<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="FeedCreator 1.7.2" -->
<rss version="2.0">
	<channel>
		<title>Agricultura: cummins terá motor para rodar com 20% de biodiesel em 2009</title>
		<description>Comments for Agricultura: cummins terá motor para rodar com 20% de biodiesel em 2009 at http://www.biodieselbr.com , comment 1 to 2 out of 2 comments</description>
		<link>http://www.biodieselbr.com</link>
		<lastBuildDate>Fri, 09 Jan 2009 22:35:30 +0100</lastBuildDate>
		<generator>FeedCreator 1.7.2</generator>
		<item>
			<title>Biodiesel x política</title>
			<link>http://www.biodieselbr.com/noticias/biodiesel/cummins-tera-motor-rodar-20-biodiesel-2009-30-11-06.htm#comment-2244</link>
			<description>Enquanto tivermos exploração político eleitoral com o Biodiesel, o Brasil vai ficar para trás nesta corrida. Outras países e grandes indústria de motores já estão se adaptando a nova realidade enquanto o governo faz propaganda (enganosa em alguns casos). Ou o governo realmente trabalhará para o Brasil ser uma grande potência bioenergética ou vamos ficar dependendo do mercado externo. Os agricultores e industriais brasileiros tem capacidade de se desenvolver, desde que o governo faça com seriedade a sua parte. - Francisco Antônio Rosa</description>
			<pubDate>Mon, 04 Dec 2006 09:46:25 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Noticia dos testes</title>
			<link>http://www.biodieselbr.com/noticias/biodiesel/cummins-tera-motor-rodar-20-biodiesel-2009-30-11-06.htm#comment-2230</link>
			<description>A indústria parece andar mais rápido no desenvolvimento de motores que queimam biodiesel do que a produção do biocombustível no Brasil em quantidade suficiente para atender a demanda. Enquanto ainda nem se atende completamente o fornecimento para agregar apenas 2% de biodiesel ao diesel mineral, formando o chamado B2, fabricantes de motores como a Cummins avançam nos testes com misturas como o B20, segundo conta Luis Chain, gerente de marketing da empresa: “Atestamos o uso em nossos motores do B5 depois dos testes que consumiram mais de 300 mil km rodados. Agora é a vez de o B20 passar por essa bateria de ensaios”.

Sem encontrar problemas com o uso do B5 em seus motores, a Cummins parte para o que considera ser a etapa mais difícil até agora. Segundo os primeiros ensaios em bancada de testes, o B20 ataca de forma mais agressiva algumas partes do motor. “A preocupação é com a oxidação, principalmente no filtro de combustível e na bomba injetora”, observa Chain. 

A degradação das borrachas de vedação do motor, a alta acidez do combustível, que deposita verniz em alguns componentes, e a remoção do revestimento de zinco de peças como as válvulas injetoras também são fatores de risco do B20. A Cummins pretende iniciar no ano que vem testes de campo com o B20 e, em 2009, certificar esse porcentual de mistura para o uso em seus motores. 

No entanto, segundo Chain, o Brasil ainda não tem fornecimento sequer para atender o consumo de B2. De acordo com a ANP, Agência Nacional do Petróleo, a capacidade autorizada de produção é de 397 milhões de litros de biodiesel. “Para atender só o B2 há a necessidade de 720 milhões de litros. Em 2006, o primeiro ano efetivo de produção de biodiesel, saíram das usinas apenas 30 milhões de litros.”

Outro problema amplamente discutido nos fóruns sobre o biocombustível é a necessidade de etanol para a obtenção de biodiesel. “Em 2008, quando o B2 passará a ser obrigatório, não haverá álcool para a produção do biodiesel. O governo está discutindo com os produtores uma solução para esse gargalo.”

A logística e a garantia da qualidade do biodiesel adicionado ao diesel são outras preocupações da Cummins. Ainda não está definido modelo que defina a utilização de biodiesel de soja na Região Sul, ou de mamona no Nordeste, por exemplo. O maior problema para definir esse modelo é a estabilidade do biodiesel, que tem, segundo estudos, poucos dias para sua utilização. “A oxidação do biodiesel é a preocupação. Ainda não temos estudos conclusivos, mas sabe-se que sem aditivos a validade é curta.”

Pela necessidade da adição de algum produto para preservar as condições físico-químicas do biodiesel a indústria e os especialistas na área se preocupam com a possibilidade de o combustível ser batizado durante o transporte até os postos. “Caso essa prática seja utilizada, todos os benefícios ambientais do uso do biodiesel deixarão de existir.” - cummins</description>
			<pubDate>Thu, 30 Nov 2006 21:10:14 +0100</pubDate>
		</item>
	</channel>
</rss>
