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    Resposta ao Manifesto pinhão manso, verdades e mentiras


    Por Engenheiro Neddo Sandro Marcello Zecca

    Trabalhando em projetos de viabilidade da utilização de biomassa, em especial biodiesel redijo este texto para expor um pouco do meu conhecimento e defender a corrente que acredita que a jatropha curcas linn, pinhão manso seja uma das importantes fontes de matéria prima para o programa de produção de biodiesel no Brasil.

    Em 2004 em parceria com engenheiro Luis Sans Castro comecei a desenvolver projetos específicos para produção de biodiesel no Brasil. Partindo das orientações e dados das comissões interministeriais responsáveis pelo planejamento estratégico do programa brasileiro do biodiesel. Tais comissões definiam como pontos básicos e pilares estruturais: a agricultura familiar, a mamona, o óleo de palma, regime de produção batelada e o insumo etanol.

    Com estas premissas fomos para a Europa maior produtor mundial de biodiesel. Visitamos os principais fornecedores de tecnologia da Áustria, Itália, e Alemanha.

    Os técnicos europeus polidamente alertavam que a mamona apresentava sérios problemas operacionais de processamento no domínio da cinética das reações com a formação de ésteres secundários e outros empecilhos devido às hidroxilas no décimo segundo carbono, e principalmente à impossibilidade de atender as normas européias vigentes, bem como as americanas.

    Que a opção pelo etanol alem de ser mais caro que o metanol aumentaria o volume utilizado no processo em 80%, com acréscimos no consumo de energia, reduzindo a produção, reduzindo a velocidade das reações e principalmente nas fases posteriores das dificuldades de separações dos sais residuais e etanol na glicerina e no biodiesel.

    O uso do etanol implicaria no aumento dos custos finais do produto biodiesel em mais de 6%. O custo da unidade de retificação do etanol hidratado resultante no processo industrial para ser reutilizado obrigaria a utilização de uma peneira molecular devido ao azeotropo de mínimo formado. Seria uma unidade industrial mais cara que a de produção do biodiesel.

    Quanto ao óleo de palma que o Brasil, era importador logo não viam possibilidades de curto prazo como fonte de matéria prima.

    Visitamos unidades fabris, centros de pesquisas, consumidores proprietários de frotas cativas, consumidores públicos, revendedores atacadistas e postos retalhistas toda a cadeia.

    Das planilhas de custos industriais que nos foram apresentadas tomamos ciência que o principal insumo da cadeia produtiva era o óleo responsável por 70% a 85% dos custos, uma escolha mal feita da fonte fatalmente levaria os empreendimentos ao fracasso.

    Voltamos ao Brasil com muito mais duvidas, e um dever de casa bastante extenso inclusive de procurar alternativa. Mesmo alertados fizemos estudos sobre a cadeia produtiva da mamona e da palma para confrontação dos dados. Aprofundamos as analises com relação ao uso do etanol e a orientação do programa, regime de batelada, rota etílica (o correto é falar rotas acidas e ou básicas), pois metanol e etanol são insumos, das falhas na norma publicada pela ANP. A constatação era que o programa ainda estava bastante incipiente. Aja visto que ainda hoje a norma não corrigiu as distorções dos itens: glicerina total e o teor residual de álcool com relação ao ponto de fulgor.

    Durante os trabalhos deparamos com uma seqüência de inconsistências nas orientações técnicas passadas à Comissão Interministerial do Biodiesel e a Casa Civil.

    Como técnico e brasileiro me senti na obrigação de alertar. Protocolei correspondência ao então Ministro da Casa Civil Dr. José Dirceu expondo minhas observações e preocupações. É importante frisar que trabalho no sentido que o programa de biodiesel brasileiro tenha êxito. No texto encaminhado não me furtei das minhas duvidas mesmo me colocando contrario às diretrizes gerais.

    Agora tendo tomado conhecimento do manifesto acima e do aval do representante legal do MDA, condutor importante na questão da agricultura familiar no programa do biodiesel me sinto na obrigação de falar de alertas e omissões, mas identificando individualmente cada uma e me sujeitando às criticas. (e.mail: neddozecca@yahoo.com.br).

    Sou um dos incentivadores do plantio do pinhão manso não me furto ao debate. Critico sim a forma como foi assinado e referenciado o manifesto, não deixando claras as reais intenções. Fica a duvida qual é o real objetivo?

    Das refutações:

    Como a intenção de todos é que o programa de certo, vamos fazer uma analise critica completa, pois alguns dos signatários do manifesto têm ou tiveram expressiva importância quando das orientações básicas do programa brasileiro do biodiesel na sua partida e estão influenciando ainda no seu andamento.

    Das matérias primas eleitas pelos técnicos e o porquê de acreditarmos, no pinhão manso como uma das potencias oleaginosas que darão sustentação ao programa brasileiro de biodiesel.

    Primeiro a mamona, oleaginosa defendida por alguns dos signatários do Manifesto.

    Exige terreno neutro pH próximo de 7, pouco conhecimento com relação às ervas daninhas e pragas, as áreas não devem ter inclinação superior a 12%, altitude ideal 400 metros, índice pluviométrico de 500 mm, consumo elevado de fertilizantes, rotação de cultura a cada 2 anos, baixa variedade de possíveis consorciamentos e deve ser evitado consorciar com milho e o sorgo (Fonte - EMBRAPA).

    O Brasil já foi o maior exportador de óleo de mamona e o declínio se dá a partir da morte de dois importantes pesquisadores da CATI (IAC), tínhamos produtividades de até 1600 kg de bagas por hectare hoje nossa melhor media é de 800 kg/hectare na Bahia. (fonte CONAB). O grande exportador era a Bungue.

    Do professor da USP Herman Ritner, consultei sua publicação sobre a mamona, sua cultura, extração do óleo e seus processamentos industriais. Engenheiro químico com reconhecimento junto à associação americana de químicos. Os dados contidos no livro confirmam os alertas dos técnicos europeus.

    Ficava claro que se não temos competência para vender o óleo de mamona no mercado internacional onde o preço era de 1200 USA $ a tonelada. Como seriamos capazes de processá-lo industrialmente para vender a 700 USA $. Existe inconsistência econômica. Que só se viabiliza com elevados subsídios e forte renuncia fiscal.

    A Índia maior produtor exportador mundial de óleo de mamona, lançou um programa de produção de biodiesel e não optou pelo óleo de mamona. Uma das escolhas feita pelos indianos para produzir biodiesel nas suas terras degradadas foi a Ratanjot = purgueira = Jatropha Curcas = o nosso pinhão manso.

    Cultura levada pelos portugueses no século XVI. A premissa é a agricultura familiar, mas muito mais arrojada pretende atender 300 milhões de pessoas que vivem abaixo da linha da miséria nunca tiveram acesso à luz elétrica e o objetivo gerar energia para atender estas comunidades foco diferente da proposta brasileira.

    A China, o segundo no mercado mundial de óleo de mamona (digo produtos oriundos do óleo da mamona) também aposta no pinhão manso para o seu programa.

    Da viabilidade técnica no uso do óleo de mamona para produzir ésteres.

    O óleo de mamona apresenta uma característica muito especial 90% é constituído de acido ricinoleico. Base para a produção de mais de 400 produtos onde destaco o acido sebacico.

    Mesmo processado (esterificado) o ester obtido apresenta ainda uma viscosidade elevada que coloca o produto fora das normas internacionais para uso como biodiesel. Tendo ainda à presença da dupla ligação entre os 9 e 10 carbono que permite a formação de polímeros (nylon 11) à baixa temperatura, que não é conveniente que aconteça dentro dos pistões dos motores.

    Alem da hidroxila no, décimo segundo carbono mencionada anteriormente facilitadora da obsorção de água gerando problemas de estabilidade. Recomendo a leitura do trabalho conduzido pela NREL nos USA. Falta consistência técnica na escolha da mamona para produzir biodiesel.

    Todos sabem das toxinas presentes quando do processamento das sementes de mamona as ricinas e ricininas. O pinhão também tem a curcas.

    Mas o que difere as duas culturas são os componentes mutagenicos alérgicos, presentes somente na cultura da mamona e a sua maior concentração se dá pólen, as albuminas 2s, no manuseio das sementes e durante o processamento para a obtenção do óleo.

    Pessoas que as aspiram ou tomam contacto com estas albuminas tornam se alérgicas para toda a vida, algumas que apresentarem pouca imunidade e baixa resistência sofrerão problemas como edema de glote e até a morte.

    Nunca vi por parte dos signatários nenhum alerta ou preocupação com relação à questão informando da necessidade do uso obrigatório de mascaras pelos agricultores familiares e das pessoas que habitam vizinhas as suas plantações no período de floração. Não temos ainda vacinas prontas e testadas, o alerta é uma obrigação, uma questão de saúde publica e compete aos que tem o conhecimento alertar.

    Pergunto a quem caberá a responsabilidade se acontecer algum óbito e o Ministério Publico for acionado ficará a indagação se foi homicídio “culposo ou doloso”? Nunca vi por parte dos signatários especialistas na mamona o alerta neste sentido. Isto sim é omissão grave. Não se esqueçam da lei de Murphy.

    O Brasil é signatário e se compromete junto a UNIDO no documento de combate à desertificação. Tendo destinado parcelas expressivas dos seus orçamentos nos últimos anos nesta tarefa. De todas as plantações no mundo a mamona junto com o feijão e a mandioca são as culturas que mais facilitam a erosão do solo, pois não impedem ação mecânica das chuvas e dos ventos. A UNIDO elegeu uma planta como referencia a jatropha curcas.

    Penso que não se deva incentivar o plantio da mamona no agreste nordestino, que em alguns pontos caminha para a desertificação. Outro alerta omitido pelos signatários.

    Os projetos que receberam incentivos para plantar mamona destinada ao biodiesel não decolam e apresentam diversos problemas. É flagrante a falta de viabilidade econômica, inconsistência técnica e o potencial passivo de saúde e morte. As autoridades superiores devem ser avisadas, pois continuam a incentivar o plantio inclusive distribuindo kits internacionalmente.

    Unidades instaladas para produzir biodiesel estão recorrendo, a outras fontes de matéria prima como: óleo de soja, gorduras animais, óleo de girassol, nabo forrageiro e outras para cumprirem suas obrigações nos leilões vencidos junto à Petrobras.

    Com relação à palma. O Brasil não tem participação expressiva no mercado internacional como produtor. Importamos óleo de palma para suprir parte de nossas necessidades alimentares e das indústrias de sabão. Penso ser difícil pensar em energéticas e exportar.

    No Brasil muitos empreendimentos para plantar e produzir óleo de palma foram tentados desde a década de 1950. Só um sobreviveu, o da Agroplama com uma luta de algumas décadas. Um ativo que passou de um banco para outro banco.

    A empresa hoje exporta ácidos graxos orgânicos que gozam de preços internacionais mais confortáveis. A plantação base é da tenera um híbrido (dura + pisifera). Todo e qualquer projeto para ter consistência deverá levar em conta à necessidade de aclimatar, fazer os cruzamentos e os manejos, estamos falando em 9 anos.

    São necessárias condições climáticas especiais principalmente com relação aos índices pluviométricos, umidade relativa do ar elevada bem como a temperatura. As regiões no Brasil possíveis para projetos são restritas e localizadas em pontos com escassez de infra-estrutura.

    Foge completamente da base da formulação do programa de agregar a agricultura familiar. Só, e somente só se a empresa que tiver capitaneando o projeto tenha experiência e muita competência no assunto. Devemos levar em conta que quando da colheita dos cachos tem inicio a deterioração e formação de ácidos graxos livres não podendo ser estocados, deverão ser processados o mais rápido possível sendo necessário um sistema de logística e industrial muito eficiente.

