Pinhão Manso: Verdades e Mentiras |
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Nos últimos tempos, anda-se falando muito sobre o potencial produtivo do pinhão manso, principalmente depois que a planta foi apontada pelo Programa de Biodiesel Brasileiro como uma das fontes de alta produtividade do combustível. Alguns pesquisadores da Embrapa junto com pesquisadores da EPAMIG, preocupados com o que está sendo publicado pela mídia sobre o pinhão manso, reuniram-se e publicaram um documento alertando a respeito das verdades e mentiras sobre a oleoginosa. Confira na íntegra o que diz esse documento.ALERTA SOBRE O PLANTIO DE PINHÃO MANSODE ONDE SURGIU A PLANTA?O pinhão manso (Jatropha curcas) é uma planta arbustiva da família das Euforbiáceas possivelmente originária da América, que ocorre de forma espontânea em diversos estados do Brasil. No passado, o pinhão manso já foi cultivado em pequena escala em alguns países, inclusive no Brasil, mas atualmente é uma cultura de pequena expressão mundial. É encontrado vegetando de forma espontânea, mas também em cercas-vivas ou próximo a residências, onde tem valor folclórico ou aplicações medicinais.Com o advento do Programa Brasileiro de Biodiesel, o pinhão manso foi incluído como uma alternativa para fornecimento de matéria-prima. Esta escolha baseia-se na expectativa de que essa planta possua alta produtividade de óleo, tenha baixo custo de produção por ser perene e seja extremamente resistente ao estresse hídrico, o que seria uma vantagem significativa principalmente na região semi-árida do país.
No entanto, causa grande apreensão aos técnicos envolvidos com a pesquisa agrícola no Brasil, o incentivo ao plantio do pinhão manso em extensas áreas, pois é uma cultura sobre a qual o conhecimento técnico é extremamente limitado. Grande parte das informações divulgadas sobre a cultura provém de fontes pouco confiáveis, principalmente da Internet, em páginas de empresas privadas, onde as vantagens da planta são exaltadas. A seguir, citam-se alguns tópicos que merecem atenção sobre a cultura:
Reafirma-se a crença no alto potencial produtivo e consideráveis vantagens que o pinhão manso possui, e a esperança de que essa oleaginosa, no futuro, tenha importante participação no fornecimento de óleo para biodiesel. Neste sentido, diversas Unidades Descentralizadas da Embrapa, instituições de pesquisa e universidades do país, contando também com parceria com outros países, já estão trabalhando no desenvolvimento de tecnologia para o pinhão manso, incluindo a criação de bancos de germoplasma, experimentos a campo, estudos em casa-de-vegetação e em laboratório. No entanto, por se tratar de uma planta perene, que só estabelece a produção após o quarto ano, estima-se que serão necessários pelo menos cinco anos para que se tenham informações mais seguras sobre a cultura. Enfatiza-se ainda a necessidade de reforçar os investimentos em pesquisa para essa cultura, e sua manutenção por longo prazo, para que as atividades possam chegar a resultados definitivos, pois a interrupção desse apoio financeiro durante a execução do trabalho pode inviabilizar todo o processo. Artigo elaborado pelos pesquisadores:Liv Soares Severino - Embrapa AlgodãoNapoleão Esberard de Macêdo Beltrão - Embrapa Algodão Nilton Junqueira - Embrapa Cerrados Marcelo Fidelis - Embrapa Cerrados João Flávio Veloso - Embrapa Milho e Sorgo Nívio Poubel Gonçalves - EPAMIG Heloisa Matana Saturnino - EPAMIG Renato Roscoe - Embrapa Agropecuária Oeste Décio Gazzoni - Embrapa Soja Jason de Oliveira Duarte - Embrapa Milho e Sorgo Marcos Drummond – Embrapa Semi-árido Resposta:Resposta a este manifestoCompre Junto
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Ernani Pedretti
disse:
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| Realmente,baseado na reportagem acima, volto ao meu comentário anterior, enquanto as autoridades não definem quais as aleoginosas devam ser utilizadas, derepente vai ter fazendeiros com cerca viva no meio de sua propriedade. 1
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| Gostaria de saber como os pesquisadores estão vendo a venda de sementes de pinhão manso indiscriminadamente. Não deveriam ser eles que coordenam entre outras coisa os zoneamentos, denunciar de forma veemente a falcatrua que se instalou com o "circo" do pinhão manso, onde atravéz de publicidade bem elaborada estão iludindo agricultores e levando inclusive prefeitos etc a entrar nesta lavoura de olhos fechados. E um conto do "vigario" de 5 anos. Vejo que vários pesquisadores assinam o manifesto acima mas acredito que voces tem força para fazer ainda mais. E podem.... 2
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| Porque a Embrapa não fez um artigo sobre a utilização da mamona para o biodiesel? Esses estudiosos não sabiam que o rendimento é baixo e não da lucro? Pensando bem, eles devem estar com medo de cometerem com o pinhão manso, o mesmo erro que cometeram incentivando a mamona. Andréia Silva 3
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| Não conheço o "circo do pinhão manso". Pelo que diz o texto, o pinhão manso está sendo estudado para provar ou não a expectativa de que "a planta possua alta produtividade de óleo, tenha baixo custo de produção por ser perene e seja extremamente resistente ao estresse hídrico, o que seria uma vantagem significativa principalmente na região semi-árida do país." Não entendo onde está o Circo dito pelo comentário acima. O que se tem é uma ótima expectativa sobre a planta e pessoas que acreditam na planta. Acredito que essas pessoas sabem desses pontos ditos no manifesto acima. O que eu entendo que está ocorrendo com o pinhão manso no Brasil e no mundo é que ninguém quer esperar 5 anos para plantar pinhão manso. Se os estudos confirmarem as expectativas, o produtor vai ficar 5 anos atrás de quem começou agora. O produtor está investindo no pinhão manso (que pode não ser tudo o que dizem) sabendo do risco, pois pode ter um ótimo retorno para esse investimento. Como cientistas que são, os profissionais da Embrapa e da Epamig, não podem recomendar o plantio de uma planta que eles não conhecem a fundo. Mas isso não quer dizer que a planta e uma mentira. Quer dizer apenas que não há comprovação científica. E isso demora tempo, tempo que alguns não querem esperar. Agora dizer que o pinhão manso é um "conto do vigário de 5 anos" é demonstrar que não conhece a planta e o que está sendo feita com ela, e ainda que não leu o manifesto. Os cientistas acreditam na planta vejam: "Reafirma-se a crença no alto potencial produtivo e consideráveis vantagens que o pinhão manso possui, e a esperança de que essa oleaginosa, no futuro, tenha importante participação no fornecimento de óleo para biodiesel. Neste sentido, diversas Unidades Descentralizadas da Embrapa, instituições de pesquisa e universidades do país, contando também com parceria com outros países, já estão trabalhando no desenvolvimento de tecnologia para o pinhão manso, incluindo a criação de bancos de germoplasma, experimentos a campo, estudos em casa-de-vegetação e em laboratório." Espero que os estudos sobre o pinhão manso continuem e sejam ampliados, pois sem melhora genética nenhuma essa planta já causa esse alvorço, imagine como será a produtividade daqui a 20 anos. Parabéns Embrapa e Epamig por lutarem pelo desenvolvimento correto da agricultura e do biodiesel no Brasil. 4
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| É muito importante a posição dos pesquisadores, neste momento, sobre o pinhão manso. Vamos retornar aos anos de 1980 qunado a FINEP, através de seu coordenador do OVEG (Programa de Óleos Vegetais), General Paiva Rios, investiu bastante recurso em várias oleaginósas "alternativas" e, dentre elas, o pinhão manso. Após vários anos de insistência para produzir o pinhão manso no sertão pernambucano - semi-árido -, sem nenhum sucesso, tal foram os anos de seca entre 1982 a 1985, a FINEP, ouvindo o "colegiado" que compunha o Programa, passou a patrocinar pesquisas com o pinhão manso no Estado de São Paulo, junto ao IAC. Isto aconteceu pelos idos de 1985 a 1986. Importante é notar que quase nada se sabia sobre a lavoura; apenas era conhecido como pinhão para se fazer cercas vivas, como eu tive oportunidade de conhecer ainda em minha infância no interior do Estado de São Paulo. Foi a partir das pesquisas do IAC, em uma de suas fazenda experimentais, situada próximo à Araçatuba, que vieram as primeiras informações sobre a lavoura: grande ataques de pragas e doenças, tendo sido chamado à epoca, o pessoal de pesquisa do Instituto de Biologia. A história acabou por ser interrompida por falta de interesse, em 1987, quando os preços do petróleo baixaram para os 16 dolares por barril e o Governo brasileiro, através de seu Programa de Mobilização Energética, deixou de patrocinar pesquisas em fontes alternativas de energia oriundas de biomassas. Infelizmente, hoje, voltamos à estaca zero com algumas biomassas, uma vez que os resultados obtidos no passado acabaram se perdendo em prateleiras da burocracia brasileira. Vamos acreditar que agora, a EMBRAPA e suas associadas e/ou congêneres, recebam recursos financeiros adequados para fornecer as informações necessárias sobre o pinhão manso. É oportuno lembrar que nem sempre a pesquisa lidera a onda do desenvolvimento. Em muitos casos, quem sabe na maioria deles, a livre iniciativa, o produtor rural no caso, arrisca seu dinheiro em algo que ele acredita, mostrando os caminhos que a pesquisa deve se enveredar para conseguir os progressos necessários. É bom e salutar que seja assim também com o pinhão manso, como foi com a soja, o girassol e a colza, só para lembrar de algumas oleaginosas. 5
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| Na região de Campo Verde já tem muitos produtores com áreas bem expressivas de pinhão manso, e temos no mercado muitas empresas bem conceituadas fazendo um trabalho pesado em cima dessa cultura, garantindo colheitas com nove meses, maquinas para colheita, desenvolvimento de novas sementes viabilizando o amadurecimento uniforme das planta e assim vai. Semana passada eu recebi uma ligação onde um químico me explicava que o óleo do pinhão manso ainda não é viável para o biocombustivel devido a sua textura, me disse que ainda não se tem bons resultados a partir do óleo de pinhão manso, e que será preciso fazer muitas pesquisas para se achar uma forma de se utilizar esse óleo. Torço muito pinhão manso, mas quero que ele seja uma cultura viável, e não mais uma frustração para os pequenos produtores. Na região onde estou o pinhão manso é muito nativo, encontramos ele em muitas propriedades facilmente com grandes cargas de frutos,Seria muito bom para o Vale do Araguaia a aprovação do pinhão manso para o biocombustivel, hoje temos no vale + 20 mil famílias assentadas pelo Incra, onde a sua única fonte de renda é a Pecuária. 6
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| Ola amigos é de extrema importancia as posições acima, tanto a afirmação da andreia silva quanto ao sucesso da mamona, tenho vivenciado em minha região NORTE DE MATO GROSSO a brincadeira da mamona, onde o agricultor so entra com o campo de teste e o resultado é o que a andreia coloca. ademar brandini,suaa linhas escritas nos indicam e nos levam a perguntar a finep onde estão as informações tidas na época sobre pinhão manso, se tem ou foram para o lixo? quanto ao circo colocado acima não entendo isso como circo, falo isso porque estou definido por plantar pinhão manso em minha área, com a clareza de que é produtivo, por outro lado de que tem fatores limitantes mas de que se tem opções outras em sua utilização a propria cerca viva comentada, ainda o fabrico de sabão de excelente qualidade, como também sabonetes da mais alta qualidade. então se tem que ter os pés no chão quando se fala de circo não é assim que se contribue, ou então biodiesel é outro circo que não vejo isso entendo ser interessante opção economica além de ambiental para nossos futuros homem de nosso planeta. fica a preocupação com tal orgão FINEP "se pronunciem sobre dados tidos em mommento anterior serão de grande valia para nos 7
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| Estou sentido um cheiro forte de fumaça cientifica e não científica escondendo o terror de se ter os financiamentos oficiais e privados, nacionais e internacionais desviados da oleaginosa campeã absoluta do mercado interno e externo: a soja. A ciencia e sua consequencia, a tecnologia, são os construtores dos mercados sejam estes produtos ou serviços e não o inverso. 8
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| Essa sua linha de comentário historiando pesquisa interrompida pelas autoridades passadas é de suma importância para popularizarmos o Pinhão Manso, de nada adianta e nada acrecentara a critica da critica devemos isto sim utilizarmos este espaço para tentar ilucidar a verdade sobre a energia verde, que tal se algum pesquizador do IAC da época que acredito ainda existir se manifestasse a respeito. 9
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| O Pinhão Manso presente no Brasil há séculos, já é uma realidade como Oleaginosa viável. Difícil sim, como qualquer nova cadeia produtiva. Porém existem já diversas pesquisas em andamento e resultados surpreendentes. O que precisamos na verdade é unificar os dados existentes e sobretudo dar suporte ao Agricultor que inicia este cultivo. Temos tecnologia suficiente no Brasil para produzir plantas saudáveis e ainda selecionar as variedades com características positivas para um bom resultado. Desafio sim, mas sem volta. Agora é acertar a mão para evitar perdas do entusiasmo energético do Pinão Manso. 10
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| É, os técnocratas do agronegócio querem fazer desanimar os produtores do cultivo do pinhão manso a qualquer custo. São extremamente pessimistas. Atacam as informações divulgadas pela internet e dizem que o produtor nao deve plantar em grande escala. Alertam de forma genérica que a planta é MUITO sujeita a pragas e doenças. Você que é produtor, é quem pode avaliar isso. Que pragas, que doenças existem na sua plantação? Existem mesmo? Dizem que a planta amadurece os frutos de forma irregular e que o plantador tem que vistoriar a plantação várias vezes e aina, que isso gera custos altos. No final eles se contradizem, afirmando que existe a crença de alto poder produtivo da planta... No meu entendimento, os pesquisadores têm motivos que vão além de suas pesquisas para emitirem um parecer tão pessimista e contraditório em si mesmo. Normalmente não agem assim, mas procuram emitir seus pareceres sempre após a conclusão de pesquisas, nunca antecipada e contraditoriamente. Tudo nesse parecer tem um "q" de especulatório advindo de informações não comprovadas. Entendo que os produtores de pinhão manso, corajosamente estão em vantagem sobre os pesquisadores, pois acreditam na planta e estão dispostos a pagar um preço para conhecê-la melhor e experimentar através do plantio seu comportamento, desempenho, produtividade, suportando os riscos. É como eu digo: "Tudo começa na Semente". O primeiro Semeador foi o Criador, que semeou a Palavra: "E disse Deus: Haja luz, e houve luz"... "E disse Deus: Produza a Terra erva verde, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie cuja semente está nela sobre a Terra, e assim foi" Genesis: 1:3 e vs. 11. Ao homem foi dada inteligencia para administrar, cuidar da planta e colher os frutos. Sem medo de ser feliz e bem-sucedido. Aos produtores de pinhão manso, meus cumprimentos e minha aprovação. 11
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| Gostaria de afirmar não sou muito crente com pinhão manso devido seu porte e produção ,teor de óleo e suscebitiveis as doenças e pragas. 12
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| GOSTARIA DE SABER ONDE ESTÃO OS HOMENS DE BOA VONTADE NESTE PAIS,HORA O PINHÃO MANSO E BOM, HORA NÃO VALE NADA,DIGO, TENHO CONHECIMANNTO DESDE O TEMPO DE MINHA AVÕ QUE EXTRAIA O OLEO DE PINHÃO PARA LAMPARINA E ME APAIXONEI POR ESTA PLANTA,TENHO PLANTAS DE 30 ANOS PARA MOSTRAR AO BRASIL E A QUE DESEJAR VER,BOA PRODUÇÃO,RESISTENTE AS DOENÇAS, É MAIS DE QUE QUALQUER PLANTA NO MUNDO E DESAFIO QUE DISSER AO CONTRARIO,TAMBEM NÃO ACREDITEM NESTES PICARETAS DE PLANTÃO,QUE FICAM JOGANDO TUDO NA INTERNET, PARA VENDEREM A PREÇO DE OURO SUAS SEMENTES, MAIS TAMBEM NÃO SEJAM CÉTICOS. QUEM QUISER TROCAR IDEIAS OU EXPERIÊNCIA.CASEMENTES@HOTMAIL.COM 13
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| Vimos e acreditamos, mas, não confiamos na tomada de posição dos onze pesquisadores, sobre o Pinhão-Manso que desponta, somente agora, para ser uma cultura de rentabilidade econômica e social para o Nordeste e demais regiões do território nacional. A insegurança, no referido comentártio está patente, concreta e objetiva, quando eles reconhecem que faltam estudo e pesquisa acerca deste assunto, apesar dos 500 anos da existência desse vegetal no Brasil. A sabedoria popular sabe da utilidade do Pinhão-Manso, enquanto os cientistas confessam o seu desconhecimento sobre esse vegetal rústico e abandonado das pesquisa que vem sendo feita pelas instituições especializadas, inclusive as Universidades Federais que, no fundo deveriam ter isso decodificado, ou seja, pesquisado em todas as direções, inclusive a farmaceutica, química, econômica, sociológica, agronômica e até mesmo política. Isto parece uma poesia, mas, na verdade faz PARTE DA REALIDADE BRASILEIRA - insegurança, acomodação, alienação, desconhecimento, ignorância e desprezo ao que vem da sabedoria popular - como se isto não fosse a base fundamental para a existência dos projetos que se transformam em grandes empreendimentos feitos pelos investidores apoiados pelos governos. As cem vantagens para a cultura do Pinhão Manso - por sí só, já representam algo de grande importância para que a pesquisa tenha suas preocupações com essa espécie, em todos os ângulos indicados. Para que isso seja uma realidade - os pesquisadores deveriam, sem demora, organizar os seus trabalhos em torno desta questão, encaminha-los aos governos e à sociedade brasileira, pois sem essa atitude a terra, sobretudo do semi-árido, continuará seca, sem chuvas constantes - retratando a miséria, o desemprego, abandono, êxodo, doença, fome e mais o que já existe, assim como o que está acontecendo com a África ao nosso lado. Aqui - não temos o propósito de defender A ou B, exceto o Pinhão-Manso, assim como o país em que vivemos, sem a perspectiva de mudança, melhoria e bem-estar que poderão surgir, depois que houver projetos capazes de trazer a dignidade para a coletividade social, sem a dependência do Poder Econômiuco, ao contrário do tem ocorrido, desde o tempo da colonização com pequena diversidade injustificável, considerando que somos diferentes, mas somos iguais. 14
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| Voltamos a pensar e falar sobre o grupo dos onze pesquisadores que se manifestam acerca do Pinhão-Manso. O que eles dizem -constitui motivo e razão para que os interessados na cultura do PM - cada vez mais tomem a consciencia da necessidade de organização, determinação, vontade e decisão para que esse projeto seja uma realidade nacional. Quando as pessoas - coletividade assumem um compromisso com alguma coisa certa e definida - jamais haverá possibilidade de fracasso, retorno e outros bichos complicadores ou capazes de resultar no fim indeterminado. Pensamos bem, p. exemplo, no algodão do Nordeste: o Bicudo chegou a acabou com tudo - foi o começo ou fim da situação de, mais atrazo para a região. No sul do país - a coisa foi diferente - assim como nos Estados Unidos: o Bicudo foi combatido, revertido e quase extinto, enquanto o melhor algodão do país - ficou "vendo a banda passar" - ouvindo e cantando a música triste e decepcionante. Portanto, somente com organização sócio-econômica, visando à estruturação da cultura do Pinhão-Manso, através dos governos, juntamente com os produtores - será possível reverter o que os pesquisadores estão pretendendo. 15
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| Um dia eles fala uma coisa ,outro dia outra ,da para acredita que eles quer que pinhão manso so fica entre os mega fazendeiros ,porque os pequenos eles não quer que o povo plante ,porque e uma planta que vai acabar com o desemprego rural, muito pequenos produtores a maiorias vende seu sitio por não ter uma lavoura que ajude ele sobviver em seus sitio . ja pensou se fosse uma pessoa doente , com dois laudo errado ,levaria a morte , o povo deve planta sem medo ,pois e Deus que dono de tudo. 16
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| Fico ao lado do Claudinei Trindade, Arlindo Freire, Luzinete, Marcia Garcia, Uri Goldstein e outros. Jamais aceito as pesquizas concervadoras e recalcacadas feitas por estes pesquizadores que conhecem tudo menos uma coisa; a sabedoria popular e a visão apurada dos produtores que querem ver este pais menos dependente da soja e das grandes oligarquias que dominam o setor, e do petróleo. Pesquisar é preciso, o que não se pode é lançar críticas incertas e desmotivar os produtores. O pinhão Manso é quase a única cultura viável para o pequeno produtor. 17
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| O "circo" do pinhão manso continua com sua alta publicidade e nem um dado tecnico. Somente comentários como "sabedoria popular" é o que aparece. Será que esses pseudo publicitarios do PM não se dão conta que são massa de manobra de algum vendedor de sementes, fazendo suas experiencias com a boa fé dos agricultores. Não é a questão da soja, que com 17% de oleo vai resolver a necessidade de oleos para biodiesel, mas sim pesquisa que deverá ser feita em laboratórios e lavouras pilotos, e como disse ants e repito não a custa dos agricultores. 18
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| Minha família cultiva o Pinhão Manso a 280 anos. Todos meus ancestrais, homens simples da roça, (não tenho nenhum doutor em minha família), cultivaram o pinhão manso para fabricação de sabão e sempre aproveitando sua capacidade de funcionar como cerca viva. O que nós sabemos é que o Pinhão Manso é realmente resistente às pragas e doenças e produz muito. Seu azeite é excelente para queimar, clareando as noites na roça sem fazer fumaça. Na roça o que precisamos saber é se a planta agüenta os períodos de secas ou de intensas chuvas, se resiste ao ataque das pragas e se produz frutos. Como pequenos agricultores a planta que produz frutos de uma só vez, que dá colheita em uma só época não é boa, pois na agricultura familiar sempre trabalhamos com pessoas da família, nem sempre podemos contratar mão-de-obra para determinada época do ano, assim o Pinhão Manso, como lavoura para produção de azeite (Biodiesel) se torna muito mais atrativa do que qualquer outra. Aqui em Novo Repartimento já temos duas mil famílias que começaram o plantio neste ano de 2007. Vamos fazer na forma de CONSÓRCIO FLORESTAL COM O PARICÁ, se não der BIODIESEL, sabemos que o Pinhão vai dar muita flor e aí vamos produzir mel e o Paricá vamos comercializar para a indústria madeireira. Uma coisa é certa, não vamos esperar cinco anos para os doutores nos dar o resultado daquilo que já sabemos. Esta história de muita propaganda para venda de sementes é conversa fiada. Aqui em Novo Repartimento já mobilizamos nossos pequenos agricultores e implantamos 5 áreas para produção de sementes. Nossas sementes irão custar R$ 5,00 o quilo, portanto, quem quiser realmente plantar pinhão precisa somente ter criatividade e disposição, a velha disposição que os pequenos agricultores sempre tiveram nos últimos séculos para plantar, enfrentar as adversidades naturais e muitas vezes oriundas de políticos e sobreviver. É preciso deixar de discutir e trabalhar. Na roça o que garante o pão de cada dia é trabalho. Trabalho árduo, duro e difícil, pois quando chega o tempo de plantar não podemos esperar por ninguém, pois em minha idade, com mais de cinqüenta anos na roça, nunca nenhum sabichão veio à minha porta oferecer-me o que comer. Tenho que garantir a sobrevivência de minha família com as forças dos braços, é isso o que sei é isso o que faço e meus avós, bisavós e tataravôs sempre fizeram. OBS.: Não sou vendedor de semente não. 19
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| Para que o Pinhão-Manso venha ser acreditado e respeitado no meio econômico e político do país torna-se indispensável uma forma de atenção muito séria neste sentido. - O que isso quer dizer? Em qualquer parte do mundo, assim como no Brasil e especialmente no Nordeste, a coletividade social consciente e participante, tem capacidade para fazer com que o seu futuro seja melhor, dígno, justo e adequado ao desenvolvimento. Isto é uma condição sine-qua-non criada pela sociologia, educação e demais ciências sociais, para que o homem seja realizado, isto é, alcance as suas aspirações. Nesta altura dos acontecimentos, os produtores rurais, especialmente os pequenos e médios, já deveriam ter uma organização sócio-econômica - para a defesa, manutenção e desenvolvimento do Pinhão-Manso, pelo menos no âmbito nordestino, assim como nas demais regiões e também no plano nacional. Dessa forma - não haveria a dependência aos pesquisadores que preferem desfazer as possibilidades desse vegetal, sem os motivos convincentes, a exemplo do que vem sendo feito em toda a história brasileira em torno das perspectivas dessa natureza. Entre os numerosos exemplos DESSE NÍVEL - encontramos um que desafia muita gente boa da ciência: o réptil Tejuaçu, conhecido nos sertões nordestinos,morde a casca do Pinhão para absorver o látex, quando está na iminência da briga com uma cobra venenosa, vez que somente com essa substância consegue fazer com que o veneno da mesma se torne inofensivo. Isto é um dos fatos em torno do Pinhão-Manso que deveria ser conhecido, pesquisado e analisado pelos cientistas, visando conhecer as causas e efeitos desse fenômeno, diante das necessidades da saúde humana, ou seja, a descoberta de alguma fórmula para novos medicamentos. Os pesquisadores dizem que isso poderia ser feito, somente com o apoio governamental, considerando que a pesquisa científica requer elevados investimentos. Na verdade,isto tem procedência e constitui um dos impasses para o meio cientifico, mas, no fundo mesmo, todos nós sabemos que nas Universidades Federais brasileiras, os pesquisadores fazem as suas preferências, ou seja - pouco levam em conta as potencialidades do meio rural, dando mais atenção aos fatos de interesse mundial, inclusive o que está fora da realidade regional e nacional. Portanto, diante da alienação em que vivemos - seria melhor que os interessados na implantação da cultura de Pinhão-Manso, olhassem para o chão em que vivem e, sem vacilação, cuidassem de resolver os seus problemas de forma organizada e sistemática - visando a solução desses problemas, antes que o rolo compressor da negatividade teórica, sem prática, venha ser a dona do espaço que não lhe pertence. Aqui, deixamos a última palavra: quando alguém quiser pensar e fazer uma organização social com esse fim - conte conosco.ATÉ BREVE. 20
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| Gostei e concordo com as colocações dos Srs(a) João Lima, Claudinei Trindade, Arlindo Freire, Marcia Garcia, Uri Goldstein e Gentil Dalco. Acredito na cpacidade de produção do Pinhão Manso e acho que é uma excelente saída para a agricultura familiar, com possibilidade de formação de cooperativas para extração de oleo. O Pinhão Manso vai fazer no Brasil o que o café fez na Coreia, um grande crescimento da agricultura familiar. Além do mais existe estudos de usinas de coogeração de energia eletrica a partir do bagaço do pinhão manso e da cana, este ultimo ja em funcionamento com excelentes resultados. O Pinhão Manso não interessa aos laboratorios por se tratar de planta rustica e sem praga, sendo assim não se tem dinheiro para o desenvolvimento sustentavel do plantio. Não podemos cometer o mesmo erro dos Estados Unidos, sendo o maior produtor mundial de Etanol s partir de produto da cadeia alimentar (milho). Acredito que uma boa produção de Pinhão Manso com uma mini distilaria de alcool para produção de biodiesel daria um excelente padrão de vida para milhões de familias. Vejo o Pinhão Manso como um produto a promover a inclusão social, ainda mais considerando o manejo 100% manual. luizalberto@fioravanteconsult.com.br 21
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| O fato do Pinhão Manso ser da mesma família da Mandioca já dá uma idéia da sua versatilidade de cultivo. O que esperamos da EMBRAPA é pesquisa sobre o melhor espaçamento, adubação etc... e também, quem sabe a criação de Variedades de alta produtividade. abs, telmoheinen@yahoo.com.br 22
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| CARO ARLINDO M. FREIRE Fico feliz que tenha lembrado do efeito do látex do pinhão contra o veneno de cobra. Falei anteriormente que minha família tem uma história de 280 anos com o Pinhão Manso e, por isso mesmo temos muitas curiosidades pra contar. Uma delas é que na década de sessenta, quando estávamos catando pinhão pra fazer o sabão de um ano inteiro, no norte do Estado do Espírito Santo, minha mãe foi picada por uma Jararacuçu com quase um metro de comprimento. Eu tinha dez anos de idade e vi a Jararacuçu atingir a mão direita de minha mãe por duas vezes. A mão que catava o pinhão, toda molhada de látex teve somente um pequeno inchaço e minha mãe não tomou nada, nenhum remédio e naquela época atribuímos o fato à proteção de Deus. No decorrer dos anos passamos a entender o grande poder do látex do pinhão contra o veneno de peçonha. Acredito que o pessoal da pesquisa deveria arregaçar as mangas e começar logo a estudar o Pinhão Manso. Espero que esta planta faça também o efeito de espantar o mau olhado..hehehehe... a urucubaca ,.....hehehe. 23
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| pessoal,muito bom,exelente comentarios,na duvida ainda fico com a sabedoria da roça,porem fico em duvida sobre o cultivo do PM ,tenho uma pequena area p/agricultura familiar no sul de minas, se eu produzir,pra quem vender?onde fica a uzina de beneficiamento mais proxima? pinhão manso ou mamonas, alguem poderia me ajudar??? Saudações 24
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| Andre Cardoso... deixe o pessoal trabalhar, eles estão fazendo a parte deles, se não divulgarem quem vai divulgar? no começo tudo tem um custo. O pinhão manso já é uma realidade, tenho certeza queserão poucos os produtores que não terá rocinha. Na minha visão num futuro próximo cada comunidade terá sua pequena usina de extração de óleo, com certeza esse óleo será o de pinhão manso. pois as grandes usinas passarão com caminhão pipa coletando eese óleo que será a salvação dos pequenos produtores. Os produtores deixarão de ser pálhaços. 25
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| O "circo" do pinhão manso cada vez aumenta mais. Vejam os comentarios "que na minha roça" mas dados tecnicos NADA. E ai é que vem o golpe: "Nossas sementes irão custar R$ 5,00 o quilo, portanto, quem quiser realmente plantar pinhão precisa somente ter criatividade e disposição" esqueceu CARA DE PALHAÇO. Acredito que voces com 280 anos de PM tambem garantem a compra da produção??? Repito de novo: são vendedores de sementes sem credibilidade nenhuma tentando-se aproveitar dos pequenos agricultores devido ao boom de oleoginosas. A Embrapa abriu os olhos para essa vigarisse que esta instalando-se, mas creio que ainda poderia fazer mais para proteger-nos esses enganadores. A salvação poderá ainda vir atravéz dos Pronaf's que estão analisando a proposta de que empresas integradoras necessitaram dar "de graça" as sementes. 26
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| Andre Cardoso, antes de nivelar tudo por baixo, mostre a sua cara, diga quem você é e o que você faz. Credidibilidade se conquista fazendo comentários sérios, e não com baixarias 27
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| A discussão aqui está excelente, com exceção do cidadão que gosta de ofender e podia contribuir mais se evitasse baixarias. 28
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| Gente, devemos acreditar no Pinhão. Já se trabalha com Pinhão há muito tempo nas lavouras. Realmente tem óleo de boa viscosidade, e rende bom biodiesel. Penso que se necessita de mais estudos para se viabilizar ainda mais seu uso. Ter um arbusto resistente ao calor e seca no Nordeste, e que dura mais de 50 anos de vida produtiva. É mais do que razão para se levar a sério essa planta. Quanto aos estudos em questão. Eles estão muito bitolados com salas de aula e laboratórios, e que muitas vêzes na pratica não acontece. Mas até eles pesquisam o pinhão. Se não fosse viável não se interessariam. Excelente esse espaço. É isso aí. E também não sou vendedor de sementes. Mas, se fosse, qual o problema? 29
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| Quando o programa Biodoesel chegou na midia,a COMUNIDADE da Agricultura Familiar, gerou uma espectativa muito grande, em Rondonia ainda e um mistério.os sogicultores já perceberam que é inviavel fornecer sua produção para o Biodiesel, o preço de mercado do óleo de soja e mais interessante,parece que Deus estar realmente do nosso lado, a verdadeira inclusão sócial se aproxima, talvez agora sem hipocrisia e politicagem. 30
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| Não tenho ajuda tecnica,financeira,municipal, estadual,federal e comecei a plantar os proximos vinte cinco hectares de encosta com varios tipos de terrenos as mil e oitossentas mudas ja estão com varios aportes. So é possivel fazer fazendo . E fazendo é que o pequeno agricultor acredita para assim fazer. Há coisas muito certas para acontecer no futuro relativo a energia. Afirmo que o aprimoramento da cultura virá . 31
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| A seriedade com que este site trata os assuntos relativos a PRODUÇÂO DE PLANTAS OLEAGINOSAS E BIODIESEL, BEM QUE DEVERIA FILTRAR ANTES OS COMENTÁRIOS DESAIROSOS E INOPORTUNOS COMO OS DO Sr. Andre Cardoso (?), que não respeita uma história de vida como a do Sr João Lima com quase meio século de vida e outros tantos de história, totalmente dedicados a vida simples do campo. Que não respeita as pessoas que convivem, no seu circulo de conhecimento (será que ele tem algum, pois só falou asneiras) Será que os Pronaf!s que ele cita é capaz de fazer como Jesus ? Que fez a multiplicação dos pães ? Pois se não existem sementes certificadas, se os pesquisadores com toda razão tem um pé atras em avalizar o Pinhão Manso, se as pesquisas da Epamig da década de 80 (.epamig.br/informativos/pinhaomanso.pdf ) não são suficientes, quem vai fazer o milagre da multiplicação das sementes ? Os derrotistas de plantão como o Sr Andre Cardoso ? certamente que não ! O que existe no Brasil são pessoas que apesar de vivermos num País com as mais altas taxas de juros, com o mais completo descaso com a agricultura, exceto quando é para alardear um novo Record de exportações do agronégocio brasileiro, NÃO DESANIMAM, ARREGAÇAM AS MANGAS E VÃO A LUTA. EU SOU PLANTADOR DE PINHÃO MANSO SIM E VENDO GRÃOS DE PINHÃO, pois neste burocrático País não existe regulamentação pertinente para O REGISTRO DE PRODUTOR DE SEMENTES DE PINHÃO MANSO ou venda dos grãos de pinhão manso (mas existe sim a democracia onde a liberdade de expressão nos faz conviver com parasitas como o Sr Andre), então não posso falar que sou PRODUTOR DE SEMENTES, mas eu acredito no meu trabalho, acredito que apesar de todas as falácias, o Pinhão Manso terá o seu lugar na matriz energética brasileira, e se não fossem os ENGANADORES como eu, muitas das pessoas que hoje também acreditam no Pinhão Manso, não teriam sequer os grãos do Pinhão para iniciar as suas pesquisas. Eu tenho vendido sementes para a ESPANHA, ARGENTINA, MÉXICO (Uai ! e a famosa semente sem toxidês ?)CHILE,EMBRAPA, CNPQ, ESALQ, ARACRUZ CELULOSE,CAROL,CNPAF,CESUMAR,UFLA e UFV (doação) INCRA SR 04, entre tantas outras entidades de pesquisas que são sérias neste País,(mas garanto que O Sr Andre não sabe nem o que significam as siglas ) e precisam de ENGANADORES COMO EU, que quietinho no meu canto, trouxe uma autoridade mundial em Jatropha Curcas,(Mr Hennings,pesquisador Alemão que tem projetos na Índia, África, Egito, Caribe entre outros), que tem nos Países de 1º mundo muita grana prá gastar em pesquisas à procura da melhor planta de Jatropha, e que quando aqui chegou, vendo minhas plantas disse "The best seeds and plants of de World". Fim parte 1 32
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| Pode conferir no seu site (.jatropha.de)daqui a alguns dias (hoje, ele está na Indonésia, verificando se as plantas de lá são iguais as do Brasil)a reportagem que vai ser feita sobre sua visita ao Brasil. Uma pequena amostra desta visita pode ser vista no seu site da Argentina (.jatrophacurcas.com.ar)que vai sofrer umas pequenas correções quanto ao nome da cidade (João Pinheiro e Janauba e não neste País )Mas eu disse à Mr Hennigs que o web-designer não errou, pois as melhores plantas do mundo, não é uma exclusividade minha, mas sim do Brasil. Nós temos o que ele procurou durante anos e alguns milhares de euros em pesquisa.E não é segredo de estado não, vejam as lavouras nos Países do Continente Africano, Asiático ou no Caribe, na internet tem muitas, quem viu a diferença ? EU, UM ENGANADOR DO PINHÂO MANSO né Sr Andre ? Que não fica falando besteiras em Fóruns de gente SÈRIA. Que se dedica ao que faz, que usa a internet para fins de pesquisas, que possam dar alguma contribuição as pessoas que são sérias, EU É QUE PERCEBI que as plantas lá,( .jatropha.de/Dominican%20Republic/workshop/jcl-workshop.htm) precisam ser podadas após os sete meses pois não produzem galhos laterais, com isto perde-se 2 anos para uma pequena produção, aqui, nós os ENGANADORES já colhemos entre 100 a 150 gramas/planta aos sete meses. Outra diferença, a produtividade. Que apesar de ENGANARMOS as pessoas DIZENDO BASEADOS "APENAS" NAS PESQUISAS DA EPAMIG NA DECADA DE 80, que é possível uma produtividade de 7 a 14 toneladas de grãos p/hectare,(que também dependem das condições edafo-climáticas). Vi e todos podem observar nas fotos publicadas nestes Países, que as plantas não tem uma regularidade de produção. Numa mesma linha de plantio, tem plantas muito produtivas depois tem quatro ou cinco plantas sem nem um cacho. Aqui isto não ocorre, todas produzem, é genética ou é porque DEUS é Brasileiro ? Será que Mr Hennings veio ao Brasil só porque é época de carnaval? (UAI soô, ele nem esperou e já embora !) Será porque ? ele se propôs a financiar as minhas "observações" (pesquisas é pra Dr. com diploma eu sou CAIPIRA ENGANADOR DO PINHÃO MANSO Né seu Andre ?)Será porque o governo Alemão e a FACT (.fact-fuels.org) esta pagando-me as despesas para que eu faça uma palestra na Holanda (Expert Seminar on Jatropha curcas, agronomy and genetics) O que um MINEIRINHO CAIPIRA vai fazer lá ? num fala nem ingléis! Resposta: É porque o mundo inteiro é tolo EXPERT É O SR ANDRE CARDOSO. Também não me escondo em pseudônimo, este nome é real e meu telefone é 38-9107 0637 Se quiser ser enganado Seu Andre, mande seu endereço, eu faço a doação das sementes prá voçe não perder o cavalo arriado porque como dizia meu avô, ele pode não passar novamente. Não é erro a falta World Wide Web no inicio de todas as páginas citadas, este site usa anti-spam e este é um modo de driblar à maquina acrescente os 3 W antes ponto das paginas citadas e conseguira ve-las. 33
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| José F. Torres PARABENS com letras maiusculas, sou do Paraná, já fiz minha mudas e repassei para os produtores que acreditam que aqui no PR ela produzirão muito bem, até o prefeito me falou: a geada mata! eu pergunto você já viu um pé de Pinhão Manso morto pela geada?. Se você não plantar como é que você vai ver? Qui no Centro Oete do PR eu sou o primeiro a plantar esta cultura, A EMATER E Secretarias de Agriculturas do Municípios,dão poucos créditos. Só um grupo de Verê PR, que tem um grande projeto, se realmente for implantado eles irão utilizar também como matéria prima o Pinhão Manso ou óleo degomado desta matéria prima, que poderão ser extraido em nas próprias comunidades. Aqui a mamona é inso tem em todas as beiras de estradas e até nos terrenos baldios. ai eu digo; onde dá mamona não dá Pinhão Manso, se é da mesma família. 34
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| Essa conversa de pinhão manso não está muito brava? 35
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| Mandioca, Pinhao Manso, Tungue e Mamona são da mesma família. (Euphobiaceae) Esclareço-lhe entretanto que a mamona de beira de estrada não é a mesma que se cultiva. Ela tem frutos "deiscentes" ou seja, explodem assim que amadurecem... ocorre que amadurecem bem desparelho. Por isto a mamona cultivada tem que madurar "de vez" como se diz no Nordeste. Não pode "espoucar" à toa, sendo ideal que dê apenas hum (1) cacho por pé. Além disto, a tal de beira de estrada referida, geralmente é um local de despejo de rejeitos sólidos de origem fértil, equivocando-se quem imagina que a mamona pode ser cultivada sob baixa fertilidade. Como todas as outras plantas cultivadas, para produzir bem "não pode passar fome e muitomenos, sêde" Dou força para o Pinhão Manso, alertando porém que no clima temperado provavelmente a melhor planta seja o Tungue que por sinal é também da mesma família. Abs, telmoheinen@yahoo.com.br 36
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| As qualidades do Pinhão Manso que aqui na minha região é denominado de PINHÃO BRANCO, nimquem pode questionar; é resistente, perene, tem boa produtividade e o pessoal daqui conhece suas qualidades na fabricação de sabão e uso como cerca viva. Quero recomendar a todo pecuarista que use o pinhão como cerca viva e dê a produção para as mulheres e crianças da fazenda, não para fazer BIODIESEL, mais para fazer sabão ( muito facil por sinal). JÁ PENSARAM QUANTOS MIL KM DE CERCAS DIVISORIAS NOS TEMOS NAS NOSSAS FAZENDAS DE PECUARIA. JÁ PENSARAM QUANTAS ÁRVORES DE LEI NOS ESTARIAMOS PRESERVANDO COM O USO DA CERCA VIVA , EM DETRIMENTO DAS ESTACAS DE BOA MADEIRA, HOJE CARISSIMAS E DIFICIL DE ACHAR. 37
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| com tudo isso,pode se perceber que o povo brasileiro;o produtor rural tem fome de crecer,de progredir,de produzir. mostrando assim ;como um espelho, que num futuro próximo seremos uma grande potencia economica , só o que nos falta é encontrar os caminhos.parece me que o PINHAO MANSO é uma grande luz no fim do tunel ,uma grande esperança ao pequeno produtor rural,que nos ultimos anos vem sendo massacrado por uma politica desleal impondo-o ao trabalho escravo.um ser que carrega grande numeros de pessoas em suas costas com a força de seu trabalho sem os minimos direitos trabalhistas;pois nao tem carteira assinada e nao tem como tirar atestados quando doente. se obrigando assim a trabalhar mesmo doente.Com tudo isso nao se desanima e investe de seu bolso,arriscando seu dinheiro;o qual foi ganho com muita dificuldade no plantio de uma lavoura que podera elevar o Brasil ao nivel dos paises de primeiro mundo.esses brasileiros merecem ser tratados com mais respeito pelo governo e pela sociedade.PARABENS PRODUTORES RURAIS .Como seria o Brasil sem voces!. marcos simoes. 38
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| At. José F. Torres O seu depoimento sobre o Pinhão-Manso deveria ser reconhecido por todo país e levado ao conhecimento da coletividade rural brasileira - como fator de orientação para os produtores rurais,mediante um registro histórico ou publicação, não somente pela Internet, mas, também através de livros, revistas e companhia, para que dessa forma houvesse mais informação sobre a Jatropha Curcas. Aqui, Torres - aproveito a oportunidade para agradecer a atenção de João Lima e Luis Alberto Fioravante quanto aos seus comentários relacionados com os meus - em defesa do Pinhão-Manso - mais precisamente acerca das recomendações feitas pelos 11 pesquisadores. Depois das suas palavras Torres - podemos ter confiança e decisão sobre a cultura do Pinhão-Manso, inclusive no Nordeste - seco do semi-árido, sem medo de errar e considerando os projetos de instalação das usinas, assim como até mesmo a produção do biodiesel, bem como de sabão, outros sub-produtos ainda desconhecidos. Os incentivos necessários à cultura dessa planta - serão feitos e estabelecidos, somente quando os agricultores tiverem uma experiência segura e positiva sobre essa atividade e, também, indispensavelmente, a vontade e coragem para que os governos - sejam capazes de resolver esse problema. O seu trabalho Torres - deveria ser a base para que os demais produtores rurais viessem se organizar em torno da sua experiência e fazer, portanto a organização social, visando defender o Pinhão-Manso, principalmente no tocante ao seu plantio,assistência técnica, colheita, comercialização e industrialização. Esperamos que Você-Torres continue sendo persistente, convicto e determinado, sem levar em conta as baixarias, tampouco o menosprezo de alguém, pois "quando a caravana passa, os cães ladram", ou seja - quem não respeita o seu trabalho está sem condições de oferecer ao público, atos melhores e valiosos do que os revelados por Você. 39
