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Gerir a Catástrofe e Enfrentar as Ramificações 1. Como é que eu posso manter uma atitude mental positiva agora que sei que a civilização industrial está à beira do colapso? Como é que eu me preparo emocionalmente? Quando me apercebi das implicações do "Peak Oil", fiquei bastante assustado. Sentia que todo o meu futuro me fora tirado num único golpe. Precisei de um par de dias para que o meu sentimento inicial de semi-pânico se dissipasse. A única forma eficaz que temos para enfrentar o fim da era do petróleo é, enfrentar eficazmente o nosso medo e a nossa visão do futuro. A. Gerir o Medo Segundo o autor Tony Robbins, o medo transporta uma mensagem: O medo não é mais do que a antecipação de algo que vai acontecer brevemente e que precisa de preparação. Nas palavras do escuteiro, "Sempre pronto". Nós precisamos de preparação para enfrentar a situação, ou para fazer algo para a mudar. A tragédia é que a maior parte das pessoas ou tenta negar o seu medo, ou são engolidas por ele. Nenhum destes comportamentos respeita a mensagem que o medo tenta transmitir, por isso ele continuará a perseguir-nos enquanto tentamos chegar à mensagem. Não vamos querer render-nos ao medo e amplificá-lo, começando a pensar que o pior poderá acontecer, nem vamos querer fingir que ele não existe. A solução para o medo, escreve Robbins, é: Rever o que nos fez sentir receios e avaliar o que devemos fazer para nos preparamos mentalmente. Imaginar quais as acções necessárias para enfrentar a situação do melhor modo possível. Por vezes fizémos toda a preparação possível e nada mais podemos fazer; mas, mesmo assim, ficamos à espera com medo. Este é o ponto em que precisamos de um antídoto para o medo: temos de tomar a decisão de ter confiança, sabendo que fizémos tudo o que era possível relativamente àquilo que receamos. Pessoalmente, cheguei à conclusão que a nossa realidade externa é basicamente um espelho da nossa realidade interna. Se andamos por aí cheios de medo, vamos atraír circunstâncias externas que vão ampliar esse medo. Há uma tendência para receber aquilo que esboçamos. Por esta razão é de suprema importância que lutemos por estados de consciência mais produtivos que o medo. B. Considere o colapso da Civilização do Petróleo como uma oportunidade, em vez de uma tragédia A maior parte de nós, habitantes de sociedades de consumo como os EUA, somos, no fundo, boas pessoas: nos nossos corações acreditamos sinceramente em ideais como a igualdade, a fraternidade e a justiça. Maltratar, atraiçoar ou matar alguém para ficar com algo que lhe pertence, é uma coisa que nunca fariámos. Contudo, para suportar o nosso estilo de vida consumista baseado no petróleo, o nosso governo vai lá fora fazer essas coisas por nós. Se o americano médio pudesse imaginar o sofrimento causado para produzir cada objecto de plástico da sua casa, cada galão de petróleo do seu depósito de gasolina, cada bocado de comida à sua mesa, ele ficaria agoniado e estaria disposto ao que fosse necessário para mudar o rumo das coisas. O "Peak Oil" forçar-nos-á a mudanças. O "Peak Oil" significa que o fim do mundo como o conhecemos está à porta, mas significa igualmente que temos uma oportunidade para criar um novo mundo em que a humanidade viva em harmonia consigo própria e com a natureza. Este estilo de vida já deixou de ser "o procedimento correcto"; agora é uma obrigação se pretendemos sobreviver como espécie. Em "A Verdade acerca da Guerra e do Petróleo: A Aproximação da Crise Energética Global", o autor Stephen Hamilton Bergin está optimista quanto a um novo mundo que renascerá das cinzas. Segundo Bergin, a crise até é de certo modo bem-vinda porque permitirá a deposição de governos inúteis e da gestão cleptocrática, levando aos sobreviventes uma vida nova e melhor. Sob este ponto de vista, a experiência dos antigos escravos, após o colapso da escravatura, poderá dar-nos algumas pistas. Quando o sistema ruiu, muitos dos antigos escravos sentiram grande ansiedade. Apesar de tudo, as plantações eram tudo quanto eles conheciam, tudo quanto os seus pais e avós tinham conhecido. Muitos questionavam-se nervosamente: o que iria substituír as plantações, como se alimentariam, para quem iriam trabalhar, se os seus conhecimentos seriam suficientes para uma nova vida, o que aconteceria às suas famílias? Podemos dar por nós a fazer estas mesmas questões relativamente à vida depois da Quebra do Petróleo. O facto de nos encontrarmos numa situação análoga à dos escravos à beira da liberdade não é de todo surpreendente. Embora não estejamos presos por correntes de ferro, muitos de nós estão presos por dívidas, características desta sociedade alimentada a petróleo. O colapso desta civilização poderá dar-nos uma oportunidade para a verdadeira liberdade. A este respeito, recomendo vivamente a leitura deste excerto de "Os Últimos Dias da Antiga Luz do Sol " por Thom Hartmann. 2. Que passos posso tomar nos próximos dias para começar a tratar desta situação? A lista seguinte não pretende ser exaustiva. São apenas algumas medidas simples que é possível tomar imediatamente (e não segue nenhuma ordem em especial). A. Informe-se sobre o "Peak Oil" e as suas ramificações. Considere a leitura de livros como "A Festa Acabou: Guerra, Petróleo e o Destino das Civilizações Industriais" de Richard Heinberg. B. Informe outras pessoas. Se não sabe muito bem como o fazer, oriente-as para este sítio. C. Procure pessoas que partilhem este interesse. Se não sabe por onde começar, junte-se ao grupo "Running on Empty 2" do Yahoo. Quando li pela primeira vez sobre o "Peak Oil", esse foi o primeiro lugar onde fui. Os membros dos grupo são muito amistosos, prestáveis e pacientes com os "novatos". D. Sempre que tiver oportunidade, faça buscas no Google para o termo "Peak Oil". Quantas mais pessoas fizerem a busca, mais o pessoal do Google reparará. Isto pode resultar numa maior cobertura do tema pelos media principais. E. Adopte uma dieta vegetariana/vegan ou, pelo menos, tente reduzir o consumo de carne ao mínimo. F. Utilize uma bicicleta ou transportes públicos, em vez da sua viatura pessoal, sempre que possível. G. Limite a compra de artigos de consumo àqueles que realmente necessita. H. Reduza ao máximo o consumo de electricidade. Considere o investimento em lanternas solares, recarregadores de pilhas, rádios portáteis, aquecedores de água, recarregadores para computadores portáteis, geradores de corrente a partir de energias alternativas, etc.. I. Considere a conversão da sua viatura para biodiesel. J. Considere a aprendizagem sobre como tratar de uma horta, ou juntar-se a uma cooperativa de alimentação na sua zona. K. Aprenda procedimentos básicos de emergência médica. L. Informe-se sobre formas alternativas de saúde, como cura bioenergética, auto-hipnose, etc.. M. Reduza ao máximo o seu endividamento. N. Comece a pensar como irá sobreviver aos apagões, à escassez de alimentos e de água e às perturbações económicas. O. Na sua própria casa, comece a pensar como irá instalar painéis solares e geradores eólicos. 3. Que passos podemos tomar, como sociedade, para lidar com o "Peak Oil"? Quais as medidas que, se implementadas pelo governo, nos ajudarão a gerir a Queda, em vez de nos deixarmos arrastar por ela? O "Peak Oil" vai acontecer; vai morrer muita gente. Esperámos demasiado tempo para ter agora qualquer hipótese de inverter a situação. Podemos talvez minimizar o sofrimento e maximizar as hipóteses de construir uma civilização bem sucedida no pós-petróleo, se implementarmos algumas medidas públicas apropriadas, como: A. Medidas civilizadas para suportar a redução populacional A causa principal da crise energética que está no horizonte, é o facto de o mundo ter mais pessoas do que as que é possível suportar num ambiente equilibrado com energias renováveis. A solução óbvia é reduzir a população mundial do modo mais civilizado possível. Segundo Dale Alan Pfeifer: ... as condições deteriorar-se-ão de tal forma que a população humana sobrevivente será uma fracção insignificante da população actual. E esses sobreviventes sofrerão o trauma de ter passado pela morte da sua civilização, dos seus vizinhos, dos seus amigos e da sua família. Esses sobreviventes terão visto o seu mundo desfazer-se em pó. Por outras palavras, se não reduzirmos a população de uma forma inteligente, a Mãe Natureza faz o trabalho por nós. Nós podemos fazê-lo, se tomarmos medidas para: 1. Deixar às mulheres o controlo da capacidade reprodutiva do seu corpo. 2. Informar as pessoas da verdadeira natureza e extensão da crise; muitas delas, abster-se-ão de ter filhos, se se aperceberem da situação. 3. Encontrar soluções práticas, humanas e justas para a imigração. Nos EUA, está previsto que a esmagadora maioria do crescimento populacional se deverá à imigração. Embora isto traga benefícios tanto do ponto de vista económico como humanitário, do ponto de vista ecológico será desastroso. B. Medidas para promover a preservação A preservação poderá não ser popular mas, sem ela, não temos esperança de enfrentar eficazmente a escassez de petróleo que se aproxima. As medidas de preservação devem tomar em atenção o seguinte: 1. Eliminar os benefícios fiscais que promovem o consumo. 2. Aprovar legislação para aumentar a eficiência no uso dos combustíveis. 3. Financiar um programa nacional para promover a compartilha de carros, os transportes públicos e a utilização da bicicleta. 4. Reduzir os subsídios à indústria agropecuária e, ao mesmo tempo, suportar programas comunitários de agricultura. 5. Apoiar o exército e dizer às pessoas que as nossas tropas morrem, sobretudo, para suportar o nosso estilo de vida baseado no petróleo. Slogans como "Salve as nossas tropas andando de bicicleta" ou "Conduzir sozinho é passear com o Osama" poderiam associar a preservação ao patriotismo. 6. Substituir os ineficazes programas de combate à droga por programas que promovam a preservação e o modo de vida sustentado. C. Medidas para apoiar as Energias Alternativas e Renováveis Se não tomarmos imediatamente iniciativas fortes e sustentadas visando a mudança para as energias renováveis, a civilização enfrentará a alteração mais brusca, e talvez mais violenta, da sua História recente. Existem algumas formas de o conseguir: 1. Financiar um projecto do tipo "Manhattan" ou "Apollo", para acelerar o desenvolvimento da energia renovável. 2. Dar benefícios fiscais às famílias que instalem painéis solares, geradores eólicos, ou sistemas similares. 3. Aumentar consideravelmente o financiamento dos transportes públicos. 4. Acha que o governo vai instituir um plano de mobilização forte para enfrentar a crise que se aproxima? A nível local, é possível. Algumas comunidades já começaram a instituir algumas medidas, em pequena escala, para assegurar a sustentabilidade. A nível estatal ou nacional? Certamente que não. Como já foi explicado anteriormente, as indústrias que agora controlam o governo são as mesmas que seriam atingidas por essa mobilização. Isto significa que teremos de o fazer nós-próprios. Por isso, avalie o que poderá fazer, e mãos ao trabalho.
