
O volume das exportações de biodiesel da Malásia em agosto caiu 75% em relação ao apurado no mês anterior.
A Malásia exportou 75% biodiesel a menos em agosto do que no mês anterior. Segundo dados da Associação Malaia de Óleo de Palma, o país asiático havia embarcado cerca de 33,3 mil toneladas em julho e, no mês passado, as vendas externas ficaram abaixo de 8,5 mil toneladas.
O escorregão foi provocado por uma série de fatores, sendo que o primeiro deles é o maior consumo do biocombustível no mercado interno. Para tentar conter a queda nos preços do óleo de palma no mercado internacional, o governo de Kuala Lumpur tem planos de dobrar a mistura obrigatória – de 5% para 10% – e, em abril, lançou um consórcio de empresas que atuam no setor de óleo de palma para acelerar o consumo.
Também contribuiu para a queda a redução no ritmo de produção provocado pelas festividades do mês do ramadã – principal festival religiosos no calendário muçulmano – que, este ano, foi celebrado entre 09 de julho e 07 de agosto.
Segundo o diretor da Nexol Biodiesel, Wong Seng Lee, as vendas nessa época do ano também desaceleram em função da chegada do inverno europeu. A União Europeia é o principal mercado importador do biocombustível, como o biodiesel feito com óleo de palma congela a temperaturas relativamente amenas os compradores costumam se mostrar menos agressivos nessa época do ano. “Os contratos com a Europa normalmente se encerram em julho. Os compradores [europeus] não estão interessados em qualquer coisa além”, diz o executivo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Malásia exportou 75% biodiesel a menos em agosto do que no mês anterior. Segundo dados da Associação Malaia de Óleo de Palma, o país asiático havia embarcado cerca de 33,3 mil toneladas em julho e, no mês passado, as vendas externas ficaram abaixo de 8,5 mil toneladas.
O escorregão foi provocado por uma série de fatores, sendo que o primeiro deles é o maior consumo do biocombustível no mercado interno. Para tentar conter a queda nos preços do óleo de palma no mercado internacional, o governo de Kuala Lumpur tem planos de dobrar a mistura obrigatória – de 5% para 10% – e, em abril, lançou um consórcio de empresas que atuam no setor de óleo de palma para acelerar o consumo.
Também contribuiu para a queda a redução no ritmo de produção provocado pelas festividades do mês do ramadã – principal festival religiosos no calendário muçulmano – que, este ano, foi celebrado entre 09 de julho e 07 de agosto.
Segundo o diretor da Nexol Biodiesel, Wong Seng Lee, as vendas nessa época do ano também desaceleram em função da chegada do inverno europeu. A União Europeia é o principal mercado importador do biocombustível, como o biodiesel feito com óleo de palma congela a temperaturas relativamente amenas os compradores costumam se mostrar menos agressivos nessa época do ano. “Os contratos com a Europa normalmente se encerram em julho. Os compradores [europeus] não estão interessados em qualquer coisa além”, diz o executivo.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com