O lançamento do B20 este ano está mantido, ao menos por enquanto. É o que garante o diretor presente do Fundo Indonésio da Propriedade da Palma-de-Óleo (BPDP, na sigla original), Bayu Krisnamurthi, criado em agosto passado para gerir os recursos de uma taxa sobre a exportação de óleo de palma que o governo de Jacarta instituiu explicitamente para subsidiar a produção do biocombustível.
O lançamento do B20 este ano está mantido, ao menos por enquanto. É o que garante o diretor presente do Fundo Indonésio da Propriedade da Palma-de-Óleo (BPDP, na sigla original), Bayu Krisnamurthi, criado em agosto passado para gerir os recursos de uma taxa sobre a exportação de óleo de palma que o governo de Jacarta instituiu explicitamente para subsidiar a produção do biocombustível.
“Não devemos retroceder em nossa [iniciativa de] energias renováveis e, até o momento, tenho compromissos de todas as partes de que o B20 continua”, disse o chefe de BPDP nessa quinta-feira (21).
Além de ampliar o mercado interno para o óleo de palma, o anúncio também faz parte dos compromissos de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 29% até 2030 assumidos pelo país asiático na 21ª Conferência das Partes (COP 21) realizada no mês de dezembro em Paris.
Segundo a BPDP, a adoção do B20 pode reduzir as emissões de gás carbônico da Indonésia em até 18 milhões de toneladas anuais.
Fogo amigo
Apesar de serem potencialmente os maiores beneficiados com a adoção do B20, a Associação dos Produtores de Palma-de-Óleo da Indonésia (Gapki, no original) tem sido uma das maiores opositoras da expansão no uso do biocombustível.
Os pedidos de que a política seja revista vem crescendo desde que as cotações do petróleo entraram em seu novo ciclo de queda, o que exigirá subsídios ainda maiores para fechar as contas.
As estimativas iniciais era que a implementação do B20 custaria US$ 685,5 milhões, mas isso valia quando o petróleo estava custando US$ 40 por barril. Com o barril mais perto dos US$ 20, o custo da nova mistura pode chegar a perto de US$ 1,2 bilhão. “Vamos consultar o governo para resolver essa lacuna do fundo e, na verdade, existem várias alternativas”, comentou Krisnamurthi.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O lançamento do B20 este ano está mantido, ao menos por enquanto. É o que garante o diretor presente do Fundo Indonésio da Propriedade da Palma-de-Óleo (BPDP, na sigla original), Bayu Krisnamurthi, criado em agosto passado para gerir os recursos de uma taxa sobre a exportação de óleo de palma que o governo de Jacarta instituiu explicitamente para subsidiar a produção do biocombustível.
“Não devemos retroceder em nossa [iniciativa de] energias renováveis e, até o momento, tenho compromissos de todas as partes de que o B20 continua”, disse o chefe de BPDP nessa quinta-feira (21).
Além de ampliar o mercado interno para o óleo de palma, o anúncio também faz parte dos compromissos de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 29% até 2030 assumidos pelo país asiático na 21ª Conferência das Partes (COP 21) realizada no mês de dezembro em Paris.
Segundo a BPDP, a adoção do B20 pode reduzir as emissões de gás carbônico da Indonésia em até 18 milhões de toneladas anuais.
Fogo amigo
Apesar de serem potencialmente os maiores beneficiados com a adoção do B20, a Associação dos Produtores de Palma-de-Óleo da Indonésia (Gapki, no original) tem sido uma das maiores opositoras da expansão no uso do biocombustível.
Os pedidos de que a política seja revista vem crescendo desde que as cotações do petróleo entraram em seu novo ciclo de queda, o que exigirá subsídios ainda maiores para fechar as contas.
As estimativas iniciais era que a implementação do B20 custaria US$ 685,5 milhões, mas isso valia quando o petróleo estava custando US$ 40 por barril. Com o barril mais perto dos US$ 20, o custo da nova mistura pode chegar a perto de US$ 1,2 bilhão. “Vamos consultar o governo para resolver essa lacuna do fundo e, na verdade, existem várias alternativas”, comentou Krisnamurthi.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com