Pinhão-manso pode ser liberado nos próximos dias |
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| quinta, 18 outubro 2007 . BiodieselBR.com | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) apresentou uma possível solução para liberar o plantio e venda de sementes de pinhão-manso (Jatropha curcas L.). Em reunião realizada ontem (17) com pesquisadores da Embrapa, representantes da indústria de biodiesel e plantadores, o ministério sinalizou a possibilidade de inscrever a espécie no Registro Nacional de Cultivares (RNC). O registro, que seria apenas como espécie e não como cultivar, ainda precisa ser validado pela área jurídica do ministério, mas a expectativa dos presentes no encontro é que haja um desfecho favorável nos próximos dias. Se aprovada, a solução contornaria o problema que veio à tona há um mês e meio, quando a BiodieselBR.com noticiou que sem registro no RNC o cultivo do pinhão-manso fica proibido. A notícia da proibição pegou de surpresa produtores e usineiros que já vinham investindo no plantio da oleaginosa. “Resolvemos o problema no curto prazo. [A decisão] coloca todo mundo na legalidade”, frisa Mike Lu, presidente da Associação Brasileira de Plantadores de Pinhão-Manso (ABPPM). Segundo Lu, o registro como espécie não dá aos produtores o direito de receber financiamentos, o que só ocorrerá quando o MAPA fizer o registro da cultivar. Um pedido de registro feito pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) está sob análise no ministério. Além disso, segundo a proposta de liberação, a venda de sementes só seria autorizada se produtor e comprador assinarem um termo de compromisso a ser elaborado pelo MAPA. A medida serviria para deixar as partes cientes de que, para o ministério, faltam ainda informações importantes sobre o cultivo da planta. O argumento da falta de informações irrita os usineiros, que acreditam no potencial do pinhão-manso para produzir biodiesel. “Esse é um problema do governo, que interrompeu várias vezes as pesquisas com a planta”, ataca Francisco Barreto, presidente da Bionasa, com sede em Porangatu (GO). “A maior parte das usinas já fomenta o plantio. O governo deveria ser mais rápido [na liberação] para dar confiabilidade a esse investimento”, afirma. Para Barreto, o pinhão-manso “é prioridade absoluta.” Segundo ele, a Bionasa fez acordos de pesquisas sobre a oleaginosa com a Embrapa e universidades. A empresa fechará 2007 com 3.700 hectares plantados com pinhão-manso e pretende começar a usar a planta para produzir biodiesel a partir de 2011. A meta da empresa, que espera produzir 200 milhões de litros até julho de 2008, é chegar a 400 milhões até 2010. Raquel Marçal BiodieselBR.com Textos Relacionados:
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Paulo R.S.
disse:
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| Tenho que parabenizar o ministério da agricultura e todos que se mexeram para chegar a esta solução. Espero que realmente saia essa liberação o quanto antes, pois qto mais durar esta proibição, maior será o prejuízo para o biodiesel. Sei que muitos já iniciaram os plantios e não estão nem aí para essa proibição, mas para muitas outras pessoas, principalmente os investidores essa liberação é primordial. 1
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| Essa notícia é muito boa e melhor será quando o pinhão for liberado.Acredito que se houvesse coordenação entre os ministérios envolvidos no projeto biodiesel,não estaríamos passando por tamanho vexame. Já se tem uma noção que no momento, a melhor matriz para o biodiesel é a Jatropha curcas, a mamona está cada vez mais evidente que o seu destino será para óleos lubrificantes e as palmácaceas virão na evolução do programa. Temos dados espetaculares sobre a Macaúba,sua longevidade é de 100 anos...temos as palmeiras nativas de Dendê e Babaçú que precisam ser domesticadas e representa um enorme potencial e etc...com pinhão manso,poderemos vislumbrar um biodiesel em 2010 já bastante independente da soja que é muito bom pois o óleo do pinhão não é comestível portanto fica mais imune às oscilações de mercado e etc... 2
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| Esse foi um capítulo ruim do biodiesel, um desencontro entre os setores do governo com relação ao programa do biodiesel. Como ficou a impressão do resto do mundo que acredita tanto nessa planta e olha aqui para o Brasil e vê esse absurdo? A correção veio em boa hora. 3
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| Caros amigos, O óleo não cobre os custos, os resíduos também precisam ter valor comercial e pelo o que vejo no pinhão manso, vamos ter são despesas, pois seu resíduo é toxico. Pense nisso! Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 4
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| O afobamento primeiro dos Europeos e agora dos Americanos (do norte) em lançar-se na produção de biodiesel de produtos que seriam melhor dirigidos ao consumo humano (e animal) está causando uma tendência (no caso da soja) que parece ser irreversivel do farelo de soja ficar sobrando com o preço em queda livre. Isso mostra, ainda mais claramente, que o pinhão manso (jatropha) é uma escolha acertada para o biodiesel, pois o residuo "toxico", o que quer dizer, como o oleo, "não comestível", serve muito bem como adubo, ou, quando houver necessidade, como combustível, sem envenenar ninguem (ao contário faz muito bem ao solo ao qual retorna) e seu baixo (ou quase nenhum) valor comercial não atrapalha ninguem (e tampouco o proprio negocio). O que interessa afinal é o alto rendimento de oleo do pinhão manso. Que o governo, que passa tanto tempo e gasta tanto (do nosso) dinheiro com o Sr Rainha e seu MST não se deu conta que a opção , acertadissima e super divulgada, desse senhor para o pinhão manso não tem amparo legal é, simplesmente, de lascar: omissão mesmo, mas paciência! 5
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| William Bolster, Pinhão manso para biodiesel? Caro amigo acho que deve pesquisar sobre a tal planta. Vou adiantar alguns itens: Um hectare de pinhão manso depois de adulto numa plantação bem conduzida rende aproximadamente 4.000 kilos a um preço de R$300,00 a R$400,00 a tonelada. Sua colheita é mais trabalhosa do que a do café, com riscos de queimaduras. O café produz 20 sacas, eu tenho vários amigos cafeicultores, eles dizem que o café abaixo de R$200,00 a saca é prejuízo certo. Milho 100 sacas hectare, soja 40 sacas hectare e feijão 40 sacas hectare ainda tem louco falando em plantar pinhão manso e ainda defendem como se fosse a salvação dos agricultores façam-me o favor, isto é no mínimo, humor negro. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 6
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| O mundo nao deve ficar alheio a esta grande invençao. O mundo deve libertar-se da hegemonia. Quem manda a quem? O mundo nao e propriedade de ninguem. Seja bem vinda a iniciativa. Moçambique pais Africano trilha no caminho do Brazil; aliaz o Barzil esta apoiar a cultura de Jatrofa no nosso pais. Força Brazil Maputo, Moçambique 7
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| Sr Carlos Alves, tudo tem risco. A Agricultura sempre foi sacrificada e ou massacrada. O sr planilhou quanto custa produzir o grão de café? ou feijão? O pinhão manso realmente à 300,00 reais a tonelada e retorno de 30 ou 50 % da massa, esta bem abaixo do esperado. Quanto ao residuo no momento será utilizado como adubo e se o Sr verificar as propriedades verás que é muito bom. Não tiro o seu mérito quanto a indgnação referente a preços. Temos comentado constantemente que se não tiver união dos produtores não teremos preço. Uma coisa eu tenho certeza; Insumos para produção de café,feijão , milho é bem superior ao de produção do pinhão, mas ainda acho que o pequeno produtor deve ter os 4 elementos. (café, pinhão, feijão e milho). Infelismente ele não vai ficar rico com nenhum deles mas não tem que pegar onibus 4 horas da madrugada e voltar para casa 11 horas da noite, e a contaminação ao solo, agua e mesmo do ser humano é quase zero em relação aos outros produtos. Pense nisso. 8
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| ...por 80 dólares o barril dá perfeitamente para produzir óleo de Pinhão Manso. Não se preocupem quanto a torta, ela terá que retornar para o local de onde vieram os frutos, tornando-se assim uma produção sustentável. à medida que se extrai somente óleo ou somente álcool de uma área de terra, retornando-se todos os demais resíduos para aquele mesmo local, não haverá necessidade de nenhum suplemento de fertilizantes minerais ou químicos (nitrogenados) para manter a sustentabilidade da produção. A fertilidade não se reduzirá porquanto álcool e óleo, conterão apenas álcool e óleo evidentemente, obtidos com Hidrogênio, Oxigênio e Carbono retirados do ar e da água das chuvas... Importante, um barril contém 159 litros. Sendo de óleo vegetal, teremos 159 litros de óleo purinho... por estes 80 dólares. Sendo um barril de petróleo... xiiii! teremos 159 litros duma substância preta, pegaminosa, A REFINAR. Neste refino não se consegue retira nem 120 litros de coisas úteis como óleo diesel, gasolina, querosene, óleo lubrificante, sobrando ainda um PIXE para fazer asfalto. O gás e mais algum pouco serão todos consumidos para fazer o calor do craqueamento para fazer o refino. Está aí, a prova cabal de que o futuro do biodiesel está nas plantas perenes. Dendê onde dá para plantar dendê. Babaçú onde já tem babaçú, é só regulamentar a exploração. Macaúba em toda região centro-norte do país. Pinhão Manso em enormes extensões degradas que temos. Tungue na região sul, do Paraná para lá... (suporta frio), moringa, pequi, oiticica, buriti, e um sen número de culturas pelo país inteiro, até a criação de porco tipo banha que tem a vantagem de comer qualquer resto inclusive o resíduo de fazer álcool de babata-doce e de mandioca... o sebo, cuja vantagem está no zebú que produz uma gordura não marmorizada e sim "separada" da carne... Portanto, temos muitas alternativas. A soja, o girassol, gergelim, colza, linhaça, nabo forrageiro, a mamona etc... fornecerão matéria-prima transitoriamente. Portanto há muito par ser discutido. Att, telmo heinen @yahoo.com.br 9
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| Eu já sabia que essa proibição estava com os dias contados. O brasil tolo ao ponto de perder esse filão. O mundo todo está em busca de energias renováveis e alguns paises nem reune as condições edafoclimaticas para desenvolver determinadas culturas e assim mesmo estão tentando e nos que temos tudo a nosso favor estavamos deixando essa oportunidade passar . Graças a Deus houve tempo de reparar esse dano. 10
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| Pinhão manso para ter alta produtividade custa tanto quanto qualquer outra cultura e ainda com uma mão de obra mais onerosa que a colheita do café. Já têm experimentos com irrigação por gotejamento, imagina isso! Acho que já não estou entendendo nada ou estou ficando desmiolado, sei lá! De repente já bebi muito biodie... Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 11
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| quando sera que esa historia vai ter um ponto final........ 12
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| Daniel!... Esta historia ainda nem começou e você já quer o fim? Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 13
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| Parabens ao Biodieselbr por tanto contribuir para a liberação do pinhão-manso. Vocês foram os primeiros a divulgar e, graças a pressão de muitos que acompanham este site e outros guerreiros, a EMBRAPA teve que recuar e reconhecer, a tempo, seu grande erro. PARABENS EPAMIG, EBDA, UFMT, UFV,UNESP e outras mais humildes que pesquisam tais cultivos. PARABENS TAMBÉM EMBRAPA E GOVERNO. Quanto ao debate, ele é muito importante e engrandecedor, mas os debatedores precisam conhecer bem tais assuntos, bem fazer as contas e não, simplesmente, condenar sem conhecer. Ora numa simples analise dos dados, enviados pelo proprio Sr. Carlos, notam-se erros fatais, como: a) se o pinhão-manso rende 4,0 t/ha (a maioria diz que é 6,0/t nos novos cultivos) e o preço médio de venda/compra é de R$ 350,00/t, a receita bruta auferida é de R$ 1.400,00/ha, o que significaria para a industria custo de R$ 0,58/kg de biodiesel produzido (R$ 1.400,00/2.400 kg ou 40% de rendimento de óleo). b) no caso da soja, com a produtividade informada de 2,4 t//ha (40 sc) e o preço médio de venda/compra de R$ 490,00/t (R$ 30,00/sc em média x 16,67), a receita bruta auferida seria de R$ 1.176,00/ha, o que significaria custo para a industria de R$ 2,72/kg de biodiesel produzido (R$ 1.176,00/432 kg ou 18% de rendimento de óleo). d) assim, para os produtores as receitas se aproximam, mas para as usinas o custo com soja é quase 4 vezes maior e o uso da soja como biodiesel passa a depender de elevados e perigosos subsídios; d) por outro lado, a soja tem ciclo anual, o custo de produção é elevadíssimo; dá muito mais doenças e pragas; a dependência por bom clima é total; idem por topografia plana; a compra de insumos e a venda do produto passam por quase monopólios e por bolsas em outros países, onde as cotações podem ser manipuladas pelos fundos (sou especialista no assunto); boas produtividades só ocorrem em terras boas e que custam muito mais caro (média de R$ 3.000/ha) e, concluindo, há alta competição para a produção de alimentos (óleo e farelo). e) no caso do pinhão-manso, ocorre exatamente o contrário, dai ser a grande esperança das terras mais pobres do País e do semi-árido. Conheço a bendita planta a 50 anos e no Vale do Rio Doce (minha região) a cultura é usada ha muitos anos para produzir sabão caseiro barato e para servir de estacas-vivas para cercas de arame de pequenas propriedades (ou mesmo coomo cercas vivas com plantio a cada 50 cm) . Mesmo não sabendo do futuro promissor do pinhão-manso, sempre ele esteve alí humilde, barato, colaborador e sem qualquer adubo ou necessidade de pulverização. f) o pinhão dura no minimo 40 anos; a colheita é pausada e dura até 7 meses, o que emprega muito; o custo de produção é muito baixo pois quase não usa adubo (boa parte poder vir dos restos da propria planta); a folha produz um leite que afasta a mairia dos insetos; quase não dá doenças e pragas; não há dependência por bom clima e prefere onde chove pouco; adapta-se bem a quase toda a topografia; boas produtividades podem ocorrer em terras menos férteis e que custam muito pouco (média de R$ 700,00/ha) e, concluindo, NÃO há competição para a produção de alimentos. Assim, que Deus nos ajude, mas é a hora das terras mais pobres e do BENDITO USO DA MÃO-DE-OBRA local na agricultura familiar e nas usinas que se instalarão por todo o País. Se não atrapalharem, vai ser a redenção das áreas pobres e humildes que virarão a NOSSA OPEP, justa, barata e em paz para o mundo. 14
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| Caro Cezar, contém falsas premissas em suas conclusões. a) Terras de Soja "valem" muito mais do que R$ 3.000,00/ha; b) A produtividade média da soja, não obstante os 40 sc não sejam de sua sugestão, ultrapassa 50 sc/ha; c) No seu cálculo do "custo" do óleo de soja não considerou o valor do farelo, produto preferencial. O óleo de soja é "sub-produto" d) Rendimento do Pinhão Manso: Aproximadamente 12 t de frutos verdes, que depois de secados dão menos de 8,0 t que depois de "debulhados" rendem umas 6,0 t de amêndoas com até 40% de óleo... portanto difícil dar mais de 2,0 t de óleo por hectare. Atenção: Existe uma diferença muito grande entre a extração de óleo feita em uma Indústria de grande porte e na base de solvente, do que estas extrações "amadoras" tipo caseiras ou fundo de quintal... Exemplo, soja contém mais de 18% de óleo... tem variedades com 24% sendo plantas mas estas Usinas de biodiesel fajutas etc... não conseguem extrair mais do que 12% de óleo... É balela, conversa jogada fora... O melhor jeito de obter óleo vegetal para fazer biodiesel é "tomar seus preços no mercado" NAo adianta fugir desta máxima. Quem pensa diferente está simplesmente equivocado. Minha aposta é no seguinte, já estáescvritomais acima ou em outra notícia... o futuro do biodiesel está nas plantas perenes bla, bla, blá... Att, telmo heinen @yahoo.com.br 15
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| A nossa conversa esta melhorando muito, pois temos até professores comentando. Ontem eu fui dormir de porre ou doidão, não sei o certo, bebi muito biodiê...ê...ê... De pinhão manso ou bravo, como devo chamá-lo? Hoje estou de ressaca, com dor de cabeça de tanto fazer conta, mas o professor simplificou para eu entender melhor. a)Se o pinhão-manso rende 4,0 t/ha (a maioria diz que é 6,0/t nos novos cultivos) e o preço médio de venda/compra é de R$ 350,00/t, a receita bruta auferida é de R$ 1.400,00/ha, o que significaria para a industria custo de R$ 0,58/kg de biodiesel produzido (R$ 1.400,00/2.400 kg ou 40% de rendimento de óleo). b) No caso da soja, com a produtividade informada de 2,4 t//ha (40 sc) e o preço médio de venda/compra de R$ 490,00/t (R$ 30,00/sc em média x 16,67), a receita bruta auferida seria de R$ 1.176,00/ha, o que significaria custo para a industria de R$ 2,72/kg de biodiesel produzido (R$ 1.176,00/432 kg ou 18% de rendimento de óleo). Caro professor esqueceu de subtrair o faturamento com o farelo de soja que no mínimo seria de R$840,00, com este faturamento acredito que melhora um pouco, acredito, não confirmo, pois as contas ficam para o professor fazer, só não esqueça de somar os gastos com o resíduo que por ventura a indústria venha ter com o seu manuseio já que ele é tóxico. No que se tange ao agricultor, aconselho os defensores plantarem e colherem com suas próprias mãos uma pequena área 2.500m2 e tirem suas conclusões. Como diz o ditado popular, pimenta nos olhos dos outros é refresco, sendo assim, agora vou preparar uma sopa de farelo de pinhão manso que de manso não tem nada e oferecer aos nossos defensores da tal planta. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 16
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| Ola amigos sou aqui da Paraiba e tenho uma fazenda toda plantada de mamonas e estou disposto a derrubar tudo este ano para plantar pinhao manso pois vejo um futuro certo para esta planta.Atualmente moro no exterior a 20 anos e vejo aqui fora o movimento de troca de petroleo para ethanol e biodiesel se movimentando muito rapido.Amigos estamos no caminho certo precisamos acreditar pois o Brasil conta com uma forte vantagem, clima e isso aqui fora e muito importante. vamos continuar porque nossa vez esta chegando. 17
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| Amigo Giberto. Você tem inteira razão, a mudança será rápida e benéfica. Pessoalmente, acredito muito mais no biodiesel, principalmente de pinhão-manso, do que no etanol. A U.E. pretende converter todos seus veiculos para o consumo de biodiesel e não para etanol ou outras fontes. Amigos Telmo e Carlos Alves, agradeço a referência, e acho vocês têm razão na maior parte, mas não se esqueçam que os produtores rurais vendem soja e não farelo e que as esmagadoras não remuneram-no pelo farelo. Quanto aos residuos tóxicos de pinhão, hoje, são re-aproveitados e re-incorporados ao solo como fertilizantes de bom nível (rico em potássio,, um fertilizante muito caro e importado). Acho que precisamos nos unir num bom projeto para pedirmos, HUMILDEMENTE, ao MAPA e a EMBRAPA a autorização para a liberação emergencial de pelo menos uns 4 conteineres de semente de pinhão-manso melhorado da Índia para testes, pois já estamos sendo ultrapassados por eles nesta corrida. No Brasil, não há sementes suficientes para tal desafio produtivo e gerador de empregos. 18
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| Olá amigos! Tenho um pouco de terra aqui no Rio Grande do Norte, e queria saber se seria bom investir em uma plantação de pinhão-manso, sem mesmo saber a quem vender o produto? José M. de Sousa zleican@yahoo.com.br 19
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| Venda para "eles" aí em Graramirim... fizeram tanta propaganda. É longe da sua Fazenda? 20
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| José M de Sousa, Não entendo, insistir nesta cultura, se existem tantas outras, aconselho pesquisar melhor, para depois não decepcionar e leia com atenção os comentários. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 21
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| Caro Prof. Cezar, defenda o que justo, se as esmagadoras não remunerassem o farelo, a soja nem era plantada. Aglicultores não precisam de trabalhos e sacrifícios, mas de renda. Aconselho, pesquise uma oleaginosa com maior rentabilidade e menos sacrifício. 22
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| Discordo do Prof Cezar, que acha que o MAPA deveria liberar a importação de sementes da India e África Pesquisadores da Universidade de Hockenheim-Alemanha com vasto conhecimento e pesquisas na Africa e India em visita ao Brasil informam categoricamente que nossas plantas são as "melhores do mundo".(melhor produtividade e melhor formação de galhos) Mas o que é mais importante, é que no BRASIL AINDA NÂO TEMOS VIROSES que atacam as plantas de Pinhão da India e África (para quem não conhece a praga peça informações p/ Drª Heloisa da EPAMIG). Eu mesmo fui "agraciado" com sementes destas procedencias, e imediatamente as enviei ao Prof. Lee da UFSCAR e Marco Drumond da EMBRAPA SEMI ÀRIDO. Para que correr riscos se eu TENHO A CERTEZA QUE NOSSAS PLANTAS SÂO AS MELHORES DO MUNDO. Esta certeza vem do fato que pesquisadores e investidores da Italia, Espanha, Holanda, Portugal e Argentina com muita bagagem de idas e vindas a India e Africa para investigar onde é melhor aplicar seus EUROS e DOLARES, ao visitar nossas lavouras tem confirmado as mesmas observações feitas pelos Alemães, ou seja nossas plantas são superiores. NB - após três anos de trabalho com Pinhão Manso, ainda não consegui achar uma variedade cujo latex queimasse a pele, no maximo tem manchado a roupa como as bananeiras. 23
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| Senhores, por que importar sementes se nem mesmo as nossas (e que são muitas) podem ser vendidas? Deixa o povo plantar. Em pouco tempo teremos sementes por todos os lados e com qualidade. Plantei em Fevereiro/2007 com todos os problemas de falta de chuva , atraso no plantio etc, já existe florada então porque segurar o plantio? O que necessitamos mesmo é trocar informações quanto ao preço praticado que venha a fornecer lucro para todos. Não podemos esquecer de alertar o agricultor das armadilhas existentes nos contratos rolando por ai. (nas exigencias de produção, no transporte, no desconto do produto por inumeros fatores (-grãos quebrados, impurezas, umidade, etc). Tem gente correndo com os contratos pensando no selo , mas com preço absurdamente baixo e grandes armadilhas. 24
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| Muito boa essa notícia de liberação do pinhão manso. O Brasil tem que investir e buscar novas cultivares aptas a produzir biodiesel, e o pinhão manso tem um futuro promissor com o seu rendimento de óleo. O futuro do Brasil vai ser o biodiesel, então devemos pesquisar e criar novas soluções de combustíveis alternativos, visando a conservação do meio ambiente. 25
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| Plante mesmo pinhão manso, quando tiverem com suas lavouras formadas e as sementes para serem comercializadas e não tendo para quem vender, vocês não têm opção nem para comer ou para tratar de animais. A indústrias são sábias divulgam uma cultura para que os agricultores fiquem em suas mãos, aí pagam o que querem. Eu já vi este filme, o exemplo são os plantadores de laranjas, que têm contratos, mas com prejuízos. Depois reclamam ou vendem para o PAPA, não é mesmo. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 26
