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Mundo já discute efeitos de 'vício' em biocombustíveis

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segunda, 24 março 2008 . Valor Econômico   
Participe da Conferência BiodieselBR 2008
A economia mundial está com um novo vício energético: os biocombustíveis.

Combustíveis feitos a partir de alguma planta, como o álcool e o biodiesel, estão silenciosamente tornando-se um componente crucial da oferta mundial, apesar de preocupações cada vez maiores quanto a seu impacto sobre o ambiente e os preços dos alimentos.

A produção de biocombustíveis cresce rapidamente, enquanto a de outras fontes não consegue acompanhar a demanda. Em conseqüência, os biocombustíveis preenchem uma porção maior do que muitos analistas previam na lacuna da oferta mundial de combustíveis. Por causa disso, o debate sobre os biocombustíveis vai provavelmente migrar da discussão sobre se são bons ou ruins para a questão mais difícil de como assegurar que sua produção continue crescendo - sem provocar estragos econômicos e ambientais.

A produção mundial de biocombustíveis cresce anualmente o equivalente a cerca de 300 mil barris por dia. Isso ajuda a atender à crescente demanda por petróleo, que no ano passado cresceu em cerca de 900 mil barris por dia.

Sem os biocombustíveis, os preços do petróleo seriam ainda mais altos. O estrategista de commodities da Merrill Lynch, Francisco Blanch, calcula que a diferença seria de uns 15%. Ou seja, o petróleo estaria a mais de US$ 115 por barril, em vez dos atuais US$ 102.

Os biocombustíveis estão tendo "um papel crucial" em saciar a demanda mundial, diz Fatih Birol, economista-chefe da Agência Internacional de Energia, que tem sede em Paris. Sem eles, "seria muito mais difícil equilibrar os mercados mundiais de petróleo", diz.
Produção de biocombustíveis
As implicações são enormes. Depois de um surto inicial de entusiasmo em 2005 e 2006, ambientalistas e alguns economistas agora culpam os biocombustíveis por uma série de problemas mundiais. Entre eles está uma forte alta dos produtos agrícolas usados para produzi-los, o que provocou um aumento na inflação mundial e protestos de países pobres.

Muitos ambientalistas acreditam agora que os biocombustíveis contribuem substancialmente para os gases do efeito estufa - os responsáveis pelo aquecimento global -, em vez de reduzi-los, como se acreditava anteriormente, em parte porque os agricultores desmatam para o plantio. Cientistas dizem que o desflorestamento causa uma grande e rápida descarga de dióxido de carbono na atmosfera, quando a vida natural existente é destruída.

Agências internacionais, como a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, conclamaram os governos a lidar com os problemas causados pelos biocombustíveis, e alguns países começaram a repensar seu apoio a eles. Mas cortá-los não será fácil. Assim como os países continuam a utilizar bastante carvão, apesar do alto custo ambiental, os consumidores dos países ricos parecem querer que se faça qualquer coisa para garantir que haja combustível suficiente para seus carros.

À medida que o consumo mundial de combustíveis aumenta, "haverá pressão para que se continue a contar com essas fontes independentemente" de seus impactos negativos, diz Jeff Brown, um economista em Cingapura da consultoria Facts Global Energy Group. "A única outra escolha são preços mais altos [do petróleo]."

É possível que sejam desenvolvidos novos biocombustíveis, que criem menos problemas. Na Índia e na África, os agricultores estão expandindo a produção da jatrofa, uma erva não-comestível que cresce em terra infértil e requer relativamente pouca água. Também há crescente interesse no miscanthus, uma gramínia perene que cresce na Grã-Bretanha e em alguns outros lugares e pode ser usada para gerar energia sem que se aumente o custo das culturas necessárias ao consumo humano.

Ainda assim, a maioria dos agricultores prefere cultivar plantas para biocombustíveis com as quais estão familiarizados, como a cana ou o milho. E a maioria dos biocombustíveis de "segunda geração" está emergindo mais lentamente do que era a esperança de muitos analistas, o que significa que podem ser necessários vários anos antes que sejam viáveis em grande escala, se vierem a ser.

Também é possível que biocombustíveis de "primeira geração", como o biodiesel derivado do óleo de palma, enfrentem obstáculos que tornem difícil o aumento de sua produção. O custo de matérias-primas como o óleo de palma disparou no último ano, reduzindo os lucros dos produtores e forçando alguns a deixar refinarias ociosas ou a cancelar a construção de novas. Também não está claro se há terra ou água suficientes para que se continue a aumentar a produção de biocombustíveis no atual ritmo.

Mas uma desaceleração na produção de biocombustíveis só deixaria os mercados mundiais de combustíveis mais apertados - e ressaltaria a dependência do mundo, especialmente quando os produtores de petróleo têm dificuldade para elevar sua oferta.

