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Cotações dos óleos vegetais recuaram 10,5% em cinco meses

Segundo dados compilados pela FAO, os preços praticados pelos óleos vegetais vêm caindo continuamente desde fevereiro

BiodieselBR.com 2 min de leitura

Os óleos vegetais continuam ficando mais baratos. Segundo dados compilados pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como parte da mais nova edição do Índice FAO do Preço dos Alimentos, as cotações médias praticadas nos principais mercados de referência dessas commodities recuaram mais 3% ao longo do mês passado.

Os óleos vegetais continuam ficando mais baratos. Segundo dados compilados pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como parte da mais nova edição do Índice FAO do Preço dos Alimentos, as cotações médias praticadas nos principais mercados de referência dessas commodities recuaram mais 3% ao longo do mês passado.

Em junho, o pacote usado como referência pelos técnicos da FAO – que incluí os 10 óleos vegetais mais comercializados em nível global – fechou o mês em 146,1 pontos. São 4,5 pontos a menos que em maio. A última vez que o valor mensal ficou abaixo do atual foi em janeiro de 2016 quando o indicador estava em 139,1 pontos.

Esse já é o quinto mês seguido de queda no indicador desde que a última alta do mercado em fevereiro passado. Nesse meio tempo, o indicador para óleos vegetais que já acumula um recuo de 10,5%.

A tendência de baixa continua sendo puxada pelos óleos de palma e de soja. O primeiro vive um momento de baixa demanda, enquanto o segundo vem sendo afetado pelo crescente clima de tensão comercial entre Estados Unidos e China. A produção maior que a esperada de girassol na União Europeia e Ucrânia aumentou a pressão sobre o mercado.

Quadro geral

A queda nos óleos vegetais faz parte de um quadro generalizado de baixa nos preços das commodities alimentares. Em média, os preços globais dos alimentos recuaram 1,3% em junho.

Laticínios (-0,9%), Cereais (-3,7%) e Óleos (-3%) reforçaram essa tendência que foi contrabalançada por Carnes (0,3%) e Açúcar (1,2%)

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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