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| Acredito que com a sinalização do governo de liberação os produtores de pinhão manso podem se tranquilizar. Com relação a garantia de compra é sempre bom acertar a venda antes de iniciar o plantio, no entanto para os próximos anos será muito mais fácil vender a produção de pinhão manso que a mamona por exemplo. As usinas de todo o Brasil estão loucas pela produção de jatropha, os motivos começam com a facilidade em se obter biodiesel de qualidade com esta oleaginosa.Sem falar que em um futuro muito próximo toda a produção de biodiesel jatropha ajudará na manutenção do selo social. Pergunte para uma usina qual a oleaginosa que ela quer comprar: mamona ou pinhão manso? 27
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| Excelentes as informações e contatos do Sr. José Torres - que parabenizo - , mas, penso que são mais situações de campos de pesquisa, pois conheço o pinhão a 50 anos e em diversos locais de alguns estados e a produtividade é muito baixa e a situação das lavouras é precária. Por outro lado, concordo que importar sementes só em último caso, pois é quase impossível, além de ser muito melhor ter a semente nacional mesmo sob o dominio de alguma multi mais afoita (dificilmente vão se interessar por um cultivo que só se renova a cada 40 ou 60 anos). Assim, mesmo sem estatísticas ou diagnósticos, penso que a oferta atual de sementes de qualidade pelos campos de reprodução e/ou de pesquisas, ou mesmo por vendedores com preços altíssimos, não atingiria nem 10% da atual demanda (ainda pequena). Também, acho ser muito temeroso iniciar um cultivo, que promete ser uma revolução das áreas mais carentes e semi-áridas, com sementes de baixa qualidade e com possível baixa produtividade. Será que estou errado ? ou quem sabe em algum estado ou local tem sementes em volume suficiente e de boa qualidade e perspectiva de produtividade adequada ? 28
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| Prof. Cézar,Acredito que realmente tiveram melhoramentos genéticos no pinhão manso, mas os grandes avanços que tiveram foram na correção do solo com calcários, adubos, matérias orgânicas e até irrigação. Assim não dá, não é? Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 29
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| Parabens ao Prof.Cezar, pois é a partir de colocação como a sua é que surgem as opiniões esclarecedoras para a maioria dos pequenos agricultores que estão a deriva dos acontecimentos. Não podemos dar guarida a pessoas que usam este precioso espaço para tecerem comentários" jocózos" sobre um assunto tão importante. 30
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| Muitos dos comentários acima até parecem de lobistas... do Pinhão... a dois meses mais ou menos, postei uma matéria na net sobre as pesquisas com o Crambe em estágio bastante avançado...38% de óleo, baixo custo de produção e devidamente registrado no MAPA... A Fundação MS acaba de registrar no RNC a cultivar "MS-Brilhante" totalmente legalizado e pronto para consumo...ih! acho que os lobistas do Pinhão, de plantão, não vão gostar desta noticia... mas informar a verdade sobre os fatos é meu trabalho diário. Parabéns ao site pela condução das discussões até agora. é gente, o CRAMBE vem ai!!!!! valoeschner@hotmail.com 31
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| Parece que toda a estória sobre o Pinhão Manso, proibição etc... foi "inventada" aí no Mato Grosso do Sul, com a finalidade de popularizá-lo. Falem mal mas falem de mim... Comparar com o cramabe, não tem nada a ver - Comprar cultivo anual com perene, qual é ? E, queno é que sairá a primeira semente de Macaúba ? E, a semente melhorada de babaçú ? anos... vai leva n anos. 32
