Empresa perde selo combustível social |
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| sexta, 01 fevereiro 2008 . . | |||||
Otimismo e críticas caracterizam programaEmpresa teve Selo de Combustível Social suspenso por não comprar produção contratada dentro do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). Para pequenos agricultores, interação com indústrias não gera rendaO texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e seja assinante. Já é assinante? identifique-se no alto desta página.
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Carlos zveibil neto
disse:
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| esta foi uma decisao estartegica da empresa que julga que neste momento, em que o preco esta aviltado,nao deve participar do programa , atraves do mecanismo de compensacao de impostos ,gerado pelo selo combustivel social , isto por que entende que nao pode porduzir com soja pelo preco e pelo teor de oleo, nao pode produzir com mamaona pela sua baixa produtivodade e porser uma realidade que o oleo de mamona tem seu proprio mercado , cujo os niveis de preco sao maiores que o do biodeisel, por enetender que pinhao manso pode ser uma opcao mas cuja concistencia ainda nao nos da confianca para investir, entao acahamos que o programa esta na hora da verdade como poderia ser dito em um programa de televisao ou de radio, esperamoso sucesso do programa dele participaremos,sem duvida , por isto nao interropemos a construcao de nossas fabricas e isto e uma prova cabal de nosso interresse em participar do programa e da producao de biodiesel. O que nao podemos e nao devemos é assumir compromissos com a agricultura familiar , que e coisa sensivel e que ao contrario de outras empresas, sobre isto nao brincamos, nao escondemos, nao enganamos, nao compramos notas o que poderai ser uma solucao encontrada por muitos, apenas nao assumimos compromissos diante de uma situcao em que nao cocncordamos, que e a compra direta do produtor e nao por um sitema cooperativado que nao se incentiva , e que se interesse do governo e determinacao do presidente a ela nao se da atencao, tambem nao asumiremos compromissos para apenas continuar mantendo uma postura falsa de participacao , em uma forma de compra , com a qual nao concordamos que sao oe leiloes ao inves de uma negociacao direta entre compradores , leia-se distribuidoras, e fabricantes de biodiesel louvamos sim o interesse do governo em gerar riqueza no campo, acahamossim que enquanto este assunto noa for resolvido, nao sermosuma nacao justa como queremos, louvamos o trabalho do mda neste sentido, mas com ele discordamos na forma , e nao no objetivo final .Achamos sim que a riqueza produzida no campo ser , junto com a educacao na cidade e no campo,junto com modelode cricao de emp[regos, junto com a inclusao digital , com um sitema tributraio mais justo com invetimentos em infra estrutura , as unicas formas de nosso pais,construir a nacao justa que queremos , > uma vez mais discordamos da forma nela nao acrditamos, nao discordamos do intento e queremos que o programa tenha por parte de todos os envolvidos sucesso, e neste programa estaremos inseridos sim nao pensem os concorrentes de boa fe que nos perderao como concorrentes igualmente de boa fe nao pensem por outro lado os mau intencionados que nos perderam como criticos e empresa que nao tera duvida em dizer o que pensa , nao pensem os tecnicos do mda que deixarao de nos ter como participantes , criticos e apoiadores quando o caso, estaremos sim conntribuindo para o sucesso do programa. Carlos zveibil neto Ponte di ferro 1
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| MDA e Selo Combustível Social: temos dois pesos e duas medidas. Governos promovem ações políticas, econômicas e sociais. Se não dão certos, o tempo daqueles que a promovem é finito e cerca de 4 anos ou então 8, e passado este tempo, todos acabam por esquecer, e a conta normalmente vai para o contribuinte, este e sempre o grande penalizado, pois não possuímos legislação para crimes econômicos específicos. O esquecimento é o tempo de uma geração: 20 anos, em média. A história brasileira mostra isto, é só analisar a carga tributária no Brasil. Empresas promovem ações produtivas e econômicas, visando o mercado, pois dependem da lucratividade para sobreviver. Sem lucros, empresas já eram. Quaisquer enganos nestes aspectos, pagam o preço justo: falência e arcar juridicamente pelos seus atos. Os proprietários podem até mesmo perder seus patrimônios e ens pessoais totais. Quem paga a conta é ele mesmo, por seus erros ou imprudência. Auguramos que govêrno e empresas, possam interagir e inferir soluções para a problemática exposta no artigo acima, escrito muito bem pela repórter Beatriz Camargo - Repórter Brasil. Assim também temos dois pesos e duas medidas, em referência ao suprimento de matéria prima ao biodiesel no Brasil: soja e diversificação de culturas agrícolas. São campos e normativas distintas, e o que é pior o Brasil foi até então incompetente em direcionar uma política de agrobusiness real e que atenda às suas necessidades, pois até hoje visou única e exclusivamente o mercado exterior. A soja é um caso típico desta visão. E Porque a soja domina? Porque é fácil de operar,sua industrialização produz apenas dois produtos importantes (óleo e farelo), existe uma total estrutura de mercado mundial tanto para o grão como para os produtos, existência de crédito agrícola, direcionada sua cultura à médios e grandes empreendimentos, agricultura totalmente mecanizável e com isto a quase eliminação total de mão-de-obra. Importantíssimo, este último ítem talvez indique o maior peso da abrangência do plantio de soja no Brasil: mínimos custos e riscos de se ter mão de obra contratada no meio rural em função da arcaica legislação trabalhista existente. Pois nenhum empresário quer correr riscos de perder até a propria propriedade em função de ações trabalhistas. Perguntamos então: existem tais condições para se tentar diversificar as outras culturas de oleaginosas, em condições abrangentes e que possa surprir o PNPB? Desenvolver vetores de diversificação agrícola, não é tarefa para curto espaço de tempo e pode até mesmo demorar décadas - vejam a polêmica em cima do pinhão mansao (Jatrophas curcas Linn, e cultivares análogos). Neste caso, houe reversão de atitude do ministério respectivo, em função da pressão popular e institucional, porém isto não é regra geral. Perguntamos: o Brasil, poderá esperar? O PNPB - Programa Nacional de Biodiesel, poderá esperar? O contexto mundial quanto às necessidades de uma alternância no suprimento de combustíveis, poderá esperar? O incremento de aquecimento global e alterações de clima do planeta, poderá esperar? Pecamos todos nós, por não termos tido uma planificação nestes aspectos, a cerca de duas ou três décadas atrás. Em referência aos biocombustíveis (biodiesel), pelo menos eu pessoalmente, tenho a consciência tranquilo pois a cerca de 25 anos, fiz tentativas de implantar algo que pudesse suprir as necessidades brasileira neste campo: projeto Cocamar / Maringá-PR de produção de ácidos graxos esterificados como sucedâneo ao óleo diesel. Foi contudo uma tremenda "trombada" contra os interesses dos militares que dominavam o país naquela época. Temos agora, que correr contra o tempo, e procurar eliminar o que se perdeu até então. Londrina, 09 de Fevereiro de 2008 - 10:58 horas. Richard Fontana fontana@austenbio.com.br Fone (43) 3337 7004 2
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