BNB: A vez das pequenas e microempresas |
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| segunda, 14 agosto 2006 . Diário do Nordeste | |||||||||||||||||||
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O biodiesel, combustível natural usado em motores diesel e produzido através de fontes renováveis de óleos vegetais, deverá tornar-se uma das fontes responsáveis pela redenção econômica do Brasil, principalmente do Nordeste. Sabe-se que o segmento das pequenas e microempresas representa 99% dos estabelecimentos econômicos e gera 57% dos empregos no Brasil, além de responder por 26% da massa salarial e cerca de 20% do PIB nacional. As micro e pequenas empresas já dispõem de facilidades para obter financiamentos através de instituições financeiras estatais. Uma delas é o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), com sede em Fortaleza. Apesar de sua importância, a maioria das micros e pequenas empresas está à margem da oferta de empréstimos, uma vez que 61% delas ainda não tomaram crédito bancário. O Bando do Nordeste do Brasil (BNB), engajado no movimento pró-biodiesel, mantém uma estratégia para apoiar o desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Através do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o Banco disponibiliza recursos com juros diferenciados e prazos maiores. Em relação ao biodiesel, a participação do BNB é fundamental. O Banco tem uma série de programas que podem dar suporte à produção do combustível alternativo, como o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Rural do Nordeste (Rural), Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Agroindústria do Nordeste (Agrin) e o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O Rural, o Agrin e o FNE são dirigidos às empresas agroindustriais e têm como objetivo fomentar a implantação, ampliação, modernização e relocalização de unidades de agronegócios no Nordeste, visando elevar a competitividade, aumentar as oportunidades de emprego, promover uma melhor distribuição de renda e induzir a interiorização do desenvolvimento. O BNB matêm escritório técnico que orienta os micro e pequenos produtores como acessar o financiamento às linhas de crédito para plantio da matéria-prima do biodiesel. Para a área de pesquisa, o BNB já autorizou este ano a liberação de R$ 527 mil instituições em toda a sua área de atuação: Nordeste, Norte de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo para estudos sobre o biodiesel. Até o próximo 11 de setembro, o BNB seleciona novos projetos. Serão mais R$ 800 mil oriundos do Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundeci). O valor individual de cada proposta não poderá ser superior a R$ 100 mil. O Ceará é o quinto maior produtor de mamona do Nordeste. A tendência, com apoio das instituições estatais, é que o semi-árido se transforme na lista das prioridades. O Governo federal quer criar condições favoráveis na região nordestina para o desenvolvimento rural, aumentando a inclusão social de micro e pequenos agricultores. Luciano Luque Textos Relacionados:
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orlando barbosa
disse:
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| me sentí tão seguro com essas reportagens.pois a nossa região é muito carente e tenho certeza que vai da certo, eliminando o desmatamento desordenado e é uma fonte alternativa vocês estão de parabens moro em Riacho de Santana-Ba. dirija as vossas atençoes a nós. um abraço 1
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| Orlando, com BNB só sai $ para as grandes empresas e grandes negocios, apesar do dinheiro ser oriundo dos fundos de governo eles só querm emprestar para os grandes. É aí que sai as propinas graúdas e os lucros do banco pois eles deixam o $ rodar por algum tempo dentro do banco, e ai eles botam a grana no mercado. Vai te rasgar de rezar mais com BNB não sai, perde o teu tempo. 2
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| orlando,tenta fazer um BOM projeto de biodiesel de pequeno porte com qualquer uma planta que produza oleo economicamente no BRASIL,integrado na produção da materia prima com a agricultura familiar sem passar pelas entidades de ``sabidos´´ou amigos destes e veja o que acontece; gasta telefone,internet,sola de sapatos,fica barrigudo de tanto tomar chá de banco em orgaõs e entidades governamenais,vira esmoleiro por gastar economias / tempo e o BNB,BB,CAIXA,e o BNDES entidades publicas ditas´do povo´ sempre vão achar uma desculpa para não financiar o projeto por ser pequeno . No BRASIL pequeno não tem vez para cresçer,tem que esmolar,mendingar ou ficar quieto, embora o presidente diga que quer ajudar mas só não fala a quem e se fala os seus colaboradores que deveriam interagir para realizar, não ouvem.Veja o caso de quem realmente recebeu ate o momento condições para produzir biodiesel no pais .Para cresçer e produzir o BRASIL tem que criar novas empresas mesmo que sejam pequenas,estas como já é sabido,são as que realmente geram empregos novos . 3
