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      CommentAuthorDurival
    • CommentTime09/04/2007
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    Luiz Makaha, não sei qual a sua intenção para o Neem platado de 6x6 e qual a altura das arvores no momento mas acho que irá formar muita copa e não dará altura , poderá sufocar o pinhão . O pinhão cresce muito rápido mesmo assim ainda acho que você pode plantar de 1 a 2 pés de pinhão a cada intervalo pois o pé de Neem atinge 15 a 18metros ou até mais e o pinhão você pode podar para que não passe de 4 metros. Não esqueça de deixar algumas ruas (fileiras) sem plantar para facilitar a colheita. Não sou especialista mas plantei o neem de 3 x 3 e a moringa 3 x 2, a bracatinga de 3 x 1,5 antes de começar com o pinhão , mas já estou avaliando a possibilidade de plantar um pé de pinhão no intervalo do neem principalmente. Estou plantando a acacia , oleo de copaiba o angico vermelho , peroba amarela dos quais já vou preparar tambem o consorcio com o pinhão (para sementes). Acredito muito nesta planta e acho que existe interesses camuflados na divulgação,. Tenho assistido alguns programas sobre o Biodiesel e quando algum entrevitado fala do pinhão percebe-se que, ou não conhece ou então disfarça e muda de assunto.
  1.  Denunciar
    Gostaria de saber se alguém tem informações sobre a poda do pinhão manso. (como fazer, a melhor época)?
    • CommentAuthorjmalves
    • CommentTime16/04/2007
     Denunciar
    Estamos iniciando os estudos com pinhao manso tambem. temos experimentos testando adubação (NPK) ainda em fase inicial. Alguém tem informações sobre a poda do pinhao manso? (como fazer, melhor época etc?)
    abraços a todos
  2.  Denunciar
    Sr. Miranda Saraiva,

    Em Floriano-PI, a 60Km de sua cidade encontra-se a Brasil Ecodiesel. Esta é uma usina de biodiesel interessada em adquirir sementes de mamona e pinhão-manso para a produção de biodiesel. Se precisar de informações complementares, fique a vontade.
    Atenciosamente
    Alex R. Borges
    • CommentAuthordino
    • CommentTime19/04/2007 editado
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    Caro srs,
    Estou prestes a concluir o curso de agronomia em Rio verde-Go, sou um dos pioneiros nesta cultura e vejo que so agora ha um grande numero de pessoas interessadas, assim, infelizmente no Brasil os produtores andam frente as pesquisas, sugiro-lhes que criemos uma cooperativa ou uma associacao de produtores e profissionais para trabalharmos esta maravilhosa cultura
    Abracos
    Divino Nunes Mesquita
  3.  Denunciar
    sr. João de Souza Lima

    Fiquei feliz em ler seus comentários sobre seu amor pelo seu estado tenho curiosidade sobre o que fazer com o a semente do pinhão manso, posso abatecer o trator na chacara e como tirar a casca, que tipo de trituradeira usar como estrair o biodiesel.
    grato!
    Tulio Novo Horizonte
  4.  Denunciar
    Caro Sr. Joao Souza Lima,
    Gentileza comentar sobre as condições para a implantação de planta de Biodiesel em seu Município (Novo Repartimento - PA)
    Marcos Magno
  5.  Denunciar
    Caro Sr. João Souza Lima,
    Parabéns pela sua divulgação, estou estudando o Pinhão Manso, e estou observando que existe muita gente contrário ao seu cultivo pelo motivo da colheita ser manual, mas o se nota é que o grande potencial do Pinhão Manso (além de ter de 30 a 40% de óleo) é a Agricultura Familiar. Caro João, além de dar as dicas, sobre colheita e pragas, vôce nós deu um exemplo de vida de como conviver numa Agricultura Familiar. Espero que ocorram muitas usinas para compra da materia prima e com isso voltarmos a nossa verdadeira origem. Muito obrigado e que Deus te abençoe e seus familiares, abraços.
    EngºAgrºFausto Ribas Chadi
    faricha@ig.com.br
  6.  Denunciar
    Caros convivas Brasileiros:

    sou um engenheiro Português a dar os meus primeiros passos no campo dos biocombustíveis (leia-se "engenheiro" no sentido de alguém que, para além de ter uma certa formação, gosta de encontrar solução para problemas técnicos do nosso dia-a-dia).
    Entre outras culturas, tenho estado a prestar uma atenção especial à do pinhão-manso (Jatropha curcas L., a "purgueira" que nós Portugueses já explorámos em grande quantidade, na altura nas antigas colónias africanas de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. O óleo de pinhão-manso chegou a iluminar as ruas de Lisboa). Pelo que tenho podido avaliar, é uma cultura que poderá ajudar a resolver dois problemas: o cultivo de solos mais pobres e com menor disponibilidade de água de algumas regiões de Portugal; e principalmente ajudar a alimentar a nova indústria do Biodiesel que agora está a crescer no meu país e assim contribuir, ao mesmo tempo, para elevar o nível de vidas das populações de zonas mais carenciadas.
    Actualmente estou a iniciar uma plantação com semente que pude trazer de Cabo Verde, aquando de um visita técnica que ali fiz em finais de Março deste ano, onde a cultura persiste hoje fundamentalmente para fornecer óleo utilizado em produtos como o "sabão di terra" (um produto regional; o óleo tem também alguma utilização na medicina tradicional) e para controlar a erosão dos solos, que ali sofrem muito com a acção do vento.
    No entanto, há alguns aspectos da cultura que ainda me suscitam dúvidas. Em que temperaturas consegue a cultura sobreviver e produzir no Brasil? Será que o pinhão-manso vai suportar as temperaturas baixas - por vezes a rondar os zero graus - dos invernos do centro e norte de Portugal? E em termos de fertilização, o que é que se pratica no Brasil? E quanto à rega? Alguém tem dados de pinhão-manso regado aí no Brasil? Se sim, quanto e como se rega?
    Quanto à colheita - aspecto de importância crucial, nomeadamente quando se pensa em produção em grandes áreas onde a colheita totalmente manual não é opção - pelo que já percebi, há muito a fazer. Mas talvez que a mecanização da colheita pudesse ser feita com base no que aqui na Europa se aprendeu com a colheita da azeitona. Há várias soluções tecnológicas que, à primeira vista, com alguma adaptação poderão ser adequadas ao pinhão-manso. E se umas poderão ser adoptadas apenas por empresas maiores e com grandes disponibilidades económicas, outras, pela sua simplicidade, poderão estar à mão de muitos pequenos agricultores. Já agora: no Brasil a maturação dos frutos acontece de forma concentrada ou é espalhada ao longo de muitos meses? É que isso poderá ter consequências nas opções de colheita a aplicar.
    Finalmente, uma última pergunta: como é que é extraído o óleo do pinhão-manso no Brasil? A frio? A quente? Com solventes (embora em não creia que esta seja uma solução para o pequeno produtor)? Há algum equipamento típico, de que existam desenhos ou fotos?
    Fico à espera de comentários, que desde já agradeço.

    Cumprimentos a todos e votos de sucesso para o fórum,

    José Monteiro
  7.  Denunciar
    Caro, j monteiro; sinto dizer -lhe que provavelmente a cyltura nao se adptara nas suas condições, e caso se adapte as plantas permanecerão em dormencia por longos tempos, o que as tornarão enviaveis caso seja cultivada ai na sua regiao
    Abraços
    Divino Nunes Mesquita
  8.  Denunciar
    Seu depoimento, João, no Forum do BiodieselBR, foi excelente, mostrando que o agricultor familiar tem cultura adequada ao uso dos nossos escassos recursos. Não é atoa que somos um dos principais produtres de mandioca, feijão e outras culturas, quase que totalmente exercida pela agricultura familiar. Tenho muito respeito por esse conhecimento que junto com a tecnologia que vem da pesquisa poderá tornar nosso país soberano na agropecuária mundial.
    Estou também muito interessado na dinamização dessa cultura no nosso Estado de Pernambuco, que foi pioneiro na pesquisa com o pinhão manso, em 1981. Pretendemos discutir num encontro essas experiências e, seria muito importante incluir seu parecer. Alem do texto que estou selecionando no Forum, seria viavel a inclusão de alguma fotografia do seu cultivo, de plantas produzindo e dos produtos que obtém?