    Tecnicamente é possível se produzir biodiesel oriundo de matéria prima palma tanto do dendê ou do palmiste da amêndoa. No caso especifico da empresa é muito particular sua produção de biodiesel, pois tem como fonte, resíduos do processo industrial. Fruto de uma boa gerencia empresarial aliada a uma acessória técnica competente aproveitam os resíduos, ácidos graxos livres, que processados em rota acida permitem fazer biodiesel de boa qualidade e não mais sabão.

    Não devemos tomar como base esta solução especifica de um resíduo industrial e reaplicar para o Brasil. O País tem um enorme potencial de oleaginosas para produzir biodiesel, mas com certeza não serão a mamona e a palma seus principais sustentáculos.

    Do manifesto e das refutações:

    Destacamos a nominação dos signatários e por ultimo da bibliografia que serviu de base para as afirmações. Tenho conhecimento da primeira referência.

    Documento elaborado pela IPGRI (FAO) de numero 1 de uma coleção muito importante. O próprio título é uma importante indicação a respeito da cultura: “Promoting the conservation and use of underutilized and neglected crops”. Destaco negligenciadas, expressão verdadeira com relação ao pinhão manso no Brasil.

    Da segunda referencia “Viagem à Índia para prospecção de tecnologias sobre mamona e pinhão manso. Embrapa Algodão: Campina Grande, 2006 (Documentos, 153).” Imagino que seja a mesma apresentada no seminário sobre o pinhão manso na FEPAD em Brasília me abstenho de fazer comentários.

    Existe um universo maior para consultas e embasamento para o assunto. Penso que os pesquisadores signatários já tenham contatado com os seus pares, centros de pesquisas, publicação que fazem parte da bibliografia da primeira referencia Heller (1996) indicados nas paginas 45 a 66 do documento seria um bom começo.

    Destaquei 10 afirmações feitas e enumeradas no documento que vou tentar refutar usando a primeira referencia dada (Heller 1996). Pois os contraditórios de algumas das colocações já estão no próprio texto referencia.

    Destaco uma afirmação que também enfatizo de numero 11.

    As expressões marcadas foram extraídas do manifesto e numeradas.

    1-“Esta escolha se baseia na expectativa de que a planta
    possua alta produtividade de óleo”

    A abordagem para o óleo ser viável para servir como matéria prima em projetos de produção de biodiesel é o custo do litro de óleo. Ter alta produtividade é importante, mas a qualidade e o custo baixo muito mais.

    Mesmo assim o pinhão apresenta produtividade maior que a mamona por hectare ano. Não devemos esquecer que a mamona no terceiro ano não pode ser plantada.

    A semente do pinhão tem em media de 34-38% de óleo. Quando descascada a amêndoa fornece em alguns casos 60% facilitando a extração do óleo a frio.

    2-“Grande parte das informações divulgadas sobre a
    cultura provém de fontes pouco confiáveis”

    Não vou me ater à discussão de fontes pouco confiáveis seria mais correto se os signatários às identificassem. Acusações jogadas ao vento não nos parece um bom caminho para criticar. Penso que falar em fontes brasileiras confiáveis seria melhor como, por exemplo:

    O informe agropecuário v.26-n. 229 ISSN 0100-3364 da EPAMIG “Produção de oleaginosas para biodiesel” nas paginas 44 a 78 um belíssimo artigo “Cultura do pinhão manso (jatropha curcas)” assinado por Heloisa Mattana Saturnino, Dilermando Dourado Pacheco, Jorge Kakida, Nagashi Tominaga e Nivio Poubel Gonçalves. Mostrando o trabalho de pesquisadores brasileiros, resgatando o que foi feito na década de 80, os trabalhos do CETEC com uma bibliografia vastíssima. Para mim são fontes confiáveis.

    Dos trabalhos do Dr. Octávio de Almeida Drummond e de Lúcia Helena de Souza Cunha da EPAMIG sempre enfrentando as dificuldades para prosseguir nas pesquisas do pinhão manso, mas nunca esmorecendo.

    Da edição do Jornal do Brasil de sábado 28-5-83 pagina 8, destaque: “Minas testa óleo de pinhão manso na substituição do óleo diesel” trabalho conduzido pela EPAMIG e o CETEC com sucesso. Falava dos ônibus da cidade de Belo Horizonte que estavam rodando com B30 (30% de biodiesel + 70% de diesel). Outra fonte confiável.

    Do Dr. Octávio A. Drummond então pesquisador EMBRAPA-EPAMIG em 31 de março de 1986, destaco um relatório que informava que desde 1982 conduzia trabalhos com o pinhão manso em Janaúba, Jaíba, Acuã, Grão Mongol, Vale do Jequitinhonha, Governador Valadares, Felixlândia e Lambari um total de 94 hectares plantados.

    E que em especial nos anos de novembro de 1983 a junho de 1984 quando obteve produtividade media de 5.662 kg de sementes por hectare em alguma das plantações.

    Destaco ainda do texto a sugestão do Dr. Octávio

    “...A cultura solteira permite o cultivo mecanizado integral da cultura do pinhão, mas havendo consórcio com o plantio de outra cultura nas ruas...”

    “... Terminando, sugerimos que o projeto da produção do óleo do pinhão seja de imediato dinamizado, que a par dos recursos aplicados nos estudos da produção da planta e da tecnologia do óleo, que se inicie também a compra da semente em todo o Estado, a preço semelhante da semente da mamona, competitiva, de modo a se difundir no meio rural o interesse pela produção desta oleaginosa. Propomos isto baseados no fato de já haver uma pequena produção de pinhão em Minas, usada na fabricação de sabão domestico ou na indústria de sabonete. Basta que o projeto entre nesse comércio, durante 4 a 6 anos, para que a produção do pinhão se firme em grande escala......”.

    Dr. Drummond assinou e protocolou o documento junto ao coordenador Projeto Pinhão Antonio Álvaro C. Purcino. Outra fonte confiável.

    Os técnicos da EPAMIG não se furtarão a confirmar os fatos e os dados. Técnicos com qualidades especiais não se omitiam e principalmente não cediam a pressões políticas. Pessoas como Drummond estão fazendo falta.

    No ano passado foi realizada a:
    “1st National Jatropha Conference, Exhibition, July 26-28, 2006 World Agro forestry Center (ICRAF) United Nations Avenue, Gigiri, Nairobi, Kenya.”

    Destaco uma das apresentações dava como referencia: “Experiments of size of hollows, fertilization with superphosphate had been diverse facts, without superphosphate + manure, and others, looking for to follow the experience of the EPAMIG. (See link: http://www.epamig.br/informativos/pinhaomanso.pdf )”. Um excelente documento do histórico do pinhão manso no Brasil.

    3-, “mas em nenhum deles esta cultura é tradicional,
    nem existem lavouras bem estabelecidas
    (com pelo menos 5 anos)”.

    Na própria referencia inicial de Heller (1996) na pagina 34 mostra que o pinhão foi durante anos importante fonte de renda de Cabo Verde respondendo por parcela das receitas de exportação. Destinavam as sementes de purgueira para Portugal e a França. Não custa lembrar que Cabo Verde em um período do século XIX teve uma das maiores rendas per capita mundiais.

    Talvez lendo o poema “Nós” de Cesário Verde; vocês encontrem alguma tradição:
    “....Uma iluminação a azeite de purgueira,
    De noite amarelava os prédios macilentos.
    Barricas de alcatrão ardiam; de maneira
    Que tinham tons de inferno outros arruamentos.
    Porém, lá fora, à solta, exageradamente,
    Enquanto acontecia essa calamidade,
    Toda a vegetação, pletórica, potente,
    Ganhava imenso com a enorme mortandade!”

    Ou na própria historia quando em 1836 nos anais da Câmara Municipal de Lisboa quando discutiram o aumento dos candeeiros de 1840 para 2300 todos alimentados a óleo de purgueira fazendo que a casa acumula-se uma divida de 131 791$00 réis e propunham a suas substituições.

    Ou ainda quando em 1842 foi concedida a patente a um inventor português para “extrair o azeite da planta denominada purgueira”. Referiam-se a uma cultura tradicional da época purgueira = pinhão manso.

    4- “não foram encontrados relatos científicos
    confiáveis que informem sua produtividade;
    há somente estimativas feitas com metodologia
    inadequada, como extrapolar a produção de
    uma planta isolada para produtividade em uma
    lavoura comercial (Heller, 1996)”.

    Em nenhuma das 66 paginas do documento dado como referencia (Heller, 1996) localizei tal afirmativa. Gostaria que fosse nomeada a pagina onde o autor se expressa desta forma, e ver o contexto das razões para tal afirmação.

    Sendo o Professor Joachim Heller um defensor ferrenho da cultura do pinhão manso (jatropha curcas) deste os tempos da GTZ em diversos trabalhos e publicações e hoje no IPGRI (FAO) e IPK me causou surpresa tal afirmação. Existem também trabalhos do Joachim Heller anteriores do combate às pragas e cuidados com a cultura da jatropha curcas.

    É bom lembrar mais uma vez que a semente de purgueira foi a principal fonte de receita de Cabo Verde desde 1930 até meados de 1960 em certo período foram produzidas 5000 toneladas em um ano (Heller, 1996). Provando ser uma lavoura comercial.

    5- “transesterificação do óleo.”.
    ???? Quais são as vossas duvidas?

    6-“-o pinhão manso ainda não foi domesticado”
    Parte do século XIX as cidades do Rio de Janeiro e Lisboa eram iluminadas com óleo de purgueira quando faltava óleo de peixe. Postes de ferro fundido com candeeiros dependurados. A purgueira fazia parte do farnel dos grandes descobridores portugueses que a levavam para todas as localidades onde pretendiam fincar raízes (vale a dupla interpretação).

    7-“a cultura não possui um sistema de produção
    minimamente validado”

    O pessoal de Cabo Verde deve ser notificado com urgência. Estão trabalhando a mais de um século e produzindo sementes com uma cultura não validada.

    8-“e a colheita manual” e o que eleva o
    custo de produção”

    A proposta do Governo é a agricultura familiar para gerar emprego e trabalho. Mas se for necessário existem possibilidades para colheitas mecanizadas neste caso seriam necessárias grandes plantações em extensas áreas.

    Não me parece que o Governo esteja pensando em grandes áreas agrícolas individuais para a agricultura familiar. O argumento não tem consistência.

    O equipamento de colheita mecanizada esta fora da realidade da agricultura familiar brasileira neste instante. Mas como recomendou o Dr. Octavio em 1986 à própria EPAMIG e EMBRAPA ser viável a mecanização não me parece existir empecilhos.

    Até a presente data não vi por parte dos signatários criticas com relação à não mecanização das colheitas de mamona.

    Quanto aos custos: os da mamona serão sempre superiores ao do pinhão manso. Mas com uma vantagem enquanto a mamona destrói, pois existe um limite do uso da sua torta como fertilizante, já o pinhão fertiliza e recupera o solo degradado evita a desertificação (Heller, 1996).

    9-“no Brasil, não há mercado estabelecido para o
    pinhão manso, podendo haver poucos compradores
    e preços baixos ao produtor”

    No Brasil existem atualmente projetos para produção de 2 bilhões de litros de biodiesel e a Petrobras será o grande comprador. Parece que vocês duvidam da capacidade de compra da Petrobras.

    Caso algum de vocês queira produzir tenho comprador internacional para comprar até 300 000 toneladas ano de óleo de pinhão manso com garantias de banco de primeira linha europeu.

    10- “Diante deste cenário, conclui-se que no Brasil ainda
    não é possível plantar pinhão manso de forma racional”

    O que é racional? Mamona?

