Aprovado zoneamento para a mamona no Nordeste |
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| quinta, 22 novembro 2007 . BiodieselBR.com | |||||||||||||||||
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A mamona (Ricinus communis L.) é uma importante alternativa de cultivo
para a região do semi-árido nordestino e seu cultivo comercial ocorre,
praticamente, em todos os estados da região Nordeste, que é responsável
por 94% da área plantada com a cultura no país e por 87% da produção
nacional de bagas. O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e seja assinante. Já é assinante? identifique-se no alto desta página.
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Mario Fontes
disse:
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| Preconizar a mamona como matéria prima para a fabricação de biodiesel é uma insensatez comparável a achar que os europeus do Mediterrâneo devem passar a produzir biodiesel a partir de azeite de oliva extra virgem. Essa gente não deve saber que o óleo de rícino é um produto nobre, o melhor lubrificante que existe, utilizado pela NASA nas espaçonaves, e só conhece o seu efeito laxante... 1
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| Meu caro Mario Fontes,se falar em Mamona a essa altura dos apoios que já foram dados,será preciso rezar para termos sua aplicação viabilizada para óleo lubrificante que é o que a Tecbio e a Petrobras estão fazendo em esforço conjunto numa instalação lá em Fortaleza.Concordo que queimar mamona em tanque de caminhão é contra senso,é desperdício,é o mesmo que usar madeira nobre para fazer carvão.O programa de bioenergia entrou apoiando a mamona para usá-la para biodiesel mas isso pode ser classificado de erro estratégico. A mamona pode nos dar muito mais do que imaginávamos em pricípio... 2
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| Desculpe. Estas empresas jamais utilizarao a mamona para o biodiesel. No meu entendimento vejo que fica mais barato comprar na lavoura induzindo o produtor para o biodiesel. Se vc qualificar de oleo fino cresce na lavoura o preco por tonelada. O que nao deixa de ser safadeza. 3
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| Caro Durival Nesta história de biodiesel há muita safadeza, essa que você citou é uma delas, a outra é o preço pago pelo biodiesel e outra na própria transformação do óleo vegetal natural em biodi, que na minha ótica é o mesmo que transformar vinho em água. Carlos Alves de Souza logset@sti.com.br 4
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| Não tenho nada contra a cultura da mamona pelo contrário o óleo tem alto valor agregado no mercado internacional, agora para se produzir biodiesel de óleo de mamona, já está provado tecnicamente que existe fatores limitantes referentes a cadeia estrutural do óleo, até porque nem na rota etilica se consegue obter o biodiesel com a mamona. Mas, continuem cultivando mamona, é rentavel, se tiver um bom preço pago ao produtor rural. 5
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| Com o último leilão ficou claro que empresa tem utilizado as DAP's de forma melindrosa, pois com justifica uma empresa conseguir 100 dap's e só produzir bio diesel através do óleo de soja e as empresas tipo Brasil Ecodiesel que registrar e cumprir as normas do MDA p/ Selo Combustível Social com um volume grande de DAP dos parceiros e teve R$ 0,10 a menos no preço final do litro do Biodiesel no último leilão, acredito que este tipo denúncia seja o 1º falha do PNPB - Prog. Nac Prod. Biodiesel, onde as normas do selo não estão valendo de forma igualitária, com isso ocorrerá retração de empresas no mercado. 6
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| Ricardo Barreto, é um equívoco pensar que o Selo Social e a DAP dão direito à redução do PIS/COFINS. Tem que "provar" contabilmente à Receita Federal a aquisição de matéria prima da Agricultura Familiar, no mínimo na porcentagem estabelecida na Lei, para ter direito à redução. Redução que aliás de pouco adianta. Na maioria das vezes a isenção que se tem não é nem suficiente para cobrir os CUSTOS nos quais se incorre ao assinar Contratos com os agricultores familiares, sobrando como única vantagem real, a participação nos leilões da ANP. Att, telmo heinen @yahoo.com.br 7
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| Com tantos comentarios,gostaria de saber o que os integrantes do governo no senario do biodiesel, tem a dizer 8
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