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	<title>Comentários sobre: Como as Petrolíferas encaram o Biodiesel</title>
	<link>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/</link>
	<description>O Blog do Biodiesel</description>
	<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 16:27:28 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>por: Edilson Guimarães Motta</title>
		<link>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-159</link>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2006 11:52:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-159</guid>
					<description>Considerando que o biodiesel já é um caminho sem volta, acredito que as petrolíferas a exemplo até da Petrobras devessem montar suas próprias refinarias de biodiesel, fomentando a produção de oleaginosas e destinando recursos(advindos de seus lucros MORALMENTE INADEQUADOS)  para pesquisas e financiando a produção.ISTO SIM SERIA MAIS INTELIGENTE!

mottabiodiesel@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Considerando que o biodiesel já é um caminho sem volta, acredito que as petrolíferas a exemplo até da Petrobras devessem montar suas próprias refinarias de biodiesel, fomentando a produção de oleaginosas e destinando recursos(advindos de seus lucros MORALMENTE INADEQUADOS)  para pesquisas e financiando a produção.ISTO SIM SERIA MAIS INTELIGENTE!</p>
<p><a href="mailto:mottabiodiesel@hotmail.com">mottabiodiesel@hotmail.com</a>
</p>
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	<item>
		<title>por: Telmo Heinen</title>
		<link>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-116</link>
		<pubDate>Sat, 11 Nov 2006 21:02:52 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-116</guid>
					<description>A Agroenergia e a produção de alimentos – 10 NOV 2006/11/09

Entrevistado: Eng.º Agr.º TELMO HEINEN – (61)9989-6005
                    Consultor de Agronegócios
                    Formosa (GO)

1)	Na sua opinião a Agroenergia tomará o lugar da produção de alimentos?

R:  Em parte. A cana-de-açúcar apesar do açúcar que é alimento, desloca outras culturas para aumentar a produção de álcool.
No entanto esta lavoura sofre uma rotação em 15 a 20% da área/ano, geralmente feita com soja e agora tem a perspectiva de ocorrer com girassol em função do Programa de biodiesel.
A expansão da cultura tem avançado preponderantemente sobre áreas de pastagens degradadas, não influindo ainda sobre a produçãode alimentos.

2)	Mas as cotações dos produtos agrícolas nas Bolsas tem aumentado por conta dos biocombustíveis, principalmente pelo uso do milho pelos americanos...

R:  Os americanos já estão usando 42 a 45 milhões de t de milho para fazer etanol. A expectativa é que em 2007 este volume passe para 54 a 55 milhòes de t, portanto um aumento da demanda interna mas é bom lembrar que cada t de milho, além de produzir 400 a 425 litros de álcool, deixa de 300 a 310 kg de resíduos secos para fazer ração, com teor de proteina aumentado, já que o milho tem somente 9,0 % de proteina. Ele é um alimento energético.

No biodiesel dos americanos a maioria do óleo provém do óleo usado em frituras, só para se ter uma idéia, são alguns bilhões de litros por ano.

3)	E aqui no Brasil  a mamona vai dar conta de fornecer todo óleo para fazer o biodiesel que as fábricas já venderam para a Petrobrás ?

R:  Certamente que não. Ainda ontem a Conab divulgou a previsão de área de mamona para a próxima safra que passará de 150 para 180 mil hectares com média abaixo de 1.000 kg/ha.

O biodiesel a partir da mamona é muito mais um programa social do que de biocombustíveis. Aliás na própria Lei do Selo Combustível Social o detentor se obriga a adquirir matéria prima a partir da agricultura familia mas a mesma lei não obriga a utilizar esta matéria prima para fazer o biodiesel.

O industrial pode muito bem extrair o óleo de mamona e vendê-lo no mercado a um preço superior e por ouro lado adquirir qualquer óleo mais barato para fazer o biodiesel vendido. No momento o óleo mais barato é o de soja, e, até outro dia ele era exportado abaixo do preço do petróleo.

4)	Então o perigo da produção de alimentos sofrer com a produção de agroenergia não existe?
R:  Não. As pessoas não fazem idéia, quanto mais óleo que se queira para fazer biodiesel, mais farelo sobrará e farelo contém muita proteina e alimenta muito. 

O que estava acontecendo é que a soja estava tão barata que inviabilizava a produção de outros óleos. 

Para o Brasil fazer seu biodiesel de óleo de soja, basta diminuir a exportação de óleo, sua cotação subirá em Chicago até chegar nuns 700 dólares/t,viabilizando a produção de outras culturas que estavam sendo deixadas de lado como o girassol, amendoim, gergelim, linho, canola e tantas outras.