    11- “No entanto, por se tratar de uma planta perene,
    que só estabelece a produção após o quarto ano, estima-se
    que serão necessários vários anos para que se
    disponha de informações mais seguras sobre a cultura.”

    A produção se estabiliza a partir do quarto ano (depende irrigada ou não irrigada), mas nos anos anteriores é capaz de produzir mais que a mamona com um custo menor. Não devemos nunca, esquecer das rotações obrigatórias da cultura da mamona a cada 2 anos.
    Do pinhão apresenta nas suas externalidades vantagem extraordinárias como: preservar a fertilidade do solo, combater à desertificação, resgatar terras degradadas, produzir fertilizante natural de excelente qualidade, possibilitar concorsiamentos diversos, fabricação de pesticidas orgânicos para pragas que atacam o algodão, bem como de sorgo e milho (Heller,1996).

    Culturas perenes fixam os agricultores as suas propriedades e a presença do pinhão manso no futuro permitirá as autonomias energéticas das propriedades.

    Paises com Índia, China, Indonésia, Malásia, Mali, Tanzânia, Alemanha, Itália, USA, Áustria, Gabão, Egito, Angola, Japão, África do Sul e muitos outros todos estão apostando no pinhão, mas como o pinhão pode ter origens no Brasil vai valer o ditado “santo de casa não faz milagre”.

    Percebendo que o programa precisa urgentemente de novos ares. A FEPAD Fundação de Estudos e Pesquisas em Administração e Desenvolvimento da Universidade de Brasília realizou o seminário “Potencial do Pinhão Manso para o Programa Nacional do Biodiesel” com os apoios dos Ministérios da Ciência e Tecnologia, do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de Minas e Energia, da Petrobras, do Comitê Interministerial do Programa Nacional de Biodiesel da Casa Civil e da própria Embrapa.
    Devemos sim agradecer em especial a todos os membros da corrente do pinhão manso aos Adãonetes, aos Trentos, aos Salemes, aos Ivans, os Drummonds, os Tominagas, a Heloisa com sua viagem homérica, aos Pedros, aos Lincolns, os Vedanas precursores e pioneiros, as Zenaides, aos Rossafas, aos Möllers e muitos outros não nominados que com esforços e recursos próprios continuaram a levar a bandeira do pinhão manso sem esmorecer apesar dos obstáculos naturais que toda cultura enfrenta e eventuais como este manifesto extemporâneo e inoportuno.

    11- “Enfatiza-se ainda a necessidade de reforçar
    os investimentos em pesquisa para esta cultura, e sua
    manutenção por longo prazo, para que as atividades
    possam chegar a resultados definitivos, pois a
    interrupção desse apoio financeiro durante a
    execução do trabalho pode inviabilizar
    todo o processo.”

    Afirmação que concordo sem nenhum questionamento principalmente pelo que já foi feito e o tempo perdido com a mamona.

    Neddo Sandro Marcello Zecca mais um membro da corrente do pinhão manso.
  2.  Denunciar
    Este é realmente uma ótima contribuição a todos aqueles que leva a sério a produção de energia alternativa e sustentável. Atualmente atuando em Moçambique na África, e como brasileiro que sou, fico envaidecido de ver compratiotas sérios, que acrescentam de forma corajosa seus pontos de vista sobre a produção de biodisel, contribuindo para o debate de forma clara e objetiva.
    Meus parabéns a toda equipe do BiodiselBR pela oportunidade deste forum e ao Dr. Neddo Sando pela coragem de aqui marcar sua posição, embora contrariando muitos interesses em jogo.

    Paulo Soares de Carvalho
    Consultor para o Agronegócio em Moçambique
  3.  Denunciar
    Um louvável artigo em defesa do pinhão. Mas penso que ainda falta abrir aos interessados nessa cultura, as planilhas de custos, preços e reais rentabilidades do pinhão manso. Isso não deveria ser restrito, mas ao contrário, servir como incentivo à sua adesão, ao mostrar que o pinhão está no páreo e mostrar-se-á economicamente viável.

    Rafael Magalhães
  4.  Denunciar
    Nota 10, com louvor. Apenas acrescentando a Holanda no rol dos países entusistas do Pinhão Manso principalmente uma empresa deste país que desenvolve um programa expressivo na África.
    Outro registro interessante é Madagascar onde a planta foi, e é usada, com sucesso para conter a erosão.
    Não acredito em Biodiesel com base em 'commodities', soja no caso, por isso estou com parceiros desenvolvendo um plano de negócios para plantio e processamento de pinhão manso em áreas de 2000 a 10000 ha, com a base em área privada inicial e a ampliação de plantio num misto de outras propriedades privadas em parceria, e inclusão de pequenas propriedades, ou familiares, com as devidas precauções de viabilidade.

    Luiz Alberto Perin
    • CommentAuthorAécio
    • CommentTime21/03/2007 editado
     Denunciar
    Acredito que a alavanca principal para mover as indústrias de Biodiesel no Brasil, está no PEQUENO E MÉDIO PRODUTOR RURAL, que deveria receber alem das pesquisas acabadas, orientações técnicas do governo, pois o produtor não pode correr risco, sempre planta com medo e no escuro, sem saber realmente dos resultados como aconteceu com alguns no plantio da mamona. O pessoal da EPAMIG vem desenvolvendo um trabalho sério e competente no norte de minas sobre o pinhão-manso, por isso o governo deveria aumentar as verbas necessárias para o trabalho não sofrer atraso. Concordo com Paulo Soares de Carvalho, sobre a equipe do BiodiselBR e ao Dr. Neddo Sandro.
    Aécio Costa Pereira
    Produtor Rural.
  5.  Denunciar
    Acabo de visitar a fazenda Tamanduá em Patos, na Paraíba que pesquisa há três anos o sistenma de produção do pinhão manso. Já existem híbridos com muita resistencia a seca que deverão ser distribuídos nos próximos dois anos com os agricultores da região. O grupo de técnicos que cuidam dessas tarefas está de parabéns juntamente com o empresário Pierre Landolt, membro da Academia Nacional de Agricultura da Sociedade Nacional de Agricultura - SNA. Ali naquela fazenda se implanta um projeto exemplar onde a produção orgânica atende ao mercado nacional e internacional (vejam a reportagem "O Sertão que dá leite e mel" da A LAVOURA - pag 29/31 no número658/ano 109/set 2006). Por tudo isso, parabenizamos o engenheiro Neddo Zecca pelo sua importante mensagem que valoriza ainda mais o pinhão manso, com certeza a melhor opção para se viabilizar o biodiesel na agricultura familiar que usa a mão de obra tal qual o faz com a mamona e outras importantes atividades agrícolas (mandioca, feijão, milho, etc). Fernando Chaves Lins
  6.  Denunciar
    Qualquer discussão que envolva combustível deve levar em consideração a situação atual do petróleo e de como estaremos com essa disponibilidade num médio prazo e num prazo mais longo. Claro que existem pressões enormes para que seja mantido a rotina atual de utilização de um produto ainda farto, barato e altamente poluidor. Mas não será sempre assim. Quando a poluição ambiental exigir medidas drásticas o biodiesel, assim como o alcool, pode se tornar indispensável e não pensaremos mais em discutir diferenças eventuais de preço. Até porque pagamos caro por combustíveis de quinta categoria no Brasil. O nosso diesel é o principal exemplo de péssima qualidade. Discutir preço baixo analisando produto de baixa categoria é muito fácil. Quanto custaria o nosso diesel se houvesse imposição de 50ppm máximo de enxofre? Nesse caso a utilização da soja como insumo do biodiesel pode ser tornar amplamente viável mesmo desconsiderando o aproveitamento dos subprodutos, mais nobres que o biodiesel, durante a sua produção. Fazer comparações com países que não dispõe mais de nenhuma área livre para utilização de novas culturas também não me parece a melhor visão. Nossa área plantada é apenas um terço do que temos disponível para novas culturas. Estamos falando de algo em torno de 60 milhões de hectares ainda disponiveis. A especificação da gasolina não exige que o petróleo utilizado venha só da Arabia Saudita, da Venezuela, do Iraque, do Equador ou dos Estados Unidos. O que interessa é que atenda a especificação exigida. Com o biodiesel deve acontecer a mesma coisa. Não interessa se o produto é oriundo do pinhão manso, do girassol, do amendoim, da mamona, do nabo forrageiro ou da soja. O que interessa é que atenda a especificação nacional ou internacional, quando for o caso. O nosso diesel não atende as especificações internacionais e nem por isso veja críticas às refinarias da Petrobrás. O caminho do biodiesel é o mesmo que foi percorrido pelo alcool. Restrições e preconceitos de quem se acha permanentemente estabelecido com outras fontes de combustíveis sempre existirão. O importante é que o produto encontra-se amplamente testado no Brasil e no exterior e a sua implantação é só uma questão de tempo e bom senso ambiental.
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    Excelentes defesa e comentários. Concordo plenamente com o comentário do Sr. Rafael Magalhães. Quanto mais informações forem divulgadas mais entusiastas aparecerão.
    Wlademir Righetto
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    DIRCEU BAZEI

    Dúvidas mil quanto a uma cultura fantastica o PINHÃO MANSO, salve, parabéns aos que usam seu tempo para transmitir entendimento para fins construtivos, ainda bem que existem pessoas com a preocupação de auxiliar, os comentários são para mim de grande valia, estou acompanhando um plantio tecnicamente correto em minha região, estou iniciando a produção de mudas, sendo que uma parte vou plantar direto na lavoura, as mudas possuem desenvolvimento satisfatório - sendo que espaço como esse, para mim é de extrema importancia. busco parcerias e mercados para a produção. até o momento estou convencido de que esta cultura é direcionada para a pequena produção familiar, que ira servir de alternativa para a melhoria da renda familiar - isso é importante - me agrada - tenho interesse em mais informações - obrigado e parabéns ao amigo NEDDO ZECCA
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    Prezado Dr. Neddo

    Muito obrigado por falar em meu nome e em nome de milhares de agricultores familiares que conservam seus "pezinhos" de pinhão manso plantados na porta da cozinha. Cá pra nós, acho que esses "caras" estão com dor-de-cotovelo e morrendo de inveja. Conhecimento empírico é tudo na vida de um agricultor familiar. E isso, nos temos de sobra.
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    Barbosa Melo

    Dr. Neddo quando será que o MAPA liberará o zoneamento do pinhão manso?
    Devo ao pinhão manso a cicatrização de muitos cortes e arranhões nos joelhos e cotovelos, adquiridos quando em criança caia nos tratos com rebanhos de cabras e ovelhas.
    É, o pinhão manso também tem potencialidades medicinais ainda não estudadas. Os camponeses sabem e usam sua seiva e sementes para diversos fins.
    Pois bem, além desses, gostaria de acrescentar ao magistral e corajoso trabalho do Dr. Neddo Zecca uma informação que reputo importante: as flores do pinhão manso são monosexuais logo, para sua fertilização se faz necessária a presença de abelhas. Claro que não são as violentas afroeuropéias do Dr. Kerr que fazem mais mal do que mel.
    Sendo o pinhão manso nativo dos biomas brasileiros, devemos ser lógicos: para flores de nossa flora precisaremos de abelhas de nossa fauna: uruçu, mandaçaia, jataí e outras. Além de aumentarem a produtividade da cultura produzirão um apreciado e caro mel. Ponto para o meio ambiente
    Porque afirmo estas coisas. Nasci camponês, depois nos rotularam de pequenos agricultores e por fim resolveram nos chamar de agricultores familiares, menos mal.
    Depois de muitos anos como consultor jurídico do Pronaf, abandonei Brasília e vim para o Nordeste tentar fazer valer aqui as normas que o governo central publica em função da Agricultura Familiar e por cá não passam de notícias apenas.
    Como consultor institucional, estou a serviço de uma empresa internacional iniciando em Pernambuco um trabalho com 14.000 famílias da Agricultura Familiar para plantar pinhão manso, devem exceder os 50.000 hectares dessa cultura em sequeiro, e para cada hectare está programada 1 colméia de melípona. barbosa.melo@uol.com.br

