Pesquisadores do CE querem ampliar uso de óleo de mamona |
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| quinta, 16 agosto 2007 . Diário do Nordeste | |||||||||||||||||||||
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Lubnor, subsidiária da Petrobras, e a UFC desenvolveram 16 moléculas de biolubrificantes Enquanto o uso de biocombustíveis avança do mundo inteiro, pesquisadores cearenses querem ampliar a utilização do óleo de mamona no mercado automotivo. Por meio de uma parceria entre a Petrobras, membros dos departamentos de Engenharia Química e de Química Orgânica e Inorgânica da Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolveram 16 moléculas de biolubrificantes — derivados de óleos vegetais de alto valor agregado. Segundo o pesquisador Murilo Tavares Luna, a parceria entre os departamentos de Química e Engenharia Química da UFC com a Petrobras, por meio de sua subsidiária local, a Lubnor, existe desde 2004. As 16 novas moléculas de biolubrificantes são obtidas a partir do ácido ricinoléico — o principal componente do óleo da mamona, matéria-prima utilizado hoje na produção de biodiesel. ´As pesquisas estão saindo da fase de laboratório e entrando na de teste de produção em escala´, comenta Luna. O próximo passo, após atestada a viabilidade da iniciativa, é a homologação da patente e colocação dos produtos no mercado. Valor agregado Para abrigar a nova etapa, a Petrobras está construindo instalações onde ficarão sete plantas-piloto, na Lubnor, em Fortaleza. É a primeira vez que o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) localiza-se fora da sede no Rio de Janeiro. A estimativa é de que as pesquisas e o Cenpes/Lubnor consumam R$ 10 milhões. A utilização de produtos ecologicamente corretos é uma tendência mundial, face à preocupação com a preservação do meio ambiente. Os óleos vegetais já são desenvolvidos, principalmente nos Estados Unidos, Europa e Japão. O Brasil ainda não tem esses produtos. ´A maior vantagem dos biolubrificantes é que eles podem alcançar um valor maior no mercado, em relação, por exemplo, ao biodiesel´, diz. Enquanto o litro de biodiesel (mistura de diesel mineral ao vegetal, hoje em 2%) custa em média R$ 2,70, o litro do biolubrificante pode chegar a R$ 8,00. ´Isso é mais um incentivo ao produtor de mamona do semi-árido´, argumenta o pesquisador. A expectativa é de que a Petrobras lance nos mercados interno e externo os biolubrificantes desenvolvidos pela UFC, cujas pesquisas são coordenadas pelos professores Célio Loureiro e Ícaro Moreira. Lubnor produz lubrificantes naftênicos A Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor) é uma refinaria da Petrobras situada em Fortaleza. A empresa entrou em atividade em 24 de junho de 1966 como Fábrica de Asfalto de Fortaleza (Asfor). Com capacidade de processamento de até sete mil barris de petróleo/dia, seus principais produtos são: Cimento Asfáltico Processado (CAP), que se constitui no subproduto mais denso e viscoso do petróleo, cuja principal aplicação é a pavimentação de rodovias; óleos lubrificantes naftênicos (para máquinas e equipamentos pesados); gás natural; óleo combustível para navios; gás de cozinha e óleo amaciante de fibras. SAMIRA DE CASTRO Textos Relacionados:![]() Comentarios (8)
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SILVA FILHO :
