduziu as tarifas de exportação do óleo de palma para 4,5% para o mês de setembro. Em julho, o governo já havia baixado a tarifa de 5,5% para os atuais 5%.
Novo atraso
Outra medida que vem sendo aguardada com ansiedade pelos produtores de palma-de-óleo da Malásia é a implementação nacional do B5, que não deverá acontecer antes de dezembro. A expectativa é que o aumento do consumo de biodiesel poderia desafogar o mercado e absorver o volume excedente de óleo no mercado.
Inicialmente, a nova mistura deveria ter sido implementada na Malásia Oriental – que reúne as províncias localizadas na Ilha de Borneo – no começo de julho, mas o lançamento foi postergado para setembro. Agora o governo anunciou um novo atraso. Isso deverá manter o consumo de biodiesel do país em 20 mil toneladas por mês, metade das 40 mil toneladas que o mercado esperava.
Segundo o governo, o motivo são atrasos na construção da infraestrutura de distribuição do novo combustível.
Fabio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Reuters e The Crop Site