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Produtores desistem de cultivar mamona

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segunda, 11 setembro 2006 . Diário do Nordeste   
Revista BiodieselBR
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No campo, há um descompasso entre o projeto que incentiva o plantio da mamona para a produção de biodiesel e o desinteresse dos agricultores. Nos municípios de Parambu e Tauá, na região dos Inhamuns, e Piquet Carneiro e Acopiara, na região Centro-Sul, o quadro é de desistência da cultura. Os representantes do governo federal e estadual, responsáveis pelo programa de incentivo ao plantio da mamona para abastecer o biodiesel, chegam a admitir o problema, mas ainda tecem loas aos resultados.

Neste ano, praticamente não houve plantio de sequeiro da mamona, aquele que depende da chuva. A julgar pela situação atual e pelo sentimento expresso pelos pequenos agricultores, no próximo ano também não haverá renovação da cultura. A exceção é feita para um grupo de produtores no Perímetro Irrigado Várzea do Boi, no município de Tauá, que recebeu incentivo para o cultivo e vive um período experimental de produção.

Baixo preço pago aos agricultores, reduzida produtividade e pouca lucratividade são fatores que contribuíram para o abandono das áreas de produção. Em fins de 2004, os produtores foram incentivados pelo governo a fazer o cultivo da mamona, cuja produção seria voltada para a fabricação de biodiesel.

Os agricultores receberam da empresa Brasil Ecodiesel sementes, algumas ferramentas, a promessa de assistência técnica e de compra da produção pelo preço mínimo de R$ 0,56, o quilo. Centenas de pequenos produtores aderiram à idéia em 2005. Fizeram o cultivo, colheram, armazenaram os grãos em casa e esperaram o cumprimento do acordo.

Os agricultores ficaram abandonados. “Não houve cumprimento do acordo”, disse o secretário de Agricultura do município de Piquet Carneiro, Expedito José do Nascimento. “No campo, o clima é de revolta contra a empresa que não deu assistência técnica, nem pagou o preço mínimo e forneceu grãos, em vez de semente de boa qualidade”.

O preço pago pelo quilo da mamona variou entre R$0,25 e R$0,30. “Plantei meio hectare, colhi 350 quilos e só me pagaram 117 reais”, disse, em tom de tristeza, o agricultor, Otaciano Firmino, da localidade Alegre, no município de Piquet Carneiro. “Por aqui, todo mundo já desistiu. Não deu certo. Prometeram muitas coisas e não cumpriram nada”.

De acordo com os agricultores, havia um contrato firmado entre eles e a empresa Brasil Ecodiesel, que não foi cumprido. Os produtores José Barbosa e Edmilson de Brito revelam sentimento de raiva e já anunciaram que não farão novo cultivo. “Enganaram a gente”, disse o pequeno produtor, Francisco Micena Lima, morador do sítio Monteiro, em Piquet Carneiro. Ele ainda guarda parte dos dez quilos de semente de mamona que recebeu da empresa que prometeu implantar um projeto de inclusão social, segundo anúncio inscrito na embalagem.

Segundo os dados da secretaria de Agricultura de Piquet Carneiro, em 2005, 109 agricultores plantaram 150 hectares de mamona. Neste ano, a desistência foi total. Semelhante quadro ocorreu em Acopiara. Cerca de 100 pequenos produtores cultivaram 200 hectares, mas em 2006 repetiu o plantio de sequeiro. “A desistência foi geral por falta de preço e de assistência técnica”, disse o secretário de Agricultura do município de Acopiara, Luís Lucas. “O trabalho tem de recomeçar, mas ninguém confia mais na Brasil Ecodiesel”.

Honório Barbosa

Produtores de mamona não serão engolidos pelo agronegócio

A região Nordeste dispõe de quatro milhões de hectares e possui mais de 500 municípios zoneados para o plantio da mamona, dos quais, 81 são cearenses. Iniciado em dezembro de 2004, estruturado legalmente em 2005, o Programa Nacional do Biodiesel estima em 840 milhões de litros o tamanho do mercado do biodiesel. A projeção é de Arnoldo de Campos, coordenador do Programa Biodiesel pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), informando que foram realizados, desde 2005, quatro leilões pela Petrobras.

Em julho deste ano, foram realizadas dois, resultando na aquisição de 600 milhões de litros. No Nordeste, explica, o projeto tem parceria com a agricultura familiar. “A metade da produção do óleo na região deve vir dos agricultores familiares”, orienta, estimando que 319 milhões de litros serão produzidos no solo no nordestino, beneficiando mais de 150 mil famílias.