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INVÉS DE BIODIESEL, BIOLUBRIFICANTE DE MAMONA, UMA SAÍDA ? A Petrobras vende o óleo lubrificante de petroléo, cujo preço na ponta alcança R$ 8,00/10,00 o litro. Lubrificante que polui, porque é fóssil. Imaginemos, um óleo vegetal, processado para ser lubrificante de motores a gasolina e álcool, utilizando MAMONA como matéria-prima, que não polui - é simplesmente fantástico ! - e é isso que motiva nossa ONG em defender, com unhas e dentes, a continuação da plantação de mamona em sequeiro, se possível, complementada com irrigação, quando o inverno for irregular. Duvido que o lucro não seja espetacular ! O produtor rural, plantador de mamona, aqui no semi-árido, vendendo o óleo in natura, à Petrobras, com valor agregado nas alturas - pode-se pensar em coisa melhor ? - É uma benção divina ! Conheço a LUBNOR e conheço mais ainda nossa UFC, por isso acredito que o biolubrificante de MAMONA será uma das saidas para alavancar o Programa Biodiesel Nordeste ! Vou encaminhar, agora mesmo, este artigo, ao meu amigo e sócio, Eng Agrônomo Jerônimo, da Faculdade de Tecnologia CENTEC, de Limoeiro do Norte-CE, doutorando, que defende com a maior vibração, tese sobre MAMONA ! Vamos fazer uma festa ! |
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Mamona/Lubrificante Compartilho com a vibração,com a alegria do Sr.Silva Filho.Um uso mais nobre para a mamona é caido do céu,aliás tenho convicção que vamos achar cada vez mais agradáveis surpresas nessa caminhada de bioenergia.Eu sabia das propriedades do óleo da mamona em baichas temperaturas,já tinha ouvido falar que o óleo da mamona era bom em turbinas de avião,em foguetes,em cliamas muito frio,etc...o negócio é procurar essa variedade mais produtiva e incrementar o seu cultivo.Para nós,nordestinos somente temos motivo de muita vibração e quando mais que vai beneficiar muito o pequeno agricultor. |
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Latifundiaria Tanta terra assim, é preciso ter alguma produtividade caso contrário estará sujeita à desapropriação pelo INCRA para fins de Reforma Agrária. Ou, será muito SECA para esta finalidade? É bom prestar atenção na Função Social da propriedade, caso contrário... cuidado com a perda. Plante Mamona. Aliás, Por quê até hoje não foi plantada? Plante Pinhão Manso... Conheça: http://xxx.pinhaomanso.com.br TROQUE o xxx por www |
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Pesquisadores do CE querem ampliar uso de óleo de mamona Prezado Silva Filho, Também conheço o Engº Agrônomo Gerônimo, foi meu vizinho na Parquelândia em Fortaleza-Ce, e conheço muito bem seu trabalho e ideais. Gostaria de obter seus contatos. Também compartilho com seu entusiasmo e vibro ao ouvir palavrasde bençãos e não de maldição sobre nosso promissor Nordeste. Também, ainda, como a Marcilene, tenho propriedade em Piquet Carneiro, com clima e topografia ideal para a Mamona, e estou me preparando para o cultivo. Sou egresso da UFC, e agora na como empregado Petrobras, creio que teremos muito a fazer pela produção e uso mais nobre e rentável do óleo de MAMONA. Parabéns aos Professores e Pesquisadores pelo incansável trabalho e pela redação do BiodieselBR pela excelente matéria e ampla divulgação. |
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Pesquisadores do Ceará Parabéns p/os pesquisadores, conheço o sertão de Pernambuco, tenho campo experimental do plantio da mamona, já fiz convite a um grande pesquisador Liv Soares da Embrapa de Campina Grande para conhecer tal projeto, o mesmo respondeu aos email, dizendo que estava sobregarregado, temos aproximadamente 1200kg de sementes e grãos da espécie brs 188, plantamos consorciada ao milho e feijão, paramos por falta de verba. Quanto a amiguinha Marcilene Cruz, Aracati fica abaixo do nivel mar, a produção será de baixa produtividade, mas não desanime. Estou preocupado com as refinarias montadas no sertão, pois não temos o gás natural, e custo de energia ou mesmo diesel para alimentar as refinarias, já pensaram na devastação de árvores, outra alternativa é a compactação da casca da mamona e a própria planta após o ciclo. e transformar em biomassa. |
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