Um total de 75 nações assinou o estatuto da agência, o que lhe confere
grande representatividade em todo o mundo industrializado e em
desenvolvimento. O Brasil não é um desses países.
Um total de 75 nações assinou o estatuto da agência, o que lhe confere
grande representatividade em todo o mundo industrializado e em
desenvolvimento. O Brasil não é um desses países.
Foi lançada oficialmente na última sexta-feira a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). Mais de 120 delegações governamentais de todo o mundo estiveram presentes à Conferência de Fundação da Irena, realizada em Bonn, na Alemanha. Um total de 75 nações assinou o estatuto da agência, o que lhe confere grande representatividade em todo o mundo industrializado e em desenvolvimento. O Brasil não é um desses países. Vários outros países manifestaram amplo comprometimento com os objetivos da Irena, assim como a intenção de ingressar na entidade em um futuro próximo. A conferência foi presidida pelo ministro alemão do Meio Ambiente, Sigmar Gabriel, e pela ministra alemã da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento, Heidemarie Wieczorek-Zeul. Connie Hedegaard (ministra dinamarquesa do Clima e Energia) e Miguel Sebastián Gascón (ministro espanhol da Indústria, Comércio e Turismo) foram eleitos vice-presidentes, em apreciação à cooperação de Dinamarca e Espanha nos trabalhos preparatórios juntamente com a Alemanha.
A fundação da Irena é um grande marco para o setor de energias alternativas, um sinal claro de que o cenário energético global está mudando e de que cada vez mais governos estão comprometidos com a aceleração dessas mudanças.
Entre os 75 países fundadores há vários países europeus, incluindo França, Itália e Polônia, e várias nações em desenvolvimento da África, como Gana, Nigéria e Uganda, Ásia, como Coréia do Sul e Filipinas, e América Latina, incluindo Guatemala, Chile e Argentina (veja a lista completa de países signatários – PDF, em inglês).
Aproveitando o impulso inicial, a agência começou seus trabalhos logo no dia seguinte ao da Conferência Fundadora, em 27 de janeiro. Na primeira sessão da Comissão Preparatória, os signatários definiram os critérios e procedimentos de seleção para diretor-geral interino e sede interina da Irena, convidando os membros a lançarem suas candidaturas até o próximo dia 30 de abril. Eles também criaram o arcabouço institucional que permitirá a determinação das primeiras etapas do programa de trabalho. A Comissão Preparatória aceitou o convite do Egito para sediar a próxima sessão, planejada para junho deste ano, em que serão decididos diretor-geral interino e sede interina da agência.
O objetivo da Irena é trabalhar em escala global para diminuir o contraste entre o enorme potencial das fontes alternativas de energia e sua relativamente pequena participação na matriz energética mundial. A agência é a primeira organização internacional dedicada exclusivamente à questão das energias alternativas, focando países industrializados e em desenvolvimento. Sua principal tarefa será prestar suporte aos países membros na adoção de modelos adequados, desenvolvimento da capacidade produtiva e facilitação de financiamentos e transferência de tecnologia e know-how na área de energias renováveis. A Irena pretende também manter cooperação estreita com organismos e instituições internacionais ativas do setor.
BiodieselBR com informações da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena)
Foi lançada oficialmente na última sexta-feira a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). Mais de 120 delegações governamentais de todo o mundo estiveram presentes à Conferência de Fundação da Irena, realizada em Bonn, na Alemanha. Um total de 75 nações assinou o estatuto da agência, o que lhe confere grande representatividade em todo o mundo industrializado e em desenvolvimento. O Brasil não é um desses países. Vários outros países manifestaram amplo comprometimento com os objetivos da Irena, assim como a intenção de ingressar na entidade em um futuro próximo. A conferência foi presidida pelo ministro alemão do Meio Ambiente, Sigmar Gabriel, e pela ministra alemã da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento, Heidemarie Wieczorek-Zeul. Connie Hedegaard (ministra dinamarquesa do Clima e Energia) e Miguel Sebastián Gascón (ministro espanhol da Indústria, Comércio e Turismo) foram eleitos vice-presidentes, em apreciação à cooperação de Dinamarca e Espanha nos trabalhos preparatórios juntamente com a Alemanha.
A fundação da Irena é um grande marco para o setor de energias alternativas, um sinal claro de que o cenário energético global está mudando e de que cada vez mais governos estão comprometidos com a aceleração dessas mudanças.
Entre os 75 países fundadores há vários países europeus, incluindo França, Itália e Polônia, e várias nações em desenvolvimento da África, como Gana, Nigéria e Uganda, Ásia, como Coréia do Sul e Filipinas, e América Latina, incluindo Guatemala, Chile e Argentina (veja a lista completa de países signatários – PDF, em inglês).
Aproveitando o impulso inicial, a agência começou seus trabalhos logo no dia seguinte ao da Conferência Fundadora, em 27 de janeiro. Na primeira sessão da Comissão Preparatória, os signatários definiram os critérios e procedimentos de seleção para diretor-geral interino e sede interina da Irena, convidando os membros a lançarem suas candidaturas até o próximo dia 30 de abril. Eles também criaram o arcabouço institucional que permitirá a determinação das primeiras etapas do programa de trabalho. A Comissão Preparatória aceitou o convite do Egito para sediar a próxima sessão, planejada para junho deste ano, em que serão decididos diretor-geral interino e sede interina da agência.
O objetivo da Irena é trabalhar em escala global para diminuir o contraste entre o enorme potencial das fontes alternativas de energia e sua relativamente pequena participação na matriz energética mundial. A agência é a primeira organização internacional dedicada exclusivamente à questão das energias alternativas, focando países industrializados e em desenvolvimento. Sua principal tarefa será prestar suporte aos países membros na adoção de modelos adequados, desenvolvimento da capacidade produtiva e facilitação de financiamentos e transferência de tecnologia e know-how na área de energias renováveis. A Irena pretende também manter cooperação estreita com organismos e instituições internacionais ativas do setor.
BiodieselBR com informações da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena)