Faça sua Assinatura
  Mapa das Usinas de biodiesel 2009
Esqueceu a Senha? Ainda nao tem uma conta? Registrar
 

O verdadeiro PORTAL do BIODIESEL

Catálogo do biodiesel 2009 / 2010
Início arrow Notícias arrow Variedade descoberta na Espanha interessa à Embrapa

Todas as usinas de biodiesel do Brasil

Acesse a ficha completa das fábricas do país. Com as informações de contato

Variedade descoberta na Espanha interessa à Embrapa

Imprimir E-mail
quarta, 13 agosto 2008 . Valor Econômico   
Revista BiodieselBR
Assinar
Pode estar na Espanha a salvação da mamona brasileira, mais especificamente na cidade de Córdoba. Pesquisadores da Instituto de Agricultura Sostenible, ligado ao Ministério da Ciência e Inovação, descobriram que há uma variedade da planta com viscosidade bem menor do que a da maioria das variedades encontradas no Brasil, o que possibilitaria o uso do óleo na fabricação de biodiesel dentro das especificações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Liv Soares Severino, pesquisador da Embrapa-Algodão, conta que a instituição entrou em contato com os pesquisadores espanhóis e espera até o fim deste ano visitá-los para saber mais sobre as descobertas. Ainda não há nenhum entendimento formal entre as partes, mas Severino diz que a Embrapa e a Petrobras Biocombustível estão interessadas nas pesquisas.

Severino não se espera, contudo, efeitos práticos no curto prazo. “Esse tipo de iniciativa demora de oito a dez anos”, afirma. Segundo ele, será preciso trazer as espécies para o Brasil e cruzá-las com variedades já conhecidas no país para se chegar a resultados satisfatórios. “A única coisa que essa mamona tem de melhor é a viscosidade menor. No resto, as variedades que encontramos aqui são superiores. Teríamos que fazer adaptações”, explica.

Uma resolução da ANP de março deste ano estabelece critérios fisícos e químicos para classificar o biodiesel. A mamona, por ser muito viscosa, não obedece a alguns desses critérios e pode ser prejudicial aos motores de veículos. “A ANP apenas fez aquilo que os técnicos de todo o país que lidam com biodiesel já esperavam”, diz Luiz Pereira Ramos, professor da Universidade do Paraná (UFPR) e pesquisador do tema.

Segundo ele, há muito tempo se sabe que a mamona precisaria ser usada em associação com o diesel ou com outra oleaginosa, como soja e girassol. Em seminário realizado recentemente em Salvador, representantes da Petrobras disseram ser possível fazer biodiesel com até 30% de mamona na mistura. Ramos acredita ser difícil chegar a esse percentual. “Creio que seja difícil passar dos 15%”, diz.

Hoje em dia é bem mais interessante para o produtor vender a mamona ou seu óleo, também chamado de óleo de rícino, para indústria química do que para a do biodiesel, diz o pesquisador. Já Severino, da Embrapa, acredita que quando o setor estiver desenvolvido, será mais interessante vender para as usinas de biodiesel.

Raquel Salgado, de Salvador

Textos Relacionados:

Revista BiodieselBR
Comentarios (2)add comment

Missao Tanizaki :

...
Recentemente diponibilizaram uma matéria cujo título iniciava-se como "Alta viscosidade da mamona é vantagem ...). e lá apresentei meus comentários. Acesse pelo link: http://www.biodieselbr.com/noticias/bio/ alta-viscosidade-mamona-vantagem-08-08-08.htm.

As Matérias são Contraditórias!?

Tem muito pesquisador fazendo pesquisa que pouco serve para o Brasil - isso é CUSTO BRASIL

Porque não utilizam recursos da CNEM?

A RADIAÇÃO é utilizada a mais de 80 anos para acelerar mutações, com esse recurso podemos estabelecer novas variedades com as características desejadas, não só com a mamona, como com outras Oleoginosas, em especial as Perenes e Nativas.

MISSAO TANIZAKI
Fiscal Federal Agropecuário
 
14.08.2008 - 10:59
Votos: +0

Richard Fontana :

Óleo de Mamona, Biodiesel e parâmetros de viscosidade.
Óleo de Mamona, Biodiesel e parâmetros de viscodidade.

Porque procurar lá fora, o que podemos aqui mesmo promover?

A viscosidade do óleo de mamona e consequentemente seu derivado, o biodiesel, é decorrente da composição centesimal de seus ácidos graxos. Basta mudá-los na sua composição.

Na condição contemporânea, onde predomina a pesquisa de profundidade genética, porque não fazer então pesquisas intensivas ou até mesmo obtenção de um híbrido que possa produzir um óleo com viscosidade menor e dentro das especificações existentes?

Isto se induz a um outro parâmetro de raciocínio: será que existe efetivamente interesse neste tipo de alteração?

Além do que, biodiesel sob nosso ponto de vista e em aplicação geral como se encontra, sempre será um aditivo, a não ser em aplicações específicas, a exemplo de pesquisa e uso cativo. O parâmetro de viscosidade então não vemos com um impecilho insuperável, pois o biodiesel obtido deste oleo pode perfeitamente ser direcionado, e como já se promove no Brasil e com os outros biodiesel de outras origens, a um mix que dificilmente atingiria o percentual de 30% pela disponibilidade de biodiesel produzido não somente da mamona mas de todas as outras oleaginosas, para compor o combustível B2, B3, etc. que é comercializado comumente.

Londrina, 15 de Agosto de 2008 - 15:00 horas.

Richard Fontana
Diretor de Tecnologia
Fone / Fax (43) 3328 7000 - fontana@austenbio.com.br
AustenBio Tecnologia em Biodiesel.
 
15.08.2008 - 15:00
Votos: +0

Escreva seu Comentario
menor | maior

busy
 



Mapa do Biodiesel

Guia do Biodiesel

Análises Semanais

Comentários

VISÂO empreededora  poucos tem a capacidade de te-la ums são miopes o...
Sem terra ,são sem-futuro  Esses sem-terra safados,têm preguiça até de fal...
O MUNDO SE CURVANDO POUCO A POUCO AO BRASIL  É ISSO AÍ SANTELISA!!! E ISSO AÍ SERTÃOZINHO...
AGRONEGÓCIO PARANAENSE  Meu título é extenso AGRONEGÓCIO PARANAENSE-LOC...
Acreditando na rede jatropha  Bom eu tambem acredito nesta projeto que vem por a...
Pinhao aqui na Paraiba  Meus amigos estou com 15 hectares de pinhao manso ...
Mais comentários...

RSS Feed