Novos potenciais energéticos a partir do babaçu |
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| terça, 08 julho 2008 . Ascom/UFMA | |||||
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O coco babaçu, fruto típico da região amazônica brasileira, vem recebendo especial atenção de pesquisadores da UFMA para a produção de bioenergia. Pesquisas acerca da utilidade da amêndoa comprovam o seu bom desempenho na produção de biodiesel, porém nenhum tipo de estudo havia sido feito em relação ao restante do coco, correspondente ao epicarpo (celulose) e metacarpo (amido) do fruto. Nos últimos quatro meses, entretanto, o Grupo de Combustíveis Alternativos da Universidade vem estudando a produção de bioetanol (etanol produzido a partir de biomassa) a partir da parte do babaçu que é descartada ou transformada em farinha pelas quebradeiras de coco. O estudo, que tem parceria da Embrapa, tem por objetivo o aproveitamento total do fruto, afim de não gerar resíduos no fim da produção e disponibilizar melhores condições rentáveis para as quebradeiras de coco do interior do Maranhão. O projeto está ainda em sua etapa inicial, em que é desenvolvida a rota de produção a ser utilizada. Nesta fase, os pesquisadores buscam as melhores alternativas para a retirada da lignina presente no epicarpo a qual confere rigidez à celulose, impedindo a sua hidrólise química. Textos Relacionados:
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Telmo Heinen
disse:
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| Que foi que estabeleceu isto ? O babaçú é típico da Bacia dos Rios Araguaia, Tocantins e Parnaiba, todos eles iniciam na região do Cerrado. Como sempre, a imprensa mais desinforma do que esclarece. O maior problema do babaçú é que os trabalhadores que o exploram precisam pagar altas porcentagens de "renda" aos proprietários das terras onde tem o bababçú. Lamentável. Atualmente a coisa mais fácil para se fazer com o côco de babaçú é carvão vegetal para uso siderúrgico - sem a extração do óleo, cujo trabalho quase não compensa. É executado atualmente mas se forem aplicados os encargos sociais regulares e não exploração de trabalho infantil, trabalho escravo etc... ficam inviável econômicamente. Att, telmo heinen @yahoo.com.br 1
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| Parcialmente o Sr. Telmo tem razão, entretanto, seria prudente lembrar que mais de 300 mil familias nas regiões de maior incidencia da palmácea (Tocantins, Maranão Pará...), vivem da atividade de extração de castanha de babaçu e do residuo pruzem carvão vegetal. Sendo assim, produzir carvao do coco inteiro, se nos parece um contra senso sócio economico, a menos que os produtores de carvão paguem aos catadores de coco um preço justo para que possam assim continuar praticando a sua tradição e sobrevivendo. 2
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