Ao longo de cinco dias foi preciso 29 horas e 36 minutos de negociação e mais 9 horas de aceitação das propostas para que o governo concluísse a negociação de 615 milhões de litros de biodiesel.
Mas o destaque do evento foi proporcionado pelas usinas.
Ao longo de cinco dias foi preciso 29 horas e 36 minutos de negociação e mais 9 horas de aceitação das propostas para que o governo concluísse a negociação de 615 milhões de litros de biodiesel. Por conta do aumento no número e diminuição no volume de cada item, o pregão de número 19 foi o mais demorado já realizado pela ANP.
Mas o destaque do evento foi proporcionado pelas usinas, que ofereceram os menores preços para o biodiesel desde a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). A demanda fixa no B5 desde o início do ano e a crescente evolução da capacidade produtiva propiciou uma das maiores diferenças entre oferta e demanda pelo biocombustível desde 2004. Este cenário estimulou as usinas a ofertarem o produto com preços sensivelmente inferiores aos praticados nos últimos leilões, a fim de elevar a ocupação das unidades.
A última forte desvalorização no preço do biodiesel ocorreu no final de 2007, no 6º e 7º leilões, quando o deságio chegou a 22% e o preço a R$ 1,86.
Ocupação
Como resultado, além da grande diferença de preço em relação aos leilões anteriores, o pregão desta semana provocará uma mudança significativa no índice de ocupação das usinas. Enquanto nos pregões anteriores o resultado indicava um índice de ocupação girando em torno de 50% para um grande grupo de usinas, neste leilão o resultado final ficou muito mais polarizado, com muitas dessas unidades arrematando valores próximos do máximo (80%) e outras vendendo muito pouco.
ADM e Petrobras
Os preços baixos parecem ter surpreendido ADM e Petrobras. Estas duas empresas mantiveram ao longo dos leilões passados vendas que garantiram ocupação próxima do limite. No entanto, neste pregão, venderam o suficiente para ocupar apenas 46% e 45%, respectivamente.
Durante a semana 51 usinas estavam habilitadas a participar do certame, mas apenas 39 venderam algum volume de biodiesel.
Brasil Ecodiesel
A Brasil Ecodiesel, apesar de ainda ter o selo Combustível Social em duas usinas, concentrou quase todas as suas negociações no segundo e menor lote, onde podem participar também as unidades sem o certificado. No entanto esta concentração de vendas no segundo lote (21,2 milhões de litros contra 2,1 do primeiro) fez seu preço médio ficar abaixo da média geral. A empresa ocupou apenas 18% de sua capacidade.
Tabelas e gráficos completos com o resultado do 19º leilão podem ser acessados no endereço abaixo:
http://www.biodieselbr.com/noticias/bio/resultado-completo-19-leilao-biodiesel-020910.htm
Mas o destaque do evento foi proporcionado pelas usinas.
Ao longo de cinco dias foi preciso 29 horas e 36 minutos de negociação e mais 9 horas de aceitação das propostas para que o governo concluísse a negociação de 615 milhões de litros de biodiesel. Por conta do aumento no número e diminuição no volume de cada item, o pregão de número 19 foi o mais demorado já realizado pela ANP.
Mas o destaque do evento foi proporcionado pelas usinas, que ofereceram os menores preços para o biodiesel desde a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). A demanda fixa no B5 desde o início do ano e a crescente evolução da capacidade produtiva propiciou uma das maiores diferenças entre oferta e demanda pelo biocombustível desde 2004. Este cenário estimulou as usinas a ofertarem o produto com preços sensivelmente inferiores aos praticados nos últimos leilões, a fim de elevar a ocupação das unidades.
A última forte desvalorização no preço do biodiesel ocorreu no final de 2007, no 6º e 7º leilões, quando o deságio chegou a 22% e o preço a R$ 1,86.
Ocupação
Como resultado, além da grande diferença de preço em relação aos leilões anteriores, o pregão desta semana provocará uma mudança significativa no índice de ocupação das usinas. Enquanto nos pregões anteriores o resultado indicava um índice de ocupação girando em torno de 50% para um grande grupo de usinas, neste leilão o resultado final ficou muito mais polarizado, com muitas dessas unidades arrematando valores próximos do máximo (80%) e outras vendendo muito pouco.
ADM e Petrobras
Os preços baixos parecem ter surpreendido ADM e Petrobras. Estas duas empresas mantiveram ao longo dos leilões passados vendas que garantiram ocupação próxima do limite. No entanto, neste pregão, venderam o suficiente para ocupar apenas 46% e 45%, respectivamente.
Durante a semana 51 usinas estavam habilitadas a participar do certame, mas apenas 39 venderam algum volume de biodiesel.
Brasil Ecodiesel
A Brasil Ecodiesel, apesar de ainda ter o selo Combustível Social em duas usinas, concentrou quase todas as suas negociações no segundo e menor lote, onde podem participar também as unidades sem o certificado. No entanto esta concentração de vendas no segundo lote (21,2 milhões de litros contra 2,1 do primeiro) fez seu preço médio ficar abaixo da média geral. A empresa ocupou apenas 18% de sua capacidade.
Tabelas e gráficos completos com o resultado do 19º leilão podem ser acessados no endereço abaixo:
http://www.biodieselbr.com/noticias/bio/resultado-completo-19-leilao-biodiesel-020910.htm
Resumo estatístico do leilão
BiodieselBR.com
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