Câmbio faz Agropalma desistir da exportação |
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| sexta, 29 junho 2007 . Gazeta Mercantil | |||||
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Mesmo com as altas do óleo de palma no mercado, a Agropalma, maior fabricante nacional do produto, decidiu suspender as exportações neste ano. Segundo o diretor comercial, Marcello Brito, a decisão foi motivada pela desvalorização do dólar que tirou a competitividade da empresa diante dos concorrentes, principalmente a Malásia, maior produtora mundial. Em 2006, a Agropalma produziu 155 mil toneladas de óleo de palma, das quais 135 foram exportadas. No ano anterior, 40% das 130 mil toneladas produzidas foram direcionadas para o mercado interno, segundo Brito. "Este ano, resolvemos parar a venda externa e redirecionar o produto para o mercado interno. Estamos com câmbio quase duas vezes mais valorizado do que o da Malásia", compara Brito. Há cerca de três anos com produção de óleo inferior à demanda mundial, o mercado de óleo de palma vem apresentando valorizações. Nos últimos seis meses, as cotações do óleo acumularam alta de 30%. No mesmo período, o dólar foi desvalorizado em 10% frente ao Real. Segundo informações da consultoria Abiossa, ontem a cotação da tonelada do óleo de palma na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou em US$ 840, 42% maior que no mesmo dia do ano passado (US$ 480). Mas, segundo Brito, além da perda cambial, a Agropalma também registrou aumento dos seus custos de produção, resultado da alta dos preços dos insumos, sobretudo fertilizantes, e do frete marítimo. "Esses fatores juntos tiraram nossa competitividade lá fora", detalha Brito. O Grupo Agropalma possui uma área de plantio de palma de 82 mil hectares e responde por cerca de 80% da produção nacional. Em 2007, a empresa deve produzir 11% menos que em 2006, (120 mil toneladas) devido ao recuo da produção da matéria-prima no Brasil. "Estamos sentindo agora o reflexo da seca que aconteceu há dois anos na Amazônia, a maior dos últimos 50 anos", explica. Segundo Miguel Biegai, além das diferenças cambiais, outros fatores dificultam a competição das empresas brasileiras no mercado externo. "O Brasil não tem escala na produção da matéria-prima e nem do óleo", cita Biegai. Já Malásia e Indonésia, maiores produtoras mundiais, segundo ele, têm economia de escala e externalidades positivas, ou seja, dinamismo no setor, resultado de existência de infra-estrutura, pesquisa e mão-de-obra qualificada. Caderno C - Pág. 7 - Fabiana Batista Textos Relacionados:
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Daniele Bonifazi
disse:
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| Se Agropalma deseja aumentar a produção de óleo de palma que eu já seguro o contrato pronto e as cartas de crédito para exportare o produto deles/delas para o europa 1
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| Desde que comecei a teclar na internernete eu peskisando axei agropalma e peskisei sobre a empresa , eu fiquei faxinada por este grupo pois axo ke vai ser ser a solução do nosso paiz.Dai em diante nunca deixei de acompanhar o desenvlvimento da empresa pois,hoje aki olha sobre esta empresa fikei triste por ter acontecido esta decisão pis agropalma hoje faz parte da minha vida peskiso ela diariamente ,espero ke vlte as exportaço~es o mais rapido possivel ,desejo a agropalma todo sucesso e ke eleve nosso paiz a todas as fronteiras sem mais nada a comentar desejo sucesso a este grupo. 2
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