Acabou agora pela manhã (27) no Rio de Janeiro, a primeira etapa do
15º Leilão de biodiesel da ANP. Foram adquiridos nesse primeiro lote
um total de 368 milhões de litros, 80% do que será comprado para
abastecer o mercado no último trimestre do ano.
Acabou agora pela manhã (27) no Rio de Janeiro, a primeira etapa do 15º Leilão de biodiesel da ANP. Foram adquiridos nesse primeiro lote um total de 368 milhões de litros, 80% do que será comprado para abastecer o mercado no último trimestre do ano. O deságio médio em relação ao preço máximo fixado pela agência (de R$ 2,30) foi de 1,6%, desvalorização menor que a registrada nos últimos dois pregões. O menor preço médio foi ofertado pela usina ADM: R$ 2,138 o litro, bem abaixo das outras concorrentes. Esse é o segundo pregão para a compra do B4 e a expectativa é que o próximo já inclua o B5. O volume total a ser adquirido hoje será igual ao do 14º leilão: 460 milhões de litros.
Ao todo 19 empresas conseguiram vender neste principal lote. A Granol foi a maior vendedora com 54,2 milhões de litros, seguida da ADM com 49 milhões de litros, que vendeu apenas 104 mil litros abaixo do que ela podia comercializar neste pregão.
A Brasil Ecodiesel, cuja oferta inicial foi de 111,2 milhões de litros – equivalente a 76% de sua capacidade autorizada nesse leilão – conseguiu vender apenas 47,2 milhões nas unidades de São Luís (MA), Rosário do Sul (RS) e Iraquara (BA). As usinas localizadas no Tocantins, Piauí e Ceará, por terem mais custos com logística, ficaram de fora. Mesmo assim, a companhia, que saiu recentemente de sua reestruturação financeira, deu lances em suas seis usinas.
A Petrobras Biocombustíveis arrematou 33,8 milhões de litros, a um preço médio de R$ 2,24 o litro. O volume foi 100% de sua capacidade autorizada de venda para o leilão. Algumas usinas autorizadas não participaram da disputa, como a Comanche, Biotins e Cooperbio.
Um total de 151, 5 milhões de litros sairão do Centro-Oeste, maior região produtora. Entre os Estados, o primeiro lugar em volume de vendas ficou com o Rio Grande do Sul (101,5 milhões de litros).
Alice Duarte - BiodieselBR.com
Acabou agora pela manhã (27) no Rio de Janeiro, a primeira etapa do 15º Leilão de biodiesel da ANP. Foram adquiridos nesse primeiro lote um total de 368 milhões de litros, 80% do que será comprado para abastecer o mercado no último trimestre do ano. O deságio médio em relação ao preço máximo fixado pela agência (de R$ 2,30) foi de 1,6%, desvalorização menor que a registrada nos últimos dois pregões. O menor preço médio foi ofertado pela usina ADM: R$ 2,138 o litro, bem abaixo das outras concorrentes. Esse é o segundo pregão para a compra do B4 e a expectativa é que o próximo já inclua o B5. O volume total a ser adquirido hoje será igual ao do 14º leilão: 460 milhões de litros.
Ao todo 19 empresas conseguiram vender neste principal lote. A Granol foi a maior vendedora com 54,2 milhões de litros, seguida da ADM com 49 milhões de litros, que vendeu apenas 104 mil litros abaixo do que ela podia comercializar neste pregão.
A Brasil Ecodiesel, cuja oferta inicial foi de 111,2 milhões de litros – equivalente a 76% de sua capacidade autorizada nesse leilão – conseguiu vender apenas 47,2 milhões nas unidades de São Luís (MA), Rosário do Sul (RS) e Iraquara (BA). As usinas localizadas no Tocantins, Piauí e Ceará, por terem mais custos com logística, ficaram de fora. Mesmo assim, a companhia, que saiu recentemente de sua reestruturação financeira, deu lances em suas seis usinas.
A Petrobras Biocombustíveis arrematou 33,8 milhões de litros, a um preço médio de R$ 2,24 o litro. O volume foi 100% de sua capacidade autorizada de venda para o leilão. Algumas usinas autorizadas não participaram da disputa, como a Comanche, Biotins e Cooperbio.
Um total de 151, 5 milhões de litros sairão do Centro-Oeste, maior região produtora. Entre os Estados, o primeiro lugar em volume de vendas ficou com o Rio Grande do Sul (101,5 milhões de litros).
Alice Duarte - BiodieselBR.com
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