Mini-usina de biodiesel: UNB e Embrapa |
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| quarta, 19 abril 2006 . . | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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No Brasil, além da produção do álcool, o país vem investindo no biodiesel. Ainda não se fala em produção em escala industrial, mas pesquisadores da Universidade de Brasília montaram uma miniusina. Nesses tempos de disparada dos preços do petróleo e de crise entre países produtores e consumidores, mais do que nunca o mundo discute fontes alternativas de energia. Uma casinha onde se produz ouro verde tão cobiçado pelo mercado de energia. Esta é uma proposta desenvolvida pela Universidade de Brasília e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para gerar biodiesel a partir de óleos vegetais, sem utilizar álcool e a um custo mais baixo. A seguir fotos da mini-usina, detalhes do projeto, capacidade de produção, custos da unidade de craqueamento e extração e mais detalhes ... O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e seja assinante. Já é assinante? identifique-se no alto desta página.
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Luiz Antnio Sandes Vieira :
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Projeto e Custos da Usina de Biodieisel Senhores, Peço-lhes informaçõe sobre o projeto de biodiesel, sem álcool deenvolvido pela UNB/Embrapa, pois pretendo instalar uma mini usina em uma propriendade rural, para produzir o óleo a partir da mamona. Cordialmente, Luiz Antõnio e-mail- luizsandes@uol.com.br |
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"Jeringona" da Unb/Embrapa - R$ 55 mil Prezado Luiz Antônio, nenhuma empresa ainda se habilitou para fabricar a jeringonça da UnB/Embrapa - Lá, gastaram R$ 55 mil, sem computar a mão de obra. O problema é o custo da energia do processo... Abs, telmoheinen@yahoo.com.br |
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Enderêços? Nesta Página tem muitos Incrível! Para ninguém chamar a sua atenção para abrir os olhos, basta mantê-los abertos... Quer mais enderêços do que aparecem neste site? Procure no Google - http://www.google.com.br e escreva lá "Fabricantes+Máquinas+Biodiesel" assim mesmo, entre apóstrofos e com sinal de + entre as palavras... e verá o "monte" de resultados que aparece...! abs, telmoheinen@yahoo.com.br |
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Pq invivel? Gostaria que se possível me enviassem tal material para poder analisar, pois ainda tenho esperança q este seja viável mas por enquanto ñ sei nada...andrealmeida@ibest.com.br |
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Custo de energia Eu gostaria de saber qual é a fonte de energia utilizada na mini-usina e qual o consumo médio, se alguém souber, por favor, meu e-mail é gabriel.riva@hotmail.com |
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Ineficiente! A máquina em questão, possui um tanque em inox, de 35 litros para armazenamento, como uma panela de pressão, se utilizarmos, GLP, são necessários praticamente 13 Kg, para craquear este volume, sobrando ao em torno de 2 litros, de uma "coisa preta", sem função (por enquanto). Desta forma, os 33 litros saem por mais ou menos R$ 30,00 mais o custo do produto, "mas" se o calor necessário puder ser utilizado de algum material de descarte, então será viável. carloagj@hotmail.com |
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Máquinas para produção de biodiesel Boa tarde; Senhores; Sou Carlos, sou do estado do Maranhão onde temos uma grande concentração do coco babacú e fiquei pensando muitos e muitos dias na possibvilidade da produção do biocombustiveis do coco babacú e por sua vez gostaria de adquirir uma máquina para produção do mesmo atravéz do babaçú, como poderia adquirir endereços, telefones, e-mails ou site das empresas fabricantes de máquinas para produção do biodiesel. Desde já agradeço. Caarlos Batalha. |
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Engodo de Informações Aproximadamente nove meses vi um comercial na televisao sobre a usina de craquearmento de biodisel da UnB assisti achei fantastico e fui tentar localizar a onde comprar a dita cuja tentei atraves desta coisa moderna que é o tal do mail nao tive sussesso tentei atraves de telefone fazendo varios interubanos continuei sem sussesso entao eu gostaria de pedir aos senhores mestrados aos intelectuais que quando colocasse um produto nos veiculos de informaçao que tivesse a conciencia que nen sempre estariam comunicando so com intelectuais que tem muita gente que so sabe trabalhar e quando tiver a imformaçao tem que ser precisa pois so pode viver de hipotese quem e assalariado por alguem porque quando nao e tem que ser pratico e aconselharia essa dignissima unb colocar informaçoes quando tiver condiçpes de se responsabilizar por ela agradecido fica aqui o meu apelo quando nao tiver informaçao completa nao informe porque trouxa como eu tenho certesa que nao sou o unico obrigado |
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Mini-Usina da UNB Craqueamento é um processo caro para obter biodiesel. Vai custar R$ 4,00 por litro - Compensa? Só compensa nos locais onde o óleo diesel custa mais do que R$ 4,00/litro - elementar! Ah! não é R$ 4,00 ? Então, quanto é que é hein? Por isto o H-Bio é o melhor jeito (ainda) de adicionar óleo vegetal ao óleo diesel. Não deixa vestígios. O óleo diesel sai todo igual independentemente de se usar óleo de amendoim, de mamona, de soja etc... ao passo que o biodiesel da transesterficação, não. O que poderá acontecer com um Caminhão de fazer fretes que sai do R$ e viaje até o Pará ? No meio do caminho poderá encontrar biodiesel de uns 4 ou 5 tipos de óleo vegetal.... e daí? Que características precisará para continuar tecnicamente em bom estado? Não existe fabricação industrial desta Mini-Usina da UNB. Lá custou R$ 65.000,00 de material. Eles mesmos fizeram. Comercialmente teria que ter lucro, pagamento da mão-de-obra e impostos. Na UnB a Mao-de-obra é pública, não contabilizada nos 65 mil. Tudo chute meu. Acredite se quiser! |
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Fera em biocombustivel Se a acroleína (substância que dá o cheiro de fritura) fosse cancerígena, teriam que ser fechadas todas as pastelarias, restaurantes, cozinhas, etc, etc... Além do mais a tecnologia dos oxi-catalisadores queima 95% destes gases... Pois nenhum caminhão, ônibus, etc tem estes catalisadores nos tubos de descarga... E te garanto que as emissões do porcotróleo são bem piores... Em todos os aspectos. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br |
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Discussão curiosa essa sobre biocombustível Por que acho isso tão curioso? Porque vi a algum tempo que uma aldeia muito pobre da áfrica de nome Bougainville conseguiu sobreviver no meio do nada apenas produzindo diesel de coco e com os “equipamentos” disponíveis que não eram mais que velhos artefatos de guerra, restos de carros, etc. O que há de errado em nossas discussões e projetos? Pelo documentário que vi, pareceu-me bem simples a tecnologia usada por aquelas pessoas muito pobres e abandonadas no meio do nada. Se eles puderam, por que nós não?????? |
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