    Barbosa Melo
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    Por o que eu pude interpretar , o que o manifesto queria indicar era : "Devagar com o andor porque o Santo é de barro " ou seja , as pesquisas existentes a respeito do cultivo e uso do pinhão manso para a extração , processamento e fabricação do biodiesel ainda são incipientes !!!!!
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    Sobre os comentários do Sr. Neddo Zecca, só gostaria de reafirmar a miha confiabilidade com a preocupação que o texto dos pesquisadores da Embrapa levanta: não existe realmente nenhum estudo aprofundado e confiável sobre o Pinhão Manso. Estta história do Pinhão manso, está muito me parecendo com a criação do Avestruz, onde somente os "incentivadores" (para não dizer oportunistas) daquele projeto, ganharam (muito) dinheiro. Quando tentamos hoje comprar sementes para plantio do Pinhão Manso, os técnicos "comprometidos" com a questão querem cobrar R$ 100,00 a R$ 170,00/Quilo. Qual agricultor familiar conseguiria suportar este preço para plantio? Para completar estes mesmos técnicos propõe o plantio de 2k/ha, quando sabemos que cada quilo possui em torno de 1600 sementes e se seguissemos esta técnica teriamos um adensamento impensável para pequenas áreas agricultáveis. Vamos parar de vender peixe estragado para o pequeno agricultor! Baixem o preço destas sementes senhores "pesquisadores"!!!!
  13.  Denunciar
    Neddo:
    Obrigada por defender tão brilhantemente o nosso Pinhão Manso.
    Um beijo no seu coração!
    Márcia Garcia
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    Humberto, Dê uma olhada no texto http://www.biodieselbr.com/colunistas/vedana/qual-valor-mercado-pinhao-manso-06-03-07.htm
    Ele vai ajudar a clarear um pouco suas idéias em relação ao preço das sementes.
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    Tenho minhas duvidas ainda quanto ao pinhão-manso. Mas pelo que vejo cada vez mais a mamona esta ganhando espaço, mesmo com tantas contestações. Então pergunto. Sr. Neddo. Por que mesmo com tantos problemas apresentados pela mamona ainmda assim tem gente incentivando esta cultura?
    Parabéns pelo seu texto. Só podia ser um engenheiro. E VIVA a ENGENHARIA.

    Fabiano Trindade
    Academico de Engenharia Mecânica
    Universidade de Passo Fundo - RS
    •  
      CommentAuthorNeddo Zecca
    • CommentTime23/03/2007 editado
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    Ao Fabiano Trindade, Academico de Engenharia Mecânica
    Sua pergunta
    "Por que mesmo com tantos problemas apresentados pela mamona ainmda assim tem gente incentivando esta cultura?"
    É também minha indagação. A resposta não está na Engenharia com certeza.
    abs, neddo zecca

    Abaixo envio noticia de formação de parceria entre a BP ( companhia inglesa de petroleo) e o instituto de pesquisa TERI da India.

    Bem que podia ter sido com alguma instituição brasileira.

    http://southasia.oneworld.net/article/view/127776/1/8675
  16.  Denunciar
    Infelizmente o imediatismo leva a essas distorsões, temos que ter uma visão de futuro. Esperava que as pessoas responsáveis pela formatação do programa, passado o período eleitoral, iriam colocar os pés no chão e fazer uma reflexão, botar o rabo entre as pernas verem o exemplo do alcool e queimar etapas para o sucesso. Apesar das poucas experiencias com o pinhão manso, não vejo alternativa melhor para o pequeno produtor do meu sofrido nordeste.
  17.  Denunciar
    É urgente que governo dedique alguns milhares de Reais para decifrar ou pelo menos reduzir as incertezas, pois poderemos estar diante de algo muito especial para aumentar produtividade de oleo para Biodiesel.

    Jose Almeida
  18.  Denunciar
    Dizer que o pinhão ainda não foi devidamente pesquisado não parece um bom argumento. O Brasil não é uma ilha tecnológica. A ciência não tem fronteiras. Nossos pesquisadores e cientistas não podem ser o São Tomé do pinhão manso.
    Recusar-se a aceitar ou fazer de contas que a Índia não pesquisou exaustivamente a jatropha não condiz com a filosofia científica.
    Coisas muito mais sérias, como medicamentos humanos pesquisados e validados no exterior são admitidos pela ANVISA e liberados, após testes mínimos, para o uso por nosso povo.
    Até agora não se tem conhecimento dos efeitos que os trangênicos possam vir a causar nos biotas onde são implantados, mas está ai. Fomos vencidos. O governo se curvou.
    - Por que tratar o pinhão manso com tanta precaução como se a planta tivesse recém chegado de outra galáxia?
    - Por que no caso do pinhão as pesquisas realizadas no exterior não têm validade aqui?
    Que interesses estariam patrocinando a divulgação da mamona a detrimento do pinhão manso, mesmo sabendo que este tem melhor performance do que aquela?
    - Será que precisa haver uma Monsanto ou uma Cargill interessada na produção de sementes da jatropha para o zoneamento do pinhão acontecer?

    Barbosa Melo barbosa.melo@uol.com.br
    •  
      CommentAuthorNeddo Zecca
    • CommentTime28/03/2007 editado
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    Senhores participantes deste forum.

    São agricultores como João De Souza Lima que fazem diferença neste Pais e levam em frente as possibilidades.
    Qualquer texto fica pequeno diante destes fatos. Neddo Zecca

    Comentários de João de Souza Lima, um agricultor na transamazônica feito no fórum da biodieselbr Comentário 13 - Colheita e subprodutos do pinhão manso.:

    "Somente agora tive acesso ao FÓRUM, sou agricultor aqui na Transamazônica, Novo Repartimento Pará, e a coisa aqui em termos de internet é o bicho.
    Vamos ao que interessa: “a colheita do pinhão manso”.
    Fiquei surpreso ao verificar que até agora não houve uma resposta eficaz sobre a questão da colheita do pinhão manso. Nossa família trabalha com o pinhão há mais de 280 anos, portanto estamos prontos para informar sobre o quantitativo de mão de obra em cada etapa desta planta. Se é sobre a colheita somente, podemos informar o seguinte:
    O Sr. Univaldo quase acertou. Três trabalhadores braçais atende na verdade 10,0 hectares de plantio do pinhão. Não leva em conta este negócio de alta produção, espaçamento, etc., não é isso. É preciso três pessoas para colher pinhão em um plantio com idade de três para quatro anos, por considerar as seguintes tarefas importantes: A) estender lonas plásticas de ATÉ 30 METROS de comprimento por 3 de largura na linha (beco, eito, etc.), isso irá atender no mínimo 10 pés de pinhão e um máximo de 15 pés, permitindo colher a metade de cada pé de um lado e do outro. B) A primeira ação é fazer vibrar os galhos e com isso fazer cair o pinhão mais maduro (frutos já atingindo a coloração escura), em seguida os trabalhadores com varas compridas derriça os frutos amarelos e que estão amarelando. (se tiver três lonas, faça isso na primeira lona e deixa um trabalhador ajuntando na primeira e os outros dois trabalhadores passam para a segunda lona e assim sucessivamente). Com esta prática simples de colheita, três trabalhadores colhem até às 14:00 horas 750 quilos de sementes, sendo que por ser ainda o pinhão em bagas, torna imperativo que das quatorze horas em diante esteja à disposição dois ou três animais de serviços para transportar a produção para o terreiro ou depósito para retirada da casca de fora. Isso é muito importante, pois logo após a colheita do fruto a semente entra em estado de recebimento de choque para nascer.

    Portanto, Senhores, um trabalhador colhe 250 quilos de sementes por dia, pelo que três trabalhadores em dez dias colhem 7.500 quilos de sementes. Aqui na região Transamazônica, dois alqueires poderão produzir 60 mil quilos de sementes em sete meses (dezembro a junho). Assim os três trabalhadores em sete meses trabalhado colhem tranquilamente as sementes de dois alqueires, gastando somente 10 dias de cada mês, os dias restantes serão destinados às demais atividades do pinhão manso e da propriedade, afinal de constas o agricultor familiar não terá somente pinhão manso em sua terra.
    Estas informações são precisas, temos experiência real com elas. É todos aqueles agricultores familiares que adentrarem nesta atividade pode se preparar para conviver com as seguintes rotinas: manter as linhas e entrelinhas sempre roçadas, (limpas); ter cuidado com as peçonhas (a sombra do pinhão é muito fresca, atrai cobras venenosas); estar atendo dia a dia quando o pinhão começar a produzir, (os frutos que caem no chão perdem seu poder de produção de azeite); colocar a família para trabalhar e ter dois ou três animais de serviços para transportar os fardos de frutos colhidos (o pinhão produz centenas de fardos semanal, quinzenal e mensalmente), a força dos braços não são suficientes para transporta-lo da lavoura até o terreiro de secagem; providenciar um descaroçador (máquina para debulhar o pinhão), esta máquina, mesmo sendo manual é importante, pois não precisaria correr o risco de fermentar o pinhão nos montes; providenciar um terreirão de secagem ou lona preta, ou ainda um secador, pois nos três dias subseqüentes à colheita é importante que o pinhão entre em processo de secagem gradativa, não permitindo que receba o choque de germinação; e finalmente que se tenha o depósito adequado, forrado com madeira para evitar umidade e, desta forma estocar a produção em condições que assegure a qualidade das sementes."
    •  
      CommentAuthorNeddo Zecca
    • CommentTime28/03/2007 editado
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    Caros novos parceiros na defesa do pinhão manso,

    Em anexo a lista de trabalhos do professor Reinhard Henning,Tel: +49 8389 984 129, Fax: 984 128,
    e-mail: henning@bagani.de;( bagani é nome dado ao pinhão manso em Mali).

    Estes são trabalhos de pessoas que efetivamente pesquisam o pinhão manso como alternativa no fornecimento de materia prima para produzir biodiesel e sabão. Grato pelas criticas.

