Os biocombustíveis estão atraindo menos investimentos. Segundo um relatório elaborado em conjunto pela Bloomberg e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o segmento atraiu apenas US$ 3,1 bilhões – uma fatia pouco maior que 1% nos mais de US$ 285,8 bilhões que foram investidos em energias renováveis no mesmo período.
Os biocombustíveis estão atraindo menos investimentos. Segundo um relatório elaborado em conjunto pela Bloomberg e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o segmento atraiu apenas US$ 3,1 bilhões – uma fatia pouco maior que 1% nos mais de US$ 285,8 bilhões que foram investidos em energias renováveis no mesmo período.
Trata-se de uma queda de 35% sobre o resultado do ano anterior e é o pior resultado absoluto para o segmento desde que o histórico foi iniciado em 2004.
Há 10 anos, os biocombustíveis chegaram a ocupar a 2ª posição no ranking de investimentos – atrás apenas da energia eólica. Hoje em dia, ela fica com uma modesta 6ª colocação entre as oito categorias acompanhadas pelo relatório – além dos biocombustíveis também eólica, solar, biomassa, pequenas centrais hidroelétricas, geotermal e marinha também entram nos cálculos.
Capital de Risco
Apesar da queda nos investimentos, os biocombustíveis de 2ª geração continuam atraindo bastante interesse entre os investidores de risco especializados em apoiar tecnologias que ainda se encontram estágios iniciais de desenvolvimento, mas que possuem elevado potencial de retorno financeiro futuro.
No ano passado, o capital de risco colocou US$ 3,4 bilhões em energias renovais dos quais pouco mais de US$ 520 milhões fora para os biocombustíveis. Isso representa uma fatia de 15,2% do total, perde apenas para a energia solar que ficou com praticamente 70% do total.
Recorde
Não foram só os biocombustíveis que não tiveram um 2015 dos mais memoráveis. Com exceção das fontes eólicas e da energia solar, todas as demais tecnologias receberam menos dinheiro dos investidores. Projetos baseados em biomassa e de geração marinha tiveram contrações até maiores – 42,3% e 46,3%, respectivamente.
Por outro lado, as fontes solares experimentaram um crescimento robusto de 12% totalizando investimentos de US$ 161 bilhões. Já a energia eólica teve alta de 3,7% e ficou com 109,6 bilhões. Esse foi o melhor resultado para ambas as categorias.
Graças a isso, 2015 desbancou os US$ 278,5 bilhões registrados em 2011 e fechou com o maior volume de recursos investidos desde que a Bloomberg começou a acompanhar o mercado de renováveis.
O resumo executivo do relatório (em inglês) pode ser baixado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os biocombustíveis estão atraindo menos investimentos. Segundo um relatório elaborado em conjunto pela Bloomberg e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o segmento atraiu apenas US$ 3,1 bilhões – uma fatia pouco maior que 1% nos mais de US$ 285,8 bilhões que foram investidos em energias renováveis no mesmo período.
Trata-se de uma queda de 35% sobre o resultado do ano anterior e é o pior resultado absoluto para o segmento desde que o histórico foi iniciado em 2004.
Há 10 anos, os biocombustíveis chegaram a ocupar a 2ª posição no ranking de investimentos – atrás apenas da energia eólica. Hoje em dia, ela fica com uma modesta 6ª colocação entre as oito categorias acompanhadas pelo relatório – além dos biocombustíveis também eólica, solar, biomassa, pequenas centrais hidroelétricas, geotermal e marinha também entram nos cálculos.
Capital de Risco
Apesar da queda nos investimentos, os biocombustíveis de 2ª geração continuam atraindo bastante interesse entre os investidores de risco especializados em apoiar tecnologias que ainda se encontram estágios iniciais de desenvolvimento, mas que possuem elevado potencial de retorno financeiro futuro.
No ano passado, o capital de risco colocou US$ 3,4 bilhões em energias renovais dos quais pouco mais de US$ 520 milhões fora para os biocombustíveis. Isso representa uma fatia de 15,2% do total, perde apenas para a energia solar que ficou com praticamente 70% do total.
Recorde
Não foram só os biocombustíveis que não tiveram um 2015 dos mais memoráveis. Com exceção das fontes eólicas e da energia solar, todas as demais tecnologias receberam menos dinheiro dos investidores. Projetos baseados em biomassa e de geração marinha tiveram contrações até maiores – 42,3% e 46,3%, respectivamente.
Por outro lado, as fontes solares experimentaram um crescimento robusto de 12% totalizando investimentos de US$ 161 bilhões. Já a energia eólica teve alta de 3,7% e ficou com 109,6 bilhões. Esse foi o melhor resultado para ambas as categorias.
Graças a isso, 2015 desbancou os US$ 278,5 bilhões registrados em 2011 e fechou com o maior volume de recursos investidos desde que a Bloomberg começou a acompanhar o mercado de renováveis.
O resumo executivo do relatório (em inglês) pode ser baixado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com