Os preços internacionais dos óleos vegetais deram deram uma trégua em dezembro e revertendo a trajetória de alta.
Os preços dos óleos vegetais deram uma trégua em dezembro revertendo a trajetória de alta que vinham demonstrando desde julho. Segundo dados compilados pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), no último mês do ano passado as cotações médias dos óleos mais negociados no mercado global recuaram 5,6%.
Os preços dos óleos vegetais deram uma trégua em dezembro revertendo a trajetória de alta que vinham demonstrando desde julho. Segundo dados compilados pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), no último mês do ano passado as cotações médias dos óleos mais negociados no mercado global recuaram 5,6%.
O valor registrado – 162,6 pontos – foi o menor em cinco meses.
Segundo os técnicos da agência das Nações Unidas, a queda foi influenciada principalmente pelo enfraquecimento nas cotações do óleo de palma depois que Malásia e Indonésia anunciaram que seus estoques dessa commodity são os maiores nos últimos dois anos. A boa produtividade das lavouras de canola no Canadá e Austrália também contribuíram.
Alta
Embora tenha fechado o ano em baixa, o consumidor precisou pagar mais pelos óleos vegetais no ano passado. As cotações médias para o ano de 2017 foram de 169 pontos, crescimento de 3% sobre o ano anterior.
O valor foi o maior desde 2014, quando o indicador ficou em 181,1 pontos.
Geral
Como um todo, os preços dos mercados acompanhados pelo Índice FAO registraram queda nesse final de ano o que fez com que o indicador encerrasse dezembro valendo 169,8 porque – 3,3% menos que em novembro. Os laticínios foram os maiores vilões com uma alga de 31,5% nos preços.
Na média anual, o índice ficou em 174,6, alta de 8,1% em relação à 2016. Isso encerra uma sequência de cinco anos de queda nas cotações internacionais dos alimentos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os preços dos óleos vegetais deram uma trégua em dezembro revertendo a trajetória de alta que vinham demonstrando desde julho. Segundo dados compilados pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), no último mês do ano passado as cotações médias dos óleos mais negociados no mercado global recuaram 5,6%.
O valor registrado – 162,6 pontos – foi o menor em cinco meses.
Segundo os técnicos da agência das Nações Unidas, a queda foi influenciada principalmente pelo enfraquecimento nas cotações do óleo de palma depois que Malásia e Indonésia anunciaram que seus estoques dessa commodity são os maiores nos últimos dois anos. A boa produtividade das lavouras de canola no Canadá e Austrália também contribuíram.
Alta
Embora tenha fechado o ano em baixa, o consumidor precisou pagar mais pelos óleos vegetais no ano passado. As cotações médias para o ano de 2017 foram de 169 pontos, crescimento de 3% sobre o ano anterior.
O valor foi o maior desde 2014, quando o indicador ficou em 181,1 pontos.
Geral
Como um todo, os preços dos mercados acompanhados pelo Índice FAO registraram queda nesse final de ano o que fez com que o indicador encerrasse dezembro valendo 169,8 porque – 3,3% menos que em novembro. Os laticínios foram os maiores vilões com uma alga de 31,5% nos preços.
Na média anual, o índice ficou em 174,6, alta de 8,1% em relação à 2016. Isso encerra uma sequência de cinco anos de queda nas cotações internacionais dos alimentos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com