    Parte 1

    1- Où en est l’Afrique Occidentale Française: Mission en Côte d’Ivoire, Haute-Guinée, Soudan, Sénégal Lit 17 Em. Perrot 1939
    2- Integrierte Entwicklungsmaßnahmen für die Inseln Fogo und Brava/ Kap VerdeSeifenherstellung auf der Basis von Purgeira-Öl TP 167 J. D. von Cossel H.J. Lehmann, H.R. Schütz 1982
    3- Pourghère, graine de relance Lit 3 Chr. Naigeon 1984
    4- Réflexion sur les cultures oléagineuses énergétiques - Le Pourghère ( Jatropha curcas L.): un carburant possible Lit 5 G. Martin, A. Mayeux 1984
    5- Erzeugung von Pflanzenöl als Kraftstoff, TU-München ST 97 Rudolf Apfelbeck Mai 85
    6- Die Purgiernuß ( Jatropha L.), Diplomarbeit, Universität Hohenheim ST 251 Edgar Münch Joachim Kiefer Fev 86
    7- Le Pourghère,. Mémoire de fin d’études, Université de Hohenheim ST 277 Edgar Münch Joachim Kiefer Fév 86
    8- Pourghère ( Jatropha curcas L.) Summary of the degree thesis, University of Hohenheim ST 6 Edgar Münch Joachim Kiefer Febr 86.
    9- A Feasibility Study on Energy Generation Options in the Palm Oil Processing Industry in Ivory Coast TP 70 The World Bank May 86.
    10- Enquête Motopompes TP 8 DMA Dec. 86
    11- Projet Pourghère, étude sur la région TP 2 Serge Canada, AFVP 1986
    12- Ermittlung des Vorkommens von Pflanzenölen und die Einsatzmöglichkeiten von mit Pflanzenölen betriebenen
    Verbrennungsmotoren in ausgewählten Entwicklungsländern TP 100 Rudolph Apfelbeck Jan 86
    14- Jojoba et Pourghère, des promesses pas des prouesses. Deux arbustes d’avenir pour vaincre l’avance du désert
    Lit 10 Georges Martin Nov 86
    15- Thermische Konversion von Biomasse, GTZProgrammpapier TP 83 A. Kaupp Mar 87
    16- Erzeugung und Verarbeitung von Purgiernüssen, Pre- Feasibility-Studie, Integrierte Entwicklungsmassnahmen für die Inseln Fogo und Brava/ Kap Verde, GTZ-Studie TP 100 RUDECO Juli 87
    17- La plante Pourghère autour de Kita PR 17 R. Henning, O .Barry Sept 87
    18- Enquête sur les moulins dans la Région de Kita PR 10 R. Henning, O. Barry Sept 87
    19- Rôle du Pourghère dans la lutte anti-érosive et les possibilités d’utilisation ST 30 Maimouna Sissoko Dec 87
    20- Les méthodes de plantation du Pourghère PR 6 R. Henning, M. Sissoko Jan 88
    21- Enquête sur la densité des plantes Pourghère et le nombre des moteurs à poste fixe dans la région de Fana PR 14 R. Henning, O. Barry Jan 88
    22- Production des haies de Pourghère: Enquête sur la production des plantes Pourghère dans trois sites différents PR 4 R. Henning, O. Barry Jan 88.
    23- Prix des graines de Pourghère: Achat de graines de Pourghère dans la Zone de Kita. PR 4 R. Henning, O. Barry Jan 88
    24- Enquêtes: Densité de la plante Pourghère Caractéristiques des moulins - Zone de KOLOKANI PR 21 R. Henning, O. Barry Fév 88
    25- Nouveaux moteurs pour nouveaux carburants( extrait de Motorisation et Technologie Agricole ) Lit 63 Mars 88
    26-Economie de production des savons Pourghère PR 4 Flatènè Traoré Mars 88
    27-Economie de production d’électricité a partir du gazole, du tourteau d’arachide, de l’huile de Pourghère dans l’usine de la SEPAMA à Kita, étude de cas PR 11 Amadou Kanté Mai 88
    28- Plantation de haies de Pourghère pour la production du carburant au C.E.E.M.A. à SAMANKO, PR 12 R. Henning, O. Barry Mai 88
    29- Production d’huile de Pourghère avec la presse à karité. PR 11 R. Henning N. Coulibaly Juin 88
    30- Pourghère et moteurs autour de Bougouni Enquête sur la densité de la plante Pourghère et les moteurs à poste fixe dans la Zone de Bougouni Sud PR 22 R. Henning, O. Barry, F. Traoré Juin 88
    31- Pourghère et moulins autour de Yanfolila Enquêtes: - Densité des plantes Pourghère - Moteurs à poste fixe
    PR 9 R. Henning, O. Barry, M. Diallo Juil 88
    32- Test d’extraction d’huile de Pourghère avec presse à vis. Institut Royal Tropical, Amsterdam PR 12 F.W. Korthals-Altes Sept 88
    33- Perspectives de multiplication des haies de Pourghère dans la zone de San PR 24 R. Henning, O. Barry, B. Thiéro Oct 88
    34- Les activités précédentes sur le Pourghère au Mali PR 17 S. Koné Mars 88
    35- Présentation Pourghère: L’utilisation de l’huile de Pourghère comme carburant PR 8 R. Henning, S. Koné, D. Ouédraogo, Y. Sidibé Mai 1988
    35- Das Purgieröl als Treibstoff PR 4 R. Henning, S. Koné, D. Ouédraogo, Y. Sidibé Mai 88
    36- Pflanzenöle als Kraftstoff, Untersuchungsbericht der GHSiegen über Verhalten von Purgieröl im Elsbett-Motor TP 202 W. Kleinschmidt 1988
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      CommentAuthorNeddo Zecca
    • CommentTime28/03/2007 editado
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    parte 2 continuação

    37- Untersuchung des Einflusses der Luftkühlung auf das motorische Verhalten . Diplomarbeit, Fachhochschule Köln ST 110 Harald Freyer, Thomas Welsch 1988
    38- Stellungnahme der Firma ELSBETT-Konstruktrion zur zukünftigen Motorisierung TP 34 ELSBETT 1988
    39- Prise de position de la Firme ELSBETT- Construction sur la Motorisation Future TP 34 ELSBETT 1988
    40- Jatropha curcas L. Seeds: Chemical Analysis and Toxicity Lit 6 Antonia A. A. Liberalino et al. Nov. 88
    41- Préparation du savon traditionnelle et artisanale TP 15 Division du Machinisme Agricole 1988
    42- Plantation du Pourghère dans le Logo PR 9 R. Henning, O. Barry, M. Diallo Mars 89.
    43- Produktion von Purgieröl und seine Nutzung als Dieselersatz PR 18 R. Henning, M. Wielage Mars 89
    44- Production of Jatropha oil and its utilisation as a substitute for diesel oil, PSE PR 19 R. Henning Mai 89
    45- Möglichkeiten der Bestandsbegründung von Purgiernuss (Jatropha curcas L.), Diplomarbeit, Universität Hohenheim ST 79 Helmut Kobilke Mai 89
    46- Méthodes de plantation du Pourghère, Mémoire de Fin d’Etudes. Université Hohenheim. Version succincte. ST 13 Helmut Kobilké Mai 1989
    47- Production d’huile de Pourghère comme carburant, PSE PR 18 R. Henning Juin 89
    48- La plante Pourghère comme mesure anti- érosive dans la vallée de Kanguessanou (Kayes) PR 15 R. Henning O. Barry, A. Sow Juin 89
    49- Utilisation de l’huile brute de Pourghère comme carburant dans le moteur Hatz E 89, Ecole Nationale d’Ingénieurs (ENI) ST 10 0. A. Haidara Juin 89
    50- Automatisierung eines Motorenprüfstandes mit einer speicherprogrammierbaren Steuerung und anschlißendem Dauertest über 500 h mit Rapsöl als Kraftstoff. Diplomarbeit, Fachhochschule Köln ST 128 Thomas Mockenhaupt Sutomo Tjahajdi Août 89
    51- Umrüstung von Traktoren auf Pflanzenölbetrieb und Ermittlung von Motorkenndaten, Diplomarbeit, Universität Hohenheim ST 71 Harold Mestrom Mai 89
    52- Wie sind pflanzliche Öle als Treibstoff-Alternative zum Äthanol und Erdöl zu bewerten? - in Brasilien, in Europa. - Diplomarbeit, Universität Hohenheim ST 129 Richard H. Seidel Juin 89
    53- La production de l’ester éthyle de l’huile de carburant comme substitut du gazole, une approche technique au laboratoire PR 4 Siaka Koné et, Mamadou Diallo 1989
    54- Initiation à la Bioénergie PR 5 Reinhard Henning, Yaya Sidibé, et al. Mai 89
    55- Le Pourghère au Cantonnement Forestier de Koulikoro, Mali TP 8 W. H. den Hertog Avril 89
    56- Evaluation de l’augmentation des haies de Pourghère dans la Zone de Kita PR 13 R. Henning, O. Barry, M. Diallo Jan 90
    57- L’évolution du prix du gazole des villes vers les campagnes. -Cas de certaines zones- PR 10 Mamadou Djiré Janv 90
    58- Untersuchungen zur Gewinnung von Rapsöl in Kleinanlagen, Diplomarbeit, Universität Hohenheim ST 80 Ulrich Obergfell Fev 90.
    59- Contribution à l’étude de l’utilisation du tourteau de Pourghère comme engrais organique, rapport succinct du mémoire de fin d’étude de Adama Bingué Sangaré PR 15 F. Samaké A. Sangaré Mai 90.
    60- Marktpotential für Pflanzenölmoteren in Brasilien TP 121 E.C.Lamster 1990
    61- Jatropha Curcas - A Multipurpose Species for Problematic Sites, The World Bank, Asia Technical Department TP 38 Norman Jones, Joan H. Miller 1990
    62- Valorisation de la Plante Pourghère PR 65 R. Henning, Y. Sidibé Juin 90
    63- Prüfung des genetischen Potentials und Verbesserung von Anbauverfahren der Purgiernuß (Jatropha curcas L.), GTZStudie TP 144 Joachim Heller 1990
    64- 90.8-2 Etude des potentialités génétiques et amélioration des méthodes de culture et de reproduction du Pourghère (Jatropha curcas L.), étude de la GTZ TP 130 Joachim Heller 1990.
    65- Photodokumentation zur GTZ-Studie TP 16 Joachim Heller 1990
    66- Fiche technique Jatropha curcas TP 1
    67- The Bielenberg Ram Press - Technical Drawings TP 9 Carl Bielenberg 1990
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      CommentAuthorNeddo Zecca
    • CommentTime28/03/2007 editado
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    parte 3.

    67- The Bielenberg Ram Press - Technical Drawings TP 9 Carl Bielenberg 1990
    68- Jatropha Curcas, Pourghère. A Review Article Kit Amsterdam TP 50 F. A. Roorda Jan 91
    69- Etude de la valeur fertilisante du tourteau de Pourghère, Etude au champ PR 25 Fafré Samaké Mar 91
    70- Oil Gloom to Oil Boom. Jatropha Curcas Lit 83 Vinayak Patil, Kanwarjit Singh, Oct 91
    71- Experimentelle Untersuchung zur Nutzung von Pflanzenölen in Dieselmotoren - Abschlußbericht - TP 113 Volker Korte Norbert Hemmerlein Porsche AG, April 91
    72- Untersuchungen zur Nutzung der Purgiernuß im « Alley Cropping » System ST 112 Wolfgang Felske Nov. 91
    73- Performance, Exhaust Emissions and Durability of Modern Diesel Engines Running on Rapeseed Oil TP 16 N. Hemmerlein, V. Korte, H. Richter, G. Schröder, Febr. 91
    74- Projet régional de valorisation de l'huile de Pourghère composante nationale du Burkina Faso TP 15 Hervé Cabaro CDRES Nov 91
    75- Etude de la valeur fertilisante du tourteau de Pourghère: - Evaluation de l’arrière effet, - Efficience de l’azote et du phosphore du tourteau PR 36 Fafré Samaké Jan 92.
    76- Enquête: Densité des haies de Pourghère, moteurs à poste fixe, choix d’un village dans la zone de Ouélessébougou PR 6 Mamadou Diallo Jan 92
    77- Production et Utilisation de l’Huile de Pourghère comme Carburant au Mali - Aspects Socio-Economiques PR 62 Anne Kéita Jan 92
    78- Introduction d’une innovation en milieu villageois: système de production Karité/Pourghère.(Mali) TP 29 Anne Biquard Juin 92
    •  
      CommentAuthorNeddo Zecca
    • CommentTime28/03/2007 editado
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    parte 4.