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| Edavam, to contigo e explicaste muito bem o que acontece na realidade, longe das noticias dos jornais. Pode ser verificado para ver o que foi feito ate agora pelos bancos "ditos" do Nordeste. 4
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| Já é hora do Governo, arregaçar as mangas e financiar industrias de microusinas para o povo nordestino ter sua redenção.Geraríamos empregos e rendas principalmente para o Nordeste através do Banco do Nordeste. O Nordeste não crescendo o Brasil nunca será desenvolvido. 5
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| Vocês mesmos se condenam. O biodiesel foi "inventado" justamente para alijar os pequenos do processo. O Correto seria fabricar motores adaptados ao consumo direto de óleos vegetais. Rudolf Diesel inventou o motor a óleo, utilizando óleo de amendoim e óleo de baleia. Nem ele e nem o Ford acreditavam no petróleo. Se tivessem acreditado, certamente teriam sido os primeiros a serem donos de Companhias petrolíferas ou alguém discorda? Por isto, estas pessoas que reclamam do Governo que deveria isto, deveria aquilo em relação ao biodiesel, não entendem nada de economia industrial. Do mesmo modo como o Eng. Bautista Vidal INSISTIU para que fosse criadoo motor a álcool - agora ele está empenhado na criação de um motor específico a óleo vegetal. Veja notícia neste mesmo site. abs, telmo heinen @yahoo.com.br 6
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| Preciso de projeto completo para produção de biodiesel, forma e equipamentos que produzam até 2500 litros por dia. Nos os pequenos empressários temos que ser destemidos e encarar com inventividade as dificuldades apresentadas pela falta de capital e baixa tecnologia. Somente a cooperação e organização autonoma poderá criar uma alternativa nova de poder. O poder advirá do conjunto de produtores do associativismo, o pequeno tornace-á forte am seu volume de produção ao associar-se com os seu parceiros onde o conjunto das pequenas produçaõ formará uma grande produção e representaividade industrial tanto no consumo como eletoral e apartir destes dois elementos teremso força. Somente a cooperação e associação gera o poder que se faz necessário para decidirmos nos mesmos o nosso futuro. Cabe somente a nos, agarrar esta oportunidade e formar um exército forte, obstinado e centrado na produção de recursos e medidas governamentais em benefício deste objetivo comum de efetivar a implantação da proposta de inclusão do biodiesel na planta de combistivel brasileira. 7
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| Estou orgulhoso por estar acompanhando o crescimento do nosso País. Antes tarde do que nunca. Com certeza o Nordeste tem muito a ganhar, principalmente com a participação direta do BNB que, ultimamente, tem levado à nossa região, programas de suma importância incrementando de forma positiva, o potencial que temos para tornar mais forte o futuro do nosso País. 8
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| A instituição financeira BANCO DO NORDESTE, apoia toda e qualquer empresa na região do Nordeste, inclusive o norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, desenvolvendo as atividades econômicas, com recursos próprios e repassados, encargos financeiros de acordo com o tamanho da empresa, o que é justo, vejamos uma microempresa, o custo financeiro anual é de 7,25%, tendo, inclusive, um abono de 15%, através do Fundo Constitucional de Financiamento do Norteste - FNE, com prazo de até 12 anos e carência de até 4 anos. Nenhuma outra instituição disponibiliza recursos para o desenvolvimento da região, especialmente o Nordeste, com encargos financeiros diferenciados. A tramitação dos pleitos é bastante ágil, desde que os investidores cumpram os requesitos exigidos pela entidade, uma vez que este órgão compõe a estrutura do Ministério de Planejamento e é rigorosamente auditado pela CGU e Ministério Público. 9
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