Este mês, a Exxon informou que planeja aumentar os investimentos de capital em vários bilhões de dólares em 2008, para cerca de US$ 25 bilhões, e mesmo assim os níveis de produção devem ficar mais ou mesmo nos patamares atuais. Blanch, da Merrill Lynch, diz esperar que o petróleo novo de produtores fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo fique em meros 300 mil barris por dia em 2011 - mais ou menos o equivalente ao atual aumento anual da produção de biocombustíveis.

A produção da Opep é mais difícil de prever, em parte por causa das forças políticas que moldam as decisões do cartel. No ano passado, contudo, a produção do grupo, incluindo as dos novos membros Angola e Equador, caiu em cerca de 400 mil barris diários, segundo a AIE. A Opep decidiu recentemente manter a produção em seus níveis atuais, apesar de o petróleo estar acima dos US$ 100 por barril.

Tudo isso diz uma coisa: com tantos desafios à frente para o aumento da oferta de petróleo, o mundo terá de se habituar à idéia de depender dos biocombustíveis - ou encontrar alternativa, numa época em que não há muitas.

Patrick Barta
The Wall Street Journal

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Revista BiodieselBR
Comentarios (12)add comment

Telmo Heinen disse:

  É impressionnte com "eles" nos empurram suas afirmativas goela abaixo...
Preço "spot" do petróleo não tem tanta importância assim. Mais de 90% do petróleo comercializdo no mundo, tem preços regidos por contratos de lonngo prazo, cujo patamar está sendo elevado dos atuais 40 a 45 dólares por barril (159 litros) para algo em torno de 60 dólares e, considerando-se que o dólar desvalorizou-se em torno de 25 a 30 % neste período, a repercussão foi limitada.

Tem "poetas" demais falando sobre estes assuntos!

O petróleo N U N C A vai acabar pela simples razão que vai falter pessoa humana VIVA para tocar fogo no último pingo ... de tão poluido estará o mundo e pela falta de oxigenio (diminuição de 21 % para 18% no ar, quem aguentará ?) É que nem todos estaram acima de 5.000 m de altiitude...

Outra gafe é comparar barril de biocombustivel com barril de petróleo. No biocombustivel eu tenho 159 litros de combustivel purinho, pronto para uso. No Petróleo eu tenho 159 litros de um troço preto, mal cheiroso, fedorento, que depois de refinado não dá nem 100 litros de combustivel útil!

E por ultimo, o "futuro" dos óleos combustiveis é serem produzidos por culturas perenes. A mamona deve ficar para biolubrificantes e os óleos de culturas anuais para alimentação. Demais, para biocombustiveis.

Att, Telmo.




1

24.03.2008 - 16:25

Ananias Baracuhy disse:

  Um artigo deste é escrito por um lobby em agonia,definitivamente a curva ascendente de produção de petróleo chegou ao fim,por enquanto o biocombustível é alternativa,os lobbistas de petróleo ficam tendo alucinações e ficam escrevendo artigos deste teor...
Se pode muito bem fazer as duas agriculturas,a fome existe e sempre existiu por falta de quem pague o preço dos alimentos,quando tem comprador,tem alimento para vender...
Atualmente a China e a Índia estão fazendo uma inclusão social enorme e estão precisando de produzir e comprar alimentos e existe oferta para tanto.A China e a Índia produzem a metade de arroz que se produz no mundo,são 320 000 000 de ton.,nós apenas produzimos 12 000 000 de ton.Uma conta dessa dá para se ter uma idéia do que podemos produzir pois esses dois países juntos têm áreas agricultáveis menores do qua a brasileira...e ainda habitam quase a metade da população da terra.
2

24.03.2008 - 18:24

Nelson Neves Filho disse:

  Só complementando o que o Sr. Telmo falou, quando no texto o autor cita "Também não está claro se há terra ou água suficientes para que se continue a aumentar a produção de biocombustíveis no atual ritmo.", é claro que ele não conhece nada sobre o Brasil, alguns países da américa central, da ásia e tantos outros lugares que existem no mundo para tal produção, ou ele está interessado em soluções não republicanas.
3

25.03.2008 - 15:52

Richard Fontana disse:

  Querer alternativas que sejam possível renovar, olhar para mundo e procurar verificar uma condição melhor de vida aos nossos filhos, netos e bisnetos, agora transformou-se em "vício"?

Mais me parece o estertor de morte de alguém procurando ainda defender o indefensável uso contínuo e crescente do petróleo e seus derivados como combustível no mundo.

Vale para este tipo de pessoa, o que o então Imperador de Roma, Caius Julius Cesar expressou ao se definir que suas legiões de guerreiros deveriam então crusar o Rio Rubicão, que separava o império romano dos terriveis guerreiros gauleses: "ALEA JACTA EST", ou seja, "A sorte está lançada".