    79- Presse à huile Sundhara: notice d’entretien et d’utilisation PR 10 FAKT Sept 92
    80- Produktion und Nutzung von Pflanzenöl als Kraftstoff im Sahel, am Beispiel von Mali, Gesamtkonzept zur Verbreitung des Systemansatzes, GTZ-Studie PR 64 R. Henning Sept 92
    81- Production et utilisation de l’huile végétale comme carburant au Mali, Présentation d’une stratégie d’action pour la promotion de la lutte contre l’érosion PR 14 R. Henning Oct 92
    82- Produktion und Nutzung von Pflanzenöl als Kraftstoff im Sahel, am Beispiel von Mali PR 14 R. Henning Oct 92
    83- Production and use of plant oil as fuel in the Sahel PR 12 R. Henning Oct 92
    84- La produccion de aceite vegetal y su empleo como combustible en Mali PR 15 R. Henning Oct 93
    85- Etude de la valeur fertilisante du tourteau de Pourghère Etude en milieu paysan. PR 20 Fafré Samaké Déc 92
    86- Bielenberg Ram Press - Technical Drawings & Description TP 18 AT International 1992
    87- Untersuchungen über genotypische Eigenschaften und Vermehrungs- und Anbauverfahren bei der Purgiernuß (Jatropha curcas L.). Promotion Uni Hohenheim Lit 140 Joachim Heller 1992
    88- Renewable Energy in rural areas of developing countries - some recommendations for a sustainable strategy Lit 8 Hussein M. Rady 1992
    89- Vegetable Oil as Fuel, An Environmentally and Socially Compatible Concept for Mali Lit 9 Afred Lutz Dec 92
    90- Phänometrische Untersuchungen an Purgiernuß (Jatropha curcas L.) im Rahmen eines Ölpflanzenprojekts in Nicaragua. Diplomarbeit bei Prof. Gretzmacher am Institut für Pflanzenbau und Pflanzenzüchtung, Universität für Bodenkultur Wien, 1992. Nur Inhaltsverzeichnis Lit 8 Maria Höggerl 1992
    91- Pflanzenölmotor im Betrieb mit Palmfett TP 13 Dr. Kampmann Jan 93
    92- Moteur à huile végétale fonctionnant à l’huile de palme TP 13 Dr. Kampmann Jan 93.
    93- Forschungsbericht zum Projekt « Nutzung pflanzlicher Öle als Kraftstoff », Mutagenität, Lektine und Phorbolester PR 20 M. Wink Mar 1993
    94- Rapport de recherches concernant le projet « Huiles végétales employées comme carburant », Mutagénicité, Lectines et Esters de Phorbol PR 19 M. Wink Mar 93
    95- Research Report on the Project: « Use of Plant Oil as Engine Fuel» Mutagenicity, Lectins and Phorbol Esters PR 20 M. Wink Mar 93
    96- Informe de investigacion sobre el proyecto « Uso de aceites vegetales como combustibles », efectos mutágenos, lectinas y ésteres forbólicos PR 20 M. Wink Mar 93
    97- SCHUR-PROCESS. Diesel Fuel Substitute For All Diesel Engines Made From Vegetable Oil TP 24 Hans Schur Hans Peter Schur, Mars 1993
    98- PROCEDE SCHUR: Carburant de substitution d’origine végétale pour tous les moteurs Diesel TP 15 Hans Schur Hans Peter Schur Mars93
    99- Überblick über den derzeitigen Entwicklungsstand der Nutzung von Pflanzenöl in Motoren PR 5 R. Henning Mai 93
    100- Aperçu sur les possibilités d’utilisation d’huile végétale dans les moteurs PR 5 R. Henning Mai 93
    101- status Survey on the Use of Plant Oils as Engine Fuel PR 5 R. Henning Mai 93
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    parte 5

    102- Aprovechamiento de aceite vegetal como combustible para motores. Situación general en la actualidad PR 5 R. Henning Mai 93
    103- Etude de rentabilité concernant la substitution du gazole par l’huile de palme chez Palmindustrie, Côte d’Ivoire TP 65 Rütger Conzelmann Juin 93
    104- Small Scale Oilseed Processing in Tanzania. TP 53 FAKT Juin 93
    105- Nutzung pflanzlicher Öle als Kraftstoff, Abschlußbericht des Monitoring-Programms der FH-Köln in Mali PR 30 Prof. Mjongsu Pak Juil 93
    106- Utilisation d’huile végétale comme carburant, rapport final de l’Ecole Technique Supérieure de Cologne PR 30 Prof. Mjongsu Pak Juil 1993
    107- Rapport d’Etude Socio-Economique sur les Possibilités de Production et d’Utilisation de l’Huile Végétale de Pourghère
    comme Carburant dans le Moteur à Falan. PR 26 Kani Sangaré Avr 93
    108- Rapport Final du Projet de Ouélessébougou CNESOLER/GTZ PR 12 Yaya Sidibé et Aboubacar Samaké Nov 93
    109- Valorisation de la plante Pourghère: Utilisation de l’huile comme carburant. Résultats de Falan et de Ouélessébougou PR 4 CNESOLER 1993.
    110- Diesel Fuel from Vegetable Oils: Status and Opportunities Lit 15 E. Griffin Shay 1993
    111- How to Make? An Improved Soap....not Just for More Foam GATE-report Lit 71 Siaka Koné 1993
    112- Comment faire? Un savon amélioré....pas seulement pour plus de mousse!, GATE-report Lit 69 Siaka Koné 1993
    113- Technologies simples de fabrication du savon amélioré à partir des matières premières locales, Seminare-atelier de CCA-ONG, Mali TP 25 Mamadou S. Touré, Yacouba Tangara Juil.93
    114- La fabrication du savon à base d’huile de neem TP 24 Heike Ostermann Fev. 93
    115- Nordhäuser Motorensymposium: Pflanzenöl als umweltfreundliche Kraftstoffalternative TP 69 TMW GmbH Juuni 93
    116- Strengthening Village-level Oilseed Processing workshop report TP 150 DCS / FAKT Oct. 93
    117- Rapport Final de l’étude socio-économique dans le cadre du projet Pourghère PR 12 Halimatou Maiga, Dorothea Schulz Mars 94
    118- Le Pourghère, notre chance de développement global, Débat par l’ex Ambassadeur de Burkina Faso en France
    Lit 2 Frédreick F. Guirma Mai 94
    119- Die Nutzung von Purgieröl als Kraftstoff TP 9 Rütger Conzelmann
    120- L’utilisation de l’huile de Pourghère comme carburant au Mali TP 9 Rütger Conzelmann
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    parte 6

    121- Einsatzmöglichkeiten der Purgiernuss( Jatropha curcas ) in Erosionsschutz und Energiegewinnung in Mali: Diplomarbeit, Universität Gesamthochschule Kassel ST 80 Ulrich Helberg Fev 94
    122- Structures de lutte contre l’érosion et personnes ressources au Mali PR 7 Ousmane Coulibaly Juin 94
    123- Fachlicher Zwischenbericht zum Projekt: Produktion und Nutzung von Pflanzenöl als Kraftstoff. PR 45 R. Henning Nov 94
    124- Rapport intermédiaire du Projet: Production et utilisation de l'huile végétale comme carburant PR R. Henning O. Sanankoua, Y. Sidibé, Nov 94
    125- Intermediate Report of the Project: Production and Use of Plant Oil as Fuel PR 45 R. Henning Nov 94
    126- Le Savon Pourghère: Etude économique sur les productions artisanales et semi-industrielle de savons à base de produits Pourghère. PR 26 R. Henning, O. Ly, S. Traoré Nov 94.
    127- Extraction des Esters de Phorbol de l’Huile de Pourghère en Vue de la Production d’Insecticide. PR 7 R. Henning Dr. Cheick Dembélé, Nov 94
    128- Bericht. Auswertung der motorischen Kennwerte des Fieldmarshal- Motors FM II PR 9 Dr. Kampmann Déc. 94
    129- Production et utilisation de l’huile végétale comme carburant, Photo documentation du projet PR 21 R. Henning Dec 94
    130- Photo-Documentation of the Project: Production and use of Jatropha Oil as Fuel PR 21 R. Henning Dec. 94
    131- Produktion und Nutzung von Pflanzenöl als Kraftstoff Fotos zum Projekt PR 21 R. Henning Dec. 94
    132- Insecticide Pourghère, Mémoire de fin d’étude, Ecole Supérieure d’Agriculture d’Angers ST 65 Luc Mengual 1994
    133- Insecticide Pourghère, Mémoire de fin d’étude, Ecole Supérieure d’Agriculture d’Angers, Rapport succinct PR Luc Mengual 1994
    134- Sundhara Ölpresse, Bedien-und Wartungsanleitung PR 11 FAKT 1994
    135- Presse à Huile Sundhara, Notice d’utilisation et d’entretien PR 11 FAKT 1994
    136- Enquête sur les haies de Pourghère dans le secteur CMDT de Bla PR 52 Adama Dembélé Martin Schinké 1994
    137- Formation sur la savonnerie avec les femmes des six villagestests du PROTELO du 19 au 21 janvier 1994 dans l’antenne du projet à Ouélessébougou TP 12 Fatoumata Diabaté Janv 94
    138- Plan d’Opération du Projet Pourghère PR 19 Projet Pourghère Nov 94
    139- Untersuchungen zur Treibstoffgewinnung aus ölhaltigen Samen des Purgierstrauches (Jatropha curcas L.) in Nicaragua Dissertation zur Erlangung der Doktorwürde der Naturwissenschaftlichen Fakultät der Karl-Franzens- Universität zu Graz ST 170 Stefan Hackel Jun 94
    140- Optimierung der Sundhara-Schneckenpresse für Kopra und Purgiernuß TP 9 Reinhold Metzler Juni 94
    141- Information About the Bielenberg Ram Press Designed by CAMARTEC
    142- TP 4 Village Oil Press Project 1994
    143- Test récolte sur une haie de Pourghère & amélioration du décorticage PR 10 Adama Dembélé Martin Schinké, Fev 95
    144- Etude de l’effet insecticide de l’huile de Pourghère sur les ravageurs des panicules de sorgho Rapport d’essai. TP 8 A. Ratnadas, B. Cissé, Mars 95.
    145- Comparaison de la rentabilité de quelques activités en milieu rural. PR 21 Adama Demdélé Martin Schinké Mai 95
    146- Fachlicher Zwischenbericht zum Projekt: Produktion und Nutzung von Pflanzenöl als Kraftstoff PR 37 Reinhard Henning Juin 95
    147- Produktion und Nutzung von Purgieröl als Kraftstoff und Rohstoff für die lokale Seifenherstellung im Sahel, Vortrag in Witzenhausen CP 11 Reinhard Henning Klaus v. Mitzlaff Juin 95
    148- Le rôle du Pourghère dans la lutte anti-érosive (rapport de stage) PR 22 Reinhard Henning Thierry Faury Juill 95
    149- Analyse économique et financière du Système Pourghère au Mali PR 75 H.-J. Wiemer Oct 95
    150- Financial and Economic Analysis of the Jatropha System PR 22 H.-J. Wiemer Jan. 96
    151- A contribution to Energy Issues and Sustainable Development Lit 80 GTZ 1995
    152- Valeur fertilisante du Tourteau de Pourghère PR 10 R. Henning, F. Samaké, B. Thiéro Nov. 95
    153- L’Huile de Pourghère - Une Manne « Pétrolière » pour le Mali Lit 5 Kabiné B. Diakité Sept. 95
    154- Etude socio-économique de la production artisanale du savon à base de Pourghère à Kita (rapport de stage) PR 30 Annette Wichers Avril 1995
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    parte 7