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maria jose diniz
disse:
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| sem comentarios 1
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| Que poderemos dizer após a leitura sobre um assunto tão delicado como este??!! Eu pessoalmente poderei dizer, que sendo este um assunto pouco aprofundado pelos meios de comunicação, este tipo de explicação disponibilizado na internet torna-se um meio de esclarecimento para pessoas como eu que se questionam sobre a questão do petroleo já a algum tempo!! Penso que a nova geração que aí vem, sendo ela principalmente "curiosa", irá conseguir com que este seja futuramente um assunto prioritário nas agendas dos políticos dos diferentes países desenvolvidos!!! Talvez o fim da civilização como a conhecemos esteja a terminar... mas poderá ser em prol do nascimento de uma sociedade melhor que a actual, baseada sobretudo na sustentabilidade do nosso planeta... no entanto é pena que esta apenas seja conseguida às custas dos erros graves que acabaram por ser cometidos... mas o ser humano é assim... tem se errar para aprender alguma coisa!! Mas do pouco que tem sido feito face a este assunto, penso que as eco-aldeias tornam-se num exemplo de uma alternativa perfeitamente viável da sociedade capitalista... quem sabe se não se tornará o único futuro possivel da nossa civilização!!! 2
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| Texto longo mas creio que irei fazer um comentário objetivo.O excencial do assunto focou uma civilização que está vendo o petróleo diminuir que é o óbvio e se assombrar com a sua diminuição no fornecimento de energia...ficar vendo mortandade em massa,conflitos horripilantes,queda drástica no padrão de vida,enfim,o Apocalípse agora... Considero o texto escrito na dimenssão da ignorância que se tem sobre as possibilidades que a humanidade tem de viver sobre a terra. O século XX,o século da grande industrialização,o século em que o homem atingiu um índice inimaginável de consumo dos bens que a terra pode nos dar,permaneceu seus últimos trinta anos com a luz amarela acesa da escassez de energia do petróleo e nem sequer usou a calefação nos climas quentes com energias alternativas o que era perfeitamente possível somente que era mais cara.Aquela lógica de se gastar US$ 700 000 000 ,00 em uma gurra como a do Iraque mas não se pensa em gastar 10% dessa quantia em pesquisa de energia alternativa...Queimar petróleo para calefação na minha opinião é o mesmo que se queimar óleo de baleia para esse mesmo fim no século IXX.Agora se sabe que se tem que usar energia solar para esse fim...será que não foi tarde demais???esse argumento é só para ilustrar o descaso que a sociedade de uma maneira geral deu e postergou o tamanho do problema e agora vem avistando o fim do mundo... A mãe naturaza é pródiga e tem muito o que nos dá,ela quer apenas um pouco de reciprocidade...pouca gente sabe que se formos comer o arroz que ela pode nos dar,é possível alimentar 6 X 6 bilhões de habitantes e que será apenas necessário comê-lo Integral,sim,arroz integral alimenta seis vezes mais do que o arroz polido...temos o sal integral que nos afasta das principais doenças tais como artrites,reumatismo,arteria esclerose,precisamos deixar de comer açucar refinado para curarmos a Diabet e etc...eu sou Macrobiótico,como tal,temos uma visão ampla do Universo,o mundo está perto de acabar para o tamanho da ignorância que tem prevalecido no trato das coisas sérias desta terra... O ciclo do petróleo está entrando em declínio e nisso está entrando em declínio o maior oligopólio do mundo,dono de uma fortuna material imesurável...e se a sua côrte vai mal é porque o mundo está perto do fim... Está chegando aí a bioenergia que será um grande passo para a humanidade,depois virá o domínio da energia solar,com nosso infinitos recursos e vontade,acharemos energias futuras que levarão a humanidade a caminhar até o final dos tempos... 3
