O fracasso do Selo Combustível Social
// 01 julho 2009 // Programa nacional, Selo Combustível Social

Mais emprego e inclusão social?
A ótima entrevista do presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rossetto, chamou a atenção para dois pontos importantíssimos: a nova forma de comercialização do biodiesel e a situação do Selo Combustível Social.
Sobre este último Rossetto deixou claro que da maneira como está não vale a pena. Na prática a inclusão da agricultura familiar não é interessante. E analisando o contexto, não é difícil concluir as causas do fracasso do selo social.
O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa faça o acesso a esq.









Srs. Fico muito feliz em ver, que após alguns anos de ilusão e investimentos mal concebidos, existe uma luz no fim do túnel. O nosso ex-ministro, agora Petrobras, começa a enxergar que nos moldes como foi implantado o PNPB, sob o contexto do selo combustível social, só beneficiou o empresariado, e mais uma vez, agricultura familiar foi usada para palanque político, pois de fato concreto não se teve nenhum benéfico real para os produtores, fazendo com que a descrença e o abismo da inclusão social se tornassem uma realidade. O sistema forja mais uma vez (antes Proálcool) a retirada da responsabilidade de cultivar oleaginosas para o PNPB, idêntica correlação com a produção de alimentos. Não existe sustentabilidade em longo prazo, pois a melhor posição para serem os guardiões da terra são os agricultores familiares.
No primeiro mundo é assim, só que o governo subsidia e os mantém na propriedade( o que muito é muito mais econômico, ambientalmente correto e socialmente justo) do que investimentos urbanos.A sistema de ATER está sucateado e desacreditado.
Creio que com o poderio da Petrobras tao logo vai ficar bem claro que os bicombustíveis e só pra gente grande.