    155- Combating Desertification - Fuel Oil from Jatropha Plants in Africa, Paper presented at the UNIDO « Symposium on Development and Utilization of Biomass Energy Resources in Developing Countries » CP 20 Reinhard Henning Dec. 95
    156- Versuche mit einem pflanzenölbetriebenen Motor sowie einer purgierölbetriebenen Dorfmühle und zugehöriger Ölpresse (Praktikumsbericht) PR 23 Reinhard Henning, Augustin Keita, Matthias Rehren Febr. 95
    157- Test d’un moteur à l’huile végétale d’un moulin et d’une presse à l’huile (rapport de stage), PR 23 Reinhard Henning, Augustin Keita, Matthias Rehren, Febr. 95
    158- Dépliant Projet Pourghère PR 2 Projet Pourghère Mar 95
    159- The Sundhara Oil Expeller, Detailed Drawings, Version 3.51, PR 70 FAKT-Associated Consultants Aug. 95
    160- Grandma’s Old-Fashioned Soap Making Lit 11
    161- Test récolte sur une haie de Pourghère & amélioration du décorticage PR 10 Adama Dembélé,Martin Schinke Fev 95
    162- Technologies simples de fabrication de savon amélioré à partir de matières premières locales, session d’approfondissement; Séminaire-atelier du CCA-ONG, Mali TP 21 Siaka Koné Mar 95
    163- Les effets socio-économiques du « Système Pourghère » à Falan, Karan, Bendougouba et Kolokani PR 146 Aisse Diarra, Guido Geißler Dec 95
    164- ynthèse du rapport sur Les effets socio-économiques du « Système Pourghère » à Falan, Karan, Bendougouba et Kolokani PR 10 Aisse Diarra, Guido Geissler, Avr 96
    165- Manuel de multiplication de la plante Pourghère PR 10 Brahima Thiéro Avr 95
    166- Version en bamanan de: Manuel de la multiplication de la plante Pourghère PR 10 Brahima Thiéro Avr 95
    167- Presse à l’huile Sundhara ou « Source ‘or », Version 3.5. Notice d’utilisation PR 15 Aboubacar Samaké Fév 95
    168- Version en bamanan de Presse à l’huile Sundhara ou « Source ‘or », Version 3.5. Notice d’utilisation PR 15 Aboubacar Samaké Fév 95
    169- Le Pourghère « Bagani » et ses avantages Brochure comme mémoire de fin d’études de l’INA PR 22 Mohamed Traoré June 95
    170- Version en bamanan de Le Pourghère « Bagani » et ses avantages Brochure comme mémoire de fin d’études de l’INA PR 22 Mohamed Traoré June 95
    171- Test Insecticide Naturel, Rapport Final du PAE Ouélessébougou TP 14 Seydou F. Diallo June 96
    172- Expériences sur la production de savon à base d’huile de Pourghère PR 8 Oumou Ly Sept 96
    173- Réalisation et test d’un chargeur de batterie « Pourghère » PR 7 CNESOLER Dec 95
    174- Small Lister Type Diesel Engines of Indian Origin PR 70 Reinhold Metzler Oct 95
    175- Le savon au Mali Etude de marché, la place de l’huile de Pourghère dans la production de savon et le marché réservé aux savons Pourghère dans notre pays ST 11 Oumou Ly, Makan Sylla, Mohamed Ouatara Juil 95
    176- Atelier sur le rôle de Pourghère dans la lutte anti-érosive PR 104 Tierry Faury Reinhard Henning Sept 95
    177- Report on the Testing of a Lister 8/1 Diesel Engine on Jatropha Curcas Oil, Sept. - Oct. 1995 TP 22 Carl Bielenberg Oct 95.
    178- Bedeutung der Nachwachsenden Rohstoffe in der Entwicklungszusammenarbeit TP 12 Ingolf Dietrich, BMZ June 95
    179- L’utilisation et l’entretien de la presse à piston, un guide pour es utilisateurs, les formateurs de la presse et le personnel du projet TP 50 Johnathan Hertz, ATI Avr. 95
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    parte 8.

    180- "Biomass Fuels in India - An Exploration" Working Papers for a possible Biomass Fuel Project TP 370 Ernst Schaltegger (editor) Oct. 95
    181- Plant oil for Fuel Project: Economic Feasibility Study TP 30 B. Mauwa June 95
    182- Plant oil for Fuel Project: Zimbabwe Mission Report TP 23 GTZ/RF/BUN June 95
    183- Jatropha curcas - a Multi-use Plant for the Southern African Region TP 10 Geoff Oliver June 95
    184- Rapport annuelle du Projet: Production et utilisation de l’huile végétale comme carburant PR 28 Reinhard Henning Oumou Sanankoua Yaya Sidibé Jan. 96
    185- L’huile de Pourghère comme carburant, fascicule d’information PR 20 Jürgen Gliese Jan. 96
    186- Jatropha Oil as Fuel, information sheets PR 20 Jürgen Gliese Jan. 96
    187 - Oil Expelling - a Profitable Village Industry - technology, economics and support infrastructure - TP 17 Martin Dietz Reinhold Metzler, Carlos E. Zárate, Jan. 96
    188- ONUDI - La Plate-forme Multifonctionelle TP 4 Roman Imboden Mar 96
    189- Valorisation de l’huile de Pourghère comme carburant par estérification PR 23 Aliou O. Haidara Fev 96
    190- Jatropha curcas L. Gensammlung Halbinsel Yucatan und Vracruz , Mexico TP 17 Birgit Schmook Mai 96
    191- Jatropha curcas L. Datenbank Halbinsel Yucatan und Veracruz, Mexico TP 72 Birgit Schmook Mai 96
    192- BAGANI TULU, Bulletin de liaison des Projets Pourghère, Jatropha newsletter, Nr. 1 PR 20 R. Henning (Edit.) Y. Sidibé (Edit.) Jun 96
    193- Fachlicher Zwischenbericht zum Projekt: Produktion und Nutzung von Pflanzenöl als Kraftstoff PR 63 Reinhard Henning Jun 96
    194- Database Vegoil 1.0, Bibliography on Vegetable Oils, using Microsoft Standard Software Access 2.0, PR 26 Jürgen Gliese, Otto Heming 1996.
    195- Vorabklärung für die Entwicklung eines pflanzenöltauglichen Brenners in Mali PR 43 Reinhold Metzler Cissé Mamadou Ba Oct 96
    196- Plant Oil as Fuel and Lubrication Oil, Experience with Small Lister Type Diesel Engines of Indian Origin PR 14 Reinhold Metzler Oct 96
    197- Valorisation du tourteau de Pourghère comme engrais sur le coton PR 8 Fafré Samaké Avr 96
    198- Test der Sundhara-Presse PR 14 Steffen Sauermann Mar 96
    199- Evaluation de l’utilisation de la plante Pourghère comme dispositif anti-érosif au Mali et perspectives de son développement, mémoire de fin d’étude IPR ST 71 Amadou Diané Dec 96
    200- Détermination de la dose optimal du tourteau de Pourghère sur les céréales (le cas du mais), mémoire de fin d’étude IPR ST 49 Lassana Traoré Dec 96
    201- Chemical composition and effect of heat on organic matterand nitrogen-degradability and some antinutritional components of Jatropha meal Lit 21 A.O. Aderibigbe, C.O.L.E. Johnson, H.P.S. Makkar,, K. Becker, N. Foidl Oct 96
    202- Etude clinique sur les effets co-carcinogènes de l’huile de Pourghère sur la peau au Mali TP 18 Sanoussi Nanacasse Hamidou A. Touré jan 97
    201- Modules sur le Système Pourghère
    Module 1: Savon Pourghère
    Module 2: Plantation de Pourghère
    Module 3: Moteur Indien
    Module 4: La presse Sundhara
    Module 5: Presse à l’huile Gneleni
    Module 6: Lutte Anti-Erosive
    Module 7: Tourteau comme engrais
  19.  Denunciar
    parte 9

    Module 8: Insecticides Pourghère
    Module 9: L’économie du Système Pourghère
    PR 18 Projet Pourghère Jan 97
    202- Proyecto Tempate: Produccion de Ester Metilico del Tempate como Sustituto del Combustible Diesel TP 50 Proyecto Tempate, Nicaragua Jan 97
    203- Rapport annuel du Projet Production et utilisation de ’huile végétale comme carburant PR 34 Reinhard Henning, Oumou Sanankoua, Yaya Sidibé Mar 97
    204- Jatropha 97, International Symposium on Biofuel and Industrial Products from Jatropha curcas and other Tropical Oil Seed Plants, Managua, Nicaragua, 23. - 27. 2. 97, Abstract Book Lit 58 Feb 97
    205- Schlußbericht zur Evaluierung des Vorhabens: Nutzung pflanzlicher Öle als Kraftstoff, Phase II, Pilotvrhaben in Mali, PN 93.2202.5 PR 150 Ansgar Eussner, Michael Meixner, Pieter Pietrowicz Feb 97.
    206- Utilisation de substances dérivées de plantes pour la protection insecticide du sorgho contre les foreurs des tiges et les ravageurs des panicules PR 30 A. Ratnadass, B. Cissé, D.Diarra Jan. 97
    207- Energy Production improves Food Production: The Jatropha Project in Mali, West Africa ; An Integrated System for the Utilization of the Jatropha Plant, Applied by a GTZ Supported Project PP 6 R. K. Henning
    208- Anthraquinones in Rheum palmatum and Rumex dentatus (Polygonaceae), and phorbol esters in Jatropha curcas (Euphorbiaceae) with molluscicidal activity against the schistosome vector snails Oncomelania, Biomphalaria and Bulinus Lit 10 Liu, Sporer, Wink, Jourdane, Henning, Li, Ruppel Feb. 97
    209- Molluscicidal properties of J. curcas against vector snails of the human parasites Schistosoma mansoni and S. japonicum Lit 6 Rug, Sporer, Wink, Liu, Henning, Ruppel Oct. 97
    210- Biofuels and Industrial Products from Jatropha curcas Proceedings of the symposium Jatropha 97 in Managua Lit 267 Gübitz, Mittelbach, Trabi Feb. 97
    211- Perspectives de gestion biointensive des foreurs des tiges de sorgho en Afrique de l'Ouest Lit 7 Ratnadass, Cissé, Diarra, Mengual, Taneja, Thiéro, Dec. 97
    212- Evaluation de l'effet insecticide des extraits de Pourghère (Jatropha curcas L.) sur Helicoverpa armigera (Hübner) St 45 Togola Mamoutou Sept. 98
  20.  Denunciar
    parte 10