Não tinha sentido o país exportar óleo de soja por um preço inferior ao do petróleo, aliás no momento o Brasil ainda exporta óleo de soja pelo mesmo preço que importa óleo diesel, o que é um absurdo – daí a elevação das cotações ser normal.

5)	E o Pinhão Manso ?

R:  É uma planta de muito futuro juntamente com a palma do dendê e além disto ainda temos o babaçú, a macaúba, até o Pequi e lá no sul o Tungue – as culturas perenes tem um rendimento maior por hectare.

A mamona infelizmente produz um biodiesel de péssima qualidade e o seu futuro está reservado para uso mais nobre como fazer lubrificantes.

Portanto o óleo de mamona e o óleo de soja serão usados transitoriamente para biodiesel e no futuro as grandes quantidades virão das outras plantas e que serão cultivadas em áreas marginais para a produção de alimentos.

Além disto temos o Nabo Forrageiro, excelente para a safrinha e para a rotação de culturas, que só não vem sendo plantado porque era muito barato, mas com o aumento do preço do óleo de soja, fica viável. 

6)	Por ocasião do lançamento do H-Bio foi dito que haveria uma demanda maior para a soja de mais de 1 milhão de toneladas. Isto pode contribuir para melhorar os preços da soja ao produtor?

R:  Sim, mas não da forma como estão pensando. O que deve ocorrer é uma exportação menor de óleo de soja e não um aumento da moagem porque o mercado de farelo é limitado.

7)	Outros alimentos podem ser afetados ?

R:  Temos um caso curioso que é o do arroz. No futuro, com a escassez do Silício a casca do arroz se tornará valiosa. Já existe uma Termelétrica em Alegrete no Rio Grande do Sul, fazendo a queima controlada para salvar o silício além de produzir energia elétrica através desse calor. A sílica é usada na indústria de micro computadores e também na produção de placas fotovoltaicas para a captação de energia solar. Já pensou no futuro todas as casas cobertas com placas solares, injetando energia na rede elétrica ? De noite retira parte...e no fim do mês faz um acerto de contas com a Companhia... é mais um aumento de alimentos...