Londrina, 25 de Março de 2008 - 17:41 horas.

Richard Fontana
Diretor de Tecnologia
AustenBio Tecnologia em Biodiesel
Fone (43) 3337 7004
fontana@austenbio.com.br

4

25.03.2008 - 17:43

LEOPOLDO HEITOR PAIM disse:

  RESPOSTAS AOS IGNORANTES EM OLEAGINOSAS...

PRIMEIRO:
A ÁGUA DO BRASIL É INFINITA...
EXISTEM DEZENAS DE AQUIFEROS EM NOSSO PAÍS, PODEM SEREM CONTAMINADOS... MAIS NÃO SECOS NOS PROXIMOS 1000 ANOS....

SEGUNDO:

BIODIESEL PARA SER LUCRATIVO, TER CUSTO BAIXO, DAR TRABALHO AO HOMEM DO CAMPO ETC...
SERÁ DE OLAEGINOSAS DE PRODUÇÃO PERENE...
EM ESPECIAL UMA RECEM APROVADA PELO MAPA...

TERCEIRO:

EXISTE PLANTIO EM CONSORCIO...
ENTÃO NÃO VENHAM FALAR EM PLANTAR . A B C D OU E ....
POIS PODEM SER PLANTADOS SIM AO MESMO TEMPO....
EM RESUMO AOS IGNORANTES...
POR FAVOR .... ESCUTEM , LEIAM E SE APROFUNDEM EM RELAÇÃO A O PROPOSTO... POR FAVORRRRRRRRRR....... ANTES DE ESCREVEREM ASNEIRAS....

LEOPOLDO HEITOR PAIM
ENG. FLORESTAL



5

25.03.2008 - 19:06

Josè Marcos disse:

  Se voce e tao inteligente ao ponto de saber disso tudo, porque nao vai a Amazonia amenizar os problemas que la estao acontecendo. Segundo dados divulgados pelo Inpe, voce deve saber o que é, em 23 de janeiro, foram desmatados cerca de 7.000 km ( quadrados), da floresta amazônica brasileira nos ultimos cinco meses de 2007. A culturas de soja e cana-de-açucar teriam papael importante,porem indireto no desmatamento,ao ocuparem áreas de pasto e empurrarem a pecuaria para Amazônia.
TODOS OS BIOCOMBUSTIVEL QUE ULTIZAMOS ATUALMENTE PROMOVEM UMA DESTRUIÇAO DA NATUREZA,DIRETA OU INDIRETAMENTE.
A agricultura mundial já produz alimentos para seis bilhoes de seres humanos e aumentar a produçao de biocombustiveis forçara a antecipaçao do desmatamento de superficies naturais para plantaçoes.
Vi em algum lugar alguem que escreveu que , algum dia nos seremos chamados para votar em: acabar com a floresta para produzir biodiesel ou continuar poluindo com o combustivel fossil, tenho certeza ilustre ENGENHEIRO FLORESTAL que voce assinaram para destruir a floresta, pois segundo voce nossos manaciais sao infinitos.

Sou apenas um estudante de 8ª serie que mal sei escrever, mas aprend que educaçao vem de berço e nao se parende em escola,para vc tao instruindo dveria pelo menos respeitar a opinaio dos outros e faça o seu comentario sem querrer menosprezar os outros, quanto a mim sou burro mesmo ,fale o que quiser.
6

26.03.2008 - 23:14

BONFIM EX- GERENTE DA CRATEÚS ALGODOEIRA S/A - CRATEÚS-CE. disse:

  BONFIM CRATEÚS,DISSE,2008 esse é o ano do biodiesel em CRATEÚS-CEARÁ,mesmo diante do cenário pouco animador,o estado do Ceará,quer garantir sua maior safra no mercado do biodiesel e para isso já definiu estabelecer metas ambiciosas para 2008,o objetivo é atingir uma colheita de 50.000 toneladas de
mamona,girassol,pinhão manso e ampliar em quase 10 vezes a área plantada com a oleaginosa,principalmente
na cidade de CRATEÚS-CE,segundo João José Rodrigues Bonfim- BONFIM CRATEÚS,as chuvas em fevereiro e
março de 2008,aumentaram muito para isso as plantas se desenvolveram muito e ai a produtividade aumenta
ram muito,para isso as plantas se desenvolveram muito e ai a produtividade aumenta,outra ações do Governo
Estadual,conforme BONFIM,o governo está fornecendo gratuitamente aos produtores as sementes e o calcário para correção do solo 75% de subsidio.assim com a assistência técnica,através de parceria com a ema
terce local,Federação dos trabalhadores na agricultura no Ceará e FETRAECE,PETROBRÁS E Brasil Ecodiesel,
BONFIM lembra que os agricultores familiares recebem ainda um incentivo de R$.200,00 P/hectare,plantando
mamona e girassol até o limite de 03 hectares R$.600,00 essa produção será direcionada para a usina de Biodiesel da BRASIL ECODIESEL em CRATEÚS-CE,O Governo espera que seja colhido mais de 70.000 toneladas entre Girassol,pinhão manso e mamona em todo Ceará.
BONFIM CRATEÚS
CRATEÚS - CE.
7