    Acabo de lhe enviar um CD com depoimentos de um antigo pesquisador e empresário pernambucano, engenheiro agrônomo Moacyr de Brito que no passado desenvolveu um sistema de produção que daria sustentabilidade a uma região de solos fracos e restrinção de chuvas, além dos depoimentos que o você prestou no Forum do biodiesel/BR.
    Receba meu aplauso e homenagem ao seu esforço para dinamizar ai na sua região o cultivo do pinhão manso que será certamente de muita utilidade para o agricultor familiar no sistema de agrofloresta que também defendemos.
    Fernando Chaves Lins
  9.  Denunciar
    SR. JOÃO DE SOUZA LIMA

    Eu parabenizo pela grande ajuda que o sr. tem dado a esta comunidade. São de pessoas assim como o sr. que o nosso país precisa. Avaliando as informações, gostaria de saber o parecer do sr. nas seguintes conclusões:

    1) A PROMESSA das usinas em pagar R$0,50 ou R$0,40 por kg da semente do pinhão PODE SER UMA COISA ENGANOSA/MONOPOLIZADORA, deve ser acompanhar isto cuidadosamente. Veja os calculos realistas e simples... supomos 1kg=1litro de óleo, se 1kg de semente extrai 37% de óleo, então 1kg semente=0,37lt de óleo. Portanto R$0,50/kg semente dividido por 0,37litros=R$1,35 por litro de óleo. Ou seja o custo do preço do óleo seria R$1,35 por litro sem contar despesas avulsas da industria. NÃO PARECE UM PREÇO ABSURDO, ILUSÓRIO? Qual seria o preço da produção do biodiesel entaum? Fala-se em R$0,10 no preço do kg insumo/torta do pinhão, o custo do óleo vegetal deve ser menos de R$1,00. O proprio produtor vai comprar este insumo/torta das usinas? Há mercado para estas tortas? O sr. já vendeu as palhas/cascas/tortas que o sr. tem produzido no sitio de vocês?

    2) Solução/sugestão: Formação de cooperativas dos proprios agricultores com extração propria do óleo em polo região. Algo semelhante ao que acontece com o arroz, quando os agricultores recebem 50% do seu arroz limpo pelas maquinas de arroz em suas regiões. Consequencia: O proprio agricultor regularia o seu proprio preço de acordo com o mercado sem correr o risco de ficar monopolizado por uma usina compradora das sementes.

    Como o sr. vê isto?
    • CommentAuthortoakiuai
    • CommentTime29/05/2007
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    Esta ultima mensagem foi enviada por mim ao sr. joao de souza lima e comunidade,

    Grato,
    Claudio Cesar
  10.  Denunciar
    Cláudio Cesar.
    Primeiro: Na extração mecânica do pinhão manso dificilmente se consegue extrair mais que 30% de óleo. Nesta forma de extração a torta fica com um residual de óleo de no mínimo 6%.
    Segundo: Permanecendo a atual carga tributária, a usina de biodiesel deverá pagar entre R$ 1,10 e 1,20 por quilo de óleo de pinhão manso para conseguir um pequeno lucro.
    Terceiro: O produtor de pinhão manso precisa se preocupar com produtividade. Quanto maior a produtividade mais lucro.

    O pinhão manso terá futuro se conseguirmos fazer com que desde o produtor até o usineiro tenham lucros coerentes. Um não poderá ganhar muito causando prejuizo ao outro. Todos precisam ganhar um pouco e de preferência sempre.
    Abraços.
  11.  Denunciar
    Univaldo ou presiso saber quien compra este producto en brazil? yo soy de Bolivia y tengo 1000 hectareas de esta plantacion quien y a que precios lo cpmpran ?