    213- Pesticidal Efficacy of Formulated J. curcas Oil on Pests of Selected Field Crops Presented at the Symposium "Jatropha 97: Biofuels and Industrial Products from Jatropha curcas", Managua, Nicaragua, 1997 Lit 11 A.D. Solsoloy, T.S. Solsoloy Sept. 98
    214- Extraction of bioactive substances from J. curcas L. and bioessays on Zonocerus variegatus, Sesamia calamistis and Busseola fusca for characterisation of insecticidal properties Presented at the Symposium "Jatropha 97: Biofuels and Industrial Products from Jatropha curcas", Managua, Nicaragua, 1997 Lit 5 Luc Mengual Feb. 97
    215- Studies on Nutritive Potential and Toxic Constituents of Different, Provenances of Jatropha curcas, Lit 6 H.P.S. Makkar, K. Becker, F. Sporer, M. Wink 1997
    216- Comparative evaluation of non-toxic and toxic varieties of Jatropha curcas for chemical composition, digestibility, protein degradability and toxic factors, Lit 9 H.P.S. Makkar, A.O.Aderibigbe, K. Becker 1997
    217- The Potential of Jatropha curcas in Rural Development and Environment Protection - An Exploration Concept paper for the "Regional Workshop on the Potential of Jatropha Curcas in Rural Development & Environmental Protection", Harare, Zimbabwe, May 1998 TP 10 The Rockefeller Foundation April 98.
    218- Effet insecticide d'extraits de Pourghère sur les foreurs des tiges et les punaises des panicules du sorgho au Mali Lit 8 Cissé, Ratnadass, Mengual, Dembele Jan. 98
    219- Use of Jatropha curcas L. (JCL): A household perspective and its contribution to rural employment creation. Experiences of the Jatropha Project in Mali, West Africa, 1987 - 1997. Paper submitted to the workshop "The Potential of Jatropha Curcas in Rural Development & Environmental Protection" Harare, Zimbabwe, May 1998 Lit 4 Reinhard Henning May 98
    220- Regional workshop on "The potential of Jatropha curcas in Rural Development & Environmental Protection" Papers submitted to the workshop held in Harare, Zimbabwe, 13 -15 May 1998 TP 157 The Rockefeller Foundation May 98
    221- Role of the Private Sector in Commercializing Jatropha Curcas Oil and Assisting Rural Development Paper submitted to the workshop "The Potential of Jatropha Curcas in Rural Development & Environmental Protection" Harare, Zimbabwe, May 1998 TP 5 Geoff Oliver May 98
    222- Utilisation of Jatropha Curcas for Soap Making and Fuel ((Zimbabwe Case Study) Paper submitted to the workshop "The Potential of Jatropha Curcas in Rural Development & Environmental Protection" Harare, Zimbabwe, May 1998 TP 17 BUN Zimbabwe L. Mika May 98
    223- Market Incentives for the Intensification of JCL Production Paper submitted to the workshop "The Potential of Jatropha Curcas in Rural Development & Environmental Protection" Harare, Zimbabwe, May 1998 TP 13 Paul Mushambe May 98
    224- Small Scale Mechanised Oil Expelling in Zimbabwe Paper submitted to the workshop "The Potential of Jatropha Curcas in Rural Development & Environmental Protection" Harare, Zimbabwe, May 1998 TP 11 Jan Kalisky May 98
    225- Edible provenance’s of Jatropha curcas from Qintana Roo state of Mexico and effect of roasting on antinutrient and toxic factors in seeds Lit 11 H.P.S. Makkar, K. Becker, B. Schmook
    226- Jatropha curcas Toxicity: Identification of Toxic Principle(s) Lit 5 H.P.S. Makkar K. Becker
    227- Effects of Phorbol Esters in Carp (Cyprinus carpio L) Lit 5 K. Becker H.P.S. Makkar 1998
  21.  Denunciar
    parte 11

    228- The Zimbabwean Experience with Jatropha curcas L., presented at the Forth Annual World Congress on Zero Emissions, Windhoek, Namibia, Oct. 1998 CP 17 M. Mapako Oct. 1998
    229- Influence de diverses matières organiques sur le développement des nématodes parasites de la tomate au Sénégal (Test du torteau de Pourghère) Lit 6 A. Dramé, M. Seck, M. B. Touré Mai 1998.
    230- Utilisation of Jatropha curcas seed oil as an industrial raw material Lit 1 National Council for Scientific Research Zambia 1998
    231- Diesel Fuel from Vegetable Oil Source Bio-Diesel) Now a Reality Lit 4 Michael Habile 1998
    232- The Jatropha System in Zambia Evaluation of the existing Jatropha activities and proposals for an implementation strategy in Southern Province of Zambia TP 62 Reinhard Henning Dec. 99
    233- Jatropha curcas, a description of the plant by ICRAF, internet publication Lit 5 ICRAF Jan. 00
    234- The Jatropha Booklet - A Guide to the Jatropha System and its Dissemination TP 23 Reinhard Henning Jan. 00
    235- The Jatropha Manual - A Guide to the Integrated Exploitation of the Jatropha Plant in Zambia TP 10 Reinhard Henning Jan. 00
    236- Jatropha curcas - Cultivation and Use TP 8 Dierk Hesselbach Jan 00
    237- Toxic activities of the plant Jatropha curcas against intermediatesnail hosts and larvae of schistosomes Lit 8 Melanie Rug, Andreas Ruppel, June 00
    238- A review of Jatropha curcas: an oil plant of unfulfilled promise Lit 20 Keith Openshaw Mai 00
    239- Plant Oil as Cooking Fuel: Development of a Household Cooking, Stove for Tropical and Subtropical Countries, Lit 3 E. Stumpf, W. Mühlbauer June 00.

    abs, neddo zecca membro da corrente do pinhão manso
  22.  Denunciar
    Neddo, explanação bem fundamentada; para mim (leigo por enquanto no assunto) gostaria de informar-lhe meu email e merecer sua atenção no envio de dados novos.Vou procurar conhecer a literatura por você citada para maior embasamento,gostaria de saber é possivel consorciar mamona e pinhãomanso? O meu interesse é fazer parte da cadeia do biodiesel como produtor.
  23.  Denunciar
    Caro Neddo,
    Parabens pelos seus comentários sobre o Pinhão Manso.
    Já vimos exemplos na Agricultura Brasileira de sucesso mesmo existindo vários obstáculos: Citricultura por exemplo. Um dos cultivos com um grande numero de doenças, viroses, etc,.. e mesmo assim o Brasil é o maior produtor de Citros do Mundo. Vamos fazer o mesmo com o Pinhão Manso.
    Uri Goldstein
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    • CommentTime09/04/2007
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    é o seguinte:vou plamtar 01 kg de sementes de pinhão manso com adubo e td.vou medir as produções anuais; fazer a prova dos 09 e ver no que dá.ainda mais agora depois das ricas informações pró pinhão manso.botar umas caixas de abelha perto e ver no q da. e assim vou fazendo experiências e a cada ano aumentando o plantio.vou plantar inclusive nunha área erodida para ver se ela controla mesmo. e assim será as receitas vão aparecendo e eu vou testandoe repassando para tds.
    •  
      CommentAuthorDurival
    • CommentTime09/04/2007
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    Sim, parabens pela decisão. Eu éra garoto quando conheci uma plantação de pinhão manso, plantado para fazer sabão e servir de cerca viva. Realmente ele fecha e inibi a passagem de agua mas uma ajuda sua com a curva de nivel irá ficar melhor ainda. Quanto a abelha tinha muito e cobra no chão tambem.
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    Dr. Neddo Zecca (e demais membros desta ´Comunidade`)
    Parabéns pela excelente exposição e defesa do Pinhão Manso.
    Sou um admirador nato e aficcionado em busca de maiores conhecimentos desta planta. Nasci no interior de Minas (Região de Valadares - Vale do Rio Doce) e passei minha infância colhendo os frutos da "mamoninha", nome pelo qual o pinhão manso é conhecido nessa Região, para fazer sabão e para a medicina caseira (cicatrrizante, purgativos, etc).
    Fico admirado ao ouvir afirmações como "que falta conhecimento sobre o plantio e cultivo do pinhão manso". Nossos bisavós já o cultivavam, embora em pequena escala.
    Entretanto, o que mais me empolga e incentiva, inclusive a plantar o pinhão manso em escala comercial, é o fato de que se trata de planta perene, com boa produtividade (o que compensa seu baixo teor de óleo em relação a mamona), e, ser a sua torta um adubo natural (não tóxico).
    Muito obrigado pelas informações passadas (tb. pelos demais Participantes).
    O mundo, em face da premente necessidade de contenção da emissão de CO2 na atmosfera, terá que recepcionar a adição de álcool na gasolina e de biodiesel no diesel, em percentuais cada vez mais crescentes. O Brasil é o país que dispõe de áreas agricultáveis capas de suprir um boa parte da demanda mundial de ambos - álcool e diesel (25%).
    Tal fato fará com que haja uma grande transferência de riqueza do "primeiro mundo" para nós (parte do que iria para os árabes produtores de petróleo).
    Portanto, se não ocuparmos essa cadeia de produção (ou parte dela - leia-se óleo vegetal), empresas estrangeiras virão e produzirão em nosso lugar (eis que só aqui há espaço físico para se produzir de imediato).
    Temos que nos organizar (cooperativas) e mesmo não tendo o Governo Federal a competência necessária para nos informar, nos organizar, nos incentivar e nos financiar, creio na capacidade do povo brasileiro para contornar esse problema (para não dizer dilema) e sair-se vitorioso.
    Parabéns a todos que de uma forma ou de outra crêem e contribuem para esse fim: o sucesso do biodiesel, a partir da agricultura familiar e do pequeno produtor.
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    muito importante o comentário sobre o pinhão manso. obrigado
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    Caros parceiros do pinhão manso, favor visitarem o endereço
    http://www.cpatsa.embrapa.br/noticias/noticia87.php
    fornecido pela:
    COTE- Consultoria Operacional Ltda
    Estando ao seu inteiro dispor, para qualquer esclarecimento que esteja ao nosso alcance,
    Cordialmente.
    Brito.

    Nem todos da EMBRAPA estão remando contra.

    abs, neddo zecca
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    Recentemente foi realizada na Holanda um Simpósio sobre a Jatropha Curcas tendo inclusive a participação de brasileiros. Um amigo me enviou o Draft preliminar produzido pela ONG em 2006. Achei estranho que os participantes Institucionais brasileiros não nos tenham postos a par do referido documento. Também disponível via internet. São 45 paginas de uma boa leitura sobre o nosso pinhão manso. www.fact-fuels.com
    "jatropha Handbook First Draft "

    Abs, neddo zecca
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      CommentAuthorDurival
    • CommentTime17/06/2007
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    Sr Neddo Zecca, li alguns comentários sobre o pinhão plantado muito junto e estou pensando em fazer um consorcio de plantas aumentando a distancia entre Pés do Pinhão assim evito o sufocamento da planta e posso ter colheitas de grãos diferenciados. Por periodos e tipo de grãos. Pode ser a entre safra do pinhão. Abri um item neste forum.

    Qual destas Plantas podemos produzir junto com o Pinhão Manso?

    Neste Forum tem alguns dados:

    Oleaginosas...
    escrito por Vitor Beltrão , 1.06.2007 - 17:10
    soja 446 l/ha
    café 459 l/ha
    mostarda 573 l/ha
    camelina 583 l/ha
    arroz 828 l/ha
    girassol 952 l/ha
    amendoim 1059 l/ha
    canola 1190 l/ha
    pinhão manso 1892 l/ha
    palma 5950 l/ha
    • CommentAuthoraedutra
    • CommentTime21/06/2007
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    #
    Há meses acompanho com o maior interêsse a discussão do assunto biodiesel,suas imensas implicações no futuro da humanidade.Na verdade dá para distinguir as pessoas que participam deste Forum com intenções honestas de discutir,aprender e divulgar o pouco - e graças a Deus (é fôrça de hábito porque sou ateu...), -inúmeras vezes, grandes conhecimentos sobre o biodiesel e o pinhão manso em especial.
    Deduzi que o pinhão manso (jatropha curcas), bem orientado, poderá ser - no mínimo aquêle porquinho do cercado,aquelas galinhas do terreiro, aqueles cabritinhos ou ovelhas, do pequeno produtor/criador.Ou seja: aquela renda extra para melhorar a feira da semana.Com uma sêca mas forte.Pode ser êle - o pinhão manso, o único a se manter produzindo....garantia para o feijão que a terra não deu.
    Tem gente muito bôa - de coração e de sapiência nêste Forum.Começando com dr.Neddo Zeca,sóbri,diligente,objetivo e de grande competência.
    Mas tem ,também, uns pícaro, gozadores e,oportunistas .Infelizmente.
    Êles estão em tôdo lugar.Principalmente entre os políticos
    Vejam o presidente que entusiasmou-se pelo pinhão manso,num dia para outro, em seus discursos.E daí, seus sábios conselheiros,lembraram-no,de que seu governo já estava atolado até o pescoço com inúmeros projetos e muitas verbas de patrocínio a mamona assas