27.03.2008 - 18:30

Telmo Heinen disse:

  Prezados cearenses, aproveitem ao máximo a "enchente" que acontece uma vez a cada dez anos...
Assim, o chão é capaz de ficar molhado por uns dois anos e quem sabe, dá mamona pelo menos em um deles...

... se plantar, é claro!
8

27.03.2008 - 21:56

Roberto Feltrin disse:

  Seu LEOPOLDO HEITOR PAIM, acredito que vc nunca plantou um pé de soja e não sabe o que fala.
9

28.03.2008 - 13:34

BONFIM disse:

  BONFIM CRATEÚS,DIZ TELMO HEINEN CUIDADO COM O QUE FALA,OLHA OS CASTIGO DE DEÚS,NÃO SE GLORIA MUITO DA TUA FORMOSA - GOIÁS,EM MEADOS DE 1977,CONHECIA ESSA FORMOSA DESABITADA
DESCONHECIDA DO MAPA,SÓ TINHA ESTRADA DE BARRO,VIAJEI MUITO DE BRASILIA A BARREIRAS - BAHIA,ENTÃO QUERO TE DIZER QUE O CEARÁ SÉMPRE CHOVE E SEMPRE TIVEMOS UMA BOA AGRICULTURA
ESTÁ VENDO O RIO GRANDE DO SUL,SÉM CHOVER OS AGRICULTORES,PERDENDO TODA LAVOURAS,SABES
O QUE É ISSO É ORGULHO,CUIDADO,CUIDADO,O TEU PROBLEMA É SABE O QUÊ É QUE TEU GOIAS NÃO DÁ PARA
PLANTAR,MAMONA,DENDÊ E PINHÃO MANSO,SÓ DÁ PARA SOJA E SOJA TÉM O MENOR TEORES QUE É DE
18 A 20% E NÃO DÁ MAMONA E PINHÃO E DENDÊ QUE É ENTRE 30 A 50% DE TEORES,E VEJA O ÓLEO DA
MAMONA É TREIS VEZES MAIOR QUE A SOJA E A PRODUTIVIDADE DE MAMONA É PRINCIPAL REGIÃO PRODUTORA É O CEARÁ,BAHIA E O RESTANTE DO NORDESTE,TELMO CAIA NA REAL,PENSA EM OUTRA COISA O BIODIESEL NÃO DÁ PRÁ IR NÃO
BONFIM CRATEÚS
CRATEÚS - CE.
10

28.03.2008 - 19:01

LEOPOLDO HEITOR PAIM disse:

  SR. ROBERTO FELTRIN.

REALMENTE NUNCA PLANTEI UM PÉ DE SOJA, NO ENTANTO ADMINISTRO UM REFLORESTAMENTO DE 37000 HECTARES NO SUL DO PAÍS; COMPOSTA DE PINUS, EUCALIPTO, ACAÇIA NEGRA E ARAUCÁRIA.
NÃO ENTENDI SEU QUESTIONAMENTO, ATÉ POR QUE MINHA COLOCAÇÃO NÃO SE REFERE A PLANTIO DE " SOJA "
O QUE TENTEI PASSAR E VOU FALAR AQUI CLARAMENTE É :

O JATROPHA CURCAS, POPULAR PINHÃO MANSO PODE, DEVE E SERÁ PLANTADO POR CONHECEDORES DO ASSUNTO EM CONSORCIO COM OUTROS CULTIVOS OU COM CRIAÇÃO DE ANIMAIS DE CORTE E LEITE....
APENAS ISSO!
OBRIGADO
OBS: ANTES DE INDAGAR ALGUEM SE INFORME SOBRE O ASSUNTO E SAIBA VER AS COISAS DE VARIOS ANGULOS OK
UM OTIMO DIA SR. ROBERTO.
11

4.04.2008 - 06:46

francisca disse:

  no meu ponto de vista, eu acredito muito que a jatropha curcas popular ,pinhão manso é uma boa auternativa para a produção de bioconbustiveis e ao mesmo tempo para produção de alimentos e, que não agride tanto o meu ambiente já que pode ser consorciada com as culturas que o agricultor tem costume de trabalhar como o arroz, milho...e esse procedimnto já é uma realidade no municipio de Novo Repartimento-Pará.
12

6.05.2008 - 09:54

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