    Brigado
    Renzo
  12.  Denunciar
    Realmente os preços de R$ 0,50 e R$ 0,40 não são competitivos para as usinas de biodiesel. No ultimo leilão, o litro do Biodiesel foi vendido a R$ 1,74 pela Brasil Ecodiesel. Já ouvi propostas de R$ 0,60/kilo de grãos, o que resultaria num óleo a R$ 1,6/litro.
    Como uma empresa pode comprar um óleo a R$ 1,34/Litro (onde não estão inclusos os custos de extração do óleo), produzir o biodiesel e ainda vende-lo por R$ 1,74????
    Devemos ser cautelosos nas ofertas feitas, principalmente na garantia da manutenção desse preço por contrato de longo prazo, já que a planta inicia sua produção rentável a partir do 3°- 4° ano.
  13.  Denunciar
    Será que a melhor solução é manter esta cadeia produtiva do modo que foi desenhada para o petróleo ? Por que produzir biodiesel, se o uso do ÓLEO VEGETAL PURO tem melhor desempenho que os combustíveis derivados do petróleo ? A utilização de óleo do pinhão manso como combustivel para alimentar motores estacionários, visando à produção de energia, e para alimentar os motores do ciclo diesel, ambos com kits de conversão encontrados no mercado nacional (Elsbett, Fendel, etc) poderiam suprir as necessidades de energia necessárias às comunidades do interior, tornando desnecessária a longa viagem empreendida pelo óleo até às usinas, sua mistura ao combustível derivado do petróleo e sua longa viagem até aos grandes centros de consumo; além disso, o fornecimento de energia elétrica através de grupos geradores instalados na região tornaria desnecessário a implantação de extensas linhas de transmissão, e traria para o interior a decisão sobre as necessidades de energia e custos de energia. Estas duas decisões, com certeza, abalariam a estrutura centralizadora e altamente perniciosa existente no modelo atual, tornando desnecessária a carga tributária imposta aos consumidores do interior. A torta resultante do pinhão manso seria totalmente aplicada na agricultura orgânica, proporcionando alimentos de alta qualidade, garantindo a segurança alimentar para a região, além de promover ganhos financeiros advindos da comercialização da produção excedente, uma vez que a agricultura orgânica apresenta elevado nível de aceitação e crescimento de consumidores em todo o mundo, com preços substancialmente mais elevados. Essa melhoria no padrão alimentar reflete-se imediatamente na melhoria dos níveis de saude, reduzindo despesas com a saúde. A torta pode ser ainda utilizada para programas de reflorestamento, gerando produtos diversos para aproveitamento regional e inclusive para exportação.
    Tais modificações seriam capazes de mudar o foco produtivo, deixando de utilizar o modelo cartesiano imposto pelas corporações multinacionais e finalmente trazendo de volta para o campo o contingente de migrantes que foi expulso pela "revolução verde", doutrina utilizada pelas grandes corporações para impor sua prevalência economico-financeira, baseada no capital intensivo e causador de males que afligem atualmente os grandes centros urbanos
    •  
      CommentAuthorDurival
    • CommentTime06/11/2007
     Denunciar
    Sr Euclides de Oliveira, parabens. Muito bem focado seu raciocinio. Leve este seu texto para o item noticias deste site com o intuito de fortalecer o debate travado sobre o pinhão manso. A idéia é bem maior do que simplesmente o plantio ou a extração do oleo do pinhão manso ou qualquer outra planta, que não venha a concorrer com generos alimenticios. (tanto na utilizanção da terra quanto no uso de grãos). Estamos caminhano para o chamado cabresto financeiro (quem tem contrato entrega a produção quem não tem vai amargar sériamente prejuizo pois ficará entalado com a produção sem saber o quê fazer. Esta historia já aconteceu e vem acontecend0 com a cana , eucalipto, o frango etc. O Agricultor fala mas não tem eco. A imprensa abafa desmerecendo a atenção devida.
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