A comunidade internacional deve observar melhor o exemplo da América
Latina e do Caribe na busca de soluções inovadoras para a crise
financeira e climática no mundo. Esta é a recomendação do Banco Mundial
A comunidade internacional deve observar melhor o exemplo da América Latina e do Caribe na busca de soluções inovadoras para a crise financeira e climática no mundo. Esta é a recomendação do Banco Mundial, que divulgou ontem (10) seu relatório anual para a região. O estudo destaca que a atual crise pode ser uma grande oportunidade não só para atenuar os impactos da mudança climática, mas uma forma de tornar a região mais competitiva, contribuindo para uma rápida recuperação da atual desaceleração econômica.
Com os preços do petróleo em queda, o economista-chefe para a região da América Latina e do Caribe, Augusto de la Torre, reconhece que “o aumento dos investimentos em tecnologias verdes não será fácil de ser adotado”. No entanto, ele salienta que “há um crescente apoio das empresas, do governo e da sociedade civil para o conceito de que a própria crise oferece uma oportunidade para que sejam criados incentivos para um desenvolvimento com baixas emissões de carbono”.
Segundo o documento, a América Latina produz apenas cerca de 6% das emissões mundiais de gases causadores do efeito estufa, relacionados ao abastecimento de energia, ou 12% do volume total emitido por todas as fontes, incluindo o desmatamento e a agricultura. De acordo com o Banco Mundial, o Brasil está se aproximando cada vez mais de sua independência energética, através da expansão de fontes de energia alternativa, como hidroeletricidade, etanol e biodiesel. “A produção de etanol proveniente da cana-de-açúcar é sustentável em termos financeiros e ambientais, além de não afetar o cultivo de alimentos”, conclui o relatório.
Alice Duarte - BiodieselBR.com
A comunidade internacional deve observar melhor o exemplo da América Latina e do Caribe na busca de soluções inovadoras para a crise financeira e climática no mundo. Esta é a recomendação do Banco Mundial, que divulgou ontem (10) seu relatório anual para a região. O estudo destaca que a atual crise pode ser uma grande oportunidade não só para atenuar os impactos da mudança climática, mas uma forma de tornar a região mais competitiva, contribuindo para uma rápida recuperação da atual desaceleração econômica.
Com os preços do petróleo em queda, o economista-chefe para a região da América Latina e do Caribe, Augusto de la Torre, reconhece que “o aumento dos investimentos em tecnologias verdes não será fácil de ser adotado”. No entanto, ele salienta que “há um crescente apoio das empresas, do governo e da sociedade civil para o conceito de que a própria crise oferece uma oportunidade para que sejam criados incentivos para um desenvolvimento com baixas emissões de carbono”.
Segundo o documento, a América Latina produz apenas cerca de 6% das emissões mundiais de gases causadores do efeito estufa, relacionados ao abastecimento de energia, ou 12% do volume total emitido por todas as fontes, incluindo o desmatamento e a agricultura. De acordo com o Banco Mundial, o Brasil está se aproximando cada vez mais de sua independência energética, através da expansão de fontes de energia alternativa, como hidroeletricidade, etanol e biodiesel. “A produção de etanol proveniente da cana-de-açúcar é sustentável em termos financeiros e ambientais, além de não afetar o cultivo de alimentos”, conclui o relatório.
Alice Duarte - BiodieselBR.com