Ministro da Agricultura chinês faz alerta contra biocombustível |
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| quinta, 12 julho 2007 . Reuters | |||||||||||||||||
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O ministro da Agricultura da China, Sun Zhengcai, fez um alerta contra a produção em larga escala de biocombustíveis, argumentando que poderiam reacender a inflação e afetar a segurança alimentar do país, informou o jornal Diário do Povo nesta quarta-feira. 'As circunstâncias na China não permitem uma produção em grande escala de biocombustíveis a partir de grãos. É impossível desenvolver energia a partir de produtos agrícolas sem colocar em risco a segurança do setor de grãos', noticiou o jornal citando o ministro. 'O país deveria controlar a produção de etanol fabricado a partir de grãos', acrescentou. Na semana passada, o ministro criticou alguns departamentos do governo e companhias pela falta de coordenação e planejamento para a produção de biocombustíveis, particularmente aqueles produzidos a partir de grãos. Sun disse que desde o segundo semestre do ano passado a oferta apertada de alguns produtos agrícolas levou a um aumento dos preços dos grãos, óleos vegetais e carnes. Os preços dos alimentos, que respondem por cerca de um terço do índice de preços ao consumidor, ajudaram a elevar a inflação em maio para a maior alta em 27 meses. Os preços de suínos na China tiveram uma escalada para um recorde no início deste ano, em parte devido à alta nos preços do milho e a surtos de doenças suínas. Os óleos vegetais também atingiram máximas de todos os tempos, uma vez que fazendeiros trocaram o plantio de grãos por oleagionsas como a canola. A China enfrenta dificuldades, como a redução na área semeada e fontes de água, para atingir a meta de produção de 500 milhões de toneladas de grãos em 2010, disse Sun. A produção de grãos em 2006 foi estimada em 497,46 milhões de toneladas, alta de 2,8 por cento em relação a 2005. Este ano trouxe mais desafios, como tempo desfavorável, lavouras atingidas por pragas e a redução de benefícios para os produtores de grãos, ele disse. O ministro afirmou que a China deveria elevar o apoio à produção de oleaginosas, incluindo soja, uma vez que o país tem um grande déficit no suprimento de óleos vegetais. A China tem que importar toda a sua necessidade de óleo de palma e é o maior importador de soja, tendo o Brasil como o principal fornecedor desse grão. ![]() Comentarios (5)
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Telmo Heinen - Formosa - GO :
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Farelos sobram Não vai faltar comida produzindo óleo para fazer biodiesel. Falatará espaço para colocar as montanhas de farelo que surgirão. Já quanto ao álcool... haja gado para confinar com as sobras...! Óleo para cozinhar ? Eles podem criar uns suinos pouquinho mais gordos e tirar a banha... Fome não está tão perto assim não... Só de produção própria tem mais de 1,0 kg de grãos (secos) por pessoa fora o lei, ovos, peixes, todas as frutas, todas as verduras, todo o mel, mais todas as cobras e lagartos que eles comem... ih! tá longe para passar fome! |
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Ministro Chinês alerta Estou de pleno acordo com o Ministro Chinês. A produção de Biodiesel deve ser calculada e planejada com o maior cuidado possível. De que adianta produzir biodiesel em grande escala e depois ter que importar alimentos. E uma outra coisa muito importante." No momento em que o Biodiesel estiver concorrendo com o Petróleo , os arabes baixam os preços por dois ou três meses ( e eles conseguem aguentar) e não vamos ter onde colocar tanto óleo. Vamos morrer com a boca cheia de óleo. O futuro do Brasil está em produzir alimentos , pois o mundo precisa de alimentos. Roberto de Maio Bermejo Assis SP |
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Produção de Bioenergia na China Assim como ela é forte compradora de petróleo,ela não tem alternativa para aspirar em produzir bio energia.A china tem 11 000 000 km2 porém pouca gente sabe que ela somente dispõe de 3 500 000 km2 agricultáveis.Tem uma população de 1 300 000 de habitantes.Ela não tem alternativa,terá que comprar bioenergia assim como já vive comprando energia suja do petróleo. Para mim seria surpresa se S.Ex. dissesse que a China está entrando de fôlego no programa de Bioenergia. A China como a India também com sua mega população,não podem pensar em outra coisa senão produzir alimentos. Essa conversa de Bioenergia é para nós,paises da America Latina,Paises da Àfrica,Russia,alguns paises europeus de forma modesta,os EUA produzirá para eles mas não terão fôlego para participar do mercado externo,suas necessidades energéticas são maiores do que seu potencial de produção de energia abundante,eles terão até que se valer de nossas exportações de etanol. ananiasbn@oi.com.br |
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Comentando o Sr.Roberto Maio. Comentando o Sr.Roberto Maio: O Brasil em momento algum imagina em colocar a produção de alimento a reboque de programa de bioenergia.Nós temos potencial para os dois programas.Se lembra daquela conversa que temos condições de ser o celeiro do mundo! é chegada a hora. Como é que um produto que está sendo procurado pelo mundo todo vai sofrer atropelo de programa de Opep!Ele pode baixar o que quiser o petróleo sujo deles que nenhuma nação de bom senso vai morder a isca do éleo barato.Todos,mas todos mesmo irão usar a lógica de estoque estratégico para preservar a energia renovável porque o filme da energia finita já é bastante conhecido. Por outro lado,mesmo com petróleo barato,será que se vai abondonar o problema de aquecimento global somente por argumentos de ordem econômica.O que vejo é que a era do Petróleo entrou em declínio e vamos resar para que ele diminua na matriz energética da humanidade para podermos aspirar a reversão do aquecimento global. ananiasbn@oi.com.br |
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