A indústria de biodiesel da Indonésia deverá consumir 10,6 milhões de toneladas de óleo de palma ao ano a partir de 2020 especialmente a medida em que os preços do barril de petróleo voltem a subir e novos incentivos à indústria entrem em vigor. A estimativa é do governo de Jacarta que está envolvido num esforço para elevar o consumo do biocombustível.
A indústria de biodiesel da Indonésia deverá consumir 10,6 milhões de toneladas de óleo de palma ao ano a partir de 2020 especialmente a medida em que os preços do barril de petróleo voltem a subir e novos incentivos à indústria entrem em vigor. A estimativa é do governo de Jacarta que está envolvido num esforço para elevar o consumo do biocombustível.
Isso representa aproximadamente um quarto de toda a produção projetada de óleo de palma do país asiático para aquele ano. A Indonésia é o maior produtor mundial da commodity com uma produção que deve fechar o ano em, segundo o Departamento de Agricultura do governo dos Estados Unidos (USDA), 35 milhões de toneladas.
Atualmente a demandas projetada da Indonésia é de 2,9 bilhões de litros de biodiesel. Mas a expectativa é que o país consuma 5,5 bilhões a partir do ano que vem conforme aumente a adesão ao B20.
Relação
Uma dificuldade para a expansão do biodiesel é a relação pouco favorável entre o preço do biodiesel e do diesel comum.
As cotações globais dos óleos vegetais vêm subindo ao longo dos últimos meses puxados pelo impacto do El Niño sobre a produção de óleo de palma no Sudeste Asiático e o aumento dos preços da soja.
Já o barril do petróleo entrou em 2016 cotado abaixo dos US$ 40. A última vez que aconteceu foi na fase mais aguda da crise financeira internacional de 2008. Contudo, os valores vêm se recuperando desde então e já se aproximam novamente o patamar de US$ 50 por barril.
A expectativa do governo indonésio é que esse balanço se torne menos desfavorável ao biodiesel. Uma ajuda nesse sentido deve vir de novos apoios financeiros. No ano passado, a Indonésia passou a cobrar uma taxa das exportações de óleo de palma para subsidiar a produção de biocombustível.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A indústria de biodiesel da Indonésia deverá consumir 10,6 milhões de toneladas de óleo de palma ao ano a partir de 2020 especialmente a medida em que os preços do barril de petróleo voltem a subir e novos incentivos à indústria entrem em vigor. A estimativa é do governo de Jacarta que está envolvido num esforço para elevar o consumo do biocombustível.
Isso representa aproximadamente um quarto de toda a produção projetada de óleo de palma do país asiático para aquele ano. A Indonésia é o maior produtor mundial da commodity com uma produção que deve fechar o ano em, segundo o Departamento de Agricultura do governo dos Estados Unidos (USDA), 35 milhões de toneladas.
Atualmente a demandas projetada da Indonésia é de 2,9 bilhões de litros de biodiesel. Mas a expectativa é que o país consuma 5,5 bilhões a partir do ano que vem conforme aumente a adesão ao B20.
Relação
Uma dificuldade para a expansão do biodiesel é a relação pouco favorável entre o preço do biodiesel e do diesel comum.
As cotações globais dos óleos vegetais vêm subindo ao longo dos últimos meses puxados pelo impacto do El Niño sobre a produção de óleo de palma no Sudeste Asiático e o aumento dos preços da soja.
Já o barril do petróleo entrou em 2016 cotado abaixo dos US$ 40. A última vez que aconteceu foi na fase mais aguda da crise financeira internacional de 2008. Contudo, os valores vêm se recuperando desde então e já se aproximam novamente o patamar de US$ 50 por barril.
A expectativa do governo indonésio é que esse balanço se torne menos desfavorável ao biodiesel. Uma ajuda nesse sentido deve vir de novos apoios financeiros. No ano passado, a Indonésia passou a cobrar uma taxa das exportações de óleo de palma para subsidiar a produção de biocombustível.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com