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| Caro José F. Torres.Depois dos seus comentários, certifico-me ainda mais dos benefícios do pinhão, para nós agricultores sofridos e de mãos calejadas desse país. Que trabalhamos na roça e com muito orgulho. Tenho 80 anos de idade, e vários anos no cabo da enxada. Já conhecemos o pinhão aqui há muito tempo, onde chamamos de pinhão branco, por causa do leite que sai. Aqui, temos um pé, que tem quase a minha idade, e resiste valente com algumas folhas. Meu neto, graduou-se em agronomia, e disse-me que a sua faculdade já pesquisa o pinhão. Se formou na UFRA do Pará. O pinhão pode acredita é viável comercialmente. Parabêns por suas pesquisas. Continue na luta José F. Torres. severinocaldas@ig.com.br 40
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| Esperamos que José F. Torres e Severino Caldas sejam vistos, consultados e reconhecidos pelos 11 pesquisadores do alerta sobre o Pinhão-Manso, assim como pelas universidades Federais existentes no país, especialmente as que estão fazendo pesquisa acerca dessa planta. Seria muito bom, também que deixassem os seus birôs e fossem viajar pelas zonas rurais do país - onde o Jatropha Curcas está desafiando a sabedoria negativa - reproduzindo-se no solo semi-árido e salino, sem chuvas e adubação, a exemplo do que se verifica no Rio G. do Norte. Seria ótimo que os pesquisadores fossem ao campo fazer os experimentos agronômicos, sem depender de elevados recursos financeiros, ao contrário do que se verifica com muita gente boa que depois de aquirir o "canudo" - recusa-se em trabalhar nas zonas rurais, sem considerar que todo o seu estudo foi realizado mediante os custos do governo, ou seja, dos contribuintes brasileiros. Esta forma de pensar não é folclórica e tampouco empírica, pois o que temos visto pelo mundo afora - faz com que outras idéias, mais realistas possam ser apresentadas. O Pinhão-Manso, portanto é um grande desafio para o governo Federal, as Universidades Federais, os pesquisadores e todo o meio científico brasileiro que, agora, na HORA DOS BRAVOS Torres e Caldas constituem as fontes básicas para a investigação que deverá ser feita. Este é o momento histórico em que cada brasileiro consciente da potencialidade do Pinhão-Manso, levante a cabeça e faça a corrente de união com os Torres e Caldas - para que assim, mais tarde tenhamos os resultados positivos do JC em todo o país, inclusive o Nordeste das secas. 41
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| Tungue no SUL e Pinhão Manso no Cerrado e no Nordeste, macaúba em muitos lugares, dendê na Amazônia e no sul da Bahia, oiticica no Ceará e amanhã ou depois quando o petróleo subir mais um pouco,temos 17 milhões de hectares de babaçu plantados pela natureza. A mamona, bem a mamona... Culturas anuais serão apenas complementares. Com 300 milhões de hectares de palma (dendê) dá para substituir todo o petróleo consumido nomundo atualmente, no que se refere ao transporte - e, sobra! Basta que uns e outros, especialmente os americanos, utilizem carros mais econômicos. att. telmoheinen@yahoo.com.br 42
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| Concordo com a posição dos pesquisadores, as instituições de pesquisas tem a obrigação de alertar para os possíveis problemas que possam ocorrer, por outro lado o espírito aventureiro de empreendedores pode levá-lo a acreditar e investir em tudo que lhe parece lucrativo, porém por sua conta e risco. Aqueles que procuram segurança em seus investimentos devem trabalhar com planejamento e embasamento científico. 43
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| Embasamento cientifico de Jeremias Neves Se nós aventureiros, formos esperar pelo conservadorismos dos pesquizadores teremos de esperar dez anos para ver resultados que poderão ser vistos agora em tempo real. O pinhão manso está ai, é só plantar os resultados com certezas irão aparecer para aqueles que acreditam. Eu aqui no Sul tenho certeza que virão muitos secretários de prefeituras e agrônomos da Emater, conhecer as minhas plantas. Se não fosse os avetureiros, com certeza nem a América teria sido descoberta 44
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| Ambos estão certos... mas irão "presos" igual. Nunca se deve cometer o mesmo erro duas vezes... Há tantas alternativas! Os Pesquisadores não pesquisam coisas que não dão IBOPE, por uma razão muito simples - quando o assunto não dá IBOPE os políticos não se esforçam para liberar as verbas, portanto o empreendedor tem que ir na frente. O pesquisador vem atrás para ver porque não deu certo... e o político vem atrás quando deu certo para reivindicar os louros da vitória para si. Continuo dizendo, para clima temperado o Tungue deve ser melhor do que o Pinhão Manso. São da mesma família da Mamona, da mandioca e de tantas outras plantas. abs, telmoheinen@yahoo.com.br 45
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| Preso por plantar pinhão manso, até que eu gostaria; Para Telmo Heinem. Com todo o respeito, vou esperimentar plantar o tungue, acredito que o óleo de tungue tenha as mesmas qualidades do pinhão manso, se bom se tiver também o mesmo rendimento melhor ainda. Se lá na Argentina que fica mais ao sul, e ainda mais frio, porque nós paranaenses não vamos esperimentar?. por aqui tém muitas terras dobradas onde não dá para mecanizar, o pinhão manso é uma boa alternativa. Vamos oferecer aos produtores as duas alternativas, aquela que render mais, com certeza permanecerá. 46
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| Gente, Pião manso, mamona, girassol, amendoim, soja, etc.., o que esta faltando mesmo é um pouco mais de ousadia do Governo Federal, no sentido de investir na pesquisa e colocar esses pesquisadores e extencionista de escritório no campo, ao lado dos produtores e abraçar o desafio do século na produção de combustível alternativa com baixo índice de agressão ao meio ambiente, sempre monitorando a pratica do monocultivo, aproveitando as espécies vegetais peculiares às condições locais, mantendo a nossa maior riqueza do globo terrestre, que é a "nossa diversidade"! Um abraço. 47
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