Legisladores internacionais não chegam a consenso sobre biocombustíveis |
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| quinta, 21 fevereiro 2008 . Agência Brasil | |||
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Uma recomendação sobre produção sustentável de biocombustíveis deverá fazer parte do documento que legisladores de países do G8 e mais cinco economias emergentes, entre elas o Brasil, estão discutindo em Brasília e levarão à próxima reunião das maiores economias globais, em julho. No entanto, um impasse entre os negociadores atrasou um consenso sobre o assunto no primeiro dia do evento, promovido pela Globe - Organização Mundial de Legisladores para um Ambiente Equilibrado. Apesar do acordo sobre alguns pontos do rascunho da proposta, como a criação de certificações “críveis e independentes” para o comércio internacional de biocombustíveis e a necessidade de investimentos em pesquisa e desenvolvimento, representantes da União Européia, China, Índia, Japão e África do Sul apontaram divergências. Um dos parlamentares da delegação alemã reclamou hoje (20) da ausência de posições contrárias ao biodiesel no painel sobre o tema, alguma organização não-governamental brasileira ou latino-americana, por exemplo. O debate foi conduzido pelo deputado Antonio Palocci (PT-SP), com apresentações da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Petrobras e da União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica). “O Brasil pode até não ter problemas com a questão das florestas [para produzir biocombustíveis], mas outros países podem ter e não devemos construir um documento baseado apenas na realidade brasileira”, disse. Ele citou a Indonésia, onde florestas tropicais são derrubadas para plantação da palma, de onde é extraído o óleo dendê para biodiesel. “Temos que ver o mundo como um todo, não apenas os bons exemplos do Brasil”, comentou. Na avaliação dos japoneses, as recomendações ao G8 sobre biocombustíveis também precisam incluir questões como a influência dos pesticidas utilizados nas culturas sobre a qualidade das águas e os reais impactos sobre a diversidade biológica, a fim de delimitar quais biomas ou regiões do planeta não deverão ser utilizados para esse fim. A troca de experiências na produção de biocombustíveis entre países em desenvolvimento, os impactos a longo prazo das monoculturas sobre o solo e até políticas de desestímulo à produção não sustentável também foram apontados como sugestões ao documento. A redação final do texto sobre biocombustíveis deverá ser apresentada amanhã (21), se os parlamentares chegarem a um acordo. Além de combustíveis renováveis, o documento com recomendações ao G8 vai incluir questões como transferência de tecnologia, criação de um mercado de carbono global e estímulos financeiros à redução do desmatamento. Luana Lourenço Textos Relacionados:
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Missao Tanizaki
disse:
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| Biodiesel é uma FARSA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Os CIENTISTAS sabem que ENERGIA sempre foi e será a base para o desenvolvimento contínuo da HUMANIDADE, porém o CAPITALISMO SELVAGEM utilizando o recurso de transformar "MENTIRAS" em "VERDADES" , estabeleceu o atual Modelo INNNNNNSUSTENTÁVEL. Hoje as pesquisas mostram que rumo a ser dado não é o BIODIESEL, mas este que segue: Motores de Alta Eficiência Energética e Óleo Vegetal Combustível. Poucas instituições de Pesquisa no Brasil vêm desenvolvendo trabalhos para a utilização de Óleos Vegetais Combustíveis, mas isso ocorre devido as influências do Poder ECONÔMICO, falhas nas Legislações e falta de PATRIOTISMO / NACIONALISMO – esses aspectos que apenas favorecem as MULTINACIONAIS e mantém o Brasil estagnado propositalmente ???????????? A Mercedes Bens desenvolveu tecnologia semelhante ao do Motor Diesel que utiliza GASOLINA, mas em breve poderá ser adaptado para funcional com Gás e Etanol, extremamente eficiente – a Sociedade Brasileira, em especial os USINEIROS Produtores de Álcool Combustível, podem / devem empenhar esforços para que essa tecnologia seja adaptada para funcionar com o etanol aqui no BRASIL – um motor 1000 poderá fazer 30 ou mais Km / Litro, com uma potência de 80 ou mais HP. A Wolks Wagem e a SAAB desenvolveram Tecnologia para se conseguir Taxa de Compressão Variável que se ajustam ao gás, etanol e gasolina. Existe Motor de Combustão Interna que funciona SEM Sistema de Comando de Válvulas, extremamente simples – proporcionando manutenção muito inferior ao dos motores atuais. Aplicando-se essas Tecnologias no desenvolvimento de um Motor poder-se-ia projetar um SUPER MOTOR que funcionará muito bem, com gás de petróleo ou biodigestões, etanol , gasolina, diesel e Óleo Vegetal Combustível – para isso bastaria criar um CONSÓRCIO MUNDIAL para Desenvolvimento de Tecnologia de Motor de Combustão Interna, onde o Brasil, através dos nossos Governantes e Parlamentares, poderia tomar a iniciativa. Alternativamente, os nossos Governantes e Parlamentares, podem / devem empenhar esforços em tirar proveito do PRÓ-ÁLCOOL, criando um CONSÓRCIO NACIONAL para Desenvolver Motores, semelhantes aos citados acima, visando conseguir uma Redução DRÁSTICA da DEMANDA NACIOANAL de COMBUSTÍVEIS, com isso poder-se-ia exportar os excedentes do Álcool e, até mesmo parte do Petróleo Brasileiro, abrindo espaços para todas as alternativas de Bio-Combustíveis no Brasil, gerando milhões de EMPREGOS e tornado o BRASIL, mesmo dependente do CAPITAL ESTRANGEIRO. A Questão Maior é que aqueles que falam em Desenvolvimento SOCIAL e Econômico aqui e mundo afora, não tem conhecimento de causa. Todos eles precisam passar um bom tempo na periferia e nos Palácios dos IMPERIALISTAS – convivendo com os POBRES e os RICOS, poderão de fato perceber que todos precisam de “REMÉDIOS” para se CURAR do MAL produzido pelo MATERIALISMO. MISSAO TANIZAKI Fiscal Federal Agropecuário Bacharel em Química missao.tanizaki@agricultura.gov.br TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR 1
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