Arnoldo de Campos cita as plantas industriais da principal empresa a apostar no programa, a Brasil Ecodiesel, em Iraqui, no Maranhão; Crateús (Ceará); Floriano (Piauí) e Iraquara (Bahia). A empresa vendeu grande parte dos 600 milhões de litros de óleo no último leilão da Petrobras.

Segundo ele, não houve monopólio, justificando que participaram 28 empresas, tendo sido ofertados 1 bilhão e 100 milhões de litros. Esclarece que existem outras fontes, no entanto, a semente da mamona apresenta maior teor de óleo. Em comparação com a soja, por exemplo, que possui apenas 18% e, a mamona, 50%. Além de não concorrer com a produção de alimentos, já que a principal fonte da soja é o farelo e não o óleo.

A soja conta com 50 anos de pesquisa enquanto a mamona, 10 ou 15 anos. Arnoldo de Campos descarta a possibilidade de os produtores de mamona nordestinos serem engolidos pelo agronegócio da soja. “Até agora isso não aconteceu”, disse, explicando que a produção de biodiesel não será mantida por pequena usinas artesanais. Uma produção em pequena escala não pode agregar custo, observa.

No Nordeste, os agricultores vão receber crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Enquanto no Centro-Oeste a indústria paga imposto, no Nordeste, será zero. Pelo contrário, ressalta, “está sendo muito criticada a política de incentivo para o Nordeste”.

Esclarece que, no momento, a mamona não responde sozinha pela produção de biodiesel no Nordeste. Isto é, 50% vem da soja, informando que os agricultores não podem se prender apenas à produção de mamona. O Pronaf dispõe de R$ 100 milhões para financiar agricultores familiares.

De acordo com Arnoldo de Campos, a orientação é de que os agricultores plantem mamona, girassol, soja. “A monocultura é suicídio para o agricultor”, advertindo que o Nordeste precisa mais do que triplicar a produção.

Iracema Sales

Meta é abastecer mercado nacional

“A mamona é apenas uma das oleaginosas de onde se pode extrair biodiesel”, afirma José Carlos Miragaya, gerente da Área de Biodiesel da Petrobras, citando algodão, dendê, girassol, pinhão manso, soja, entre outras. “Existe espaço para todos”, completa, afirmando que, neste primeiro momento, a meta é abastecer o mercado nacional, depois o internacional.

Prova disso são as três usinas que estão sendo construídas até 2007 pela estatal. Todas são localizadas no semi-árido, ficando duas no Nordeste, Quixadá, no Ceará; Candeias, em Salvador; e Montes Claros, Minas Gerais. De acordo com José Carlos Miragaya, a produção atual está dando para atender os 2% estipulados em lei, pelo governo federal.

“Várias indústrias estão produzindo”, informa, ressaltando o caráter social do programa, sobretudo no semi-árido.

O crédito associado à mobilização dos agricultores constituem elementos fundamentais para a garantia do programa. O Nordeste está longe de atingir a meta de produção de 150 mil hectares, ou seja, 50 mil toneladas de sementes. É preciso investir para não faltar matéria-prima: a mamona. O mercado só está sendo suprido com a ajuda de outros óleos como, algodão e soja.

Conforme Alci Lacerda de Jesus, da área de Política de Desenvolvimento do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), a recomendação do MDA é fazer a integração da cadeia. A política de financiamento já foi aprovada e definidas as linhas, completa. O limite de crédito é de R$ 1.500,00, sendo beneficiados os agricultores inseridos na linha do Pronaf-B, ou seja, aqueles com renda familiar de até R$ 3 mil.

Para garantir que a cadeia produtiva não seja desrespeitada, o “produtor isolado não tem direito a financiamento”, avisa Alci de Jesus, completando que os agricultores do Pronaf -B se encontram nessa faixa mais baixa de renda. Outra exigência é de que seja apresentado um contrato de compra e venda da mamona por uma empresa.

Na safra de 2005/2006, a Brasil Ecodiesel cadastrou 15 mil famílias. A reportagem entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Brasil Ecodiesel, mas a empresa não atendeu ao pedido de entrevista.

