Biodiesel: o temor é por um aumento no preço dos alimentos
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À medida que avança no mundo a produção de bioetanol e biodiesel para
misturar com derivados de petróleo, reduz-se a superfície cultivada de
milho, cana de açúcar, soja e girassol destinada ao consumo humano.
Economistas falam de "etanoinflação" e advertem quanto ao forte impacto
no mercado alimentício.
Em 1798, o economista inglês Thomas Malthus advertiu quanto ao risco de
uma grande fome no mundo porque a população crescia mais rápido que a
produção de alimentos. Felizmente, esta predição nunca se cumpriu,
graças à inovação tecnológica que permitiu aumentar as superfícies
cultivadas e multiplicar os rendimentos dos cultivos.


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