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| Dr. Telmo, por favor, tenha calma e vamos enriquecer o discurso, pois parece que é a forma mais saudável e que pode beneficar a todos. Você é muito inteligente e bem informado, portanto, pode ser bem educado. Sem gozações e agressões, por favor. Amigo Valter Loeschner. Com tanto conhecimento, que tal o sr. nos brindar com um pequeno estudo comparativo entre os possíveis resultados negociais em 10 anos entre o cambre e o pinhaõ-manso e suas possíveis restrições de solo, de clima etc.. Estou querendo também ser um apologista do crambe, só que não o conheço,e não posso fazer lobby do que não conheço ou confio. E vem a primeira pergunta, ele beneficia, realmente, a agricultura familiar e as regiões mais pobres e áridas. E isto sem demagogia, sem terras, invasões, mão-de-obra escrava etc... 33
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| Até que em fim, vamos falar na rainha dos óleos vegetais? Ou vai ficar só na menção? Quem será que vai começar os comentários sobre a macaúba? Estou aguardando e saboreando sorvete desta magnífica fruta. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 34
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| Eu acho que a grande diferença está aqui: O Pinhão Manso é planta perene. Mesmo que você não queira ele vai durar 50 anos, isentos daqueles exorbitantes gastos para o preparo do solo (tratores, adubos, calcáreo, combates às pragas e etc.). Penso que o maior problema será com relação à colheita, porque a mesma não ocorre só numa época ( 7 meses) e, lidar com peão, muito peão, tem que ter carótidas boas no coração !! José Sant´Ana 35
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| José Sant´Ana Filho, você que esta defendo o pinhão manso deveria ler um pouco sobre a macaúba, talvez mudaria de idéia. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 36
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| O rendimento das palmeiras é muito superior ao dos grãos. O babaçu rende 1.600 quilos por hectare, a macaúba, 4.000 quilos e o dendê, 5.900 quilos. O pequi, fruto originário do cerrado brasileiro, rende 3.200 quilos de óleo por hectare. Procurem orientação com a Embrapa, a macaúba cresce até 20 metros e tem espinho. Quanto tempo demora para iniciar a produção? A Embrapa esta pesquisando uma especie do Nordeste que é mais baixa e com menos espinhos. Para o imediato e quem tem equipamento o Crambe , a canola tambem é uma alternativa, Antes veja com a Embrapa pois tem vários inconvenientes. O Crambe irá receber o CNR antes do pinhão (isso confirma o escrito neste site por alguem ) Quando o interesse é para os grandes tudo fica mais facil. O pinhão realmente tem que ser melhorado e muito mas acho que o Pinhão atende mais itens de produção do que todos os outros e não concorre com o alimento. Vou plantar 2 has de Macauba assim que a embrapa liberar sementes melhorada, mas não para o biodiesel. Acho que é usar um material nobre para produzir oleo para queimar. 37
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| Parabéns aos debatedores pelos conhecimentos aqui apresentados. Todos com grande preocupação sobre o biodieesel, cada um de sua forma, com seu discurso e conhecimento. Uns pensando de forma global no programa e outros no pequeno produtor. Todas preocupações de alta relevacia para o sucesso da área. Espero uma posição oficial sobre o assunto, pinhão !!! manso ou não? Plantar ou não Plantar. Tenho esta preocupação pr aqui no município uma empresa em conjunto com a prefeitura está implantando um programa de plantio do pinhão manso para a agricultura familiar e eu estou acompanhando, com um pé na frente e outro atrás, pois vejo opiniõe diversas contra e afavor da cultura. o que fazer????? Plantar ou não plantar?? Muitas dúvidas???????!!!!! 38
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| nestes locais que não tem nome e nem localização é melhor nem plantar. Local incerto e não sabido gera muitas dúvidas, entre as quais estas, o que fazer ? Plantar ou não plantar ? Att, telmo heinen @yahoo.com.br Formosa (GO) 39
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