Revista BiodieselBR
Comentarios (21)add comment

Hermes Sobreira :

Agricultura familiar
Quando é para beneficiar o pequeno produtor ai entra a figura do atrevessador.O que tem que ser feito é muito simples:O Banco do Nordeste dar assistencia tecnica e financiar niniusinas para os agricultores através de cooperativas produzirem e comercilizarem seu próprio óleo vegetal/biodiesel pruduzido do oleo da mamona. Eliminando assim essa figura nefasta do atravessador.
 
12.09.2006 - 17:32
Votos: +1

JLPETRI :

MAMONA PARANÁ
Em lugar de comentário, gostaria de fazer uma consulta. Moro em Ibiporã,região de Londrina, norte do Paraná. Tenho aproximadamente 12ha de terra onde, no ano passado, foi plantado milho, mas, com a seca acabou com tudo. Gostaria de plantar mamona. Em Londrina existe um comprador representnte de uma empresa de São Paulo que me oferece a semente a 6,00/kg, com contrato de compra da produção com garantia de preço mínimo. Embora tentado, quando leio notícias do tipo "Agricultores desistem de plantar mamona" (Diário do Nordeste, 11/10/2006), fica a dúvida. Será que não vou dar com os burros n'água mais uma vez? O que vocês me dizem?
Obrigado
JLPETRI.
 
12.09.2006 - 19:39
Votos: +0

Telmo Heinen :

Vai dar com os "burros n'água... com certeza"!
Vai dar com os burros n'água, com certeza! Eles estão com muita sede... e quem vai com muita sede ao pote, se dá mal! Lembre-se: O primeiro sintoma da paixão é o último da sensatez... Pense bem!

Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
 
13.09.2006 - 00:02
Votos: +0

geovani uliana barbieri :

mamona
bom dia, gostaria de saber se é verdadeiro mesmo o relato que ocorreu mo município de Piquet Carneiro, (onde fica esse município). Eu sou do Rio Grande do Sul e a Empresa Brasil escodiesel esta vindo se instalar aqui neste ano será que devemos comfiar nela, aqui tambem ela fixou um preço e garantiu a assistência tecnica. obrigado
 
13.09.2006 - 08:32
Votos: +0

Oldemar Ribeiro Cardoso :

Memória curta
Estou novamente ocupando esse espaço para, mais uma vez comentar a respeito da mamona e da alácia e ela se tornou. Quando alguém fala que a pesquisa com mamona data de 15 anos, esquece que há mais de 30 houve uma tentativa de desenvolvimento das variedades de mamona e que tudo acabou em nada e isso, não só vai acontecer novamente, como já estamos vendo agricultores abandonando suas lavouras como aconteceu no passado.
Você que tem terra e quer plantar, estude bem e saiba que mamona NÃO dá em qualquer lugar. Ela necessita de terra boa e água. Se a idéia for biodiesel, o seu projeto já nasce morto. CUIDADO !!!!!
 
13.09.2006 - 12:32
Votos: +0

José Domingos da Mota :

Agricultores a espera de DEUS
Em Pesqueira-PE, encontra-se em fase de construção uma usina de Biodiesel, por irresponsábilidade de alguém, se incentivou o cultivo na região, acontece que a usina que deveria ser inaugurada em dezembro/05, até esta data não foi conlcuida, e os agricultores largados a própria sorte com sua produção, por falta de preço, de assistência e de informações a maioria desistiu de plantar e a nossa usina se um dia for inaugurada, já nasce condenada a se tornar uma mosca branca (no Nordeste não tem elefante).
 
13.09.2006 - 15:42
Votos: +0

Telmo Heinen - Formosa (GO) :

Devagarinho os problemas vão "pipocando"
Devagarinho os problemas vão "pipocando" e daqui por diante será cada vez mais... é só aguardar para ver.
Não é mau agouro não, é fracasso mesmo.
No Brasil o FRACASSO não acontece só por acaso não, é obra de meses, às vêzes é insistência de anos a fio... Incrível!

Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
 
13.09.2006 - 22:55
Votos: +0

MESSIAS ALVES VILELA :

SACANAGEM
ISTO QUE ESTA ACONTECENTO COM OS PRODUTORES DE MAMONAS E UMA DAS MAIORES SACANAGEM E FALTA DE RESPEITO COM O TRABALHADOR FAMILIAR RURAL E O DITADO A BOMBA SÓ ESTOURA PARA OS MAIS FRACOS, E HORA DE REAGIR E MOSTRAR NAS HURNAS QUE E VERDADEIRO ALIADO DO CIDADÃO
 
19.09.2006 - 09:22
Votos: +0

Wilson G. de Oliveira :

Do entusiasmo ao desalento
Como me apresento no título, venho pesquisando a mamona no interesse de plantar em terras que ficam na região centro -oeste do Estado da Bahia. Pelo que pesquisei a terra é proprícia, um dos motivos que me deixou animado...
Lendo os comentários dos amigos agora estou em dúvida se fato será um bom negócio investir no cultivo da mamona.
Se poderem me ajudar, gostaria de saber se existe alguma usina que fica mais próxima das cidades de Bom Jesus da Lapa, Santa Maria da Vitória, Guanambi e região.
Muito obrigado.
 
19.09.2006 - 14:15
Votos: +0

Rodrigo B. Campos :

Viabilidade da Mamona
Prezados, notei vossos comentários sobre a mamona.
Parece pessimismo pensar em mamona no Brasil, ou seja, esse negócio não da lucro?
Ou há solução? Que tipo de solução vocês dariam?
Seria investimento na agricultura familiar?
Cumprimento dos contratos feitos pelas indústrias de Biodiesel?
Criação de Indústrias Cooperativas, onde o produtor também é o "patrão"?
A meu ver o cooperativismo, poderia ser uma das soluções, criar pequenas indústrias de biodiesel com participação efetiva dos pequenos agricultores de mamona.
Saudações!
 
24.09.2006 - 17:39
Votos: +1

Telmo Heinen :

Falta preço para a mamona, só isso!
Falta preço para a mamona, só isso! Pelo fato de tratar-se de uma cultura onde a colheita manual é necessária e onde uma família inteira precisa ocupar-se para dar conta de produzir em no máximo 5,0 hectares, lucrar 500 reais por hectare é muito pouco para sustentar esta família... O que dirá dos que vão plantar menos e correndo o risco de lucrar menos de R$ 500,00 por hectare?
As críticas são no sentido de que a mamona não é uma panacéia como se faz acreditar pelas notícias.
Realidade. Examine a realidade!
Com os pés no chão!
A mamona que passar fome e sede, rende pouco também...

Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
 
24.09.2006 - 21:24
Votos: +0

Josias Maciel :

A farsa da mamona!!!
Bom, pelos meus conhecimentos acredito que o cultivo da mamona deve ser incentivado sim. Porém, é muita burrice destinar a mamona para se fazer biodiesel. A mamona é muito mais valorizada para outros usos, perguntem ao pessoal da Brasil Eco Diesel.
Abram os "óleos". Eles estão fazendo biodiesel de soja e a mamona, essa sim é destinada para o seu mercado mais valoroso, da ricinoquímica, aeronáutica.
Quanto a mecanismos de inclusão social, eles são inúmeros e devem ser melhor estudados antes de colaca-los em prática. O agricultor familiar não pode correr risco de flutuações de commodities e etc, e muito menos competir com o agronegócio. Incentivo fiscal destinado a atravessadores é uma maneira medíocre de inclusão social.
 
26.09.2006 - 16:23
Votos: +0

JOSÉ IRAN :

AO PROFETA - TELMO HEINEN....
TELMO HEINEN; ACHO ATÉ QUE VOCÊ É UM PROFETA - TALVEZ UM GÊNIO - TALVEZ INTELIGENTE - TALVEZ REALISTA - TALVEZ PESSIMISTA - TALVEZ UM VIDENTE - TALVEZ - TALVEZ - TALVEZ...., SEI NÃO, ACHO ATÉ MESMO QUE TALVEZ VOCÊ TENHA RAZÃO... ( MUITA SEDE AO POTE - PREÇO BAIXO - NO BRASIL O FRACASSO NÃO ACONTECE SÓ POR ACASO.......).
O PRIMEIRO SINTOMA DA PAIXÃO É O ÚLTIMO DA SENSATEZ....( TALVEZ VOCÊ SEJA MESMO UM GÊNIO.....)
MAS COM CERTEZA, E SEM TALVEZ.... EU ACREDITO NO BIODIESEL VINDO DA MAMONA, E ACREDITO TAMBÉM EM GANHAR MUITO DINHEIRO, NÃO SOMENTE A MINHA PESSOA, MAS TODOS NÓS NORDESTINOS.....
TALVEZ VOCÊ ESTEJA CERTO NO QUE DIZ..... MAS COM CERTEZA EM AGUMAS COISAS DO QUE DIZ EU ESPERO QUE ESTEJAS 100% ERRADO....