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| Continuação de meu comentário... Jack Custoux,o francês oceânografo visitou e estudou um pouco a Amazônia nos idos de 1985 e escreveu:somente com a descida das águas das enchentes dos rios amazônicos,pode-se cultivar arroz que se teria safra para alimentar o mundo que naquela época tinha 4,5 bilhões de habitantes.Se ele se referiu a arroz polido,a coisa fica mais fantástica ainda pois o arroz integral alimenta seis vezes mais do que o polido.O arroz integral,sozinho é alimento completo...tem todos os ingredientes necessários a nossa fisiologia e mantém a relação Na/K no padrão 5 para 1 que é o padrão descoberto pelo cientista George Osava para o perfeito equilíbrio fisiológico. Já recentemente o pesquisador e professor,o cearence Expedito Parente disse:o potencial de biodiesel extraido de palmáceas existentes na amazônia abastece toda a Europa... A agricultura racional,bem orientada,a que respeita a cadeia alimentar,não precisa de adubos oriundos do petróleo...a agricultura orgânica vem demonstrando isso com eficiência fazendo-se culturas ecologicamente corretas...respeitando-se a cadeia alimentar se protege as plantas de muitas pragas e doenças e se controla com defensivos ecologicamente corretos...quando necessário. Temos que acabar com a agricultura do agrotóxico químico,venenoso,muito poluidor,transmissor de muitas doenças,principalmente os venenosos herbicidas,que são os mais tóxicos,seu uso somente se sustenta na tese de se obter safras mais baratas...é de se perguntar:é válido,é ético,se envenenar as comidas,os solos,os lençois freáticos etc...em nome de se conseguir alimentos supostamente mais baratos???na biologia,na vida,na saúde,o econômico tem que vir a reboque da vida,da saúde,não se pode botar o lucro na frente desses valores...felizmente a agricultura orgânica está crescendo muito,principalmente nas últimas duas décadas e que é muito bom mas temos muito a percorrer. Temos que fazer a agricultura livre dos transgênicos,produtos geneticamento incorretos,a natureza não nos deu,ela nos deu os híbridos ah,estes sim...cadê as delícias de alta produtividade dos transgênicos?ah, mas precisam de menos agrotóxicos,menos herbicidas e etc...a questão não é precisar menos e sim,não precisar de se envenenar o mundo em nome de se produzir alimento que é vida!!! a agricultura orgânica está dando resposta a estas teses falaciosas... Eu considero a Gripe do Frango Asiática uma das maldições dos trangênicos...nos EUA,nas últimas três décadas,estão atacados por mais de 90 000 tipos de alergias até então desconhecidas,sem controle...considero outra maldição dos transgênicos... A nossa sociedade não sabe sequer usar o Sal Integral que é o sal marinho,o Sal da Vida... O sal integral ou o legítimo sal marinho contém 84 sais na sua composição e todos eles são necessários e indispensáveis à nossa fisiologia,no entretanto o processo criminoso de refiná-lo,desmancha este ingrediente a uma massa salgada vindo nos negar o que a natureza nos deu e de forma tão pródiga,nos dando como conseqência o desequelíbrio da nossa fisiologia e resultando daí o surgimento de muitas doenças daquelas que se tornaram rotina de se ouvir nos consultórios médicos:o seu caso não tem jeito...quando o certo seria dizer:com os conhecimentos que temos, não temos condições de resolver este caso...nós Macrobióticos sabemos que existe sim,saúde além desta falta de conhecimento...nós focamos as causas das doenças,não nos interessa os sintomas dela porque já é o efeito...que combatê-los geralmente não nos leva a lugar nenhum.Os 84 sais do Sal Marinho,são os mesmos sais existentes em nosso sangue...pense nisso.Nós sabemos curar a Diabete porque insulina somente combate o efeito e como é que a medicina alopata que tem infinítos recursos, se contenta com tão pouco no trato dessa doença??? Nossa visão de vida,como os Srs.podem observar,é de se ver o mundo por uma porta larga, bem aberta e não por uma janela estreita e bem alta na parede.... Afinal,o fim do petróleo não é novidade para ninguém que tenha um mínimo de leitura e agora aparece um artigo desse,supostamente bem assessorado por cabeças muito pensantes e achar que o mundo está perto de se acabar por falta dele???Temos sim recursos,temos inteligência que Deus nos deu,temos uma natureza muito pródiga que com imaginação e criatividade,iremos criando novos caminhos e acredito, bem melhores dos que estamos nele hoje. E-Mail ananiasbn@oi.com.br 4
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