Abs,.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Agroenergia e a produção de alimentos – 10 NOV 2006/11/09</p>
<p>Entrevistado: Eng.º Agr.º TELMO HEINEN – (61)9989-6005<br />
                    Consultor de Agronegócios<br />
                    Formosa (GO)</p>
<p>1)	Na sua opinião a Agroenergia tomará o lugar da produção de alimentos?</p>
<p>R:  Em parte. A cana-de-açúcar apesar do açúcar que é alimento, desloca outras culturas para aumentar a produção de álcool.<br />
No entanto esta lavoura sofre uma rotação em 15 a 20% da área/ano, geralmente feita com soja e agora tem a perspectiva de ocorrer com girassol em função do Programa de biodiesel.<br />
A expansão da cultura tem avançado preponderantemente sobre áreas de pastagens degradadas, não influindo ainda sobre a produçãode alimentos.</p>
<p>2)	Mas as cotações dos produtos agrícolas nas Bolsas tem aumentado por conta dos biocombustíveis, principalmente pelo uso do milho pelos americanos&#8230;</p>
<p>R:  Os americanos já estão usando 42 a 45 milhões de t de milho para fazer etanol. A expectativa é que em 2007 este volume passe para 54 a 55 milhòes de t, portanto um aumento da demanda interna mas é bom lembrar que cada t de milho, além de produzir 400 a 425 litros de álcool, deixa de 300 a 310 kg de resíduos secos para fazer ração, com teor de proteina aumentado, já que o milho tem somente 9,0 % de proteina. Ele é um alimento energético.</p>
<p>No biodiesel dos americanos a maioria do óleo provém do óleo usado em frituras, só para se ter uma idéia, são alguns bilhões de litros por ano.</p>
<p>3)	E aqui no Brasil  a mamona vai dar conta de fornecer todo óleo para fazer o biodiesel que as fábricas já venderam para a Petrobrás ?</p>
<p>R:  Certamente que não. Ainda ontem a Conab divulgou a previsão de área de mamona para a próxima safra que passará de 150 para 180 mil hectares com média abaixo de 1.000 kg/ha.</p>
<p>O biodiesel a partir da mamona é muito mais um programa social do que de biocombustíveis. Aliás na própria Lei do Selo Combustível Social o detentor se obriga a adquirir matéria prima a partir da agricultura familia mas a mesma lei não obriga a utilizar esta matéria prima para fazer o biodiesel.</p>
<p>O industrial pode muito bem extrair o óleo de mamona e vendê-lo no mercado a um preço superior e por ouro lado adquirir qualquer óleo mais barato para fazer o biodiesel vendido. No momento o óleo mais barato é o de soja, e, até outro dia ele era exportado abaixo do preço do petróleo.</p>
<p>4)	Então o perigo da produção de alimentos sofrer com a produção de agroenergia não existe?<br />
R:  Não. As pessoas não fazem idéia, quanto mais óleo que se queira para fazer biodiesel, mais farelo sobrará e farelo contém muita proteina e alimenta muito. </p>
<p>O que estava acontecendo é que a soja estava tão barata que inviabilizava a produção de outros óleos. </p>
<p>Para o Brasil fazer seu biodiesel de óleo de soja, basta diminuir a exportação de óleo, sua cotação subirá em Chicago até chegar nuns 700 dólares/t,viabilizando a produção de outras culturas que estavam sendo deixadas de lado como o girassol, amendoim, gergelim, linho, canola e tantas outras.</p>
<p>Não tinha sentido o país exportar óleo de soja por um preço inferior ao do petróleo, aliás no momento o Brasil ainda exporta óleo de soja pelo mesmo preço que importa óleo diesel, o que é um absurdo – daí a elevação das cotações ser normal.</p>
<p>5)	E o Pinhão Manso ?</p>
<p>R:  É uma planta de muito futuro juntamente com a palma do dendê e além disto ainda temos o babaçú, a macaúba, até o Pequi e lá no sul o Tungue – as culturas perenes tem um rendimento maior por hectare.</p>
<p>A mamona infelizmente produz um biodiesel de péssima qualidade e o seu futuro está reservado para uso mais nobre como fazer lubrificantes.</p>
<p>Portanto o óleo de mamona e o óleo de soja serão usados transitoriamente para biodiesel e no futuro as grandes quantidades virão das outras plantas e que serão cultivadas em áreas marginais para a produção de alimentos.</p>
<p>Além disto temos o Nabo Forrageiro, excelente para a safrinha e para a rotação de culturas, que só não vem sendo plantado porque era muito barato, mas com o aumento do preço do óleo de soja, fica viável. </p>
<p>6)	Por ocasião do lançamento do H-Bio foi dito que haveria uma demanda maior para a soja de mais de 1 milhão de toneladas. Isto pode contribuir para melhorar os preços da soja ao produtor?</p>
<p>R:  Sim, mas não da forma como estão pensando. O que deve ocorrer é uma exportação menor de óleo de soja e não um aumento da moagem porque o mercado de farelo é limitado.</p>
<p>7)	Outros alimentos podem ser afetados ?</p>
<p>R:  Temos um caso curioso que é o do arroz. No futuro, com a escassez do Silício a casca do arroz se tornará valiosa. Já existe uma Termelétrica em Alegrete no Rio Grande do Sul, fazendo a queima controlada para salvar o silício além de produzir energia elétrica através desse calor. A sílica é usada na indústria de micro computadores e também na produção de placas fotovoltaicas para a captação de energia solar. Já pensou no futuro todas as casas cobertas com placas solares, injetando energia na rede elétrica ? De noite retira parte&#8230;e no fim do mês faz um acerto de contas com a Companhia&#8230; é mais um aumento de alimentos&#8230;</p>
<p>Abs,.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Cesar Correia</title>
		<link>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-64</link>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2006 20:42:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-64</guid>
					<description>Equanto poucos ganham, muitos morreram de fome...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Equanto poucos ganham, muitos morreram de fome&#8230;
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>por: Antonio</title>
		<link>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-60</link>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2006 12:01:15 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.biodieselbr.com/blog/2006/10/como-petroliferas-encaram-biodiesel/#comment-60</guid>
					<description>Se a Shell fosse tão moralista e realmente quisesse ajudar em combater a fome no mundo, poderia vender seu petróleo a preço de custo aos paises pobres e não com 800% de lucro.
Sabem que o custo de um barril de petroleo prospectado tambem pela Shell não custa mais que U$ 10,00 e foi vendido até a U$ 78,00.
Imoral é ter lucro deste tamanho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se a Shell fosse tão moralista e realmente quisesse ajudar em combater a fome no mundo, poderia vender seu petróleo a preço de custo aos paises pobres e não com 800% de lucro.<br />
Sabem que o custo de um barril de petroleo prospectado tambem pela Shell não custa mais que U$ 10,00 e foi vendido até a U$ 78,00.<br />
Imoral é ter lucro deste tamanho.
</p>
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