BOA SORTE...
 
27.09.2006 - 03:01
Votos: +0

Luis Antonio Santos :

Cadê os beneficiados ?
Cadê os beneficiados ?, alguém poderia falar alguma coisa concreta, a mamona da ou não lucro ?, qual é a possibilidade desse negocio da certo ? é certeza para o futuro ? sim ou não ?, por favor preciso de uma sugestão positiva, estou ancioso para tal investimento e acredito que muitos também estejam, existe alguém ai que pode sugerir ?
 
3.10.2006 - 19:30
Votos: +0

Telmo Heinen - Formosa (GO) :

Se a mamona dá dinheiro? Faça as contas...
Se a mamona dá dinheiro? Faça as contas...meu caro Luis Antonio dos Santos.
Uma família consegue cuidar uns dois ou tres hectares por ano, se o lucro for de 500,00 ou 600,00 por hectare, veja a renda anual resultante e julgue por si próprio...

Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
 
4.10.2006 - 00:45
Votos: +0

ROMEU SUZUKI :

REDUZIR O CUSTO DO DIESEL?!
O Brasil é grande produtor de matéria prima. E campeão em impostos. A agricultura consome diesel, hoje a preço de 1,80 por litro. A cada ano os produtores estão se descapitalizando e não temos nenhuma luz no fim do túnel. A solução é extremamente simples e fácil. O governo deveria incentivar a agroindustrialização, agregando valor a matéria prima e remunerando assim melhor os produtores. Exportar matéria prima para que outros ganhem. Por mais quanto tempo vamos continuar sendo escravos dos paises do primeiro escalão? Temos tecnologia, falta vontade política.
 
4.10.2006 - 09:31
Votos: +0

dionei marino :

empresa Brasil Ecodiesel

PREZADO DIRETOR

A EMPRESA BRASIL ECODIESEL ESTEVE EM NOSSO MUNICIPIO APRESENTANDO SEU PROJETO DE DESENVOLVIMENTO PLANTIO E CULTIVO DA MAMONA, OFERECENDO SEMENTES, ASISTENCIA TECNICA , CONTRATO DE COMERCIALIZAÇÃO E O PREÇO DE 0.59 ( CINCOENTA E NOVE CENTAVOS).

GOSTARIA QUE O DIRETOR DA EMPRESA BRASIL ECODIESEL E O GOVERNO FEDERAL , RESPONDE-SEM SE SAO OS COMENTARIOS VERDADEIRAS AS RECLAMAÇOES DOS PRODUTORES E SEC. DE AGRICULTURA DO MUNICIPIO DE PIQUET CARNEIRO.

TEMOS QUE RECEBER INFORMAÇOES PRECISAS PARA QUE OS PRODUTORES DO RS, EM ESPECIAL DA FRONTEIRA-OESTE -RS , SEJAM PREJUDICADOS. EM ESPECIAL DA CIDADE DE ROSARIO DO SUL.

dionei marino Alegrete-RS
 
4.10.2006 - 23:45
Votos: +0

Jose Antonio :

Questionamentos
Adorei ler essa sessão, com indagações e seu comentários,Parabéns
sds
 
5.10.2006 - 00:22
Votos: +0

Telmo Heinen - Formosa (GO) :

Abra os olhos e ninguém precisará chamar a sua atenção
Abra os olhos e ninguém precisará chamar a sua atenção...Sr. Dionei Marino!
Escreva-nos depois da primeira colheita... estamos ansiosos para confirmar nossas suspeitas de "fracasso"!!!

Abs, telmoheinen@yahoo.com.br
 
6.10.2006 - 00:20
Votos: +0

ANTONIO DUTRA CALDAS :

Professor de Física e Química
O BIODIESEL É UMA ÓTIMA IDÉIA...PORÉM O SISTEMA TERÁ QUE FUNCIONAR COM A AJUDA DE TODOS....A INTENÇÃO É REDUZIR OS 15% DE DIESEL IMPORTADOS ATUALMENTE...ADICIONANDO ATÉ 2% DE BIOCOMBUSTÍVEL AO DIESEL DE PETRÓLEO...
 
30.01.2007 - 11:00
Votos: +0

Geraldo Gusmao :

Brasil EcoDiesel
Cuidem-se gauchos, voces são a bola da vez da BrasilEcodiesel.
 
19.04.2007 - 17:43
Votos: +0

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