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Biodiesel

Pesquisadora do Inpa fala sobre produção de biocombustível


. - 08 jan 2008 - 12:52 - Última atualização em: 09 nov 2011 - 19:23

Criar um modelo competitivo de matriz energética limpa, com a produção em escala de biocombustível, é um dos grandes desafios da Amazônia nesse início de século XXI, impulsionado por um crescente “mercado verde” que pode mudar a forma de consumo. Pesquisadores sediados em instituições locais começam a indicar caminhos para se chegar a modelos verdadeiramente competitivos, a partir do aproveitamento de biomassa, como a de palmeiras da Amazônia.

Porém, o novo paradigma exige mais que o uso racional dos recursos naturais. A própria palmeira, por exemplo, serviria à fabricação de subprodutos na alimentação humana e de animais de corte, no artesanato, em paisagismo, na medicina, e nas construções rurais. Medidas como essas seriam importantes para superar os entraves na produção e consumo de derivados da palmeira, como o isolamento hidrográfico que dificulta o escoamento da produção, por exemplo.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, discutiu a produção de biocombustível na Amazônia com a pesquisadora Ires Paula de Andrade Miranda, doutora em Ciências Biológicas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT)/Museu Nacional de História Natural de Paris. Ela coordenar os trabalhos do Laboratório de Estudos em Palmeiras (Labpalm/Inpa) e trabalha há mais de dez anos com palmeiras da Amazônia.


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