Mercedes-Benz apresenta teste com B100 e resultados são animadores |
|
|
| segunda, 22 outubro 2007 . . | |||||
|
A marca é a primeira do Brasil a apresentar os resultados de testes com
o B100, e estes foram considerados extremamente satisfatórios. O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e seja assinante. Já é assinante? identifique-se no alto desta página.
![]() Comentarios (2)
![]()
Richard Fontana
disse:
|
|||||
| O que sucede com os testes da Mercedes Benz, é somente o princípio. Quem acompanhar estes testes, irá se surpreender, e muito. Cerca de 25 anos atrás, efetuamos testes similares com dois veículos de marcas diferenciadas: Mercedes Benz e Scania Vabis, e estes veículos e mais um trator trafegaram o equivalente a cerca de 800 mil quilometros. Outros dois veículos idênticos trafegaram também com o óleo diesel de origem fóssil, tudo para efeito de comparações. Infelizmente não possuímos mais em mãos estes dados, pois nos foi retidado das mãos em início do ano de 1985. Me lembro bem que concluímos então, após a análise dos resultados: 1. Economia mediana com a mesma quantidade de carga transportada de cerca de 20% para o biodiesel; 2. O óleo lubrificante dos motores que consumiram biodiesel, não se oxidava e assim sendo, a troca seria apenas por motivos de segurança.O biodiesel não contém praticamente enxofre e assim sendo a sua combustão não gera residuais sulfurados; 3. A vida útil estimativa dos motores consumindo biodiesel B100, em princípio e na pior das hipóteses iriam duplicar. O biodiesel é um lubrificante natural e o sistema de injeção bem ajustado, não produz praticamente fuligem e assim sendo a abrasividade de gases e produção de sólidos em suspensão é muito menor; 4. Ambiental: aqui nem se precisa falar. Os motores que consumiam biodiesel, se podia perfeitamente ficar com o nariz em seu regime de escapamento de gases, e o que se sentia era apenas "fome", pois o cheiro era de batatinhas fritas. Ao colocar o nariz nas mesmas condições nos motores que consumiam diesel ...... Auguro que a Mercedez Benz se aprofunde nestes testes, e exponham e publiquem os resultados. Auguro ainda que as outras empresas, incluso aquelas que somente produzem os motores de ciclo diesel, também o façam. Utilizar B2, B5 ou até mesmo o B100 é uma questão de oportunidade, de disponibilidade e de condições econômicas. Londrina, 24 de Outubro de 2007 - 08:42 horas. Richard Fontana Diretor de Tecnologia / Coordenador de Projetos fontana@austenbio.com.br Fone (43) 3337 7004 1
|
| O Richard Fontana tem razão, necessitamos mais estudos, pesquisas e testes sobre emissão de poluentes e desempenho de motores ciclo diesel, máquinas e equipamentos agricolas, grupos geradores de eletricidade, usando o biodiesel (B100, B2, B5, B15, B20, B30, B50). Não devemos ter medo de distribuidores de petroleo e nem da OPEP, vamos prá frente que atrás vem gente querendo vencer, "OS ÚLTIMOS SERÃO OS ÚLTIMOS", está na hora dos grandes fabricantes de motores do ciclo diesel no Brasil, se educarem e conscientizarem sobre a questão. 2
|