
Estimativas recém-publicadas pelo Departamento de Agricultura dos EUA indicam que estoques globais de óleo de palma estão em alta.
Os estoques globais de óleo de palma deverão subir 21% chegando a 9,5 milhões de toneladas durante entre os anos de 2013 e 2014. A estimativa é de responsabilidade do Departamento de Agricultura do governo dos Estados Unidos.
Segundo o órgão norte-americano, o principal motivo da alta nos estoques é a desaceleração na demanda que deverá crescer apenas 4,4% durante o período, o pior resultado em 12 anos. Além disso houve um aumento na oferta de outros óleos vegetais. Depois de ter tido safra difícil na temporada 2011/12 em função de secas que afetaram tanto a América do Sul quanto os Estados Unidos, a soja está se recuperando com colheitas.
Esse balanço pouco favorável deverá levar a uma redução no preço dos contratos futuros do produto na Bolsa de Derivativos da Malásia – mercado de referência para o produto – de 8,8% até o final do ano.
As projeções de um grupo formado por 13 players do mercado global de óleo de palma compiladas pela agência de notícias Bloomberg apontam que a tonelada de óleo de palma será negociada por 2.200 ringgit (US$ 685). Esse seria o pior resultado desde 2009. Isso deverá reverter uma tendência de alta nas cotações que vem sendo registradas pelos últimos três meses.
A queda nos preços deverá se acelerar no segundo semestre, especialmente a partir de setembro quando o pico na produção de palma-de-óleo coincidir com o inicio da colheita da soja nos Estados Unidos.
Na semana passada a tonelada de óleo de palma estava sendo negociada por 2.491 ringgit. Puxada principalmente pela demanda nos países islâmicos, que estão em preparação para as festas religiosas no mês do Ramadã.
Em anos recentes a palma se tornou o óleo vegetal mais consumido do mundo, com 35% de participação no mercado com participação nos mercados de alimentos, oleoquímica e biocombustíveis. Isso levou a produção a praticamente dobrar em apenas uma década. A produção de óleo de palma do período deverá chegar a 58,1 milhões de toneladas. Já a de óleo de soja deverá ficar em 44,6 milhões de toneladas esse ano, de acordo com previsões do governo dos Estados Unidos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os estoques globais de óleo de palma deverão subir 21% chegando a 9,5 milhões de toneladas durante entre os anos de 2013 e 2014. A estimativa é de responsabilidade do Departamento de Agricultura do governo dos Estados Unidos.
Segundo o órgão norte-americano, o principal motivo da alta nos estoques é a desaceleração na demanda que deverá crescer apenas 4,4% durante o período, o pior resultado em 12 anos. Além disso houve um aumento na oferta de outros óleos vegetais. Depois de ter tido safra difícil na temporada 2011/12 em função de secas que afetaram tanto a América do Sul quanto os Estados Unidos, a soja está se recuperando com colheitas.
Esse balanço pouco favorável deverá levar a uma redução no preço dos contratos futuros do produto na Bolsa de Derivativos da Malásia – mercado de referência para o produto – de 8,8% até o final do ano.
As projeções de um grupo formado por 13 players do mercado global de óleo de palma compiladas pela agência de notícias Bloomberg apontam que a tonelada de óleo de palma será negociada por 2.200 ringgit (US$ 685). Esse seria o pior resultado desde 2009. Isso deverá reverter uma tendência de alta nas cotações que vem sendo registradas pelos últimos três meses.
A queda nos preços deverá se acelerar no segundo semestre, especialmente a partir de setembro quando o pico na produção de palma-de-óleo coincidir com o inicio da colheita da soja nos Estados Unidos.
Na semana passada a tonelada de óleo de palma estava sendo negociada por 2.491 ringgit. Puxada principalmente pela demanda nos países islâmicos, que estão em preparação para as festas religiosas no mês do Ramadã.
Em anos recentes a palma se tornou o óleo vegetal mais consumido do mundo, com 35% de participação no mercado com participação nos mercados de alimentos, oleoquímica e biocombustíveis. Isso levou a produção a praticamente dobrar em apenas uma década. A produção de óleo de palma do período deverá chegar a 58,1 milhões de toneladas. Já a de óleo de soja deverá ficar em 44,6 milhões de toneladas esse ano, de acordo com previsões do governo dos Estados Unidos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com