Biodiesel de algas a passos lentos no Brasil |
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| segunda, 13 agosto 2007 . Gazeta Mercantil | |||||||||||||||
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As chances de o Brasil firmar-se como fornecedor mundial de biodiesel e etanol são grandes. Mas o desestímulo à pesquisa, provocado pelos entraves legais e sociais à biotecnologia, colocam em risco essa liderança. Prova disso é o que ocorre com a pesquisa que busca produzir energia líquida renovável, a partir de algas, que está em desenvolvimento nos Estados Unidos e na Argentina, mas caminha a passos lentos no Brasil. Após identificarem espécies de algas com características desejáveis para a indústria energética – como alta velocidade de crescimento, alto teor de óleo e carboidratos, adaptação a um espectro amplo de temperatura e acidez do meio, capacidade de fixar nitrogênio da atmosfera, e maior eficiência fotossintérica –, cientistas trabalham para encontrar os genes associados a cada uma dessas qualidades e incorporá-las a um genoma único, por meio de transgenia. Para se ter idéia do potencial, as algas identificadas como as mais produtivas podem oferecer até 170 toneladas de óleo por hectare ao ano. Para produzir esse mesmo volume de óleo, com outras culturas, seriam necessários 35 ha de dendê ou 280 ha de soja. Com isso, é possível acreditar que uma variedade de alga transgênica pode produzir óleo suficiente para substituir as 40 milhões de toneladas de diesel, com parcos 235.000 ha cultivados.Além do biodiesel, as algas também pode ser matéria-prima para o etanol. Depois da extração do óleo, resta uma espécie de torta com alto teor de sacarose (carboidrato de baixo peso molecular) e celulose (carboidrato de alto peso molecular). Processos similares aos usados nas usinas chega-se ao etanol. Outra possibilidade é o uso das algas como agentes despoluídores do ar. O gás resultante de processos industriais ou da queima de energia seria injetado na água de criação das algas. Além de despoluir o ar, essa prática geraria um bom volume de créditos de carbono. Com esse exemplo de pesquisa, até aqui desperdiçada, é possível perceber o quanto o País perde em embargar o desenvolvimento das mais diversas frentes da biotecnologia. Apesar do atraso em relação às algas, o Brasil permanece com todas as chances de se estabelecer como o maior pólo de biocombustíveis do mundo – por suas vantagens geográficas e persistência de seus cientistas. Não devemos contar sempre com isso. Está mais do que na hora de abrirmos definitivamente nossas mentes para algo que só tem contribuído com a evolução do homem e do meio: a ciência. Textos Relacionados:
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Ananias Baracuhy
disse:
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| Temos que pegar mania de prestigiar pesquisa,sem elas o desenvolvimento fica caminhando no escuro. Os números das algas são entonteantes,se numa produtividade dessas podermos trabalhar com muitos hc.,se estar enchergando uma solução para escassêz de energia bem mais próxima.Eu tenho minhas dúvidas que se possa trabalhar com grandes áreas mas é um trabalho de pesquisa que deve se prestigiar.Nós devemos procurar energia aonde se tiver notícia que se é possível encontrá-la. 1
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| A pesquisa é a base para o desenvolvimento e soberania de cada nação. Os Impressionantes números apresntados em relação ao potencial de energia a partir de algas deve ser motivo de maiores insentivos á pesquisa, tanto por parte das instituições estuais como federais. Um grande passo é a cooperação entre diferentes instituições de pesquisa e governos de outras regiões do mundo, realizando intercâmbios entre pesquisadores e transferência de conhecimento. As pesquisas de ordem estratégica, como é o caso de energia deve obedecer critérios de domínio público e com forte ação do estado, seja em pesquisa, seja em controle, o que não impede a parceria entre empresas privadas. 2
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| O conhecimento no Brasil para dominar as técnicas de produção de microalgas marinhas está muito avançado, o que ocorre é o seguinte: As pesquisas no Brasil voltadas para Biocombustível de forta organizada foi iniciada em 2007 com diversas faculdades brasileiras, pesquisadores renomados, iniciativa privada, Governo que pretendem, em 2009/20010 construir a primeira planta piloto de microalgas marinhas. más as pesquisas isoladas ha muito vem acontecendo, um exemplo é o aproveitamento do C0² emitodo pela termoelétrica Presidente Médice na criação de microalgas. 3
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| O Mundo já sabe que a Alga é um fantátisco RECURSO NATURAL para produção de Óleo Orgânico que poderá ser utilizado como COMBUSTÍVEL e Biomassa para muitos fins industriais. O maior impecílio não se resolve com a Biotecnologia. Pelo visto faltam pesquisas na direção correta: desenvolvimento de novas tecnologias para a extração de Óleos das Algas, suficientemente barata que viabilize a utilização desse fantástico recurso. MISSAO TANIZAKI Fiscal Federal Agropecuário Bacharel em Química missao.tanizaki@agricultura.gov.br Esplanada dos Ministérios, Bloco “D”, Sala 346-B, Brasíla/DF TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR 4
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| olá gente! sou mestranda em química tecnológica e ambiental este assunto é minha tese de mestrado sobre o biodiesel de microalgas! é um trabalho fantástico! já tenho resultados ótimos e satisfatórios! quem quiser trocar uma idéia comigo enviem email para carolquimica@gmail.com Carolina Vieira Viêgas Lab. de Síntese Orgânica - FURG Mestranda em Química Técnológica 5
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| Prezada Carol (carolina viegas vieira viegas), Parabéns Carol. Você acaba de se tornar a Jovem Cidadã Brasileira Exemplar abrindo esse fantástico espaço à toda Sociedade Brasileira, onde todos passarão a ter a oportunidade de trocar informações e idéias - UNIÃO, com soma de esforços, é o melhor caminho para conseguirmos o Desenvolvimento SOCIAL e Econômicos do nosso Brasil, de fato SUSTENTÁVEL. Acredito que parte dos colegas que aqui disponibilizam os seus comentários estão dispostos a trocar idéias sobre a utilização das Algaas. No meu entendimento para que as algas passem a ser cultivadas / exploradas requer que se Desenvolva uma Tecnologia de Extração das Algas que seja adequada tanto no aspecto econômica, como tecnologicamente - esse é o Ponto Chave das Algas. MISSAO TANIZAKI Fiscal Federal Agropecuário Bacharel em Química missao.tanizaki@agricultura.gov.br Esplanada dos Ministérios, Bloco “D”, Sala 346-B, Brasíla/DF TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR 6
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| opotunidades nos temos de desenvolvimento, mas nao em todos os lugares... entao dificuldade se tem, em certos lugares a proliferaçao para melhor gerar esse tipo de lucro de exportaçao é escassa. sera que devemos esperar nossas piscinas se encher algas... 7
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